Escravo Adolescente

Tive contato com o BDSM pela primeira vez aos 14 (quatorze) anos. Fui procurando videos e ficando cada vez mais interessado. Desde o começo eu já imaginava uma garota sob o meu poder, que me obedecesse a qualquer custo, mesmo que fosse uma ordem absurda, então decidi procurar pela internet alguma garota que pudesse me servir. Em menos de uma semana encontrei uma menina, ela não era muito bonita, mas não era beleza que eu procurava, daí marcamos de nos encontrar na casa dela, trocamos os números e marcamos em um sábado. Durante a semana trocamos fotos, tanto com roupa como nu. Passei a semana sentindo um frio na barriga, ancioso para que chegasse o sábado (apesar de ter assistido e lido a respeito, eu não sabia bem o que fazer quando nos encontrássemos). Então no sábado ela me passou o endereço e fui até a casa dela. Chegando lá, avisei pra ela e ela mandou o porteiro me deixar entrar. Quando cheguei no seu apartamento a porta estava aberta e tinha um homem na frente. Ele tinha uns 55 anos, branco, 170cm, barba por fazer,um pouco forte, meio careca, meio barrigudo e bem simpático. Ele me recebeu de camiseta e bermuda, com um sorriso simpático no rosto. Ele disse:

– Oi, você é o Gabriel?
– Sim, eu sou. É aqui que mora a Duda? (Duda é o nome da garota que combinou comigo)
– É sim, entre, ela está te esperando.

Se eu achei estranho? Lógico que achei estranho, tinha 14 mas não era idiota (ou talvez era). Ao entrar, ele me pediu pra deixar a mochila no sofá e ir até o quarto. Eu já tava imaginando que a Duda na verdade era um perfil falso criado por ele. Entramos no quarto, sentei na cama e ele me explicou o que tinha acontecido, que era ele que vinha conversando comigo e que a Duda não existia. Eu fiquei com um pouco de medo, lembrei logo dos casos que aparecem na TV sobre isso e tal. Então ele falou:

– Quer dizer que você gosta de BDSM não é?
– É… Eu gosto sim…
– Já praticou alguma vez?
– Na verdade essa ia ser a minha primeira vez.
– Ah, entendi. Vamos fazer assim, já que você tá aqui, pra não perder a viagem, vamos gozar os dois, ok?
– Ah cara, eu não curto essa parada, eu vim esperando encontrar a Duda.
– Besteira menino, tu vai gostar.

Ele veio beijando meu rosto enquanto eu tentava desviar, ainda não acreditava no que estava acontecendo. Ele tirou a minha roupa e a dele, ficamos os dois só de cueca. Então ele deitou por cima de mim, lambendo meu pescoço e meu rosto, e tentou beijar minha boca. Tudo alí era ruim, mas beijar já era demais. Ele levantou bravo e disse:

– Olha menino, tu não veio pra gozar? Deixa de frescura!
– Mas eu esperav…
– Olha, eu tenho aquelas tuas fotos, tu quer que eu apague?

Na hora eu gelei, veio a mente que ele ia me chantagear, e eu não tinha nada contra ele já que as fotos da Duda eram fake.

– Claro que eu quero po, não acredito que você ainda tem!
– Então a gente faz assim: você transa comigo e depois eu apago as fotos.
– Mas eu não sou gay po!
– Olha menino, cansei. Ou tu me obedece, ou eu publico tuas fotos agora.

Daí eu não falei mais nada, não haviam argumentos.

Ele me mandou ficar de joelhos, demorei a ficar e ele me puxou pelo braço e me forçou a ajoelhar. Colocou minha mão no pau dele e falou:

– Toca uma pra mim viadinho.
Concordei com a cabeça.
– Beija a cabeça, beija, agora passa a lingua na pontinha. Isso, gostou do sabor?

Eu nunca tinha visto um pau fora o meu, e de uma hora pra outra estava lambendo um, o gosto do mel não era tão ruim, mas estar alí era péssimo. Meus joelhos já estavam doendo, quando ele disse que estava cansado, ele sentou na cama e me puxou pra continuar lambendo. E aí ele disse:

– Quer chupar?
Não falei nada, só olhei pro rosto dele. (Depois descobri que ele tinha 17cm de pau)
– Chupa viadinho, chupa gostoso.
Ele forçou o pau contra os meus lábios e acabei deixando entrar. No começo eu estava movimentando a cabeça, depois de uns 10 minutos ele segurou minha cabeça e começou a foder minha boca, depois empurrou o pau todo e gozou na minha garganta. Quem já levou gozada na boca sabe o quanto é dificil respirar e não engasgar. Depois ele disse:
– Aahh, agora limpa meu pau, limpa.
Foi a parte que eu mais senti nojo, o pau estava todo babando e agora com esperma.
Eu coloquei a lingua pra fora, ele guiou minha cabeça me fez limpar tudo. Me fez vestir a bermuda dele e foi usar o computador. Continuei no chão, só que sentado. Ele me chamou pra olhar o computador, aí vi as fotos que eu havia mandado pra “Duda”. Ele disse:

– Olha as fotos aqui, até que você é gostosinho.
– Tu pode apagar agora?
– Calma, olha isso.

Não acreditei. Ele tinha filmado desde que eu cheguei na casa dele. Ele disse:

– Olha aqui meu viadinho, agora tem bastante coisa sua aqui. Salvei tudo em odis e-mails, só pra garantir. Entendeu a sua situação agora? Você não queria mandar? Agora vai obedecer! Vai tomar um banho, depois a gente conversa.

Durante o banho eu chorei um pouco, mas tive uma ereção, terminei o banho, esperei o pau abaixar e fui pro quarto dele de novo.
Quando eu cheguei lá ele disse:

– Tira essa roupinha, eu já te vi pelado mesmo.
Não me mechi nem falei nada.
– Não me tira do sério, tira agora!

Já não tinha muita vergonha, tirei a camisa e a bermuda e fiquei de cueca. Ele disse:

– Seu corpo parece o de uma menininha, olha esse bumbum.

Era pra me provocar, eu tinha 170cm, 50kg, branco, cabelo castanho escuro, pau de 14cm e tinha bastante pelos, principalmente nas pernas.

Então ele girou a cadeira e ficou de frente pra mim, que tinha acabado de sentar no chão de novo. E disse:

– Olha pra mim, tu vai ser um bom menino não vai? Aliás, uma boa menininha.
~Silêncio~
– Ah eu sei que vai. Escuta bem!
– Ok
– De agora em diante você vai ser minha menininha. Se você não quiser, tudo bem, você vai embora e eu posto suas fotos.

Eu não tinha pra onde correr, já imaginava o que ia acontecer, ele querendo me comer ou pior. Passei a acenar com a cabeça, torcendo pro dia acabar logo pra finalmente acabar com isso.

– E a partir de agora me chame de senhor Luiz (é o nome dele). Minha menininha tem que me tratar com respeito. Você já sabe bem o que vai ter que fazer. O que você queria fazer com a Duda eu farei com você.

Não falei nada. Ele disse:

– Responda escrava!
– Sim senhor.
– Ah, então é só eu chamar de escrava? Haha

Paah! Levei um tapa no rosto.

– É senhor Luiz!
– Sim, senhor Luiz.
– Ok, já está ficando tarde, quero que você vá embora.

Eu esperava que fosse bem pior, não entendi pra que tantas regras se eu já ia embora.

– E olha, meu pau tá duro de novo, vem dar um jeito.

Ele sentou na cama e me mandou fazer ele gozar. Meu orgulho não me deixava fazer direito, mas depois pensei bem e comecei a tentar fazer ele gozar o mais rápido possível. Quando gozou ele fez a mesma coisa que antes, segurou minha cabeça, empurrou o pau e gozou na minha garganta. Depois me levantou, me deu uma lambida na bochecha e falou:

– Gostou minha putinha? De chupar a rola do seu dono e engolir minha porra? Eu sei que gosto, agora se vista e vá embora, vejo você amanhã.

Discutimos um pouco sobre eu voltar no outro dia, mas concordei depois de levar dois tapas no rosto.

Continua…

Autor: Gabriel Marques

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