Fui traída pelas amiguinhas da escola. Parte 1

Olá me chamo Lia, e o que vou relatar aconteceu alguns anos atrás, na época eu tinha 11 anos, estudava em uma escola pública, e até então me sentia um pouco excluída pelas outras garotas, alguns diziam que era por inveja, pois eu era considerada a garota mais bonita da escola, desde pequenina sempre fui muito bonitinha, loirinha e de pele clarinha, por essas características me destacava na escola, onde a maioria eram negros, pardos e mulatos, loiras tinha até algumas, mas a maioria era oxigenada, loirinha natural como eu era uma raridade naquela escola. Independente da raça os garotos me consideravam como eu já disse a mais bonita, o que a maioria das meninas invejavam, outro fato que as meninas invejavam de mim, era as condições sociais, apesar de meus pais não serem ricos, sempre me davam do bom e do melhor, eu sempre tive desde criança, roupas caras, tênis da moda, celulares modernos etc, e eu sempre gostava de exibir estas coisas na escola.
Mas eu sentia falta de fazer parte do grupo das meninas da minha sala, sempre procurava me enturmar, mas era difícil. Com um certo tempo consegui me aproximar de três meninas da sala, Karina, Vanessa e Monique, para conseguir a amizade das três tive que praticamente comprar, quase todos os dias pagava lanche para elas, emprestava minhas roupas caras, convidava elas para tomar banho de piscina lá em casa, apesar de ser uma amizade falsa, eu estava satisfeita, enfim eu tinha “amigas” na escola. Nós sempre íamos embora juntas para casa, já que morávamos perto uma da outra, no caminho sempre parávamos em um trailer para comprar doces e balas, como de costume eu que pagava tudo para elas, o dono deste trailer era um senhor até muito simpático, o seu Clóvis, aparentava ter uns sessenta e poucos anos, de uma aparência bem rústica, careca e de barba branca bem grande, e bem barrigudo, mas era bem agradável, toda vez que passávamos por lá, ele sempre conversava com a gente, sempre contava piadinhas, brincava , com um certo tempo já éramos frequentadoras assíduas do trailer do seu Clóvis, mas depois de um tempo comecei a ficar com receio de parar lá depois da escola, as brincadeiras e conversas dele começaram a ter duplo sentido, sempre procurava tocar na gente, como alizar os cabelos, fazer carinho no rosto, tocar em nossas pernas mesmo em cima da calça quando estávamos sentada, e eu mesma novinha comecei a maldar. Depois disso comecei a evitar de passar pelo trailer, mas tinha dia que as meninas insistiam muito e eu acabava indo. Certo dia que estávamos passando em frente, o trailer estava fechado, seu Clóvis morava em um barraco atrás do trailer, as meninas curiosas foram até o portão e chamaram por ele, eu estava até aliviada por aquela porcaria está fechada, desejava aquilo para sempre, mas também estava curiosa para saber o porque estava fechado naquele momento, seu Clóvis logo apareceu, as meninas logo o indagaram, e para minha alegria que não queria voltar mais ali, ele explicou que fechou de vez, pois estava dando prejuízo, as meninas lamentaram, eu também na falsidade lamentei, eu já estava virando as costas quando seu Clóvis nos fez o convite para entrar, ainda tinha alguns doces dentro da casa, quando virei de frente para negar o convite, as meninas já estavam entrando, e eu mesmo a contragosto acabei entrando também. O barraco do seu Clóvis era nojento e bem bagunçado, era um cômodo grande que ele fazia de cozinha e quarto, tinha um banherinho, mas eu nem ousaria entrar lá, se a casa estava naquele estado imagina o banheiro. Seu Clóvis logo pois os doces em cima da mesa, falou que era de graça, as meninas logo atacaram, eu nem me mexi, vendo a casa naquele estado, tinha até resto de comida pelo chão, me deixou meio enjoada. Enquanto as meninas pegavam e se saboreavam com os doces, seu Clóvis começou a mexer comigo, falando de minha beleza, que eu tinha que tentar ser modelo, eu não via a hora de sair dali, dava sorrisinhos para disfarçar minha indiferença com que ele falava. Ele ficou perturbando com esse assunto de modelo, pegou o celular e começou a tirar fotos minhas.
– Para com isso seu Clóvis. (Ainda falei de uma maneira educada)
– Hoje vai ser seu primeiro ensaio fotográfico. (dizia ele)
– Eu não levo jeito para essas coisas. (respondia tentando colocar a mão na frente tentando atrapalhar as fotos)
– Calma menina, é só uma brincadeira, mas se não aceitar , todo mundo devolvendo os doces.
Apesar dele falar em um tom de brincadeira, já estava recolhendo os doces das mãos das meninas, as meninas começaram a colocar pilha.
– Para de ser boba, é só umas fotinhas. (dizia Vanessa)
– Quem sabe você fica famosa sendo modelo. (Completou Karina)
Eu já estava irritada com aquilo, virei as costas e estava me direcionando até a porta quando Monique falou:
– Não acredito que você vai perder a nossa amizade, por causa de umas fotinhas bobas.
Quando eu já estava abrindo a porta pensei no quanto foi difícil ter amizade daquelas meninas e afinal só era umas fotinhas, acabei voltando, as meninas comemoraram, seu Clóvis colocou os doces de volta na mesa e pegou o celular, eu meio sem graça e a contragosto comecei fazer caras e bocas e poses para as fotos, até que estava divertido.
– As fotos estão lindas, realmente você tem tudo para ser modelo.
Me elogiava seu Clóvis, mas junto com o elogio veio um pedido inesperado.
– Fique só de calcinha e sutiã, vamos fingir agora que você é uma modelo famosa de uma grife de lingerie .
Na mesma hora eu corei, fiquei super envergonhada, fiquei sem reação.
– Que isso menina não fique envergonhada, só está as suas amigas e eu que sou só um velho que podia ser seu avô, não tem nada haver.
Seu Clóvis insistia.
– Chega de brincadeira, seu pedido me ofende seu Clóvis.
Respondi indignada, até as meninas foram pegas de surpresa pelo pedido de seu Clóvis.
– Te dou 100 reais se você aceitar.
– Nem por todo dinheiro do mundo.
Respondi irritadissima, me senti muito desrespeitada. Mas as meninas ficaram entusiasmadas com a proposta.
– Por 100 reais eu fico até pelada. (Dizia Karina a mais asanhadinha das três)
Mas as outras também ficaram mexidas com a oferta, eu também, falaram elas, seu Clóvis aproveitou o momento, e fez uma nova oferta, só que dessa vez foi para elas.
– Eu dou os 100 reais para vocês, se vocês convencerem ela, ou deixarem ela sem a roupa.
Monique logo lhe respondeu
– Não aceitamos.
Me senti aliviada, quando Monique continuou
– 100 reais para as três é muito pouco, só se for 100 para cada uma de nós.
O velho aceitou na mesma hora, eu não queria acreditar no que acabara de ouvir, quando eu pensei em sair correndo, elas se atacaram em cima de mim e me jogaram no chão, tiraram o meu tênis as minhas meias e minha camisa de uniforme, me deixando apenas de calça e sutiã, elas pararam, mas eu ainda estava imobilizada por elas no chão.
– Se quiser que a gente continue, tem que passar o dinheiro pra gente agora.
Dizia Monique para seu Clóvis, ele pegou 150 e deu na mão da menina.
– A outra metade eu dou depois do serviço completo.
As meninas começaram a tirar a minha calça, eu tentava dificultar me debatendo, mas foi em vão, em questão de minutos eu estava só de calcinha e sutiã, elas me soltaram, eu super envergonhada tentei recuperar minhas roupas, mas inutilmente, pois seu Clóvis ligeiramente as guardou, corri para trás de um armarinho, me agachei tentando tapar o máximo o meu corpo. As meninas começaram a cobrar o restante do dinheiro.
– Calma meninas, eu ia dar 100 reais para ela ficar de calcinha e sutiã, mas agora eu vou dar 300, então ela deve ficar sem nada.
As meninas não perderam tempo, foram até mim e me puxaram, me agarraram e desta vez nem me jogaram no chão, em pé mesmo me arriaram a calcinha, minha bundinha branquinha e redondinha e minha xaninha que já estavam com alguns pentelhos ficaram expostos, logo em seguida arrancaram meu sutiã bruscamente, neste mesmo tempo me soltaram e eu cai com tamanha violência das meninas para tirar meu sutiã, agora meus peitinhos que ainda eram pequeninos em formação com os bicos rosadinhos ficaram também expostos. Eu corri novamente para trás do armarinho e me agachei novamente, mas desta vez totalmente nua, tentando esconder minhas partes íntimas. Lágrimas não paravam de descer dos meus olhos, eu estava super envergonhada por estar peladinha na frente daquele velho e de minhas amigas, enquanto isso seu Clóvis fazia mais uma proposta para as meninas.
– Eu dou mais 100 reais para cada uma ,se vocês também ficarem peladinhas.
– Nós aceitamos, mas para isso o senhor tem que dá os 150 que falta, e depois de tirarmos nossas roupas o senhor dá os 300.
– Fazem o seguinte, tirem as roupas, e eu dou os 450 depois.
– Nada disso.
– Sabe o que é meninas, vou ser sincero, eu só tinha aqueles 150, mas eu juro que depois eu dou o restante.
As meninas não aceitaram e foram embora enraivecidas e deixaram eu ali sozinha totalmente nua com aquele velho. Eu queria fazer o mesmo que as meninas, ir embora, mas não podia ir sem minhas roupas, para o meu desespero, seu Clóvis tranca a porta e se direciona até a sua cama e senta, eu comecei a suplicar para o seu Clóvis devolver minhas roupas para eu poder ir embora, seu Clóvis logo deu as condições dele para devolver minhas roupas, até minha mochila ele tinha escondido, a condição seria de eu deixar ele me fotografar nua, eu ainda estava agachada atrás do armarinho, fora da vista dele, eu chorava e pedia clemência, mas nada de seu Clóvis devolver minhas roupas, ficamos mais de meia hora nesse jogo. Seu Clóvis me vence pelo cansaço, perdi a esperança de seu Clóvis devolver minhas roupas sem me sujeitar no que ele queria, saí de trás do armarinho e fiquei em pé de frente a ele e com minhas mãos tapando meus peitinhos e minha xaninha, ele joga uma revista pornográfica aos meus pés, ele manda eu fazer as mesmas poses das fotos, muito sem jeito pego a revista, fico horrorizada quando começo a desfolhar a revista, uma foto mais ousada que a outra.
Continua….

Avalie esse conto:
PéssimoRuimMédioBomExcelente
(Média: 5,00 de 4 votos)
Loading...