Segredos quentes do meu pai

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Olá, me chamo Mayron e tenho 19 anos. Essa história aconteceu no começo desse ano quando fui passar as férias com meu pai em São Paulo. Sou fruto de um sexo casual e sem proteção entre adolescentes, mas nem por isso deixo de ser amado pelos meus pais. Na época, minha mãe tinha 17 e meu pai 18 anos, não foi um relacionamento longo. Lembro de crescer sem a presença física do meu pai, mas ele estava sempre ali no telefone pra me aconselhar e conversar, pois ele havia se mudado pra são Paulo com o objetivo de trabalhar e me dar tudo que ele nunca teve.

A distância entre meus pais, foi o fator principal da separação. Eu e minha mãe continuamos na cidade de João Pessoa na Paraíba e meu pai em São Paulo. Um homem bonito como meu pai não ficaria muito tempo sozinho, com 10 anos de idade recebi a notícia de que meu pai se casaria com uma mulher e que ela estava grávida. Fiquei feliz por meu pai, ele deveria seguir em frente e ser feliz como fez minha mãe.

O tempo passou, eu não era muito próximo do meu meio irmão, já com 8 anos de idade, falava pouco com ele através de redes sociais, um feliz aniversário ou Feliz natal era o suficiente… Meu pai as vezes forçava algum entrosamento entre nós no telefone, odiava as conversas sem assunto… No meu aniversário de 19 anos, em outubro, meu pai me liga pedindo que eu viaje pra são Paulo no fim do ano, para que eu conhecesse o lugar e se eu gostasse poderia ficar pra trabalhar já que eu terminará o colégio.

Meio contra gosto resolvi aceitar, afinal não vira meu pai à pelo menos 12 anos, mas a idéia de ficar na mesma casa com minha madrasta nada simpática e meio irmão chato não me agradava.

Passei natal com a minha mãe e viajei no dia 27 de dezembro pra são Paulo, pra pegar o ano novo com meu pai. Na chegada, mal reconheci meu pai. As fotos do Facebook não fazia jus aquele homem, aos 37 anos estava com aparecia de 25. Corpo bem cuidado, sem barriga, barba bem aparada e um charme de homem maduro que fazia as calcinhas em volta ficarem molhadas. Eu já passava dele na altura, dei um abraço forte e demorado nele. Até esse momento nada de diferente na nossa relação de pai e filho.

Desde que me lembro, sempre fui atraído pelos 2 sexos, meninos e meninas. Minha mente vivia confusa até que me aceitei bissexual. Mantive em segredo essa condição sexual, mas nas festas sempre fiquei com rapazes e moças. Meu pai apesar de ser um homem muito bonito, não me senti atraído por ele no início.

Olhei para o lado do meu pai e lá estava Kennedy de 8 anos, me olhava com uma expressão fechada, parecia estar com raiva, afinal teria de dividir o pai com outro. Tentei interagir com ele dando um tapinha no ombro e elogiando o tênis dele que acendia uma luz, e ele me devolve um sorriso forçado.

Os primeiros dias até que não foram ruins, descemos a serra e fomos ver a queima de fogos no guaruja. Assim que a rotina se normalizou, já devolta à casa de meu pai comecei a perceber algumas coisas estranhas com meu meio irmãozinho, quando a mãe dele estava em casa ele era de um jeito com nosso pai e quando a mãe saia ele mudava completamente.

Bastava a mãe ir trabalhar que ele corria pro colo do nosso pai, se o nosso pai estivesse deitado ia pro quarto dele e fechava a porta, eu nunca interrompia quando ele se trancava com o nosso pai. Na minha cabeça, isso deveria ser algum jeito dele conseguir toda a atenção do nosso pai só pra ele. Eu ficava a tarde no computador da sala jogando e conversando com meus amigos e esquecia deles. Algumas vezes ficavam horas trancados, achava eu que estivessem dormindo.

Ao lado da casa tem uma garagem, onde meu pai passava bastante tempo cuidando do carro ou algum eletrônico que precisasse de algum conserto quando não estava no horário de trabalho ou descanso. O computador da sala fica ao lado da janela que dá vista para a porta da garagem, antes da minha madrasta sair para trabalhar ela faz o almoço, foi nessa hora que tudo mudou…

Meu pai havia levantado cedo pra cuidar do carro esse dia, já tinha lavado, encerado e estava limpando dentro do carro com as portas aberta ouvindo som. Quando o Kennedy passa por mim se dirigindo à porta, vi que ele foi até a garagem. Não demorou muito pro meu pai aparecer e fechar as portas da garagem com os 2 dentro. O som ficou abafado quando ele fechou a porta, achei estranho aquilo e resolvi averiguar.

Aproveitando que a minha madrasta estava na cozinha distraída com as panelas e o celular, fui até a garagem tentando não ser notado por ninguém. Foi fácil, pois dentro da garagem o som do carro estava ligado. Puxei um vaso grande que havia ao lado da garagem e usei pra subir e espiar pelo espaço que tinha em cima da porta.

A cena que vi fez minha cabeça girar! Kennedy estava de joelhos numa cadeira de bunda empinada com o shortinho e a cueca nos tornozelos, enquanto nosso pai abria sua bunda com uma das mãos e com a outra manuseava a rola que pincelada o furinho do garoto. Após uma cusparada farta no cú do Kennedy, meu pai forçou aquela rola fazendo o cú engolir cada centímetro.

A primeira foi lenta, mas depois ele bombava como um ator porno, Kennedy fazia expressões de prazer, aquele moleque gostava daquilo. Mesmo espiando por uma fresta, pude ver que a rola do meu pai era digna de respeito. Um tamanho normal, uns 17cm, mas grossa como um punho. Pela facilidade com que fodia aquele cú, aquela brincadeira era velha pra eles dois.

Estava hipnotizado com a cena, meu pau estava duro como pedra tentando se livrar da bermuda. A visão de meu pai usando so um shorte de futebol, na altura dos joelhos, comendo meu meio irmão de 8 anos, foi o bastante pra me fazer esquecer do mundo. Acho que fiquei pendurado no vaso por uns 4 minutos, quando me assustei com uma buzina na rua. O susto me fez recuperar um pouco da sanidade e voltei pra dentro da casa.

Fui até o banheiro, mal toquei no pau e já fui despejando litros e litros de leite na pia! A imagem estava na minha mente, meu coração parecia que ia sair pela boca. Apesar de ter gozado tão fartamente minha rola não baixou e bati outra punheta, essa mais demorada. Fiquei quase meia hora no banheiro, quando minha madrasta bate na porta chamando para almoçar:

-Mayron, tá pronto o almoço. Seu pai já tá na mesa almoçando com o keny, vou levar o meu na marmita pra comer no trabalho. Cê lava a louça hoje? Por favor, cê sabe que seu pai sempre quebra alguma coisa quando ele lava.

-"podexá", eu lavo sim…

Ela saiu correndo pra não atrasar, antes de sair do banheiro tentei me recompor pra que meu pai não percebesse que eu havia visto a cena da garagem. Respirei fundo e tentei pensar em outras coisa pra meu pau baixar. Encontrei meu pai e o Kennedy na mesa quase terminando de almoçar. Sentei, me Servi e comecei a comer. Iniciamos uma conversa sobre um filme e consegui me distrair de meus pensamentos…

Após todos terminarem de comer, Kennedy foi pro computador e meu pai pro quarto. Comecei a recolher a louça e colocar na pia pá lavar tudo, quando meu pai aparece na porta da cozinha com o curto shorte de futebol.

-Filho, não precisa lavar, deixa aí que eu lavo depois.

-pro senhor quebrar algum prato – disse rindo dele.

Ele ficou me encarando alguns segundos, eu sentia seus olhos em mim, procurei não encarar e continuei na limpeza. Ele derepente quebra o silêncio com uma pergunta que quase me matou:

-Antes de sair pro trabalho, a Lúcia disse pra mim que você estava em cima do vaso bisbilhotando dentro da garagem, o que você viu?

…….continua, deixe seu comentário.
Se eu ver que estão interessados postarei o resto em breve.

MayronD

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