Paulinha desejando “carinho”

Meu nome é João, tinha 17 anos e meu amigo tinha 16. Sua irmã Paulinha tinha 15 anos. As vezes eu dormia na casa do amigo e as vezes ele dormia na minha casa. Gostávamos de ficar conversando na frente da casa dele e da minha. Paulinha estava no quarto do meu amigo, já de pijama, esperando para ir pro quarto dela. Meu amigo foi tomar banho e Paulinha ficou comigo no quarto. E disse que iria pintar as unhas dos pés. Quando começou a pintar, de pernas abertas e encolhidas, seu pijama estava dentro da rachinha de sua jovem bucetinha. Disfarçadamente ajeitei meu pau que esta querendo endurecer, virei o rosto pra ela não perceber. Mas Paulinha me chamou para ver como esta ficando suas unhas. Meus olhos foram direto para sua buceta e a safada estava notando meu olhar para sua bucetinha e maliciosamente sorriu pra mim. Seu pijama não era transparente, mas nem precisava, o desenho da sua buceta ficava bem claro, falei que esta ficando bonitas. Paulinha então me chama para ver mais de perto, mesmo querendo partir para cima dela, disse que estava vendo bem daqui mesmo. Paulinha insistiu para eu me aproximar dela. Me ajoelhei no chão pra ela não ver meu pau duro, segurei nos joelhos dela para admirar as unhas que já estavam pintadas. Fingindo sentir o meu peso sobre seus joelhos, Paulinha abriu mais as pernas, sua bucetinha só não apareceu completamente porque o pijama estava trancado na fenda da buceta. Olhando fixamente para a buceta dela, elogiei suas coxas. Ela sorriu e perguntou se era sério? Confirmei que sim e pedi para dar uma passadinha com minha mão. Quando ela disse que só um pouquinho, deslizei minhas mãos dos joelhos até as virilhas dela que suspirou e segurou minhas mãos, não sei se para que elas permanecessem ali, ou para não ir mais fundo. Ela foi soltando minhas mãos, que passaram a acariciar suas coxas, então era a hora de beijar suas coxas pra ver qual seria sua reação. Como ela só ria, beijei bem ao lado da bucetinha dela. Querendo continuar arretando ela, pedi para ela ir junto conosco conversar na frente da sua casa. Paulinha disse que seu irmão não gostava da companhia dela. Disse que ia convencer ele, desde que ela fosse de sainha, pra eu ver suas perninhas. Ela aceitou o trato. Depois dela implorar para ficar junto na frente da casa, meu amigo permitiu, fomos eu e ele antes e depois Paulinha apareceu de saia preta e bem comportada. Fazia de tudo para esconder meu pau duro, ficando sempre na sombra da árvore. Mesmo tremendo em ser descoberto pelo amigo, enchi a mão na bunda da Paulinha, que também teve que permanecer imóvel. Passei a mão em toda a bunda e achei que ela estivesse sem calcinha, perguntei baixinho se estava sem calcinha. Ela respondeu que sua calcinha era bem pequenina por isso não tinha notado. Ficamos mais um tempo conversando, até que Paulinha disse que precisava entrar um pouco mas já voltava. Algum tempo depois ela já se juntara a nós, ficando mais afastada um pouco. Pensei que ela tinha ficado com medo, até que foi a vez do meu amigo entrar um pouco. Paulinha foi chegando perto e coloquei minha mão por baixo de sua saia pela frente. Quando ela deu um pulo quando um dos meus dedos entraram na bucetinha dela sem a calcinha. Fiz ela sentar no muro para eu olhar melhor, ela levantou a saia e beijei as duas coxas e depois dei uma sugada na sua buceta que quase derrubei ela do muro. minha língua saiu com todo o caldinho que saia da sua buceta. Disse que queria beijar mais amanhã. Meu amigo retornou e fui para o lado dele para baixar meu tesão. Chego em casa e tem uma mensagem no celular, dizendo que ela viria na minha casa amanhã se eu me comportasse bem com ela. Minha casa era meio longe da casa dela e as 5h da tarde Paulinha aparece como prometera. Recebi ela de pau duro, no corredor que dava em meu quarto, colei meu pau na bundinha dela, tranquilizei que não havia mais ninguém em casa. Ela sentou na cama e eu baixei minha bermuda, mostrando meu pau pra ela, ela pediu para tocar nele, logico que deixei, ela disse que nunca tinha tocado antes, colocou só um dedo no tronco do pau. Disse para ela agarrar firme e tirar a cabeça pra fora. Ela fez achando engraçado a cabeça entrar e sair. Disse que se ela quisesse podia até tirar meu leite com uma punheta. Levei ela para o banheiro e deixei ela fazer eu gozar na mão dela. Voltamos para o quarto e tive que fazer força para levantar sua saia, até eu prometer que não ia comer ela. Sua resistência foi passando e as pernas abrindo, ela tinha vindo sem calcinha e a buceta esta descoberta. Minha boca foi direto pra buceta, limpinha e rosinha. Ela deixou eu chupar toda ela, gozou e pediu para ir em bora, fizemos deste jeito até ela deixar eu comer ela. Quando ela sentiu confiança que tinha chegado a hora, ficou de quatro para mim e eu fui enfiando, sua buceta recebeu meu pau direitinho. Antes que ela se arrependesse, não deixei ela desgrudar de mim, tirei o pau e gozei em sua bunda e costas, nos arrumamos e ela foi em bora. Foi minha primeira e única virgem.

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