A menininha da lanchonete

Ola, meu nome é Carlos e vou contar o que aconteceu comigo no começo do ano.

Moro em São Paulo e costumo fazer compras num supermercado que é ancora de um famoso shopping. Geralmente faço minhas compras e vou-me embora, mas quando estou sem nenhum compromisso, acabo dando uma passeada pelo shopping, curtindo um pouco as lojas, tomando um sorvete na praça de alimentação, etc

Foi num desses passeio perto da praça de alimentação, que acompanhei uma menininha de rua sendo seguida por dois seguranças, que não deixavam que ela entrasse na área pra pedir dinheiro ou comida, e começaram a meio que força-la a sair do shopping, e eu comecei a segui-los.

Quando eles finalmente conseguiram coloca-la na rua, um deles ainda ficou um tempo vigiando de longe para que ela não voltasse. Inicialmente fiquei com pena da pequena menina, pois uma das coisas que eu jamais nego a ninguém, é comida, então fui em direção dela e puxei papo

– Tá com fome?
– to tio, muita fome – disse ela com um olhar meio de choro
– Vamos la que eu te pago um lanche

E sai com ela, não no shopping, mas pra uma lanchonete perto dali, que servia uns lanches enormes. Como estava com fome, acabei pedindo dois lanches e acabei comendo junto com ela. Coitada, ela tava realmente com muita fome, pois pediu o maior lanche (X-Tudo), e devorava o lanche com muita vontade

– Qual o seu nome?
– Tabata
– Nossa que lindo nome… quantos anos você tem?
– 9 anos tio – e continuava a devorar o lanche
– Você mora aonde?

Ela disse que morava no bairro vizinho, numa pequena favela que eu conhecia por cima.

Quando ela terminou de comer, ainda perguntei que ela queria comer mais alguma coisa, e pediu um chocolate. Comprei e dei pra ela. Quando estávamos no caixa pra pagar, puxei algumas notas de 50, e pegando uma, paguei a conta. Fiz de proposito pra ela ver a grana, pois queria saber se ela tinha outros interesses.

– Nossa tio, quanto dinheiro, da uma dessas pra mim
– Você quer?
– quero, quero sim – com ar de felicidade
– Mas eu não costumo dar dinheiro pras pessoas, se elas não fizerem algo pra poder receber
– E o que você quer que eu faça?

Essa era a deixa, ela já estava caindo, e fui mais fundo

– Menina, você pode ganhar uma grana dessas fácil fácil

Ela fez uma cara de interrogação

– Você é muito bonita, você pode fazer coisas que as pessoas pagariam muito pra você, ou deixar as pessoas fazerem coisas com você, que te pagariam muito
– Você quer fazer sexo comigo?

Nossa, nunca esperava escutar aquilo dela, só tinha 9 anos.

– Porque? você já fez sexo?
– Não, mas minhas amigas já
– Então você pode ganhar uma grana alta comigo, se você deixar eu fazer o que quiser com você
– Quanto?

Pensei bem, olhei pra ela, que tava com uma carinha de anciosa

– Te dou duas notas dessas (100 reais), mas você vai ter que deixar eu fazer o que quiser com você.

Ela fez uma carinha de pensativa, e já estava esperando um não como resposta, então comecei a me despedir dela quando ela disse

– Mas o que você vai fazer comigo?
– Ué, sua amiga não contou pra você o que ela fez?
– Contou sim, disse que o cara enfiou o pinto dentro da xereca dela e da bunda também
– Então, é a mesma coisa que eu vou fazer com você
– Ah, mas ela disse que doeu muito, que foi uma dor muito forte
– Ela cobrou do cara?
– cobrou sim
– E quanto ela cobrou?

Ela pensou por um momento

– Acho que foi 20 reais
– eu vou te dar 100 reais, ou seja, ela teria que transar 5 vezes pra ganhar o que você vai ganhar

Novamente aquela carinha de confusa

– Ultima proposta. 150. é pegar ou largar

Ela pensou mais um pouco

– Mas tio, ela disse que dói muito, e que ela ate se arrependeu de fazer , e que…
– OK, se você não quer, então tudo bem. Tchau.

Sai e fui em direção ao carro, que estava estacionado no shopping, quando escutei ela gritando “tio, tio, tio…”

Parei e esperei ela chegar perto

– Tabom, eu topo, 150
– Mas você vai ter que deixar eu fazer o que quiser, ok?
– Tabom.

Pra não ficar muito na cara, combinei em pega-la numa esquina perto de lá, e fui direto pra minha casa. Eu entrei, já peguei umas toalhas, um sabonete, uma escova de dentes, shampoo, creme dental, e pedi pra ela tomar um belo banho, que lavasse muito bem seu corpo, principalmente os “buraquinhos de baixo” e só sair enrolada na toalha.

Fiquei esperando ansioso na cama, quando depois de uns 15 minutos, ela saiu, enrolada somente na toalha. Antes que eu fizesse qualquer coisa, peguei 4 notas de 50, mostrei pra ela e disse

– Estou te dando 200 reais pra você fazer o que eu quiser. Se você começar a não deixar fazer as coisas, ou não colaborar, você não vai ganhar nada, ok?
– Tabom tio

E tirei a tolha dela, deixando ela mostrar aquele lindo corpinho. Pela idade, ela não tinha peito nenhum, mas até que tinha um cinturinha bem definida, uma bucetinha bem estufadinha e uma bundinha bem redondinha.

Me levantei, ficamos em pé, tirei toda a minha roupa e comecei a beijar a boca dela, e a passar a mão por aquele lindo corpo, principalmente a barriga, a bunda e as coxas. Fiz ela ficar de joelhos na minha frente e comecei a por o pinto na boca dela. No começo ela estava meio sem jeito, mas depois pegou o ritmo e chupava muito bem.

Quando estava quase pra gozar, tirei da boca dela, a peguei no colo e a coloquei de bruços na cama, e comecei a brincar, com ajuda de um gel, no cuzinho dela, enfiando inicialmente um dedo, depois dois dedos, sempre girando para que o anelzinho dela ficasse bem alargado, e quando já estava enfiando 3 dedos no cuzinho dela, enfiei um guardanapo de pano tampando sua boca, subi em cima dela, apontei minha rola no cuzinho dela e antes de enfiar, sussurrei no ouvidinho dela.

– Você é a putinha mais gostosa e mais nova que eu vou comer

E comecei a enfiar dentro do cu dela. A coitada só se retorcia, da dor que devia estar sentindo, se debatia com as mãos, mas eu colocava e tirava naquela bunda com um certo ritmo, até que ela acostumou com minha rola e já não tentava gritar mais, quando comecei a aumentar as estucadas naquela bundinha deliciosa.

Fiquei nesse ritmo, metendo forte e rápido no cu dela, e novamente, antes de gozar, tirei do cu, a virei pra cima e comecei a pincelar a bucetinha dela.

A cara dela era de desespero, os olhos diziam pra eu não fazer aquilo, mas antes de mais nada, disse

– Só falta a buceta, se eu parar agora, você não vai ganhar mais nada

Ouvindo isso, ela meio que se conformou, já esperando a sua ultima etapa. Comecei a forçar a entradinha da buceta, e sentia uma certa resistência, até que finalmente, seu hímen foi rompido e minha rola entrou quase que na totalidade. Ela novamente se retorcia de dor, e eu segurando os braços dela, comecei a meter cada vez mais rápido e mais forte.

Quando estava em pleno favor em cima dela, metendo como nunca naquela linda buceta, e percebendo que ela já não mais gritava, tirei o pano da boca, e realmente comecei a brincar com ela.

Beijava ela na boca, de língua, chupava aquele corpo inteiro, fiz varias posições com ela, cheguei a meter na bunda dela mais algumas vezes e já estava com meu saco doendo, de tanta vontade de gozar e segurar até a ultima hora.

Antes de gozar, ainda perguntei aonde ela queria que eu gozasse? na cara dela? dentro da boca dela? dentro da buceta ou dentro do cu? Ela nada respondia, só gemia das estocadas que eu estava dando dentro dela?

– Se você não falar aonde quer que eu goze, eu começar a meter mais forte e…
– Na xoxota, na xoxota – me interrompeu, me implorando para parar de meter nela

Num gostoso papai e mamãe, depois de um longo beijo de língua, comecei a meter com toda a força naquela buceta e não demorando muito, enchi o útero daquela pequena putinha de muita porra.

Quando eu sai de cima, ela saiu correndo pro banheiro e ficou la trancada por quase meia hora. Quando saiu, já estava trocada e queria ir embora. então a levei para o mesmo lugar aonde a tinha pegado. Antes dela descer, entreguei os 200, disse que o correto era 100, mas como ela era virgem, estarei pagando 100 a mais pela virgindade. Ela desceu e eu parti.

Durante semanas, nunca mais a vi por lá, até que um dia, quando estava saindo do shopping, a vi sentada no ponto de ônibus. Passei devagar para ver a reação dela, ou ela me chamaria ou viraria a cara. A reação foi a melhor possível. Ela quando me viu, começou a gesticular e saindo correndo atrás do carro. Parei e esperei ela chegar

– Ufa tio, ainda bem que eu vi você, too precisando de dinheiro
– Já sabe o esquema, 100 por tudo
– Tabom, tio

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