Boyer aos 7, Sarrada aos 9, o que vem por aí?

Minha mãe Amaray era a melhor q eu poderia ter. Carinhosa, amorosa,ficava 12 horas fora de casa pra trabalhar, duas horas pra ir, duas horas para voltar. Quando ela me adotou, eu tinha 3 anos. “Eu tinha meu próprio quarto”pensei.

Não lmbrava bem como era minha mãe de verdade, mas lembrava come ela era, mas lmbrava que era ela.

A primeira é mais importante coisa q eu me lembro, foi de alguen dizendo “, alguém vai cuidar de.vc”.
Quando a minha mãe me levou do orfanato eu de cara fui recebida por umA casa de 4quartos, com vista pra um campo verde gigante e o rapaz de uns 7 anos, Pele bronze, olhos tão negros que vc poderia cair neles se olhasse demais.
Eu senti penetrando dentro da minja alma.
-Fernanda, esse.É dos teus mainhos, abraça a tua nova irmã Fernando…
Sim, por incrível q pareça me registraram com o mesmo nome dá pessoa que mudaria a minha vida para sempre.
A única coisa q ele disse foi
– agora tenho q compra uma 12 pra espantar os gavião.
Ela se ergueu comigo no colo e foi caminhando até a cozinha aonde estava todo mundo tomando café dá tarde.
No colo da minha nova mãe eu recebia elogios, cafunés, apertões e cócegas.
A família era composta minha mãe, aquela com o maior coração do mundo, o Fernando 7anos, Carlos 4, e o Cristian 1aninho filhos do primeiro casamento e o Caio hj com 13 é o Cauê 17 do segundo.
Eu não tenho lembranças dá minha família antiga, nem notícias. Mas sempre me explicaram a minha situação. E nunca me fizeram sentir como se eu merece menos que eles.
Tirando me pai, que não queria saber de bastardo dos outros dentro de casa.
O marido dá minha mãe não aceitou que ela trouxesse uma “injeitada indigente” pra casa, por isso ele jogou a xicara pela mesa e saiu de casa. Voltou de madrugada. O cheiro de varios perfumes misturado com suor e um cheiro desconhecida pra mim.
Pra chegar ao quarto q ele dívia com minha mãe ele teria que passar pelo meu. Eu ouvi os passos dele pararem em frente a minha porta entre aberta, pelo meu medo do escuro. Senti ele observar pela porta e logo ele foi embora.

Meus pais brigavam muito. Minha mãe estava sempre com hematomas e as vezes com um pulso ou tornozelos quebrado ” ela caiu”.

Depois de tanto sofrer ascidendes domésticos ela decidiu voltar pra casa dos pais dela.

Tinha um rio pra gente pescar e nadar. Como os pequenos não tinham muita cordenaçãotora, o Fernando ia nadar sozinho, com os amigos e as colegas e escola.
Eu sempre queria ir junto, mas ele dizia q não queria ficar de babá.

A minha entrada na família deixou todos nós tontos ssem saber o fazer.
Apesar de.comseguir a guarda a minha mãe trabalhava em período integral com faxina, e.vendendo roupas. É uma índia linda, nativa mesmo, índia braba.
Meu pai trabalhava numa metalúrgica. É o melhor qndo tá sobrio. Quando não tá, quebra tudo. Como eles se juntaram com 14 e 19 respectivamente, eram um casal jovem. Mas mesmo assim ele ia na zona pagar pra comer mulher mais feia q a minha mãe, chagar bebado e levar uma surra de pau da minha mãe, só pra se acorda depois é socar a cara dela e sair pra encher a cara de novo.

Eu já chegava aos 5 anos, a nossa casa era de madeira Eno meu sono era leve. Acordei com um barulho. Mais uma discussão dos meus pais. Levantei dá cama q eu dividia com o Fernando é fui até até o quarto deles pé por pé. Passei o banheiro e continuava o barulho abafado. De repente algo rasgou.

Eu cheguei q porta escsncarada do quarto. Minha mãe dobrada sobre a cama, com joelhos no chao. Banydoll rasgado, pendurado por pedaço s de tecido. A mão esquerda agarrava os.cabelos lisos e castanhos.dourados.precionado o rosto dela no colchão enquanto ele com aquele pênis enorme tentava enfiar na vagina dela. Eu não sabia se isso era. Vergonhoso ou a coisa mais deliciosa que eu ja vi. Um pênis enorme. Os dois meio de costas pra mim. Eu ouvia ela dizer “para” e “pfv” mas ainda assim ele parecia em êxtase. Eu nem percebi q estava me esfregando tbm. Ele retirou o pau ensopado dá buceta dá minha mãe q ainda escorria como uma cachoeira. Pegou a lubrificação e enfiou um dedinho no cuzinho rosado e sem pelos dela. Pegava a lubrificação e enfiava no cuzinho com um dedo. E ficou repetindo o processo até os três s dedos no a minha mãe rosnava e se torcia toda -ssssssssssssSsssss
Pedia -Mefodefodefoder
Até q ele substituiu os dedos pela cabeça vermelha na.entradinha. Ela soltava uns gritinho fininhos q parecia q faltava ar pra gritar mais l. ele botava um pouquinho e tirava.e masturbava com a outra mao Molhava com a baba dá ppk dela, e empurrava mais um pouco. Depois de um suspiro de choro é um miurio de dor dava pra ver q a cabeça entrou, mas tbm tava pra ver que o pau era enorme ” como a minha mãe consegue?”
A minha ppk estava pingando e eu tava de saia, aproveitei e comecei a me acariciar, eles não iam ver mesmo e os rapazes saíram sem hora pra voltar.

Minha mãe com aquele rabao levando no cu.e eu. Ao sei pq tô sentindo tanto tesão. Mas a minha calcinha tinha uma poça de baba. Meus peitinhos ainda uma brotinhos estavam duros e a camisa roçando.tbm não ajudava. Quando a minha mãe ficou por cima do Omar eu tive a ideia de cavalgar meu pulso, fazendo igual ela estava fazendo. Até a minha visão fico embasada, eu tive q segurar na parede tá nao cair e chamar atenção.deles. Respirei fundo o mais silenciosa possível. A minha mãe ajoelhoue começou a chupar o pau dele. Era enorme . Cheio de veias saltadas, uma cabeça inchada e ele todo grosso. Assistia tudo isso me babando toda e passando o dedo no grelinho Foi quando eu me surpreendi qndo ele aumentou de tamanho e pleitear branco escorreu pela boca mãe. Minhas pernas ficaram bambas, me senti voando olhos revirando e a minha buceta pilsando. Ela terminou dando a chupada com gosto na cabeca inchada e vermelha.

Com 7 anos aquilo não saia mais dá minha cabeça. Eu não sabia oq era isso q eu senti, o q eles tavam fazendo.

3 anos depois eu tive a chance de saber o q era aquilo

Desde q eu cheguei, como não tinha espaço pra todo mundo a gente dormia em pares. Os dois mais novos num quarto, eu e o Fernando no outro e os meus pais noutro. Anosais tarde.nos construimos outro quarto.

Bom é aqui q.comeca nossa historia.
As coisas começaram quando botaram a gente a dormir no mesmo quarto. Só tinha a cama de solteiro grande. Nos não tínhamos como comprar outros colchões.

Era inverno, a gente dormi de conchinha. No começo eu no não gostava. Mas depois de um tempo a gente fica sem sono e conversação e tal.

Uma madrugada eu senti o Nando sebesfregando em mom. Eu continuei fingindo qua tava dormindo. O pau dele fincava no meu banydoll,nenele esfregava na minha ppk, coomo ele viu q eu tava “apagada”. Logo senti as mãos dele vindo das minhas coxas até a barriga e finalmente chegou nos seios.

Os botões duros denuavam o meu tesão. A
Ele seu apertão no meu peito e gozou litros no meu n
Banydoll. No outro dia eu tivesse dar suporte.issk na roupa de cma, mas valeu a penA.

PS. PS nomes usados são fictícios pra evitar problemas com os envolvidos kkkk?

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