O Pai da minha amiga

Oi! Meu nome é Mariana F., tenho 18 anos e vou contar algumas hiistórias safadas que aconteceram comigo. Sempre fui bem safada, nunca tive vergonha em demonstrar isso. Tenho cabelos compridos até metade das costas, castanhos claros, quase loiros, olhos verdes, sou baixinha, tenho 1,63m mais ou menos, seios médios e bumbum durinho e redondinho graças a academia. Minha barriga também é lisinha, coxas grossas, do tipo “mignom” (como já me falaram bastante). Sempre fui bem extrovertida e curiosa, nunca guardei palavras para mim mesma. E as vezes isso acaba me deixando em situações embaraçosas, constrangedoras. Ou excitantes, de vez em quando.
Bom, vou começar do começo. Desde que me conheço por gente, eu gosto de usar roupas curtas ou apertadas. Me lembro que desde pequena, minha mãe me vestia com roupas leves e curtas, pois quando faz calor aqui na minha cidade, faz muuito calor. Ou quando estava frio (faz muuito frio também), era alguma roupinha comprida, mas apertada. E isso se reflete hoje em dia. Meu guarda roupa é repleto de shorts de lycra, curtinhos e apertados, ou calças leggings, ou minissaias, shorts curtinhos e justos, regatas, camisas apertadas, etc…
E bom, naturalmente, desde sempre, reparava em homens me olhando de cima a baixo, me analisando e me comendo com os olhos.
Mas enfim, vamos ao que interessa. Essa história aconteceu comigo já faz um tempo, de um jeito bem ‘diferente’. E é bem longo. Entao vou começar do começo. Eu estava no 1º ano do ensino médio. E tinha uma amiga, a Jéssica. Nós eramos inseparáveis! Ficávamos o dia inteiro juntas. Na escola, sentávamos uma do lado da outra e não paravamos de conversar. Saíamos da escola e continuavamos conversando por SMS, isso se eu não fosse pra casa dela ou vice e versa.
E numa dessas minhas visitas a casa dela que tudo começou. Sempre que eu ia lá, só ficávamos eu, a Jenifer e a empregada, que ia embora cedo todo dia (umas 15 ou 16h). A mãe dela era médica, então quase nunca ficava em casa. Se não era no plantão que ela ficava quase todo dia, era em alguma emergência que só ela podia resolver. E o pai dela viajava a trabalho o tempo inteiro, então eu nunca havia conhecido ele. Quando ele aparecia na casa, era cerca de um ou dois dias. E por coincidência (ou não), nunca batia com os dias que eu ia pra casa dela.
Então, mais uma sexta normal. Saímos da escola e fomos pra casa dela, pois eu iria passar o fim de semana lá. Antes de sairmos da escola, fomos nos trocar, pois fazia muito calor. Coloquei um shorts jeans bem curtinho e colado e uma regatinha branca, bem justa também. Ela foi com uma mini saia plissada e uma regatinha preta. E partimos assim, nós duas, bem provocantes. Na rua, reparei em várias olhadas nada discretas de homens que passavam por nós, até alguns comentários mais maldosos, mas não vem ao caso.
Chegamos na casa dela e fomos direto pro quarto dela. Tomamos um banho, pra nos refrescar e já saímos de biquíni, pra ir direto pra piscina depois de almoçar. Descemos para almoçar e de repente, alguém chega. Era o pai dela. Ele chegou, deixou as coisas dele na porta e veio direto pra cozinha, onde nós estávamos… Ela foi correndo dar um abraço nele.
– Oi, filha! – disse ele dando um beijo no rosto dela e um abraço bem apertado.
– Oi, pai! O que você tá fazendo aqui?
– Hoje começam minhas férias, esqueceu? E quem é sua amiga? – Perguntou olhando pra mim, me comendo discretamente com os olhos.
– Ah, pai, essa é a Mariana. Mari, esse é meu pai.
– Então você é a famosa Mariana que a Jéssica tanto fala?
Fiquei meio surpresa com a presença repentina. Talvez por que o pai dela não tinha cara de pai. Era jovem, com poucos fios brancos na cabeça. Não era musculoso, mas mantinha a forma. Bonito, charmoso, elegante. Parecia tudo. Menos pai da minha amiga.
Cumprimentei ele, meio envergonhada por estar só de biquini na frente dele, mas prosseguimos almoçando enquanto o pai dela subia pro quarto e ia tomar um banho. Terminado o almoço, ficamos deitadas na espreguiçadeira pra tomar um sol enquanto faziamos digestão. Me deitei de bruços para bronzear as costas e senti alguém me observando. Mas deixei pra lá. Não tava afim de arranjar problema com algum vizinho xereta.
Ficamos a tarde inteira na piscina. E com a presença constante do pai dela nos rondando. E notei ele me olhando discretamente várias vezes, quando a Jéssica não estava olhando. Mas talvez fosse só imaginação minha. Ele só deve tá querendo passar mais tempo com a filha. Descobri mais tarde que não era bem isso, mas vamos por partes.
Foi ficando tarde e começou a chover, então a Jéssica me convidou pra entrar na jacuzzi dos pais dela, na suite deles. Perguntei se não tinha problema, já que o pai dela tava ali, né, mas ele prontamente respondeu que não.
– Podem ficar a vontade! Eu ainda preciso arrumar umas papeladas no escritório, não vou ficar enchendo o saco de vocês não. – e foi pro quartinho que ele usava com escritório, no comodo ao lado.
Ficamos um tempo curtindo a água quente enquanto a chuva ia ficando mais forte, até que Jéssica se levanta e fala: “Vou tomar banho de uma vez, quer que eu traga suas coisas? Daí eu tomo banho no meu banheiro e vc toma aqui” E eu respondi: “Pode ser…” E comecei a tirar o biquini dentro da jacuzzi mesmo, pra ficar mais a vontade e já pronta pra tomar banho. A Jéssica trouxe minhas coisas e continuei mais um pouco ali, relaxando e lembrando de algumas ‘coisas’. Comecei a mexer no meu celular, entrei no Tumblr e vi algumas imagens mais quentes e quando me dei conta, tava assistindo alguns videos e lendo alguns contos. E comecei a me tocar. O barulho da chuva la fora camuflava algum gemido mais alto que eu soltava. Mas a chuva foi diminuindo aos poucos e eu não percebi. Assim como não percebi de primeira o pai da Jéssica (Jorge, na falta de um nome pra ele) entrar. Ele entrou, deu uma olhada no banheiro pra procurar alguma coisa e começou a dizer:
– Licença filha, eu precis… Opa, desculpa, Mariana, eu não devia… Desculpa, já to saindo. – disse, saindo meio desnorteado e confuso.
Eu primeiro me assustei, dei um gritinho e tentei me esconder, mas tenho certeza que ele notou que eu estava me masturbando. Terminei meu banho, já que tinha perdido todo o clima pra continuar e vesti minhas roupas, uma bermudinha azul bem folgadinha e uma regatinha cinza, bem leve também. Saí do banheiro e pai da Jéssica tava ali, deitado na cama, assim que eu saí do banheiro, vi que ele se cobriu e ficou meio sem graça, mas apenas disse obrigada e sai. Fui pro quarto da Jéssica, ficamos conversando um pouco, fofocando sobre garotos, mexendo no celular e no computador como sempre fazíamos e fomos jantar.
Ficou um clima meio estranho entre eu e o Jorge. Ele ficou me olhando com uma cara meio diferente e eu muito constrangida por saber que ele me pegou num momento intimo. Mas tirando isso, a janta correu sem problemas.
Continuamos mexendo nos celulares, mexendo em nossos computadores e conversando durante o resto da noite e fomos dormir logo. Eu demorei mais a dormir. Fiquei pensando no ocorrido. Será que o Jorge chegou a me ver mesmo me masturbando? Antes de concluir esse pensamento, vejo um vulto entrando no quarto e vindo lentamente em minha direção. Fingi estar dormindo e senti ele chegar mais próximo de mim. Ouvi a movimentação de alguma coisa, mas não soube distinguir o som. Minhas pernas formavam uma espécie de 4, então senti uma mão grande, meio áspera afastando de leve minha bermuda, revelando minha xaninha lisinha, já que eu estava sem calcinha. Senti um dedo passar levemente em meu clitóris, passando levemente em meus lábios, e quando eu comecei a gostar, ele parou e saiu correndo.
Não consegui dormir rapido depois. Fui no banheiro e tentei matar minha vontade depois daquilo, gozei e mesmo assim, não consegui dormir sabendo que o pai da minha amiga, que estava no quarto ao lado, me desejava. Demorei, mas consegui dormir. E acordei melada.
Mas mal levantei, vi a Jéssica se arrumando:
– Aonde você vai, Jé?
– Oi, Mari. Foi mal, eu não queria te acordar… Eu tenho uma consulta agora de manhã, eu esqueci que eu tinha marcado. Mas pode ficar aí, acho q na hora do almoço eu volto. Fica aí, vai na piscina, faz o que você quiser, porque você sabe que a casa é sua né?
– Ah, tá. Pode deixar, eu fico aqui. E seu pai?
– Que que tem ele?
– Ele não vai ficar incomodado comigo aqui?
– Não, relaxa. Eu já falei com ele e ele disse que não tem problemas.
“Claro que não” pensei. Ontem ele quase me comeu, isso porque a filha dele tava na cama ao lado. Sozinho comigo hoje então. Nem quero imaginar no que ia acontecer. Até porque eu tava gostando da situação!
Dormi mais um pouco depois que a Jéssica saiu e acordei umas 10:30h. Desci pra tomar café e encontrei o Jorge na mesa.
– Bom dia, seu Jorge…
– Bom dia, Mariana. Dormiu bem?
– Sim. Só tive um sonho estranho, mas foi tranquilo.
Aquilo era mais pra testar ele, mas parece que ele entendeu o contrário e foi mais como uma deixa pra ele começar a dar mais em cima de mim. Quando terminei de tomar café, peguei as coisas que eu sujei e fui lavar na cozinha. Ele chegou por trás de mim, me encoxando e falando no meu ouvido:
– Eu vi o que você tava fazendo na minha banheira ontem, safadinha.
Senti alguma coisa dura encostando na minha bunda. A mão dele começou a passear pela minha barriga, descendo levemente passando em frente a minha vagina, e subindo um pouco, encostando um pouco na parte debaixo dos meus seios.
– Para, o que você tá fazendo?
– Eu sei que você tá gostando. Eu vi o quanto você é safadinha naquela banheira.
E começou a me apertar mais contra o pau dele. Sentia aquela coisa dura e grossa na minha bunda, quase rasgando o tecido da bermuda dele. Ele ficou mais ousado vendo que eu não oferecia resistência e desceu a mão na minha xaninha, dedilhando lentamente, mexendo no clitóris. E a outra entrou por debaixo da minha regata e começou a mexer no bico do meu seio. Larguei o prato e me apoiei na pia e involuntariamente, empinei minha bunda pra ele.
– Para, isso não é certo… – falei num tom pouco convincente.
– Mas xaninha melada me diz que você tá gostando…
Tentei me desvencilhar dele, sem forças, empurrando ele mais pra trás com a bunda, mas foi um erro. Ele achou que eu tava me oferecendo mais pra ele e tirou o pau pra fora e abaixou minha bermuda até meus joelhos. Não penetrou, ficou esfregando o pau entre minhas nádegas e passando ele no meio das minhas pernas, correndo toda a extensão de seu pau no meio dos meus grandes lábios, sem penetrar. Enquanto me bolinava, tirou minha regata, deixando meus seios completamente livres com os bicos duros sua mercê. Comecei a gemer e senti o pau dele ficando molhado por minha causa e acabei gozando, encharcando de vez sua pica. Fiquei com as pernas tremendo e não me aguentei em pé. Escorreguei lentamente, ficando de joelhos no chão. Ele interpretou aquilo diferente, me virou em sua direção e aproximou seu pau da minha boca.
Automaticamente, abri minha boca e senti aquela rola enorme invadir minha boca. Engasguei mas não parei e já que tava na chuva, eu ia me molhar. Comecei a chupar ele, meio sem jeito, mas fui chupando. Lambi a cabeça, passava a lingua toda em volta dela, passava a boca de lado por toda extensão dele, enfiava até o máximo que conseguia na minha garganta e tirava. Chupei mais por um tempo, até que ele começou a gemer mais forte e começou a gozar dentro da minha boca. Fui tentando engolir, mas era muita coisa. Acabou vazando pelos cantos da minha boca e caindo nos meus peitos, nas minhas pernas e no chão. Exibi minha boca cheia de porra pra ele e fui engolindo aos poucos.
– Uau. Que boquete… Incrível. Minha vez
Me pegou no colo e me botou em cima do balcão que ficava entre a cozinha e a sala de jantar.
Me bateu um frio na barriga, pois nunca tinham me chupado antes. Eu abri minhas pernas e ele começou a me chupar.
Mas parou de repente:
– Pera, você é virgem? – disse tocando de leve meu hímen, ligeiramente confuso por me julgar desvirginada.
– Sou… – menti, fingindo estar encabulada.
************** PAUSA! Deixa eu explicar essa ‘mentira’. Ele foi me chupar e encontrou um hímen. Sinal que eu era virgem, certo? Errado. Aquela altura do campeonato eu já não era virgem fazia um tempo. Mas, como descobri na minha primeira ida ao ginecologista (antes desse episódio sendo narrado agora), descobri que o hímen não necessariamente é sinal de virgindade. Quer dizer, meu hímen era complacente. Ele não se rompe durante a relação sexual, é um hímen elástico. Então cada vez pra mim, é como se fosse a primeira vez, sempre apertadinho. E tenho que confessar, já me proporcionou prazeres mais intensos do que eu poderia imaginar ************
Ele então deu um sorrisinho safado e caiu de boca. Senti sua lingua quente passar entre meus lábios, fazendo movimentos circulares e rápidos. Comecei a gemer cada vez mais alto e quando ele tocou meu clitóris eu gritei de tesão. E rapidamente, após mais alguns movimentos dele, comecei a gozar. Sentia meu liquido escorrendo e ele sugando tudo. Fiquei parada, mal conseguia me mover. Ele me tirou lentamente de cima do balcão e me colocou de pé, apoiada no lugar onde eu estava deitada, de costas pra ele. Ele pincelou minha buceta algumas vezes, sem penetrar, encaixou sua cabeça nela, enconstando levemente em meu hímen, iniciando assim, minha ‘primeira vez’.
Mas então ouvimos o interfone tocar. No susto, eu quase caí, pois ainda estava com as pernas meio bambas. E o Jorge deu um pulo pra trás, levantando a bermuda e indo atender o interfone todo desajeitado.
– SE ARRUMA! A Jéssica esqueceu as chaves dela. Vou abrir a porta pra ela.
Procurei minha regata, limpei rapidamente a porra no chão e subi minha bermuda, mesmo estando toda melada de porra e meu próprio gozo. Antes de sair dali e ir abrir a porta pra filha, Jorge se vira pra mim e diz:
– Mas ainda não acabou, minha linda. Eu vou tirar seu cabaço. – me deu um beijo rápido, mas ardente e saiu.
E eu subi correndo pro banheiro tomar uma ducha, pra não ficar nenhuma ‘prova’ em mim. O dia mal tinha começado e já tava assim! Mas algo me dizia que era só o começo.
CONTINUA…

Avalie esse conto:
PéssimoRuimMédioBomExcelente
(Média: 5,00 de 2 votos)
Loading...