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Vizinho tarado (Parte 1 de 2)

05-12-16 6 ★ 5.00

Meu nome e Aline e tenho 12 anos. Dizem, quando passo pelas ruas, que tenho um corpinho maravilhoso e como bem diz o meu querido tio: “Quem nesta idade não tem um corpinho gostosinho?” Dificilmente você encontra uma menina na minha idade que não tenha um corpinho de chamar a atenção e logicamente há uma exceções. Meus peitinhos são como duas maçãs Fuji pequenas e os mamilos bem redondinhos e cheios. Minhas coxas são roliças e bem lisinhas, desprovidas de qualquer penugem. Minha bucetinha é gordinha, apertadinha e só com alguns pelinhos na “testa”. Mas, o que realmente chama a atenção dos meninos em qualquer idade, é a minha bundinha que além de ser um pouco maior que a média, é redondinha e ligeiramente arrebitada. Enfim, sou o que o meu tio chama de apetitosa. Moro com os meus pais e mais dois irmão que, assim como os meus pais, passam a maior parte do tempo fora de casa. Assim sendo, tenho total liberdade de ação dentro daqueles muros que apesar de não serem muito altos, são para mim que sou baixinha. O tal muro foi construído junto com a casa e é daqueles pré-moldados e não muito resistentes. Assim sendo, ele é cheio de buracos de todos os tamanhos por onde posso espionar a vizinhança. Do lado direito da casa, existe uma espécie de corredor que vai quase que de ponta a ponta do terreno e fazendo fronteira com o terreno vizinho. Neste mesmo terreno baldio, um senhor de uns sessenta e tal de anos e que mora na casa seguinte, resolveu limpar e plantar milho, mandioca, etc. Em um destes dias, estava eu sem ter nada pra fazer e cansada de assistir aos mesmos filmes e desenhos na TV, resolvi inventar. A princípio pensei em limpar aquele corredor onde todo mundo atira coisas tais como: garrafas, latas de refrigerante entre outras bugigangas. Como a preguiça superou a vontade de fazer uma limpeza, aproveitei para dar uma olhadinha por um dos buracos para ver com estavam as espigas de milho já que sou louca por pamonha e apesar de nunca ter visto este senhor, já estava planejando pedir-lhe umas espigas assim que estivesse no ponto. Ao colocar meu olho em um dos buracos mais baixos, quase cai de bunda no chão com o susto que tomei. Protegido que estava pelos pés de milho e mandioca que já estavam bastante altos, este senhor tocava uma vigorosa punheta a pouquíssimos passos de onde eu estava. Tremendo de medo de ser flagrada por ele, cheguei até a prender a respiração enquanto me movia lentamente para outro buraco um pouco mais distante. Assim que cheguei ao meu novo posto de observação, tive tempo de ainda vê-lo gozando e esparramando porra sobre a terra. Fiquei fascinada com aquilo, pois até então, eu só tinha visto as pirocas dos meus irmãos enquanto tomavam banho e não eram nem a metade do tamanho daquela que eu tinha acabado de ver e que me deixou com a calcinha toda úmida. Imediatamente corri pra dentro de casa e me acabei numa deliciosa siririca que me deixou com as pernas molinhas. No dia seguinte pela manhã, logo após a saída dos meus pais e irmãos, fui até a janela da cozinha, de onde se pode ver quase todo o terreno. Aproveitando a temperatura amena da manhã, lá estava ele mais uma vez cuidando da sua plantação. Mais tarde um pouco, quando a temperatura subiu, resolvi tomar um banho de mangueira e aproveitar para lavar minhas cadelas. Coloquei um biquíni bem pequeno que só uso em casa e quando estava me divertindo com as cadelas, me deu um pressentimento de estar sendo observada e imediatamente tratei de disfarçadamente checar cada um daqueles buracos no muro e logo percebi que aquela sensação não era infundada. Em um dos buracos, não muito longe daquele que eu usei ontem, percebi que havia um olho arregalado me olhando. Ao mesmo tempo que senti um pouco de vergonha e medo, também um tesão enorme em saber que estava sendo observada e até desejada. Fingindo não ter percebido nada, deixei uma das alças do meu biquíni cair e quase expor meu peitinho direito para aquele olho faminto. Pouco depois foi a vez da parte inferior do biquíni baixar durante as minhas brincadeiras com uma das minhas cadelas, expondo boa parte da minha bundinha. Aquilo deve ter deixando o velhinho cada vez mais doido de tesão e logo o imaginei com aquela piroca pra fora e batendo uma tremenda punheta. As brincadeiras e estes pensamentos libidinosos só fizeram aumentar a minha lubrificação e logo já estava sentindo meu caldinho escorrer perna abaixo. Não me aguentando mais de tesão, resolvi extrapolar e depois de me sentar em um balde virado, de frente pro muro, abri bem as minhas perninhas e passei a alisar minha xaninha lentamente. Tenho certeza de o velhão deve ter quase sofrido um ataque cardíaco assistindo aquele espetáculo que eu estava proporcionando. Depois de me alisar bastante e fazer muitas caras e bocas, deixei-o literalmente na mão e corri pra dentro de casa. A cada dia eu fazia uma coisa diferente para deixar o velhão doidinho e numa destas vezes, fingindo ter que desembaraçar o cordão do meu biquíni, retirei-o totalmente, mas tomando o cuidado de ficar de lado, quase de costas para o muro. Ainda dei duas rodadas no corpo e por uma fração se segundos, deixei que o meu vizinho taradão visse os meus peitinhos. Não me demorei muito nesta tortura porque eu não queria que ele fizesse mal juízo de mim ou ser a causadora de uma morte súbita. Ficamos neste joguinho de sedução por mais uns dias até que ele, se enchendo de coragem, resolveu apelar. No dia em que eu estava me banhando, com uma camisetinha branca e fina, sem soutien, vi que ele não arredava pé do buraco e certamente estava descascando a banana. Logicamente que meus peitinhos ficaram completamente expostos através daquele tecido molhado. Depois de me exibir bastante, ouvi um barulho vindo do muro e ao me aproximar, vi que havia uma espiga de milho amarelinha enfiada até a metade em um dos buracos. Sabendo que aquilo era pra mim, estendi a mão e a peguei. Ao tentar tira-la do buraco, senti alguém puxando de volta. Puxei mais uma vez e novamente alguém a puxou de volta. Ficamos neste vai e vem por alguns segundos até que, finalmente a espiga foi liberada pra mim. Pouco depois, outra espiga foi colocado em outro buraco um pouco maior e ao tentar pega-la, ele a retirou rapidamente me deixando a ver navios. Esta brincadeira se repetiu por várias vezes até que em determinado momento, ao invés da espiga de milho, ele enfiou uma piroca duríssima. Nossa, ao ver aquela coisa dura apontando na minha direção, fiquei morrendo de medo de alguém chegar em casa e ver aquilo, mas ao mesmo tempo senti a minha xaninha pulsar deliciosamente. Assim como ele havia feito com a espiga, ele movimentou sua piroca pra frente e pra trás como se quisesse me atrair para segura-la. Lá pela terceira ou quarta vez, vendo que eu não segurava sua vara, ele novamente colocou outra espiga mais bonita que a anterior. Quando estendi a mão para pega-la, ele fez com que ela quase desaparecesse de volta, me deixando frustrada. Depois de repetir este movimento algumas vezes, ele deixou só a pontinha dela aparecendo e portanto me fazendo, ingenuamente, enfiar a mão naquele buraco. Ao fazê-lo, ele puxou para si a espiga e no exato momento em que eu enfiava minha mão, quase até o meu antebraço, procurando pela bandida. Enquanto fazia movimentos circulares com a mão na esperança de encontrar, eu também abria e fechava minha querendo segura-la. Para minha surpresa, ao invés da espiga, o que encontrei e acabei segurando, foi aquela piroca durona. Nossa, pela primeiríssima vez, eu tinha uma piroca na minha mão, e aquilo tinha me deixando completamente sem rumo. Vendo que eu, pega de surpresa, não largava aquela vara, ele colocou sua mão calejada sobre a minha e começou a movimenta-la, me fazendo tocar uma punheta. Como eu já tinha visto ele fazer dias antes, tratei de imitar e logo pude ouvir seus gemidos de prazer. Durante todo este tempo, não trocamos uma só palavra e tudo que ouvi da boca daquele senhor, foram aqueles gemidos que foram ficando cada vez mais altos quando ele começou a gosar, deixando minha mão toda melecada com aquele leitinho quente. Segurando minha mão, ele cuidadosamente tratou de limpa-la com um pano, acho que era um lenço e assim que me senti livre e limpa tratei de tirar minha mão de lá. Imediatamente corri para dentro de casa e ao passar pela janela da cozinha ainda o vi com o pau pra fora, quem sabe, fazendo uma limpeza. Naquela noite tive muita dificuldade para dormir e quando consegui, meus sonhos eram só com aquela piroca dura e o leitinho quente escorrendo na minha mãozinha. Logicamente que acordei de madrugada com a calcinha encharcada e tive que me acabar numa deliciosa siririca. Na manhã seguinte, enquanto eu lavava minha roupa na área de serviço, ouvi um leve e rápido assovio vindo da direção do muro. Depois de titubear um pouco, caminhei até lá e assim que cheguei perto de um dos buracos maiores e que ficava quase na altura do meu peito, quase cai de costa pois ao invés de uma espiga, ele tinha novamente colocado seu pau que parecia estar mais duro que da vez anterior. Como eu não me decidia segura-lo, ele deu umas balançadas para me atiçar e por incrível que pareça, ele conseguiu, pois não me aguentando mais, segurei aquele toco com tanta força que cheguei a sentir medo de machuca-lo. Depois de alguns segundos segurando, ele começou a se mover pra frente e pra trás, me fazendo movimentar a minha mão naquele mesmo ritmo. Nossa, eu estava apavorada pois nunca tinha feito estas coisas e aquele lance de escondido e proibido estava mexendo ainda mais comigo. Sem que eu mesma percebesse, continuei agarrada aquela coisa, movimentando minha mão da mesma maneira que eu já tinha feito. Ao sentir as pulsações daquela vara dura, tive ganas de largar, mas alguma coisa me fazia continuar. Ao ver o primeiro jato de leitinho sair daquele buraquinho na cabeça, fiquei com medo e larguei. Mesmo sem eu estar segurando, ele continuou com sua jeba enfiada no buraco e depois de esporrar todo o chão de cimento do meu lado, ele se recolheu e logo depois, colocou uma espiga de milho enorme para mim. Peguei a espiga e assim como ontem, corri pra dentro de casa e desta vez nem quis olhar pela janela da cozinha, eu estava morrendo de vergonha e medo. Por um bom tempo fiquei olhando aquela espiga de milho em cima da mesa da cozinha e instintivamente peguei-a e comecei a esfrega-la na minha xerequinha ainda coberta pela calcinha e short. Depois de friccionar meu grelinho com aquela coisa dura, gosei deliciosamente no meio da cozinha. Tive mais uma noite desesperadora e sem conseguir dormir, só pensava naquela vara durona e de repente, me veio um desejo enorme de esfregar minha xaninha naquela coisa. Estava ansiosa para que a manhã seguinte chegasse e eu pudesse ir ao até o muro e ver qual seria a novidade que meu vizinho tarado ia aprontar. Estava com tanto medo de aproximar daquele muro que chegava a tremer e procurei me distrair brincando com minhas cadelas. Eu estava usando um shortinho bem curtinho, sem calcinha e uma blusinha leve sem soutien, o que me deixava extremamente sexy. Não demorou muito e aquele olho arregalado já estava me olhando por um dos buracos mais altos. Naquele joguinho, decidi criar coragem e fazer a minha parte. A todo instante eu deixava alguma coisa cair no chão ou então mexia com minha cadelinha, só para poder me abaixar e exibir minha bundinha e eu sabia, ele devia estar louco de tesão. Eu já estava sentindo minha bucetinha toda molhada e tinha certeza, ele também deveria estar com aquela pirocona bem dura. Acho que não se aguentando mais me ver e não poder chegar perto ou tomar, ele pela primeira vez proferiu as primeiras palavras, dizendo:
– “Vem cá meu anjinho. Chega aqui mais perto do muro”.
Ao ouvir aquilo, o medo tomou conta de mim e quase tive um troço. Mas, o pior estava por vir e pra acabar de vez comigo, ele enfiou a mão por outro buraco mais baixo e movimentando o dedo indicador, ele ficou fazendo sinais para eu me aproximar. Eu estava morrendo de medo que este velho tarado tentasse pular aquele muro para me agarrar a força e me estuprar. Mesmo com as pernas tremendo feito vara verde, me aproximei, mas permaneci fora do alcance daquela mão calejada pelo trabalho duro. Bem baixinho, quase sussurrando, ele disse:
– “Pode chegar mais perto. Não fica com medo de mim não. Não vou fazer nada que você não queira”.
De minha parte, eu estava totalmente tentada a chegar mais e deixa-lo me tocar, como eu já tinha tocado nele, mas o medo não deixava. O medo estava superando o tesão neste meu conflito interior. Ainda fiquei fora do alcance daquela mão por uns bons minutinhos até que ele disse:
– “Já que você não quer me deixar encostar a mão em você, pelo menos me deixa ver você sem roupa”.
Assim como ele, levei um tempão para conseguir dizer alguma coisa e quando disse, nem acreditei nas minhas palavras:
– “Nossa moço, pede isso não. Eu sou só uma menina. Nem corpinho de moça eu tenho”.
– “Tem sim meu anjinho. Não esquece que eu já vi”.
– “Viu nada. O senhor não viu nada” disse eu me fazendo de desentendida.
– “Deixa dar uma alisadinha nos seus peitinhos e na sua xerequinha. Deixa, vai”.
Mãe do céu, apesar de eu saber que ele era um homem extremamente velho, com idade para ser meu avô, aqueles pedidos estavam me deixando doidinha de tesão.
– “Só um pouquinho. Prometo que é só uma alisadinha rápida. Faz tanto tempo que não toco num peitinho bonitinho e novinho como o seu”.
Aquilo foi a gota d’água que faltava e automaticamente dei mais um passo à frente em direção aquela mãozona. Quando a ponta dos seus dedos encostaram no meu peitinho, ainda coberto pelo biquíni, senti um choque percorrer meu corpinho juvenil. Imediatamente ele enfiou mais ainda o seu braço naquele buraco e logo sua mão envolveu um dos meus peitinhos, fazendo uma leve pressão. Um medo gostoso e um tremor incontrolável tomaram conta de mim quando ele, usando o dedão e o dedo indicador, apertou levemente o meu mamilo, fazendo-o ficar bicudinho na mesma hora. Sem querer deixei escapar um leve gemido que serviu para que ele percebesse o meu alto grau de excitação. Enquanto alisava meus peitinhos, o velhão, por outro buraco menor um pouco acima, via tudo o que estava fazendo. Assim que ele me viu com os olhos fechados, boca aberta e respiração ofegante, ele com toda a experiência acumulada ao longo de tantos anos de vida, lentamente foi baixando meu biquíni, me deixando com os dois peitinhos expostos. Ao sentir a brisa roçando meus mamilos, percebi que ele tinha baixado meu biquíni e me apavorei. Era a primeira vez que um par de olhos masculinos pousava sobre meus peitinhos e aquilo fez com que eu me sentisse violada. Rapidamente me afastei e levantando meu biquíni, corri pra dentro de casa. Por medo ou por vergonha, passei vários dias sem ir ao quintal e sem me aproximar daquele muro. Eu já tinha me acabado na siririca e aquilo estava me deixando frustrada e com um puta vazio dentro de mim. Meu desespero foi aumentando a ponto de até pensar em dar um mole pra um menino da escola, só pra tirar o atraso, mas como sou muito regulada pelos meus pais e irmãos, sei que seria muito difícil. Depois de uns quatro ou cinco dias, numa segunda feira, não tinha ninguém em casa, fui para o quintal e ligando a mangueira, chamei as cadelas para o banho semanal. Usei um tom de voz bem alto para que ele soubesse que eu estava ali e não demorou quase nada para que eu visse aquele olho me espionando outra vez. Como já estava enjoada de usar o mesmo biquíni, coloquei um conjuntinho de calcinha e soutien brancos e de um tecido fininho porque eu sabia que quando me molhasse, ficaria tudo transparente. Desta vez eu nem estava me importando se o velho tarado morresse do coração ou de tesão, eu queria faze-lo sofrer também.
– “Psiu, psiu” ouvi ele me chamando “Chega aqui pertinho. Hoje você está mais bonita que nunca”.
Aquele elogio e aquele clima de cumplicidade estavam me deixando doidinha e sem pensar muito, me aproximei do muro e logo vi que ele já tinha colocado aquele pau duro em dos buracos enquanto no outro enfiava o braço para poder me alcançar.
– “Que peitinhos mais lindos você tem. Como eu gostaria de poder dar umas mamadinhas neles”.
Nossa, que velho tarado. Imediatamente ele alcançou meus peitinhos e com aquela mão enorme, ele conseguia bolinar os dois ao mesmo tempo. Cada vez que eu olhava para baixo, via aquela varona dura pulsando e parecendo ficar mais dura. Aquilo estava mexendo com os meus hormônios e deixando doida de tesão.
– “Dá uma pegadinha nele, dá. Por favor, faz como você fez aquele dia. Estava tão gostoso. Faz de novo”.
Com aquele pedido e mais o tesão que eu estava sentindo, levei minha mãozinha até aquela jeba dura e comecei a punheta-la, deixando o velhão completamente alucinado. Acho que ele nunca imaginou que, naquela idade, um dia ia ter uma ninfetinha gostosinha tocando um punheta pra ele através de um buraco de muro. Na mesma hora que envolvi minha mãozinha naquela cabeçona, senti um forte orgasmo chegando e para minha vergonha, não consegui conter um gemidinho de gata no cio. Percebendo aquela minha fraqueza, ele baixou o meu soutien e deixando meus peitinhos nus, passou a carinhosamente apertar meus mamilos durinhos. O tesão era tanto que me entreguei completamente e não esbocei nenhuma reação defensiva. Sentindo a minha total entrega, ele disse baixinho:
– “Coloque seu peitinho aqui neste buraco maior e deixa eu dar uma chupadinha nele. Prometo que é só uma mamadinha rápida”
Como o estes muros pré-moldados tem as paredes bem finas, pude colocar meu peitinho direto em daqueles muitos buracos e imediatamente senti uma boca quente sugando-os. Aquilo me levou ao delírio e não estava nem ligando se alguém chegasse e me pegasse daquele jeito. Tudo o que eu queria agora era sentir prazer, e muito. Aquele velho tarado e experiente estava me proporcionando um prazer como eu nunca tinha sentido antes e eu só queria retribuir. Como ele teve que se abaixar para poder sugar meus peitinhos, para minha tristeza tive que interromper aquela deliciosa punhetinha. Enquanto me levava ao paraíso com aquela boca quente, sem que eu esperasse, ele meteu uma das mãos por outro buraco mais abaixo e quase me matando de susto, tocou na minha bucetinha virgem. Apesar de eu ainda estar de calcinha, ele deslizou seu dedão entre os grandes lábios, de vez em quando tocando no meu grelinho. Nossa, aquilo estava demais e sem me aguentar mais, gosei sem medo de demonstrar que estava gosando. Gemi, rebolei, apertei minhas coxas naquela mão e cheguei até a colocar minha mão sobre a dele para que ele fizesse mais pressão contra a minha xerequinha e em segundos, gosei outra vez. Como o corpo tomado por tremores e espasmos musculares, nem resisti quando ele, com muita habilidade, puxou minha calcinha pro lado e deixou minha bucetinha peladinha exposta. Sem quase nada pra atrapalhar, seu dedo médio deslizava suavemente pela minha rachinha desde o grelinho até quase chegar ao meu cuzinho virgem e rosadinho que também não parava de piscar. Como minha calcinha teimava em voltar pro lugar e ele não tinha como impedir isso, resolvi eu mesma segura-la e puxando ainda mais para o lado expus completamente minha bucetinha para aquele velho taradão. Para facilitar ainda mais o seu trabalho, abri ligeiramente as pernas e logo senti a ponta do seu dedão na entrada da minha grutinha. Logicamente que me apavorei pois não tenho a menor intenção de perder meu cabacinho para o dedo de um vizinho velho e tarado.
– “Aiiinnnn, assim não” disse eu baixinho “Sou virgem”
– “Fica tranquila, não vou fazer isso. Não quero te machucar. Só quero te dar muito prazer. Quero te fazer gosar muito. Agora, se você quiser, eu enfio”
– “Pode alisar, mas sem enfiar. Você promete?”
– “Claro que prometo, meu amorzinho”
Mais tranquila com aquelas palavras, até deixei que ele baixasse minha calcinha e definitivamente expusesse minha bucetinha ao sol. Nossa, pela primeira vez na minha curta vida eu estava seminua na frente de um homem e permitindo que ele fizesse tudo que queria comigo.
– “Aiiii moço. Vamos parar agora. Estamos indo longe demais e daqui a pouco meu pessoal vai chegar pro almoço. Outro dia a gente faz mais”
– “Você gostou?” perguntou ele
– “Isso eu não vou dizer. Não sei” respondi cheia de vergonha.
Caramba, eu só tinha dez anos e aquele desconhecido, com idade pra ser meu avô, estava quase me comendo através daqueles buracos no muro.
– “Tá minha menina linda. Quando você não sentir mais vergonha de mim, você poderá falar abertamente o que está sentindo”
– “Então tá, depois a gente se fala. Agora tenho que ir”
– “Você vem amanhã? Você quer mais?”
Mais uma vez fiquei em silêncio, mas como dizem que quem cala consente. Talvez eu esteja querendo mesmo e muito. Como prova disso, não consegui resistir quando ele disse que ainda não tinha gosado e me pediu para tocar uma punhetinha rápida. Vendo aquela piroca dura pra fora daquele buraco, segurei-a com firmeza e movimentei a mão numa rápida punhetinha. Quando achei que ia gosar logo, ele disse:
– “Me deixa encostar meu pau em você, só quero sentir seu calorzinho. Deixa”
Apesar de ter dito que tinha que ir e que meus pais poderiam chegar a qualquer momento, arqueei meu tronco para trás e encostei minha bucetinha, protegida pela calcinha naquela vara durona. Imediatamente ele começou a se movimentar pra frente e para trás, chegando a se encaixar entre minhas coxinha. Nossa, sentir aquela vara dura tão pertinho da minha xerequinha estava me deixando doida de vontade de baixar a calcinha outra vez e deixa-lo roçar diretamente no meu grelinho. Com aqueles movimentos, minha bichinha começou a babar de novo e logo ele estava com a cabeça do pau toda molhada com os meus suquinhos. Aquilo só facilitou a coisa e aquele pau já deslizava lenta e suavemente entre minhas coxinhas roliças me arrancando suspiros de prazer.
– “Aiiiinnnn moço, assim não. Tô com medo”
O tesão tinha definitivamente tomado conta de mim e acho que se estivéssemos frente a frente, eu não resistiria e deixaria dar uma metidinha.
– “Calma menina, só quero dar uma gosadinha rápida. Faz mais uma coisinha pro velho, faz? É que tecido da sua calcinha está machucando a cabeça do meu pau. Baixa ela um pouquinho”
– “Ahhhhh não. Isso eu não vou fazer. O senhor vai querer meter em mim”
– “Não. De maneira nenhuma. Meu pau é muito grande pra você e não vai entrar”
– “Tem certeza? O senhor promete que não vai forçar?”
– “Claro meu anjo. Jamais iria querer te machucar. Você não aguenta meu pau, tenho certeza”
Não resistindo mais àqueles apelos, fui lentamente baixando minha calcinha até o meio das minhas coxas. Quando ele viu minha calcinha abaixada e minha xaninha à sua disposição, ele deu um gemido mais forte enquanto novamente encaixava aquele toco no meio das minhas coxinhas, quase tocando na minha xerequinha. Aquilo realmente estava me levando ao limite do prazer e de repente me peguei mexendo os quadris, acompanhando os movimentos de vai e vem que ele fazia. Por várias vezes, aquela cabeçona bateu na entrada da minha grutinha me fazendo recuar de medo, mas logo ele me tranquilizava dizendo:
– “Desculpe meu amorzinho, foi sem querer. Não vai acontecer de novo”
O pior ou melhor foi que aconteceu e a cada tocada na minha grutinha, me levava às alturas. Desta vez, o tesão estava superando o medo nesta minha guerra interior.
– “Aiiinnnn moço, agora chega mesmo. Já estou cansada de ficar nesta posição. Outro dia a gente faz mais”
– “Se você está cansada desta posição, fique de costas e deixa roçar na sua bundinha. De costas você não se cansa”
– “Ai moço tô com medo, assim não quero” disse eu sem muita convicção
Nossa, aquele pedido fez com que meu cuzinho piscasse sem parar e sem poder resistir, me virei de costas e colocando a bunda quase encostada naquele buraco, deixei que encaixasse aquela piroca dura como uma rocha, bem no meio do meu reguinho. Tenho certeza de que se ele pudesse, já teria me segurado pelos quadris e metido aquela vara dura no meu cuzinho. Estes pensamentos só fizeram com que o meu cuzinho piscasse mais ainda de tanta ansiedade. Numa das vezes que a piroca desencaixou, ele ao usar uma das mãos para colocá-la no lugar, passou a ponta do dedo, já molhado, possivelmente com saliva, bem em cima da minha argolinha, fazendo uma leve pressão. Fingi que não tinha percebido e deixei a coisa rolar. Depois de alguns minutos nestas inda e vindas entre as minhas coxinhas roliças, ele dando um gemido mais forte disse:
– “Huuuummmmm. Não saia que estou quase gosando. Deixa eu gosar nas suas coxinhas. Por favor”
Imaginando um monte de porra quente escorrendo pelas minhas pernas, fiquei apavorada e disse:
– “Nãoooooooooo moço. Gosa fora”
Tarde demais, pois mal terminei de falar, senti o primeiro jato forte bater na minha bundinha e escorrer pelo meu reguinho até chegar à minha xaninha. Ao sentir aquilo pela primeira vez na vida, eu instintivamente, levei uma das minhas mãos para trás para segurar aquela jeba enquanto com a outra, aproveitando toda aquela porra que escorria sobre minha xaninha, passei a esfrega-la até que sem ter vergonha de ser feliz, gosei gostoso, gemendo como uma verdadeira puta.
– “Aiiiinnnnnn para. Eu não queria assim. O senhor me deixou toda melecada. O senhor gosou em cima de mim”
Aquele meu gemido de gata no cio não o convenceu e mais uma vez, se aproveitando daquele momento de fraqueza e da lubrificação natural, quando tirei minha mão, ele guiou aquela jeba pra minha argolinha e ficou deslizando pra baixo e pra cima. Aquela novidade, assim como todo o que estava acontecendo, estava me deixando pirada e movendo minha bundinha contra aquela vara dura, quase deixei que ele quase me penetrasse e se não fosse a dorzinha que senti quando a pontinha da cabeça entrou, certamente agora eu estaria com o meu cuzinho todo alargado. Assim que senti que ele estava satisfeito assim como eu, corri para o banheiro para tirar todo e qualquer vestígio de porra do meu corpinho quase violado, antes que meu pessoal chegasse.

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6 Comentários

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  1. Sérgio

    Este conto é magnifico. Deixa nada a desejar. A segunda parte é ainda melhor.
    Gostaria de ler mais contos do mesmo estilo

  2. John Deere,Matador de Veados

    Meu é muita mentira num site só,o ‘alter ego’ desse escritor,que não passa dum veadão sem-vergonha,ser uma menina de 12 anos apenas e escrever com essa riqueza de detalhes!Vai mentir em outro lugar,biba descarada!

  3. Adélio

    Delícia de conto… Continua… Quase gozando aqui… Bjos na bucetinha

  4. Nathalia(Naty)

    Delicia , meninas moças safadinhas assim fazem a alegria dos homens . Otimo conto .Bjos.

    • Adélio

      É verdade Naty, os homens ficam doidos… Escreve pra mim
      [email protected]

    • Darkwoods

      Muito obrigado por seu comentário. Tento fazer o melhor, mas agradar gregos, troianos e nordestinos não é uma tarefa das mais fáceis. Beijocas