Outra vez no bar da mesa de bilhar

Sou o Maurício Cristiano, marido da Michelle. Conforme já disse anteriormente a Michelle, é insaciável, quanto mais faz sexo mais quer fazer, com isto, eu sozinho não dou conta, assim, partimos para as orgias, onde eu já me acostumei e até sinto um prazer fora do normal, vendo-a transar e gozar, agarrada a outros homens, fazendo de tudo na minha frente. Não sou privilegiado no tamanho do meu pênis, isto me dá uma tesão tremenda vendo outros homens com pênis maior, possui-la e, o rostinho transpassado que ela faz quando está nas alturas do gozo, em que; falando, geme e até chora de prazer.
Tendo ido já uma vez neste bar, fui procurado para voltar lá novamente, onde iria ter mais pessoas e a diversão seria muito melhor, me disseram.
Falei com a Michelle, sobre isto, e ela toda assanhada aceitou na hora, dizendo-me que estava super necessitando de uma noitada para extravasar seu líbido, pois as transas comigo não eram animalescas, como com outras pessoas. Meu pênis ficou duro só ao ouvir ela aceitar e dizer que, estava louca pora ser possuída por outros homens. Em assim sendo, no dia 09-12, às 22h, chegamos no bar bilhar. A Michelle estava muito sexy, com um vestido transparente onde os seus pequenos mais arredondados peitinhos ficavam a mostra. Havia umas vinte pessoas no bar, pois só foram as pessoas convidadas e dispostas ao consumo de bebidas e comidas e a participar da orgia, onde o Afonso, dono do bilhar, cobrou uma certa importância de cada pessoa, que seria dividida comigo e a Michelle, no que rendeu R$ 4.000,00. Tomamos dois drinks, enquanto alguns dos presentes, elogiavam a beleza, delicadeza e o corpo da Michelle. Um mais atrevido tascou um beijo na boca da minha esposa e daí pegou fogo entre todos. Despiram-na, deixando seu lindo corpo nu à mostra e como formigas que carregam seus alimentos, carregaram a Michelle e a deitaram de costas sobre a mesa de bilhar que continha um colchão macio em cima. Quatro deles, me despiram também e me amarraram minhas duas mãos para trás. O Francisco dono do bar, fechou as portas do recinto. Fiquei vermelho de vergonha de exibir meu pênis que já estava duro, mais era o mais pequeno entre todos. Deitaram a Michelle, atravessada sobre a mesa e um deles que havia me feito o convite, caiu de boca na bucetinha dela, enquanto ela batia punheta para outros dois e mamava no pau enorme de um outro e era mamada nos peitinhos por outros dois. Ela não gemia e sim gritava de prazer e tesão. Notei que todos os seis caras que estavam bolinando ela se masturbavam. Uma dor horrível instalou-se nos meus testículos e o canal do meu pênis ardia imensamente. Em pouco tempo todos gozaram na boca e em todo corpo dela. Levaram na para o chuveiro e deram lhe um banho restaurador nela, pois ela já havia gozado várias vezes. Trouxeram na de volta e a outra turma foi para cima dela e começou tudo novamente. Todos riam do meu pênis e falavam alto para a Michelle escutar, me sombando. Estes outros seis, foram trassando ela de um em um, com preservativos é claro, enquanto ela rolava sobre a mesa e numa dessas roladas, ficou com a bundinha para cima, instante em que fizeram dupla penetração nela, ela gritou de dor, mais aceitou e ainda completou fazendo oral num deles. Foi quando os outros dois rapazes me disseram que o negócio deles era trassar homem, me pegaram e também levaram para a mesa, sendo que um deitou ao lado da minha esposa com o pau duro apontando para o teto e o outro fez me debruçar e abocanhar o pau do amigo, enquanto ele passou ky no meu cu e foi me penetrando devagarinho. Alguns minutos se passaram e o que estava me trassando, começou a me punhetar em seguida nos três gozamos feitos três animais. Tive que engolir na frente da Michelle todo o esperma que foi jorrado em minha boca. A Michelle, gemia, falava, urrava e gritava nas mãos daqueles homens já embebedados, mais gozava a cada três ou quatro minutos. Eles se revezavam, no fim ela transou com dezoito pessoas numa só noite, deve ter gozado umas trinta vezes, pelos gritinhos dela a todo instante e, eu fui enrabado duas vezes e também gozei duas vezes através de duas punhetas. Saímos de lá. era 4h30 da manhã e fomos embora pelados para a casa dormir. Nós dois estavamos super doloridos, mais saciados.
Maurício Cristiano e Michelle

Avalie esse conto:
PéssimoRuimMédioBomExcelente
(Média: 3,00 de 2 votos)
Loading...