A Iniciação De Glória

Esta é a história de Glória, uma linda menina que ainda mora com os pais. Embora seja bem jovem, ela é sexualmente ativa há vários anos e não tem neuras com relação a sexo. Não tem nojo de nada: para ela, o que vale é o prazer. Glória é bissexual e gosta muito de sexo, tendo inclusive participado de algumas orgias. Tem preferência por fazer sexo com homens bem mais velhos, maduros acima de 35 anos. Descobriu a masturbação aos 6 anos, com uma amiguinha que a ensinou como se tocar. Gostou tanto que viciou naquela maravilhosa sensação de prazer. Sozinha no quarto ou na hora do banho, Glória usava os mais diversos objetos para esfregar em seu jovem clitóris: brinquedos, escova de dentes, cabo do aparelho de barbear do pai. Quando alguma amiguinha dormia em sua casa, ela não perdia oportunidade de mostrar sua nova obsessão. Algumas já conheciam, outras ainda não; a brincadeira ficava mais gostosa a cada vez.

Sempre muito esperta, Glória aprendeu rapidamente a usar o notebook do pai, que gostava de ver o interesse da filha na internet. Aos 8 anos, pesquisando para um trabalho escolar, um dos resultados da busca lhe chamou atenção. Falava sobre sexo e prazer, algo que lhe interessava muito. Rapidamente o foco da pesquisa mudou e ela chegou a sites de fotos pornográficas. Aquilo tudo despertou um fogo dentro dela e Glória masturbou-se ali mesmo, vendo aquelas imagens. Mostravam homens e mulheres nuas, exibindo seus belos corpos. Ela sentiu desejo de ter seu corpo fotografado e exibido também, para ser admirado como aqueles homens e mulheres faziam. Leu histórias de sexo, viu imagens e vídeos de sexo oral, vaginal e anal que ficariam na sua jovem mente para sempre. Glória fechou o notebook, correu para seu quarto e masturbou-se o resto do dia. Só parou quando seu minúsculo clitóris estava dolorido.

Seu pai chegou à noite e usou o notebook para responder e-mails. Num dado momento, foi necessário retornar a um site que ele havia visitado, mas não recordava o nome. Então, verificou o histórico de navegação e teve a surpresa de descobrir vários sites pornográficos e de contos eróticos. Primeiro ele pensou que poderia ter sido a esposa, mas depois lembrou-se de que ela havia ficado fora de casa uma boa parte do dia, justamente no período de tempo em que as páginas foram visitadas. A suspeita recaiu então sobre Glória e ele pensou em como faria para questionar a filha a respeito daquilo. Sendo um homem paciente e carinhoso, o pai de Glória achou que a melhor maneira de abordar o assunto seria não brigar, mas tentar entender o que ela estava procurando naqueles sites. Ele entrou no quarto da filha, que estava de baby-doll e calcinha lendo revista em quadrinhos.

– Glória, vamos conversar um pouco. Preciso que você me ajude a entender uma coisa.
– Tá bom, pai.
– Eu estava usando o meu notebook agora e vi que alguém visitou sites com fotos e vídeos de homens e mulheres pelados. Você sabe me dizer quem foi?
– Eu não sei. Não fui eu, não.
– Engraçado, porque você ficou a tarde toda sozinha aqui em casa enquanto a tua mãe estava na academia e eu estava trabalhando.
– Mas eu não mexi no computador, pai. Eu não sei quem foi.
– Glorinha, eu sou teu pai, lembra? A gente tinha combinado que você não mentiria pra mim.
– Mas, pai…
– Não precisa ter vergonha. Eu sei que todo mundo tem segredos. Eu também tenho segredos, sabia? Quer ouvir um dos meus segredos?
– Quero.
– Então vou te contar. Quando eu tinha mais ou menos a tua idade, meus pais não deixavam eu entrar no quarto deles. Eu sempre quis entrar lá pra saber por que eles me proibiam. Um dia eu entrei escondido e fui xeretar nas gavetas do armário. Achei um monte de fotos de homens e mulheres peladas e aquilo me deixou maluco! Eu corri para o meu quarto e fiquei mexendo no meu pinto o dia todo, pensando naquelas fotos.
– E os teus pais descobriram?
– Não, eles nunca desconfiaram de nada. Ainda bem pra mim, porque meus pais não eram bonzinhos como eu. Se soubessem que eu vi as fotos, eu teria levado uma surra. Você tem sorte, porque eu jamais bateria em você.
– Pai… Eu quero te contar um segredo. Mas tem que me prometer que não vai contar nada para a mamãe.
– Tá bom, eu não vou contar.

Glória então confessou o que havia feito no computador do pai. A conversa foi longa e ela ficou excitada novamente por lembrar o que havia visto. Contou como aquelas imagens havia mexido com ela e seu pai também ficou excitado pela maneira ingênua de sua filha lhe contando sobre sensações que ele também havia descoberto na infância. Enquanto fazia sua confissão, Glória sentiu sua pequena vagina ficar mais e mais molhada. Disse ao pai que precisava ir ao banheiro se enxugar, mas ele pai pediu que ela ficasse deitada e lhe mostrasse. Glória não tinha vergonha de tirar a roupa diante de seu pai e lhe mostrou a vagina úmida.

– Olha como a minha pepeca está molhada. Ela fica assim quando eu penso naquelas fotos.
– Está bem vermelha também. Você esfregou muito a pepeca hoje?
– Esfreguei muito, é tão gostoso. Eu não conseguia parar.
– Quem te ensinou a brincar com a pepeca, Glorinha?
– Foi uma menina da outra escola, já faz um tempão.
– Mostra pra mim como você faz, amor?

Glória ficou feliz pelo pedido de seu pai, porque estava mesmo com muita vontade de esfregar o dedo lá embaixo. Ela apertou uma perninha contra a outra, colocou um dedo bem em cima do clitóris e começou a esfregar. Fechou os olhos e em pouco tempo teve um orgasmo. Seu pai ficou maravilhado ao testemunhar sua pequena filha tendo prazer com seu jovem corpo. Ele fez um carinho em seus cabelos, disse que a amava muito e pediu que fosse tomar um banho. Prometeu que não contaria nada sobre aquele segredo para a mãe. Seria algo só deles, coisa de pai e filha. Glória e seu pai fizeram um acordo: ela poderia continuar a ver fotos e vídeos de sexo no computador, mas nunca poderia contar a ninguém que ele permitiu. Ele também queria ver quando ela brincasse com a pepeca. Glória gostou do acordo; era mais legal quando o papai estava por perto, pois ela sentia-se segura.

O pai de Glória foi para o banheiro e masturbou-se pensando na filha. Queria ter provado a xoxotinha dela, ficou com água na boca, mas teve medo. E se a filha estranhasse? E se ela não quisesse? Mas ali, no banheiro, nada disso importava. Pensar nisso lhe dava imenso prazer e seu pau ficou rígido como pedra. Ele gozou uma, duas, três vezes enquanto se imaginava dando prazer oral à filhinha. Que gostinho delicioso aquela bocetinha devia ter. Em sua mente, ele lambia e chupava o grelinho da filha, lançando ondas e mais ondas de orgasmos maravilhosos pelo corpinho dela. Também beijava e lambia o bumbum e cuzinho, os mamilos no peito liso. Tudo o que ele queria era lamber sua cria, tal como um gato ou cão faz com seus filhotes.

Ao sair do banheiro, foi para a sala assistir futebol enquanto esperava pelo jantar. Durante a refeição, Glória e seu pai trocaram olhares como confidentes que guardam segredinhos. A mãe nem desconfiou de nada, para ela era apenas mais um dia como outro qualquer. Estava cansada e foi dormir logo após arrumar a cozinha; seu marido ainda ficou no notebook por mais um tempo e Glória foi se deitar. Duas horas depois, o pai de Glória ainda estava no computador tentando trabalhar, mas a conversa que teve com sua filha dominava sua mente. A visão do corpo nu de sua filhinha, que se masturbara e gozara diante dele, era forte demais. Ele precisava prová-la, tinha que sentir o gosto daquela xereca novinha.

Entrou sem fazer ruído no quarto da filha, que estava deitada de costas. Cuidadosamente baixou sua calcinha até removê-la completamente e ficou admirando o corpo da menina, iluminado pela fraca luz do abajur com desenhos infantis. Ele separou as pernas de Glória e pôs um dedo em sua vulva. Constatou que estava úmida, lambuzou o dedo e levou à boca. O sabor era muito convidativo, então ele baixou a cabeça entre as pernas da criança e começou a lamber sua bocetinha. Primeiro devagar e carinhosamente, depois com vontade, chupando o clitóris. Ele sentiu-se bem safado fazendo aquilo com sua própria filha, a quem viu nascer e crescer. Trocou suas fraldas, deu banho nela. Mas agora, Glória já era uma mocinha com desejos femininos. E ele precisava saciar aquele desejo, queria muito continuar lambendo e chupando aquela pepequinha gostosa.

Glória despertou e ainda sonolenta, viu o pai com a cabeça entre suas pernas. Acariciou a cabeça dele, que ao sentir a mão da filha, pensou em parar. Como ela estava gostando, decidiu continuar o carinho oral. Glória teve sensações deliciosas, realmente indescritíveis. Ter seu papai lhe chupando era muito melhor do que esfregar a pepeca com o dedo, a língua dele era quentinha e molhada. Não deixava o grelinho irritado depois de gozar. Ela fechava a mãozinha puxando levemente os cabelos do pai quando o prazer se aproximava, os dedos dos pés se contorciam, seu corpo arqueava para cima enquanto a femeazinha atingia novo orgasmo. Glória não entendia muito bem o motivo daquilo ser tão gostoso, só o que lhe importava era que ela não queria mais parar.

Saciado de chupar a filha, o pai sentou-se na cama e ficou admirando seu rosto sorridente. Os olhinhos de Glória brilhavam de felicidade, ela não sabia como agradecer ao seu pai pelo carinho que acabara de receber. Então ela abraçou seu pai com força e disse que o amava. Seu pai então deu-lhe um beijo na boca, como fazia com a esposa. No escuro de seu quartinho, Glória aprendeu com o papai como beijar de língua. Durante vários minutos, o pai mostrou à sua filha como chupar os lábios, a língua e fazer um beijo bem gostoso e excitante. Depois dessa aula de beijos molhados, ele ficou com muito mais tesão e disse que também precisava gozar. Então levantou-se para ir ao banheiro; Glória perguntou se poderia ver como ele fazia, pois estava curiosa. Por medida de segurança, ele foi até o quarto para conferir se a esposa ainda dormia. Ela roncava alto até, então ele ficou confiante e retornou ao quarto da filha.

– Você quer ver o pinto do papai, amor?
– Quero, você me mostra? Ele deve ser bem grande.
– É grande sim, e ele gosta de carinho. Você vai fazer carinho no meu pinto?
– Hum-hum. Você fez carinho em mim, agora eu vou fazer carinho em você.
– O meu pinto gosta de carinho com as mãos, com a boca e a língua. Mas não pode encostar os dentes, senão machuca.
– Eu entendi, nada de dentes.
– Isso, meu amor. Segure o pinto do papai deste jeito. Com as duas mãos, agora mexa para cima e para baixo, devagar.
– Assim, pai? Você tá gostando? Eu tô fazendo direito?
– Está indo muito bem, amorzinho… Ai que gostoso… Isso, mexe no pinto do papai… É muito bom sentir as tuas mãos brincando com meu pau…
– Você chamou ele de “pau”?
– Sim, porque quando fica duro ele parece um pau. Também chamo de pica, piroca, cacete, caralho, rola… Existem muitos nomes pra ele. Quando estiver sozinha comigo, você pode chamar do que quiser.
– Fala de novo: pica, piroca e o que mais?
– Cacete, caralho, rola, peru, tem muitos nomes. Eu gosto de todos, mas pode variar, não precisa chamar por um nome só.
– Eu gostei de pica e cacete. E pau também.
– Sabe uma coisa que eu quero muito ver? Você dando beijinhos na ponta do meu pau, pra mostrar que ama muito ele. Meu pau é teu novo amigo, princesa. Mostra pro teu amiguinho que você gosta dele.

E com essa conversa sedutora, o pai de Glória fez a filha dar várias beijocas na ponta de sua rola dura. Ele foi induzindo a filha, através de conversas infantis e manipulação, a atender sua luxúria. E ela adorava tudo aquilo, estava se divertindo e feliz consigo mesma por ser capaz de dar prazer ao seu paizinho. Glória a seguir lambeu a cabeça da pica toda, depois toda a extensão e logo abocanhou a pica do pai. Ele acariciou seus cabelos e pediu ajuda a ela, porque precisava gozar. Pediu à própria filha que ela chupasse seu pauzão e ela o fez porque queria muito. Ela não se sentiu obrigada, nem fez apenas para agradar ao pai: Glória queria mamar naquela rola gostosa. Ela chupou a ponta daquela pica enquanto mexia nela para cima e para baixo. Seu pai sentiu que o gozo estava se aproximando e não teve tempo de decidir se gozaria ou não na boca de sua filha. Simplesmente aconteceu: jatos de sêmen invadiram a boca da menina enquanto ele segurou sua cabeça firme no lugar, até que ele terminasse. Surpresa, Glória olhou para o pai ainda com a pica na boca, sem saber o que fazer.

– Pronto, Glorinha, Papai já gozou e você pode engolir o leite.
– Isso é leite? Não tem gosto de leite.
– Não é igual ao peito da mamãe ou da vaquinha. Leite de homem tem gosto diferente, ele serve para alimentar meninas bonitas iguais a você.
– Mas então por que você nunca me deu?
– Porque você tinha que querer. Eu não queria empurrar meu pinto na tua boca e te obrigar a chupar. Eu acho muito mais gostoso quando a filha procura o pai querendo mamar no pinto até ganhar leite quente.
– Então tá bom, agora eu vou querer sempre. Vou mamar até o leite sair.
– Assim que o papai gosta, minha safadinha. E a mamãe não pode saber disso, nunca mesmo.
– Eu sei, né pai? Se a mamãe descobre que eu fiz isso, eu estou muito ferrada.
– Nós dois estaremos muito ferrados. Você não conta, que eu também não conto. Combinado?
– Combinado. Bate aqui, high five!

E assim, Glória e seu pai começaram um relacionamento secreto, como amantes. Quando estavam sozinhos em casa, ela só andava nua. Glória em pouco tempo tornou-se uma deliciosa putinha de 8 anos, que fazia de tudo para excitar seu pai. Ela gostava de ver o pinto sempre duro, para sentar em cima e senti-lo pressionando o bumbum. Sempre que tinha oportunidade, ele a acariciava intimamente. Seja por cima da calcinha ou por dentro dela, o pai usava os dedos para massagear o clitóris de sua menina, apertar o bumbum, invadir suavemente o cuzinho. Beijavam-se por vários minutos e Glória melhorava a cada dia. As carícias aconteciam discretamente mesmo quando estavam cercados de familiares e amigos, num churrasco ou festa infantil. Ele sentava-se distante dos outros e Glória corria para o colo do pai. Quando estava usando saia, ela corria para o banheiro e tirava a calcinha, para facilitar o acesso à xotinha. À noite eles se entregavam aos prazeres do sexo oral, no quarto dela. Glória pegou gosto pela porra do pai e sempre engolia tudo. Apaixonada, ela se imaginava fazendo com o pai aquelas coisas que via nos sites pornográficos. Já ele imaginava a filha pequena participando de orgias com seus amigos, que elogiavam a performance da menina.

A mãe de Glória percebeu que a filha passou a ficar mais apegada ao pai. De uma hora para outra, era “papai” para lá, “papai” para cá e cada vez menos atenção dedicada à mãe. Glória sempre teve suas atenções divididas e isso chamou sua atenção. Como mãe, achava lindo o amor entre pai e filha se fortificar. Ela sequer imaginava o que estava acontecendo entre os dois. Uma noite, ela acordou com vontade de urinar e percebeu que o marido não estava na cama. A porta do quarto da menina estava fechada, com a luz acesa saindo por baixo. A mãe de Glória andou bem devagar, sem fazer ruído e encostou um ouvido na porta. Escutou o marido e a filha em plena atividade sexual. A menina pedia que o pai a chupasse mais forte, que mexesse o dedo em seu bumbum e gemia de prazer. O marido pedia à filha que mamasse no seu cacete, porque ele daria leite quente a ela. Glória falava sacanagens como gente grande, ensinada pelo pai. A mãe da menina sentiu sua vagina ficar encharcada só de imaginar tudo aquilo acontecendo entre seu marido e a filha do casal. Ela voltou para o banheiro e tocou uma, duas, três siriricas. Depois voltou para a cama e ficou esperando o marido voltar.

Meia hora depois, o marido retornou à cama e ela pensou se deveria conversar com ele. Preferiu esperar até de manhã para tocar no assunto, com mais calma. Ela não foi capaz de dormir, sua mente divagou imaginando tantas situações que poderiam estar acontecendo no quarto de Glorinha. Pela manhã, ela prestou atenção à dinâmica do relacionamento entre os dois e passou a enxergar tudo com outros olhos. Chamou o marido de lado e comentou como a Glorinha parecia mais alegre, feliz nos últimos dias. Calmo, o marido respondeu que a felicidade da filha era o que mais importava a ele. A esposa não falou mais nada e ficou apenas observando. Glória não evitava o pai, muito pelo contrário; estava o tempo todo ao redor dele e querendo sentar em seu colo. “Já que ela parece gostar do que estão fazendo, vou deixar rolar para ver até onde isso vai”, pensou a mãe. Em todas as noites que o marido visitava o quarto da filha, lá estava a esposa do lado de fora.

O tempo foi passando e o pai de Glória foi ficando com cada vez mais tesão de comer a filha. Resolveu que meteria no cuzinho, para manter a virgindade da vagina e não levantar suspeitas por parte da esposa. Comprou uma bisnaga de anestésico e pegou o lubrificante que já tinha em casa. De madrugada, fez sua visita de costume ao quarto da filha que já o esperava, completamente nua e sorrindo. Ele fechou a porta sem saber que a esposa estava atenta a tudo, ainda no quarto do casal. Pouco depois, a esposa aproximou-se da porta e escutou a conversa. Ela já chegava com a boceta bem úmida, cheia de tesão pelo que esperava escutar.

– Amor, a gente já se chupa há muito tempo e hoje o papai quer tentar uma coisa diferente. Meu pinto me contou que está com vontade de entrar no teu bumbum. Será que você deixa?
– Ele disse isso? Que engraçado… Eu já vi umas fotos assim, as mulheres gostavam.
– Pois é, o papai também gosta muito e quer tentar com você. Mas só se a minha princesa quiser deixar o pinto do papai muito feliz.
– Quero sim. Ele vai ser o pinto mais feliz do mundo.
– Então fica igual cachorrinha, com as mãos e joelhos sobre a cama. Isso, vire o bumbum pra eu passar essa pomada lá dentro. Assim você não vai sentir nenhuma dor.
– Mas pinto no bumbum dói?
– Meu pau é bem grosso e se eu não passar essa pomada, você não vai conseguir aguentar. Prometo que você vai gostar, meu anjo. Vou fazer devagar e com carinho.
– Tá bom, pai. Eu deixo você fazer o que você quiser.
– Vou foder o teu cuzinho, é isso o que eu vou fazer. Vou meter o meu pau até onde der, safadinha.

A mãe de Glória estava com uma mão dentro da calcinha, masturbando-se furiosamente. Gozou várias vezes enquanto escutava os diálogos do lado de fora. Em sua mente ela pensava “Isso, seu safado, cachorro, come o cuzinho da nossa filha. Mete essa pica gostosa na nossa garotinha, faz ela gemer no teu caralho igual a mim…” O pai de Glória lambuzou o cacete com lubrificante, apontou a cabeça do pau para o buraquinho da menina e foi empurrando. Ela não protestou e ele continuou a empurrar, cada vez mais, até que a cabeça inteira foi engolida pelo cuzinho da filha. Glorinha gemia de prazer, o pai perguntou se estava tudo bem e ela respondeu que sim, poderia continuar. Então seu pai foi empurrando mais e mais até que metade do caralho havia entrado. Ele gemeu de desejo, segurou nos quadris da filha e começou o vaivém. Fodeu o bumbum da menina, que gemia e dizia que estava gostoso. Ele meteu com vontade, castigou a bundinha da filha que nem ligava para a grossura daquela tora invadindo seu cuzinho infantil e virgem.

Do lado de fora do quarto, a mãe gozava uma vez atrás da outra, pensando “É assim que se faz, enraba tua putinha, tarado.” Era um tesão louco, não conseguia se controlar. Ela sabia que aquilo era errado, mas ao mesmo tempo questionava-se como algo tão gostoso como amor entre pai e filha pudesse ser errado. Seu marido não estava obrigando a filha a fazer nada, ela participava porque realmente queria. No quarto, o pai não se controlava e disparou diversos palavrões enquanto fodia a bunda de sua menina. Glória teve três orgasmos enquanto seu pai fodia seu cuzinho. Ela sentiu-se poderosa por ser igual às mulheres que havia visto nas fotos. Não demorou para que ele explodisse num gozo magnífico, despejando sêmen dentro da menina. Ele tirou o pau de dentro e a porra escorreu do cuzinho de sua filha. O pai pegou sua cueca e usou-a para limpar o sêmen antes que caísse no lençol. Deitaram-se lado a lado na cama, abraçaram-se e beijaram-se apaixonadamente.

– Papai, eu adorei isso que a gente fez hoje. Foi muito, muito gostoso.
– Você é a minha putinha, ouviu? Quer dizer que eu posso te comer sempre que eu quiser.
– Sou a putinha do meu pai e faço tudo o que você quiser. Eu te amo tanto!
– Também te amo, Glorinha. Eu vou foder a tua bundinha muitas vezes. Quer saber como me deixar com muito desejo? É só você me pedir para te comer. Precisa ser bem dengosa, pedindo pra eu te foder.
– Assim? “Pai, fode o meu bumbum?”
– Isso, mas pede bem dengosa e usando frases diferentes, pra não ficar sempre igual. E peça por favor.
– Papai, você vai comer o meu bumbum? Por favor… Meu cuzinho fica feliz quando você me fode.
– Isso, assim mesmo. Olha meu pau endurecendo, ele quer visitar o teu cuzinho outra vez.
– Oba, vamos de novo! Agora você tem que me chamar de putinha, eu gosto quando você fala isso. Adoro quando você xinga, eu me sinto muito safada.

A mãe correu para o banheiro e perdeu as contas de quantos orgasmos teve. Quando estava com o grelo dolorido, tomou um banho e deitou-se. Sabia que logo o marido terminaria o sexo com a filha e também se deitaria. Naquela noite, a esposa fez sexo selvagem com o marido. No dia seguinte, tudo normal entre os três, ninguém dava sinal de nada diferente. A mãe já desejava que o pai tirasse logo a virgindade da filha, para fazer dela uma putinha completa. Ele preferiu esperar um pouco mais e passou quase 1 ano comendo só o rabinho da menina até que ela completasse 9 anos. E a noite finalmente chegou.

– Putinha do papai, eu quero te foder toda. É hoje que essa xereca vai provar o meu pau.
– Vou deixar de ser virgem? Até que enfim, né pai!
– Venha chupar essa piroca, safadinha.
– Hum, mamadeira deliciosa do papai, meu amorzinho.

Glória mamou na rola grossa de seu pai toda feliz, pois finalmente ele a tornaria uma mulher. Quando a pica estava duríssima, ele passou lubrificante em seu instrumento de prazer e pediu que a filha deitasse de costas, com as pernas arreganhadas. Ele encostou a ponta do pau na entrada da bocetinha e foi empurrando. Glória mordeu os lábios e apertou o travesseiro contra o rosto, para abafar seus gritos. Seu pai continuou forçando o cacete duríssimo para dentro da linda criança. A vagina da menina aos poucos foi cedendo e acolhendo o largo pênis que a invadia. O pai deu uma estocada mais forte e rompeu o hímen, o que fez Glória soltar um berro de dor. Ele parou por um tempo, para que a filha se acostumasse com sua presença dentro dela, então começou a fodê-la devagar. Glória tirou o travesseiro do rosto, lágrimas escorriam de seus olhinhos. Seu pai a beijou sem parar de meter e disse que a amava, estava muito orgulhoso dela. Gradativamente, Glória sentiu o prazer tomar conta de seu corpinho e ela se deixou levar.

– Papai… Eu te amo… Me come… Me come, papai… Eu sou só tua, papai… Me come toda…
– Vou te comer sim, minha cachorrinha, minha putinha linda. Você pertence a quem, me diz?
– Eu sou do meu papai, só ele pode me comer… Ai que gostoso, paizinho…
– De quem é o teu corpo? De quem é a tua boca, o teu bumbum, a tua xotinha?
– É tudo do meu paizinho, ele pode me foder a hora que quiser… Papai, goza dentro de mim, por favor…

E não deu outra: o pai não foi capaz de segurar mais e jorrou leite dentro da xereca gulosa da menina. Ela não se deu por satisfeita e queria mais, continuou instigando o pai até que ele novamente estivesse pronto para continuar a foder sua recém-inaugurada bocetinha. Ficou de quatro e pediu “Papai, vem com tudo na tua putinha” e o homem foi mesmo. Cravou a rola na xaninha da menina e meteu com gana, com vontade. Pegou nos cabelos lisos da filha e puxou para trás, perguntando “Quem é que manda aqui? Quem é o fodão?” Ao que Glória respondia: “É você quem manda, papai. Você é o meu macho.” Glória e seu pai foderam até quase o amanhecer: ele meteu várias vezes na boceta, no cuzinho e fez a filha chupar seu pau o quanto quis. A menina estava insaciável e pegou gosto por ser usada e abusada pelo próprio pai. Ela adorava obedecer às ordens do seu amado pai e macho fodedor. Nasceu para ser submissa e aprendeu direitinho.

Como sempre, a mãe da menina passou um bom tempo do lado de fora com um ouvido colado à porta e louca de tesão, gozando várias vezes em silêncio. Ela sentia enorme prazer ao pensar que seu marido fodia a própria filha e que tudo aquilo acontecia com sua permissão. Como mãe, ela teria o poder de interromper aquela safadeza, mas não o fazia. Não queria fazê-lo. O que ela mais queria era participar, estar junto deles. Mas não sabia como demonstrar esse desejo sem quebrar o encanto que pai e filha criaram. Eles tinham um segredo só deles, e ela sentia que não cabia a ela estragar tudo. Então preferiu ficar de fora até o dia em que fosse convidada a participar das sacanagens. O que não tardaria a acontecer, para sua felicidade.

Pouco depois de completar 10 anos, Glória teve sua primeira menstruação e sua mãe a levou a um ginecologista, que constatou que a menina não era mais virgem. O médico então notou que a mãe não ficou surpresa pela revelação e concluiu que ela estava ciente que a menina já tinha relações sexuais regularmente. A mãe pediu que o ginecologista receitasse um anticoncepcional para a filha, a fim de protegê-la de uma gravidez não planejada. Ao chegar em casa, ela contou ao marido a “descoberta” que fez no ginecologista. O marido fingiu surpresa:

– Glória já fazendo sexo? Tem certeza disso?
– O médico que a examinou disse que há algum tempo ela já vem mantendo relações vaginais e anais. Eu pedi que ele receitasse um anticoncepcional, não quero que minha filha engravide.
– Claro, você agiu bem. Mas ela te contou com quem vem transando?
– Não, ela manteve segredo. Deve ser algum namorado da escola. Mas vou te contar uma coisa: eu fiquei excitada quando o médico disse que ela faz sexo vaginal e anal. Ela já é uma putinha, amor. Me deu um tesão!
– Eita, então vamos pro quarto. Quero meter escutando você dizendo isso.

O casal então foi para o quarto e durante a transa, a esposa revelou que já sabia de tudo desde o começo, e que nunca fez nada porque sempre via que Glória estava se divertindo muito e que o pai não a forçava. O marido ficou aliviado por não precisar esconder mais nada da esposa e por contar com sua aprovação. Na noite seguinte, Glória foi chamada pelo pai ao quarto do casal. Seus pais estavam nus e a convidaram para participar de seu primeiro ménage à trois. Que felicidade para ela, finalmente poderia transar com o pai sem precisar esconder-se da mãe. E assim, Glória passou a receber amor e prazer de pai e mãe, juntos.

Nota da autora: esta é uma ficção. Eu adoraria que essa fosse a dinâmica familiar aceita pela sociedade, onde pais, mães e filhos fizessem sexo maravilhoso só na base do amor e carinho. Mas infelizmente incesto é um tabu, então eu compartilho meus pensamentos através de histórias para ter contato com mães e pais e que pensem e sintam o mesmo que eu. Se você se delicia com minhas histórias, venha conversar comigo. Mas atenção, não me peçam fotos minhas, que eu não fornecerei pois tenho que me preservar. Muitos homens acham que só porque coloquei meu número na internet num site de contos, que automaticamente estou disponível para sexo com eles e isso não é verdade. Só me interessa conversar e trocar ideias. Me procure no WhatsApp (21) 96938-5667 ou e-mail mamaeincesto@bol.com.br

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