O fogo da minha pré-adolescência 3

O dia em que meu pai me fez gozar pela primeira vez marcou o início de novas descobertas. Ainda víamos filmes no DVD, sempre bem eróticos com cenas de sexo que não eram explícitas. Ele dizia pra eu deitar de camisa de pijama e calcinha, por causa do calor e ele estava sempre de short frouxo, sem cueca, um short bem velho, esgarçado, que ele só usava pra dormir de tarde, quando minha mãe tinha que ir pra minha vó.
Quando tinha que levantar para ir ao banheiro, ou tomar água, eu via aquela barraca armada no short dele e tremia sabendo que tinha um pau quente e grosso balançando lá.
Deitávamos de conchinha pra ver TV e eu sentia aquele pau bem menos tímido se encaixando na minha bunda, gostosamente.
Vez por outra era ele que fingia dormir, e outras vezes era eu.
Quando era a vez dele, eu mal esperava os primeiros roncos e já sacava fora aquela rola deliciosa e brincava com ela o quanto podia.
Durante um tempo, as revistas pornôs que apareciam misteriosamente abertas no criado-mudo do lado da cama mostravam mulheres engolindo picas e chupando gulosas. Numa delas, um diálogo escrito narrava o que ela fazia, chupando forte e sugando aquela piroca deliciosa, fazendo o homem dela delirar de prazer e depois ela tentava engolir inteira, até quase engasgar.
Claro que minha curiosidade tarada me levou a tentar fazer o mesmo. Minha boquinha pequena mal abarcava aquela cabeçona melada, mas eu me esforçava e chupava. Percebia que meu pai tremia e o pau ficava ainda mais duro, então passei a fazer isso sempre.
Nas vezes em que eu fingia dormir, sentia aquela tora invadir minhas perninhas e se agasalhar na entrada da minha xaninha melada, que era presenteada com umas esfregadas rápidas e repetidas de ida e volta, enquanto meu pai sussurrava:
– Delícia, melada, quentinha, safada. Que bucetinha quente e melada do papai.
Às vezes ele se afastava e, comigo de lado, abria minhas nádegas ou dobrava mais a perna de cima, me deixando exposta e alisando, dedando ou chupando tarado, ou esfregando aquela cabeça grande na entrada da minha buceta e do meu cuzinho pequeninos. Algumas vezes recebi umas empurradas que me deram medo, mas ele não metia.
Depois de um tempo, minha vó faleceu e minha mãe parou de se ausentar de casa com tanta frequência. Eu já estava prestes a fazer 12 aninhos e tinha poucos pelinhos e peitinhos salientes.
Passei um tempo sentindo uma imensa falta dos nossos momentos juntos.
Fazia de tudo para ficar sozinha com meu pai, mas não dava pra fazer nada.
Então, uma noite, dormindo na minha cama, coberta com lençol e de camisa sem calcinha (porque tinha tentado me masturbar por tesão reprimido), acordei ao ouvir a porta abrir devagar. Não abri os olhos, fiquei esperando a luz acender, porque quando meus pais entravam no quarto, era para mexer no móvel velho.
A luz acendeu e não me mexi, esperei que o visitante saísse, mas ao invés de ir ao guarda-roupas ele veio para minha cama. Senti o cheiro do meu pai e já fiquei ansiosa.
Senti o lençol descoberto devagar. Eu dormia de bundinha pra cima, pouco mais que de lado, com minha xaninha exposta.
Senti sua mão passear pela minha bunda e afastar minhas nádegas, expondo ainda mais minha florzinha, que começou a receber carinhos dos dedos dele.
Eles também alisaram meu cuzinho delicadamente, que era esticado pelos puxões carinhosos nas nádegas. Me senti escancarada e a minha perna foi empurrada mais pra cima, me deixando bem aberta.
Como estava ficando cada vez mais melada, comecei a sentir o dedo me invadindo, até que foi enterrado profundamente e sentia ele se movimentando dentro de mim. Que delícia que aquilo era!!! Ele rodava o dedo dentro da minha bucetinha que se abria oferecida, e empurrava as laterais, como se estivesse abrindo.
O dedo saía e entrava, e depois acelerava muito. Eu estava ensopada e senti ele espalhar meu melzinho pelo meu cuzinho, e depois lamber, empurrando a língua pra dentro. Em seguida, chupando e, depois, enfiando a ponta de um dedo enquanto acacariciava meu botãozinho. Como eu já sabia que aquilo me dava muito prazer, me abria inteira, e sentia o dedo dele entrar e sair da minha bucetinha e outro alternadamente ir abrir pouco a pouco meu botãozinho.
À medida que eu sentia prazer e me abria mais, sentia o dedo invadir meu cuzinho, que foi sendo desbravado centímetro a centímetro, até que senti o dedo se empurrar fundo lá atrás. Eu continuava me abrindo porque o prazer da massagem dele no meu botão era maravilhoso. Estava prestes a sentir mais uma vez aquela sensação deliciosa quando ele começou a tirar e enfiar o dedo fundo no meu rabinho aberto. Ele socava forte, até violento e só parava para alargar meu botão e depois voltava a socar.
Gozei mais uma vez com aquele dedo me enrabando como um pau, rápido e forte e fundo.
Quando tremi e relaxei o corpo, senti o meu pai se curvar por cima de mim, respirando forte e fundo e senti seu pau gostoso se agasalhar na entrada do meu cu.
Tentei relaxar e deixar ele fazer o que eu sabia que queria. Não sabia que doeira, mas senti arder um pouco quando ele encaixou a cabeça e foi empurrando. Pensei que ia passar por maus bocados, mas meu paizinho só encaixou a cabeça que entrou pela metade, eu acho, e ficou punhetando seu pau com uma mão na entrada do meu rabinho, enquanto a outra mão alisava e apertava meus peitinhos de 12 anos.
Pouco tempo depois senti – pela primeira vez – jatos de porra se despejando fundo no meu cu. Era quente e gostoso e eu abria meu cuzinho me empinando pra receber tudo.
Depois de terminar ele me cobriu e saiu do quarto. Dormi na mesma posição, com muita porra no meu cu, que saiu pela manhã, quando fui fazer xixi.
Isso passou a ser uma rotina, sempre que possível. Recebia chupadas gostosas no meu cu e na minha buceta, que eram dedados fundo e gostoso, e depois meu cu agasalhava cada vez mais um pouco daquela cabeça e engolia guloso os jatos de porra do meu pai.
Até o dia que a cabeça passou. Nesse dia não escapei. Fui colocada de quatro, com o rosto no colchão, enquanto fingia mesmo dormir e senti aquela tora de carne quente ser enfiada inteira no meu cu, que aguentou gostoso e fui enrabada por uma piroca pela primeira vez na vida, sentindo ele entrar fundo e o saco surrar minha bucetinha.
Os jatos de porra foram enterrados fundo no meu cu a partir desse dia.
Numa noite em que minha mãe me chamou para ver filme (sem revistas pornôs e sem filmes eróticos) com eles na cama, pegamos todos no sono e acordei sendo sacudida pela piroca do meu pai, que comia meu cu com minha mãe dormindo ao lado.
Recebi a gozada sagrada no rabinho olhando minha mãe dormindo profundamente.
Continuamos encaixados até o pau amolecer.
Passei meses e meses sendo enrabada pela pica grossa do meu pai e gozando tesuda nos seus dedos, sempre no fingimento do sono, que tornava tudo mais gostoso.

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