Comi a Filha da vizinha

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Me chamo Alex tenho 28 anos, moreno queimado de sol, 1,80m, malhado, 94 kg e sempre curti sexo, principalmente com uma bunda bem lisinha e empinada.
Me mudei recentemente de cidade devido a um novo emprego que consegui aqui, no interior de Minas Gerais e precisei alugar um AP para morar, me lembrei de uma amiga da adolescência que se chama Natália, ela tem um prédio aqui com alguns apartamentos para alugar, então entrei em contato com ela e aluguei um AP no segundo andar do prédio e essa minha amiga Natália mora no andar de baixo com sua filha Flavia de 12 anos, Natália é mãe solteira, mas é uma empresária bem sucedida e por isso construiu os apartamentos e sempre deu uma vida boa a filha que tinha de tudo, mas como a mãe trabalhava muito, ela ficava em casa e se sentia muito sozinha.
Quando eu bati o olho em Flavia, logo me interessei, pois a garota apesar da pouca idade já tinha um corpo bem avantajado, pernas grossas, bem torneadas, sem pelos, cabelo liso, claro, um sorriso lindo e uma bunda enorme, grande feito bunda de mulher adulta, redonda, empinada e suculenta, chegava a ser um pouco desproporcional, mas devido à sua pouca idade e por ser filha de minha amiga, achei difícil acontecer algo entre eu e aquela delicia, após três meses morando ali, as coisas começaram a mudar.
Flavia começou a se aproximar de mim devido a todas as vezes que nos encontrávamos na escada, ou quando sua mãe vinha até minha casa para bater papo e ela vinha junto e demonstrava que gostava muito de conversar comigo e fomos ficando cada vez mais próximos, chegando ao ponto de sentar no meu colo e me chamar de tio, certo dia Natália me disse que achava muito bom Flavia conversar comigo, pois a mesma, não tinha contato com o pai e ela achava que fazia falta uma figura masculina pra conviver com ela, eu apenas disse que era uma prazer para mim também.
Um dia Natália foi trabalhar e eu estava de folga, quando de repente escutei um barulho no terraço e quando fui olhar o que era, Flavia havia escorregado com a bicicleta no terraço, desci para ajudá-la, mas ela só tinha arranhado o joelho, então eu disse que ia fazer uma vitamina e perguntei se ela queria, ela disse que sim e fomos para o meu AP, na minha casa fiz a vitamina e servi a ela com misto quente e enquanto ela lanchava pude observar que ela trajava um short de nylon rosa e uma blusinha de tecido fino que pude perceber que ainda não usava sutiã, aquele corpo lindo, lisinho como eu gosto e o melhor de tudo, o short entrava naquela bunda redonda e grande, aquilo me dava tesão só de olhar, então disse a ela que ia voltar ao meu quarto, pois estava no computador, quando parei para lanchar.
Flavia foi comigo pro quarto, enquanto eu navegava no face, ele começou com aquelas brincadeiras típicas da idade e apagou a tela do computador, mas tudo em tom de brincadeira e foi ai que tudo começou, eu fingindo estar zangado parti pra cima dela brincando de lutinha e apertando suas coxinhas, voltei pro computador e ela então novamente apagou a tela para me irritar, eu então resolvi dar uma dura nela e disse que se ela voltar a desligar minha tela ia dar o que ela merecia, mas mal acabei de falar e ela desligou minha tela novamente, parti pra cima dela brincando de lutinha e não é que a moleca deu um jeito de deitar na minha cama virada de bunda pra cima e eu fiquei com meu pau duro encaixado mesmo no meio daquela bundona macia, nesse momento o tesão começou a tomar conta de mim e foi inevitável, pois o meu short era fino e o dela de nylon, quando senti minha pica querendo afundar no cu dela, tive medo e sai de cima, foi ai que vi todo o contorno do meu pau duro pra frente bem marcado no meu calção e o shortinho dela muito socado com as polpas da bunda pra fora, disfarcei e fui até a cozinha tomar um copo com água bem gelado e me recompor, afinal minha amiga confiava em mim e Flavia era muito jovem, eu precisava ter juízo.
Quando voltei da cozinha a putinha estava deitada na minha cama meio de lado, com o short do mesmo jeito mostrando a bunda e mexendo na internet, nesse momento eu perguntei a ela, quem teria autorizado ela a mexer ali, disse para ela sair, mas ela nem me deu ouvidos e continuou ali deitadinha, fuxicando na net, ao tentar retirá-la da minha cama, novamente encostei meu pau naquele rabo suculento e novamente fiquei duro quase explodindo, passei então à sarrar naquele rabo gostoso, o tesão era tão grande que a cabeça da pica já estava pra fora do calção e já latejava e babava, melecando suas polpinhas de vontade de meter, mas então ela novamente desligou a tela do meu computador, foi ai que eu disse a ela que agora iria castiga-la.
Levei minha mão até o cós do seu short e o abaixei, ao mesmo tempo em que lhe segurava debaixo de mim, e então pude ver aquela bunda branca linda sem pelo algum e toda à mostra pra mim, Flavia remexia seu corpo e bata as pernocas no colchão e dizia pra eu parar que ela não mexeria mais no meu computador, mas ela falava rindo como quem vai aprontar de novo, mas eu estava tomado pelo tesão e então molhei a cabeça a pica com saliva e levei até seu cuzinho tentando penetrá-lo, a garota deu um pulo pra frente, não sei se de medo, vergonha ou tesão, mas isso pouco me interessava naquele momento, pois o meu tesão era maior que tudo, então comecei a passar a língua vagarosamente em sua orelhinha e senti que ela passou a ficar ofegante curtindo a situação, daí por diante aquela delicinha passou a se entregar ao prazer.
Lentamente fui deslizando minha língua em sua orelha, alternando pescoço e nuca deixando-a completamente entregue, enquanto lambia seu ouvido, apertava aquela bunda carnuda, Flavinha estava gostando e percebi que estava toda arrepiada, aproveitei e enfiei o dedo melado de cuspe no seu cuzinho e passando a língua pelas suas costas até chegar naquela bunda perfeita que há tempos já havia se tornado meu objeto de desejo.
Quando cheguei até sua bundinha, abri suas nádegas e vislumbrei aquele cuzinho rosado, virgem, intacto e com todas as preguinhas, comecei a enfiar a língua bem lentamente, levando-a à loucura, pois neste momento percebi que a safadinha empinou o rabo oferecendo-o para mim, meu pau babava e latejava ansiando o momento de fincar-se no meio daquele jovem cu, fiquei chupando-a por uns 10 minutos, já bem lubrificado, subi até as orelhas e descendo com a língua até as coxas grossas e lisas sempre passando por seu cuzinho e seu xibil careca e fechadinho, até que encostei a cabeçona do meu pau de 20 cm e grosso já toda bem melada na portinha de seu cuzinho, ela quis esquivar-se, mas lhe segurei pelos ombros, jogando meu corpo sobre o dela, sempre passando a língua em seu pescoço e rostinho dizendo que era melhor que muita mulher adulta por ai e fiquei passando meu pau na entradinha do seu cu, simulando que estava fodendo-a.
Que sensação mágica, o rabo daquela menina é realmente muito macio e gostoso, que cuzinho quente, Flavinha se contorcia de tesão e eu estava adorando tudo aquilo, mas minha cabeçona não entrava naquela argolinha, então me levantei, dei uma escarrada e uma cuspida bem no meio do seu cu e comecei a forçar meu cacete naquele furico, ela reclamava de dor e dizia “para tio que ta ardendo” e eu dizia pra se acalmar que só iria doer até a cabeça passar, ela tentou se levantar, fazendo a pele de sua bunda esticar e foi quando tapei sua boca e empurrei pra dentro, senti a cabeça entrar gostoso naquele cu, Flavia deu um gritinho agudo de dor, mas foi abafado por minha mão, fiquei loucão de prazer, pois com o suor, metade da minha rola entrou naquela bunda e a sensação daquele rabo macio chupando meu caralho em quanto aquela moleca dava gritinhos na minha mão era sensacional.
Disse para ela relaxar que seu cuzinho ia ceder pra minha pica e logo a dor se transformaria em prazer e ela foi tentando se acalmar, seu cu foi relaxando e se abrindo mais pro meu pau grosso entrar, contemplei maravilhado, aquela menina havia conseguido engolir todo o meu pau com a bunda, ta certo que era uma tremenda bunda, mas mesmo assim era lindo de ver todo meu cacete escuro, encaçapado naquela bunda branca de uma menina tão novinha, quando senti meu pau deslizando todo para dentro, iniciei um vai e vem, delicioso naquela bunda tão gostosa, metia devagar e lambia as lagrimas de seu rostinho de princesa e passei a manipular levemente seu ínfimo clitóris e à medida que ela passou a gemer de prazer, passei a intensificar as metidas do meu caralho naquela bundona firme e suculenta, como era gostoso sentir meu pau deslizar para dentro do cu daquela menina, tão desejado por mim.
Sua pele aveludada estava marcada pelo meu vigor e aquele cu suculento, parecia ter sido feito para receber meu pau, eu estava totalmente em êxtase fudendo aquela menina da bundona, que bunda gostosa, quando percebi que ela já estava bem à vontade com seu cu cheio da minha rola, passei a meter lambendo sua boca, era tão gostoso que após mais algumas bombadas dei minha língua pra ela chupar e finquei minha rola com força naquele rabo e gozando feito um cavalo e enchendo aquele rabão de leite, cai sobre ela sentindo a maciez de seu rabo em minha pélvis em quanto meu pau pulsava litros de porra pra dentro daquele cu arrombado, que me deixara exausto de prazer.
Minha pica ainda latejada dentro do cu dela em quanto Flavia dormia toda relaxada, aparentando ter gostado muito, meia hora depois quando retirei meu pau de dentro do cu dela, pude ver aquele rabinho antes rosado, agora um buracão todo arregaçado, eu tinha feito um estrago nela, minha porra escorria de dentro por entre suas pernas juntamente com sangue, levei-a nos braços toda pelada até o banheiro, lhe dei um bom banho de banheira, chupei um pouco seus peitinhos em formação e passei minha rola na sua linguinha, depois a mandei pra sua casa, ela disse assim pra mim “tio meu cu esta ardendo, isso que a gente fez é sexo?” eu disse que era quase isso eu só tinha comido seu cu e a alertei para não contar nada para sua mãe, pois ela podia não deixar ela voltar a brincar comigo e ainda bater nela, ela disse que não ia contar nada, mas me pediu pra não comer seu cu amanhã por que estava doendo.
Fiquei com medo dela soltar algo, mas depois disso ela já veio aqui em casa outras vezes e brincarmos de lutinha até eu comer o seu cuzão de novo, só que já faz um tempo que não rola, pois sua mãe está em casa de férias, mas da próxima quero fazer ela mamar e engolir minha porra, e depois desbravar aquele xibil fechadinho, eu conto se eu conseguir.

Nota do escritor: Este conto é uma readaptação de outro conto visto aqui, caso note familiaridade e portanto meramente fictício.

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