As Aventuras no Trabalho

Olá, me chamo Fabrício, tenho 28 anos, nasci e moro no RJ. Sou técnico de inf. mas trabalho pra uma empresa de TV/Internet, ou seja eu NÃO TRABALHO EM POSTES, eu trabalho internamente, configurando receptores, modens, instalando softwares e afins… Não é como muitos pensam ‘ah, ele trabalha nos postes, soa pra caramba e tal’. Não, eu odeio ficar muito exposto ao sol e, não sou de suar enquanto trabalho, pois fico sempre sentado e parado, "só apertando botões". Enfim, sou alto, branco, magro,mas tenho um corpo com tanquinho e peitoral (nada igual de quem faz academia), sou loiro, olhos castanhos, uso óculos só para perto e dizem que eu tenho muita cara de nerd. Eu não gosto de ir à baladas, nem de beber, às vezes rola, mas não é costume.

Enfim, sempre fui um homem cheio de tesão, por sempre transar poucas vezes (tipo 3x ou menos ao ano), então se eu tava na seca, qualquer coisa virava motivo de uma punheta. As coisas começaram quando fui mandado trabalhar na rede de um bairro. As casas deste bairro eram bem distantes umas das outras e tinham várias obras abandonadas. No dia, cheguei e haviam umas 3 crianças brincando na frente da casa, era uma casa com um quintal bem grande, a casa ficava lá no fundo e a moça que estava lá não parecia ligar pras crianças, estava com música alta e quando as crianças pediam alguma coisa ela falava ‘faz você’ ou ‘pega você’. Passei o dia naquela rua fazendo as configurações e mais tarde, na hora de ir embora, vi que as 3 crianças ainda continuavam lá. No meu carro, tinha um saco de balas e pirulito, eu sempre tinha porque gostava muito de doce no final do dia, então eu comecei a maldar. Juro que nunca pensei em ‘abusar’ de uma criança, mas ali, naquele estado, na seca…já me veio um tesão. Então aproximei meu carro e parei em frente à casa do lado que é uma obra abandonada. Chamei as crianças e as mesmas se aproximaram, eu disse ‘vocês querem pirulito?’ e elas disseram que sim. Dei um pra cada e elas ficaram ali chupando. Então eu perguntei ‘quantos anos vcs tem?’ uma disse ‘8’, outra disse ‘9’ e o menino ’10’. E eu perguntei ‘vcs gostam de doces?’ elas responderam que sim. Então eu disse ‘olha, se vcs prometerem não contarem a ninguém, eu posso dar doces pra vcs’. Elas concordaram. Eu perguntei ‘eu tenho um pirulitão bem grande pra vcs, só que é um só’ e o menino disse ‘se é grande, a gente divide’ eu olhei pra cara dele e dei uma risada e disse ‘mas ninguém pode saber que eu dei esse pirulito a vcs’ elas prometeram não contar. Induzi a elas pra entrarem na obra e fomos para a parte de trás que tinha claridade. Abri minha calça, abaixei minha cueca e disse ‘aí, chupem o quanto quiser’. O menino disse ‘mas esse é seu pau’, eu disse ‘é, mas é doce igual pirulito’ e uma das meninas disse ‘seu pau é maior do que do primo william’ e eu disse ‘chupem logo’. O menino foi o primeiro, caiu de boca e ficou chupando. Depois veio a menina e chupou e depois a outra. Tava uma delícia, ficamos ali naquele negócio durante um tempão, até que eu disse ‘tá, chega, agora eu vou dar um leitinho pra vcs’, a outra menina perguntou ‘seu gozo?’ eu disse ‘sim, como vc sabe?’ e ela respondeu ‘nosso primo tbm nos dá’. Eles abriram as bocas e assim gozei na boquinha deles, sujei um pouco dos rostos deles e das roupas. Então voltei para o carro e dei umas balas pra eles.

Depois fui trabalhar em um apartamento. Esse apartamento tinha uma menina muito simpática, ela morava com a avó que era muito lerda. Ela andava devagar e dormia o tempo todo, era só sentar. No meio do serviço, percebi que a menina era muito ingenua, então só foi a velha dormir que eu já abaixei minha calça pra menina chupar. Ela sem saber o que era aquilo que estava na boca dela, chupou bem gostoso e tive que gozar na pia do banheiro porque a menina podia ficar com nojo e vomitar e fazer aquele escândalo. Então eu disse que se ela falasse aquilo pra alguém, ela iria morrer. Ela ficou assustada, mas disfarçou bem.

Consegui me mudar, fui para um apartamento melhor em um bairro vizinho. Lá haviam muitas crianças atentadas, que ficavam correndo o prédio todo. Isso me fez aproveitar bastante quando estivesse em casa. Só que ainda sem conseguir enganar ninguém, fui demitido. Foi bom pra mim, pois iria investir mais nas crianças, ia mais na piscina, andava o prédio só pra conhecer as crianças. Conheci umas 9 crianças na piscina, ambas as pestinhas que correm o tempo todo do meu corredor. Já que estávamos amigos, quando visse uma delas, iria chamar pra dentro do meu apto.

Uns dias depois, acordei com o barulho de risada alta e passos pelo corredor (a parede dos apartamentos eram finas, então dava pra ouvir), eu levantei do jeito que tava (só de cueca cinza), fiquei atrás da porta assuntando. Quando ouvi movimentação no corredor de novo, abri a porta e chamei uma menina que tava lá. Ela se aproximou, então eu disse ‘vcs não acham que tão fazendo muito barulho não?’, ela respondeu ‘desculpa tio’, e eu disse ‘se continuar assim, vou ter que chamar o síndico’, a menina desesperada disse ‘não tio, por favor, não! tudo menos o síndico’, então eu disse ‘só se vc fizer alguma coisa’ e ela perguntou ‘o que?’, eu perguntei ‘vc tá sozinha?’ ela respondeu ‘não, tô brincando com minha irmã’ e eu perguntei ‘vcs tem quantos anos?’ ela respondeu ‘eu tenho 10 e minha irmã 7’ eu falei ‘se vc e sua irmã fizerem uma coisa pra mim, eu não falo pro síndico’ ela chamou a irmã dela e falei pra elas entrarem no meu apartamento. Elas entraram e sentaram no sofá, eu disse que elas eram muito bonitas, mas eram muito levadas e que isso era muito excitante, elas não sabiam o que era isso, então abaixei minha cueca e disse que é quando deixa o pau duro. A mais velha já sabia o que era um pau e o que ele fazia, mas a mais nova não. Então disse ‘quero que vcs brinquem com meu pau e chupem’ a mais velha aceitou sem pensar muito, a mais nova ficou tentando entender o que eu quis dizer, então mandei ela tirar a roupa e ficar em pé. Eu sentei no sofá e a mais velha se ajoelhou entre minhas pernas para me chupar. Peguei a mais nova, coloquei ela em pé no sofá de pernas abertas e comecei a chupar sua bucetinha. Aquilo era delicioso, aquela boquinha no meu pau e eu com a boca naquela bucetinha que tinha gosto de xixi infantil. Fiquei com medo de algum vizinho do prédio ao lado ver, então fomos para o quarto. Deitei na minha cama, coloquei a mais nova de joelhos entre minha cabeça e a mais velha em cima da cama, tbm deitada me chupando. Aquilo era um tesão, melhor experiência. Depois troquei as irmãs, coloquei a mais nova pra me chupar e a mais velha eu fiquei dedando o cuzinho. Só que a mais nova não tinha experiência, então os dentes dela as vezes arrastava no meu pau e a boca dela era muito apertada, então não deu pra aproveitar muito. Depois de dedar bastante o cuzinho da mais velha, a coloquei de 4 pra meter nela. Ela não queria, porque ela disse que ela era virgem ainda, só tinha chupado, então eu disse ‘vc vai deixar eu meter sim’, e comecei a forçar. Ele começou a dar uns impulsos para escapar, mas consegui imobilizar ela e fui enfiando. Ela mesma foi abafando os gritos e o choro dela, até que enfiei tudo. Ela deu uma contorcida, pensei que fosse sair voando, mas então comecei a bombar pra frente e pra trás. Ela aos poucos foi acostumando e então foi relaxando, senti que ia gozar, então tirei meu pau dentro e comecei a beijar a mais nova. ‘Será que vc vai aguentar?’ ela só ficou me olhando. Comecei a umedecer o cuzinho ela, enfiando 2, 3 dedos, até que coloquei o meu pau na portinha. Quando entrou a cabeça, ela gritou muito, eu abafei, mas mesmo assim… A menina quase explodia de chorar e ficar vermelha. O meu pau toda hora escapulia de seu cuzinho, então bati uma punheta e gozei na cara das duas, sujei a roupa de cama toda de gozo. Me joguei do lado delas e ficamos ali descansando. Uma hora depois, eu coloquei uma cueca, limpei elas e elas se arrumaram e depois foram embora. a mais velha disse que ia contar para o irmão dela (que era um adolescente de 15 ou 16 anos), eu ri da cara dela e mandei ela falar.

(Isso rendeu, se quiserem faço uma continuação)…
É TUDO VERDADEIRO, EXCETO OS NOMES.

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