Comi Meu Vizinho Loirinho

Meu nome é Ricardo, tenho 22 anos, sou malhado, tenho 1,74m, bonito, 19 cm de pica e sou taradão. Esse fato é verídico e aconteceu quando eu tinha 16 anos. Sou o filho caçula de três irmão e nessa época eu cursava o segundo ano do ensino médio e estudava de manhã, eu ficava sozinho em casa a tarde toda porque minha mãe e meus irmãos já trabalhavam. Sempre tive tesão em bunda de garotos, principalmente os branquinhos. Nessa época eu com os hormônios á flor da pele me masturbava várias vezes ao dia. E já havia comido dois garotos. Mas tinha um guri de 12 anos que morava umas 4 casas depois da minha que era branquinho, todo liso, loirinho, uma bunda redondinha e que estudava na mesma escola que eu na sexta série. De vez em quando eu o encontrava na volta da escola pra casa e começamos a ficar mais próximos. Um dia já cheio de más intenções o convidei para ir até minha casa na parte da tarde, pra jogar vídeo game , ver filmes e outros jogos. Ele passou então a frequentar minha casa e até mesmo quando minha família estava lá ele já estava indo. Bem, seu nome era victor e eu sempre pensava numa maneira de comer aquela delicinha, mas nunca achava uma brecha. Nós brincávamos de lutinha, eu deitava por cima dele, chegava até a sarrar meu pau, e ficava de pau duro, mas tinha medo de avançar o sinal e levar um não. Até que um dia não aguentando mais de vontade tive uma idéia. Victor me disse que não sabia bem como jogar jogo de damas e eu passei a lhe ensinar. Quando vi que ele já estava craque, pois aprendeu rápido, resolvi iniciar minhas investidas. Então lhe propus que jogássemos à valer algo. Começamos a valer copos d’água, quem perdesse teria que tomar um copo d’água e em um dia ele tomou 6 copos d’água. Depois jogamos a valer coisas bobas como dançar um funk, ou fazer flexões de braço, ou polichinelos. Até que tive uma idéia de levar a coisa pro lado sexual e lhe disse: – Bom esse lance de valer essas coisinhas bobas já perdeu a graça, podíamos jogar pra valer algo mais legal. -Tipo o que ele perguntou. E eu disse: Ah véi sei lá, vamos fazer algo legal pra passar o tempo. – Mas como assim ele perguntou. Então tirei coragem e falei: O que você acha de quem perder dar pra quem ganhar. Nessa hora meu rosto queimava de vergonha, mas pra minha surpresa ele me disse: – Se você perder você vai me dar também. Eu disse: claro que vou, mas só pra poder animá-lo pq realmente dar o cu não é minha praia, eu queria mesmo é comer aquele moleque. Então iniciamos o jogo, e como sempre eu ganhei dele. Foi então que eu disse: Bom vc perdeu vai ter que dar pra mim. Victor disse assim: Poxa Ricardo eu topei achando que ia ganhar, nunca fiz isso, tenho medo de vc contar pros nossos colegas. Então tive que usar todo meu poder de convencimento e lhe disse: Cara nós vamos jogar outras vezes, se na próxima vc ganhar eu também vou dar pra vc e quanto a contar pros outros fica tranquilo, vc acha que quero me expor, jamais faria isso. Consegui convencê-lo e então falei vamos ali no quarto pra vc pagar a aposta. No caminho para o quarto meu pau parecia que ia estourar o meu short, mal podia acreditar no que estava pra acontecer. Eu iria comer aquela bundinha que tanto desejava. Victor foi andando na minha frente e pude observar, ele usava um short vermelho desses de jogador de futebol, que entrava na sua bunda grande, apesar da pouca idade, sua pele branca parecia aveludada e seu cheiro me enchia de tesão. Quando chegamos no quarto, por um momento ficamos em pé um de frente pro outro e ele me disse, poxa cara, não acredito que vou fazer isso, jura pra mim que não vai contar pra ninguém e eu lhe acalmei dizendo: Cara nós somos parceiros, jamais faria algo pra te sacanear, pode tirar a roupa e deitar aí na cama. Como ele já estava sem camisa, ele retirou o shorte e então pude ver toda a grandeza daquele rabo gostoso, lisinho, deitado de bunda pra cima, empinada, durinha e todo à minha disposição. Como percebi que ele era virgem, sabia que teria que fazer com muito cuidado pra não espantá-lo. Quando abaixei meu short e subi em cima dele, ptz que tesão, aquele cheiro de muleque novinho me deixou doido, meu pau apontava pro teto. Pedi então que ele usasse as duas mãos e abrisse sua bunda pra eu encaixar minha pica. Quando ele abriu aquela bundinha e vi aquele cuzinho rosado, cheio de preguinhas e esperando minha rola, dei uma cuspida na mão, passei na cabeça do meu pau e coloquei na portinha. Nossa aquela foi a melhor sensação da minha vida, foi como se aquelas preguinhas abraçassem a cabeça do meu cacete. Deitei meu corpo sobre o dele e iniciei aquela metida. Até então bem suave, devagar, mexendo meus quadris sobre aquele rabo suculento, meu pau babava na portinha do seu cuzinho, tornando a penetração mais fácil, fiz questão de ser bem carinhoso, o abraçando pelos ombros e encaixando meu pau pouco a pouco. De repente senti a cabeça passando pelo anelzinho e pra minha surpresa Victor ao invés de dor soltou um leve gemido, baixinho e contido, mas o suficiente para me deixar com mais tesão ainda. Comecei a chupar sua orelhinha e senti aquela pele aveludada arrepiando todinha. Era o sinal verde para completar aquela metida, então segurei mais forte em seus ombros, travei minha pernas na dele e dei uma estocada certeira que fez meu pau deslizar inteiro pra dentro, ele tentou escapar se contorcendo, mas não deixei, eu era mais forte e comecei a bombar sem tirar de dentro e em poucas bombadas não resiti e despejei todo meu gozo dentro dele sem camisinha, ptz que carinha gostoso, impossível não gozar rápido. Pra minha surpresa, Victor acabou gostando e viciando na minha rola, a partir daquele dia não precisamos mais de joguinhos, ele já chega na minha casa, perguntando se estou sozinho e querendo rola. Tenho comido ele sempre e nunca me canso, realmente aquele cuzinho foi feito pra mim.

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