Chupei o piru e dei o cu para o português

Olá, meu nome é Lauro, moro no Rio de Janeiro e sou um homem de 49 anos, casado, 1,90m de altura, peso 90kg, meu corpo é normal sem ser sarado, meus cabelos e olhos são castanhos, sou um pouco calvo, um pouco grisalho, tenho pelos nas pernas, na bunda e no tórax. Sou o autor dos contos CHUPEI PIRU E DEI O CU NA RUA, COMERAM O MEU CU NO SEQUESTRO RELÂMPAGO, QUATRO RECRUTAS COMERAM MEU CU, GOZARAM DENTRO DO MEU CU NO CARNAVAL NA MINHA JUVENTUDE, ME OFERECERAM CARONA E COMERAM O MEU CU e CHUPANDO PIRU E DANDO O CU PARA O DESCONHECIDO DENTRO DO CINEMA. Este conto que passo a narrar agora aconteceu em junho de 2015 e quem me comeu foi o Antônio, um homem de 59 anos, 1,75m, 95kg, branco, casado, peludo e um pouco barrigudo. Ele é um português que veio para Brasil adolescente e desde então mora no RJ. Conheci ele numa sala de bate-papo e rapidamente houve entre nós um recíproco interesse. Antônio havia me contado na época que tinha saído apenas com 2 homens até aquele momento, mas que tinha gostado muito da experiência. Disse que resolveu procurar homens para comer porque a esposa, 5 anos mais velha do que ele, não queria mais saber de sexo. Depois de conversarmos bastante naquele dia na sala e mais algumas vezes pelo Skype durante a semana, resolvemos nos encontrar. O local de encontro foi um bar no centro do município de Duque de Caxias. Lá conversamos por cerca de 20 minutos, enquanto bebíamos uma cerveja, e rapidinho ele me convenceu a dar pra ele. Coisa facílima de acontecer, já que eu adoro dar o cu no primeiro encontro. Combinamos então irmos no seu carro até um motelzinho bem discreto chamado CLIP’S, que fica na Rodovia Washington Luiz. Escolhi esse local porque tenho muito boas lembranças dele, que despertam bastante tesão em mim na hora H. E por falar em tesão, os olhos de Antônio brilhavam tanto de desejo que pareciam até que ele estava me comendo só de olhar. Pouco depois chegamos ao motel, ele pediu a suíte e fomos para lá. Após estacionar o carro na garagem da suíte Antônio foi fechar o portão da mesma e, enquanto isso, eu me posicionei na frente da escada, esperando por ele. Quando ele se aproximou de mim eu, de costas para ele, sem dizer nada, abaixei o meu jeans até um pouco abaixo da bunda, puxei a cueca, enfiando-a no rego e comecei a subir a escada, devagar e sorrindo. Antônio não perdeu tempo e segurou as minhas bandas com suas mãos enquanto subia atrás de mim.
– Aaaaah, que bundão gostoso você tem, viado! – gemeu ele.
(Eu havia dito a ele que gostava muito de ser chamado de viado) Sorrindo contente pelo fato do macho ter apreciado o meu material, lá no alto da escada eu parei, arrebitei o bundão, ele enfiou a cara nele e eu dei uma boa rebolada de bunda nela. Assim que entramos na suíte fomos direto para o banheiro a fim de tomar uma ducha. Como já tínhamos conversado tudo o que tínhamos para conversar, não era o caso ficarmos adiando o momento princiPAU. Lá dentro do box, nus, ensaboei a mão direita e fui direto no seu membro pra dar um trato nele. Enquanto ensaboava e alisava a pica de Antônio ela foi ficando dura. Seu pau era bem bonito, com seus 17cm, bem grosso, cabeça grande, parecendo um cogumelo, do jeito que eu gosto. Antônio, por sua vez, com a mão também ensaboada, me colocou de lado e foi com ela toda no meu rego, dando maior atenção ao meu cu, onde ficava passando a mão ensaboada e enfiando o dedo médio. Querendo deixá-lo com mais tesão ainda fiquei de costas para ele, dobrei os joelhos e comecei a esfregar o burrão na sua rola dura. Antônio ficou alucinado de desejo e me pediu:
– Posso brincar um pouco na portinha?
– Pode, mas só com a cabecinha! – Respondi sorrindo.
Antônio não esperou mais nada e foi logo posicionando o cabeça da rola na minha entrada. Assim que senti o toque fiquei rebolando, bem safado, o meu cu naquele cogumelo enorme. Cheio de tesão, Antônio algumas vezes chegou a introduzir toda a cabeçona dentro do meu cu e eu, depois de dar umas reboladinhas com ela dentro de mim, escapulia dele. Ficamos assim por algum tempo, com ele enfiando a cabeça da rola no meu cu e eu (bem safado) rebolando e escapulindo, por algum tempo, até que ele me fez ajoelhar debaixo do chuveiro e, se posicionando em pé na minha frente, colocou o piru duro na minha cara. Pra quem sabe ler um pingo é letra, por isso, sem qualquer cerimônia, caí de boca na piroca dele e abocanhei a cabeçona.
– Isso, viado, chupa meu pau, chupa. Assim, aaaaahh! – Gemeu ele, quando comecei a percorrer a extensão daquela rola com meus lábios, com satisfação.
Já sabendo como ele gosta de ser chupado (por conta de nossas conversas anteriores), recuei até ficar encostado na parede. Antônio então segurou a minha cabeça e ficou, literalmente, fudendo a minha boca, enquanto eu me limitava apenas a ficar olhando para seus olhos, do jeito que ele gosta (eu sempre procuro fazer as coisas que o parceiro gosta pra poder dar muito prazer a ele). Depois de um tempo assim metendo na minha boca, Antônio não resistiu e gozou. Apesar de eu gostar muito de esporra na boca, isso não estava no script, já que eu só costumo deixar gozar na minha boca pessoas que eu conheço bem e confio bastante. Porém, como diz o ditado: Quem está na chuva é para se molhar. Então não me restou outra opção senão deixar ele terminar de gozar tudo dentro da minha boca, mesmo porque eu nunca iria impedir um parceiro de gozar bem gostoso em mim. Assim que ele terminou seu pau amoleceu e escapuliu de entre meus lábios e eu engoli todo o leite grosso dele. Eu sempre procuro beber o leite do macho que goza na minha boca porque acho que não pega bem cuspir a porra depois, além do fato de eu gostar muito de beber esporra e ser um tremendo desperdício jogar o leite fora. Sem contar que geralmente o ativo adora ver o passivo bebendo a porra dele. Depois nós nos lavamos e fomos para o quarto. Fomos direto para cama onde ficamos conversando trivialidades enquanto eu alisava piru dele. Depois de algum tempo o pau de Antônio ficou durão novamente e eu caí de boca nele outra vez. Para isso eu fiquei do lado direito de Antônio, de 4 sobre a cama. Antônio, aproveitando que minha bunda estava bem arrebitada na posição, foi com sua mão direita em direção a ela e enfiou o dedo médio no meu cu. Foi como ter recebido uma descarga elétrica e eu passei a chupar com mais vontade ainda (adoro uma dedada no cu quando estou pagando boquete). Pouco depois Antônio me pediu para sentar com meu burrão sobre a sua cara e eu o atendi, posicionando meu cu exatamente na direção de sua boca, do jeito que ele havia me dito antes que gostava. Comecei então a rebolar e a esfregar o meu cu na boca dele, deixando ele doido de tesão. Quando percebi que meu cu já estava bem lubrificado, estiquei o braço e peguei a camisinha que estava sobre a cômoda. Sem tirar o cu da boca de Antônio, abri o invólucro, tirei a camisinha e coloquei-a no pau dele. Então, nem safado, fui devagar, arrastando a minha bunda pelo corpo de Antônio, enquanto salivava e punhetava a sua rola encamisada, até chegar com meu cu na ponta de sua vara. Lá chegando, olhei para trás, para ele, e, sorrindo, comecei a rebolar naquela pirocona, enquanto forçava minha bunda para baixo a fim de engolir com meu cu aquela rola dura. Logo logo a cabeçona saltou para dentro do meu furico e pouco depois a piroca toda estava alojada dentro de mim, para satisfação de Antônio. Passei então a, inicialmente, rebolar com a pica toda dentro do meu cu e, depois, a subir e a descer por toda a extensão daquela vara. No início devagar e depois com mais vontade. Em determinado momento Antônio pediu para que eu virasse de frente para ele. Bem sacana, sentei todo meu cu no seu pau e comecei a girar devagar, até ficar de frente para ele, tendo suas pernas entre as minhas. Quando terminei o movimento comecei novamente a cavalgar na sua rola, sorrindo e olhando para os seus olhos cheios de tesão. Depois de muito vai-e-vem e muito entra-e-sai Antônio quis mudar de posição (ele havia me dito que gostava de variar, o que eu também gosto muito). Rapidamente ele me colocou de 4 na beirinha da cama e forçou meus quadris para baixo, para que eu ficasse mais ao nível de sua piroca. Assim de 4 com minhas pernas abertas, meu bundão bem arrebitado e os cotovelos no colchão, esperei Antônio salivar a sua rola para enfiá-la no meu cu. Posicionado de pé atrás de mim ele levou a pica até a entrada do meu anel de couro, me segurou forte pela cintura e enfiou tudo de uma vez. Após a penetração ele, ainda me segurando pela cintura, começou a foder o meu cu. Seu pau entrava e saia de dentro de mim de uma forma lenta e cadenciada, que me dava muito prazer. Adoro levar no cu de 4.
– Aaaah, Lauro, que cu gostoso você tem. Delícia, aaaaaahhh!
Daí pra frente foi só pirocada. Ele enfiava toda sua rola em mim e depois retirava até quase escapulir pra fora do meu cu. Antônio me fodia de forma ritmada, num vai-e-vem que só parava de vez em quando, em que ele enfiava todo o pau em mim e me fazia rebolar na sua piroca (adoro rebolar meu cu numa pica). Pelos espelhos do motel eu podia ver bem as expressões de tesão no rosto de Antônio. Depois de algum tempo bombando assim em mim ele me mandou deitar na cama e, sem tirar a pica, deitou-se em cima de mim, posicionando-se entre as minhas pernas, bem no centro de minhas nádegas. Em cima de mim, nessa posição, ele passou seus braços por debaixo do meu, segurando-me pelos ombros, e voltou a estocar novamente, lentamente. Preso debaixo dele eu me limitei a aceitar passivamente sua invasão (permitida) dentro de mim. Ficamos um bom tempo assim até ele resolver mudar de posição novamente. Dessa vez ele me fez ficar de barriga para cima, me colocando na posição do frango assado. Com a pica no meu cu, Antônio me fez colocar as pernas em seus ombros e deitou sobre mim. Daí pra frente foi mais uma seção de pirocada. Ao contrário da primeira gozada, em que ele estava com gozo e tesão acumulados devido à expectativa gerada por nossas conversas, dessa vez ele estava demorando bastante para gozar, o que estava fazendo com que meu cu, que estava há muito tempo sem pica, começasse a arder. Ainda assim me limitei a sorrir e gemer na sua pica. Após várias estocadas Antônio anunciou que queria gozar. Rapidamente retirou o pau do meu cu, tirou a camisinha, posicionou-se montado sobre meu tórax, ajoelhado, colocou o piru na frente da minha cara e, depois de punhetar um pouco a rola, gozou.
– Isso, esporra tudo na minha cara. Assim! – Falei sorrindo, enquanto o leite escorria pela minha cara.
Depois de gozar tudo Antônio ainda ficou esfregando e batendo com o piru na minha cara. Após isso fomos tomar banho. No box, antes de ligar o chuveiro, Antônio me pediu para ficar de joelhos com a boca aberta. Posicionado de pé na minha frente, com a rola a uns 20cm do meu rosto ele, mirando na minha boca aberta, começou a mijar, como ele antes havia me dito que gostaria de fazer comigo. Sorrindo, deixei ele mijar tudo na minha cara e boca, deixando o mijo escorrer para fora pelos cantos de meus lábios e depois tomamos banho para irmos embora. Para nossa primeira vez estava de bom tamanho. Depois desse dia Antônio comeu o meu cu mais 6 vezes, até que ele, em setembro, foi morar com a filha em outro estado e perdemos de vez o contato. Pena. Hoje estou procurando alguém para suprir a falta dele. Se você gostou da história, tem um perfil semelhante ao de Antônio e acredita que eu tenho o perfil que você procura, entre em contato comigo. De repente a gente se encontra e, com sigilo e segurança, faça algo assim tão gostoso como o que foi feito nesta história. Se você tiver alguma fantasia e queira realizá-la, me diga também. Gosto muito de realizar fantasias dos meus parceiros, se não for algo absurdo, é claro. Um abraço a todos. Meu e-mail/Skype é: lauro_cpdc@outlook.com

Avalie esse conto:
PéssimoRuimMédioBomExcelente
(0 Votos)
Loading...