Toda ação, tem uma reação – parte 1

Meu caso com a Alyne, minha concunhada, já tem quase 1 ano (Minha concunhada I e II). Por sermos vizinhos, não dá pra sairmos direto, mas sempre arrumamos um jeitinho para pelo menos darmos uns amassos; É claro que cometemos algumas loucuras, como dar uma rapidinha no banheiro, enquanto todos estavam lá fora no churrasco; na minha cama ou na cama dela quando a Maria e o Paulo saem pra trabalhar. Mas por mais otimista que eu pudesse ser, jamais imaginaria o que minha esposa faria se descobrisse.
Na sexta-feira passada, depois de uma metida gostosa de madrugada com minha esposa,
eu falei pra Maria que ia chegar um pouco mais tarde. Ela falou que meu enteado ia dormir na casa da namorada, confesso que fiquei surpreso, (Leia o conto: Consolando a namorada do meu enteado), e minha enteada iria pra casa de sua irmã. Pois bem, trabalhei até as 22 horas, cheguei em casa por volta das 23:30 tentei ligar no meio do caminho, mas minha esposa não atendeu. Abri a porta da sala, estava escuro e silencioso; Acendi a luz e chamei por ela, como não respondeu fui até o quarto, a TV estava ligada no mudo, com um papel preso na tela: ;
Como quase sempre, a gente vê algum filme nos finais de semana, não estranhei; Tomei banho, coloquei uma calça de agasalho sem cueca, uma camiseta e um chinelo, e fui pra lá.
O portão estava destrancado, entrei e percebi que a porta também estava; Abri, entrei na sala e parei perplexo; Meus olhos percorreram aquele cenário com uma incredulidade tamanha; Aquilo não era real; Na mesa de centro, copos e garrafas de vinhos vazios, a TV mostrava cenas de sexo explícitos entre dois casais; No chão estavam espalhadas peças de roupas e lingerie; E no sofá, a cena impossível de acreditar; Alyne completamente nua deitada com as pernas abertas, totalmente descontrolada, esfregava na boca da minha esposa, sua suculenta e deliciosa buceta raspadinha; Enquanto minha esposa debruçada no braço do sofá com sua bunda arrebitada, era enrabada pelo seu próprio irmão, que a penetrava com estocadas forte e profunda arrancando de sua garganta grunhidos indecifráveis. Entre gemidos e sussurros, o cheiro de sexo e a cumplicidade dos parceiros que se entregavam totalmente àquele desejo de certa forma “proibido”, o ambiente se enchia de erotismo e tesão; E aos poucos a perplexidade e a indignação, foi dando lugar a uma sensação indescritível, fazendo o volume dentro da minha calça, crescer descontroladamente.
Fiquei parado olhando os 3 se deliciando, sem entender o que estava acontecendo e sem saber o que fazer, até que o silencio foi quebrado com a voz da minha esposa:
– Vai buscar ele pra nossa festinha, sua puta gostosa!
Alyne se levantou, e caminhou em minha direção, me olhando nos olhos, me enlaçou meu pescoço com seus braços, e enfiou sua língua na minha boca me dando um beijo maravilhoso; Praticamente arrancou minha camiseta, e me puxou pela mão até me empurrar no sofá, cai sentado ao lado da minha esposa, que de olhos fechados, gemia e gritava; Olhei para meu cunhado, ele não me encarou, ele segurava a cintura de sua irmã, e socava forte:
– Que cuzinho gostoso! Delícia de irmãzinha! Que saudade que eu tava desse cu!
“Não entendi aquele comentário; Como ele podia ter saudade? Ah! Menos se…” Mas antes de concluir meu raciocínio, a Alyne já estava tirando minha calça e engolindo meu pau de uma vez; Ela engasgou, tirando sua boca toda babada; Meu pau estava quase explodindo de tão duro.
– Mete gostoso maninho, fode meu cu com força!
– Toma… eu sei que vc estava com saudade do pau do seu irmão, gostosa!
Olhei pro dois nesse momento, ela estava descontrolada gemendo e me olhando com aquela cara de safada; Segurou meu pau e falou:
– Relaxa… seu filho da puta! Depois nós quatro teremos uma conversinha!
Ela começou a me punhetar, enquanto seu corpo estremecia todo com as estocadas fortes que o Paulo dava em seu cu.
A Alyne se aproximou dela e começaram a se beijar enlouquecidamente; Daí em diante eu não pensei em mais nada; Segurei na cabeça das duas, e forcei minha pica entre seus lábios; Quando Alyne percebeu abriu sua boca quente e úmida, envolvendo a cabeça e passou a chupá-la, deixando minha pica ainda mais melada, misturando sua saliva ao líquido que saía dela. Ela deslizava sua boca, quase engolindo por completo meu cacete, e depois ia subindo devagar. Quando chegava à cabeça, sua língua girava em torno e Alyne sugava forte antes de engolir novamente; Enquanto a Maria massageava, apertava e chupava meu saco; As duas começaram a intercalar, percorriam meu pau em um vai-e-vem, enquanto uma descia a outra subia; Quando suas bocas se encontravam, suas línguas se entrelaçavam dividindo e saboreando o líquido que saía da cabeça do meu pau. Eu delirava e socava minha pica, na boca das duas.
Paulo não cansava de arrombar o cu da minha esposa, grudou com mais força as ancas da sua irmã e a penetrava com tanta força que chegava a jogar Maria pra frente, fazendo ela afundar o rosto na minha pica; Maria gritava e pedia para seu irmão não parar e Paulo fazia desaparecer seu pau no cu da minha mulher com tanta rapidez que quase não dava pra ver o entra e sai do seu cacete, de repente Maria como se tivesse possuída, virava o rosto de um lado pra outro, jogava sua bunda pra trás, seu corpo se contorcia todo e gritava:
– Eu vou gozar!!!! Não paraaaa!!! Enche meu cu de porra!!!
As duas pararam de me chupar; A Maria apertava com força meu saco e a Alyne segurou meu pau, e com a outra mão puxou a cabeça da Maria e enfiou sua língua em sua boca, abafando seus gemido e gritos que denunciavam seu gozo; Paulo descontrolado agarrou forte a cintura da minha esposa, forçou seu corpo de encontro ao dela e gozou fundo no cu da Maria, que tremia toda de tanto gozar; Ela desabou no sofá, ficando com o rosto sobre minha coxa dando os últimos espasmos; A Alyne recomeçou a chupar meu pau, deixando ele bem lubrificado e alisando as costas suada da Maria; O Paulo foi sentar no outro sofá, alisando sua pica e nos olhando com uma cara de satisfação. (Continua)

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