Netinha postiça

Hoje tenho 59, isso aconteceu qdo tava com 46. Depois de uma separação fui morar com uma mulher que conheci no transporte diário a caminho do trabalho, primeiro a amizade depois o convite para morar juntos, que aceitei rapidamente pois nao tinha para onde ir. Instalado conheci suas duas filhas maiores, uma já casada e com uma filhinha de um ano. E é justamente dessa pirralha de que se trata esse conto. Ela foi crescendo e só vivia lá em casa deixada pela mãe, a minha mulher, sua avó, adorava o entendimento e chamego cada vez maior que eu tinha com a menina, afinal era minha neta postiça! Nossa tv ficava no quarto aos pés da cama e era lá que passava-vos boa parte do tempo, vendo televisão, muitas vezes ficava eu e a menor deitados lado a lado sem nenhuma maldade de minha parte pois ela era apenas por aquela época uma criança de 7 anos! Passado mais um tempo e com o decorrer de cada vez mais intimidade, um belo dia, ou melhor, uma bela noite estávamos vendo tv e a menina se aproximou muito de mim, sendo abraçada e suavemente apertada primeiro nas costas e logo em seguida descendo até o bumbum. Neste momento pude perceber a sensação que causei na gatinha, pois ela abraçada a mim foi alisando minha barriga, onde segurei sua mão e coloquei sobre meu caralho por cima do calção de dormir e que começava a dar sinais de vida. Ficamos nesses carinhos por um bom tempo. De outra vez, já sabendo que não seria repelido e diante do fato que a menina não tinha comentado sobre nossa intimidade, fui mais longe ensinando a guria a beijar de língua, que delícia de boquinha, sinceramente nunca havia beijado alguém com tanto tesão e o gosto, meu deus, só quem já beijou sabe da doçura que estou falando. Ela sentada de frente prá mim enquanto a beijava roçava-a de perninhas abertas sobre minha rola, ainda de calção e ela de sainha curta que subia e deixava sua bucetinha , apenas separada do contato total, por uma calcinha de nylon. A dificuldade de gozar era pela tensão de alguém de repente nos dar um flagra. É preciso ter cuidado nessas horas. E nisso ficamos um bom tempo, até o dia que a mãe da menina que construiu uma casinha no nosso quintal arrumou um emprego em saia de manhã e deixava menina dormindo. Como eu saia mais tarde que todos para o trabalho, sempre dava uma "olhada" na netinha antes até de uma sobrinha da minha mulher, portanto tia da criança vir buscá-lá. Ficava esperando minha enteada sair e ia despertar minha netinha com a língua… Que delicia… Continua…

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