A filha da prima da minha mulher – final

Continuando… Percebi que Laura estava gostando de gozar comigo, e que estava se revelando uma verdadeira putinha (safada igual a mãe dela).
Aquele tesão pela bunda dela, agora era por ela inteira. Nunca tinha pensado em fuder uma buceta tão jovem, como seria fuder uma virgem tão pequena. Já tinha tirado a virgindade de algumas meninas, mas elas tinham 15, 16 anos, agora Laura, era o pecado bem na minha frente.
– Você gostou de gozar, né?
– Gostei sim, faz de novo?
– Eu queria fazer uma coisa com você, que eu acredito que você iria gozar muito, mas tenho medo de você contar pra alguém, ou alguém descobrir
– Eu não conto não, eu juro juro juro… – e cruzou os dedos e deixou, fazendo a promessa que não contaria pra ninguém
– promete?
– prometo
Eu queria agora aproveitar cada centímetro daquele pequeno corpinho delicioso, mas não queria fazer de qualquer jeito, não queria fazer no sofá, queria fazer numa cama, sem preocupação de sermos pegos.
Então combinei com ela que a levaria para um lugar aonde ela não poderia entrar, mas eu ia entrar com ela escondido, então ela tinha que se esconder e ficar em silencio. Ela topou.
Toquei pra um motel meio afastado, com ela escondida no chão traseiro do carro. Estava com medo dela fazer algum barulho, mas ela se comportou direitinho e entramos. Como era um lugar proibido pra ela, estava um pouco anciosa, então a peguei no colo e a levei pra dentro como se ela fosse minha noiva.
Dentro do quarto, eu não queria uma criança, eu queria uma mulher, então a coloquei em pe na cama, e eu em pé lhe dei um longo beijo de língua. Ela não sabia beijar direito, mas depois de umas dicas e um pouco de treino, ela já esta beijando muito gostoso.
Aquele talvez seria minha vez com ela, então queria aproveitar ao máximo, então, pedi pra ela descer da cama, tirei sua camiseta e comecei a acariciar, beijar e chupar principalmente seus pequeninos peitinhos, que de peito não tinha nada.
Foi então que a coloquei de joelhos na minha frente, abaixei minhas calças e dei minha rola pra ela chupar. A safadinha chupava muito bem, ensinei ela que quando não estava com a rola na boca, pra bater uma pra mim, e assim ela fazia, até que não aguentei mais e enchi a boquinha dela de porra. Ela se assustou com aquilo, mas pedi pra ela engolir, e assim ela fez.
A minha tara por ela estava enorme, então pedi pra ela subir na cama e ficar de bruços, e numa tira da só, puxei shorts e calcinha, deixando aquela bundinha exposta pra mim.
Antes de meter, dei umas lambidas, umas chupadas e uns tapas daquela linda bunda, entes de subir em cima dela e meter rola dentro daquele cuzinho.
Meti tão forte e tão rápido quanto meti no escritório, e antes que eu pudesse gozar dentro do cu dela, a safada já estava se tremendo toda, e gozando, gemendo como uma verdadeira vadiazinha.
Agora era a hora da verdade, se ela ia gostar ou não, a virei de barriga pra cima, arreganhei as pernas dela e comecei a chupar a bucetinha dela, mas pedi pra ela me avisar quando estivesse pra gozar.
Fiquei alguns minutos chupando e me deliciando com aquela bucetinha, quando ela me falou que esta sentindo novamente aquela coisa, então parei de chupar, fiquei por cima dela, dando uns beijos naquela boquinha deliciosa e então comecei a pincelar minha rola na buceta dela.
Eu olhava pra cara dela, e ela demonstrava desejo.
– Ele quer entrar dentro de você
Ela nada falava, só com aquela cara de tesão
– Você deixa ele fuder sua bucetinha?
– Hummmm, deixo…
– Você quer que ele foda sua buceta?
– hummmm, quero…
– Entao pede
Ela não sabia como pedir
– Fala assim, tio, me fode, fode minha bucetinha
Ai ela começou
– tio, me fode, fode minha bucetinha
– pede mais
– vai tio, me fode, me fode gostoso
Resolvi apimentar
– diz assim, tio, fode a sua putinha, fode a buceta da sua putinha
E ela repetia, com cara de tesão, e antes que ela pudesse gozar novamente, comecei a enfiar minha rola na bucetinha dela. Ela soltou um longo grito, pela dor que sentiu, que foi rapidamente abafado por minha mao, e então comecei a bombar dentro dela.
Quanto estava metendo, ela só gemia, e gemia alto, foi quando pra ela pedir ou eu iria parar, e sem demora, ela começou
– huuummmm tio, fode fode fode… hummmm
Vendo aquela menininha, gemendo como uma vadia, com cara de tesão, e olhando minha rola entrando e saindo daquela buceta, não demorou muito, e quando iria começar a gozar, ela começou a gozar também.
Gozei muito dentro dela, dentro daquela buceta linda, e ela com respiração ofegante, começou a me beijar e me abraçar.
Ficamos assim por longo tempo. Ainda naquele dia, depois de um bom banho, dei ma bela metida na bunda dela.
Até hoje, quando surge uma oportunidade, dou uma bela metida naquele corpinho, e geralmente deixo o cuzinho dela cheio de porra.

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