Um beijo despertou meu desejo

Quando era um menininho, acho que uns 12 anos, meus amiguinhos gostavam de passar a mão na minha bundinha, isto me deixava irado com eles, mas logo eles me deixavam em paz e seguíamos nossas brincadeiras. Havia um menino maior que todos que nunca brincava com nossa turminha, por ser maiorzinho que nós, mas as vezes ele aparecia, e quando os outros estavam distraídos, ele colocava a mão por baixo do meu calção e alisava minha bunda. Como ele era grande, não podia reclamar muito, deixava o medo dele fazer ele parar. Nos mudamos de bairro, fui me entrosando com uma nova turma, mas foi na nova escola que um menino, de mais ou menos 14 anos, passou a me assediar, no bebedouro da escola ele sempre deixava eu ir na frente e se encostava na minha bunda e segurava minha cintura. Estes encostos dele eram quase todos dias. No meio da aula tive que ir ao banheiro, estava muito apertado e nem dei bola para ele, que já estava dentro do banheiro, fiz meu xixi e ainda demorei mais um pouco para dar tempo de sair. Sai do box e ele estava me esperando, veio na minha direção e me encostou na parede, pediu um beijo para me deixar ir para a aula, virei o rosto para ser beijado e o terror cessar, mas ele virou meu rosto e beijou minha boca, ele pediu segredo e eu continuei mudo com a atitude dele. Não precisava pedir segredo, eu também estava com vergonha. Fui para casa apavorado com aquele beijo. No outro dia não fui a escola, dei uma desculpa em casa. Mas tive e encarar outro dia e ir. Na escola vi ele de longe me observando, quando ele se aproximou de mim, perguntou se não queria ir no banheiro, disse que não queria, estava prevendo o que poderia acontecer, ele disse que estava indo ao banheiro sozinho mesmo. Vi ele entrando, quando deu sinal para entrarmos na sala de aula, percebi que não havia nenhum aluno nos corredores e corri ao banheiro. Encontrei ele sorrindo dizendo que sabia que eu viria. Sem dizer mais nenhuma palavra beijou meu pescoço e boca, retribui o beijo, com desejo nunca sentido, terminado o beijo corri para a sala. Na saída da escola ele me convidou para ir na casa dele, não pensei duas vezes, já que era caminho de casa também. Chegando lá, nos atracamos na boca um do outro. Suas mãos pegaram em minha bunda e apertaram enquanto nos beijávamos. O clima esquentou e disse que precisava ir em bora. No outro dia ele não foi a escola, foi minha vez de sentir sua falta. Antes de chegar em casa, passei na casa dele, ele mesmo me atendeu, dizendo que tinha se atrasado e resolveu não ir. Fomos para seu quarto e nos beijamos com mais tesão ainda, ele foi tirando suas roupas, e eu fiz a mesma coisa. Completamente nus e nos beijando, ele pega meu pau duro e começa a punhetar, eu também faço o mesmo nele. De repente ele se curva e coloca meu pau em sua boca e começa a chupar, gozo na boca dele, que me oferece seu pau, meio sem jeito coloco na minha boca, como ele engoliu tudo, também engoli, nos despedimos e voltei pra casa para ninguém sentir minha falta. Falamos pelo telefone mais de hora, e marcamos ficar em sua casa no horário de aula. Cheguei mais cedo ainda, fomos direto para o quarto e nos pelamos, depois de um longo beijo, ele me ofereceu sua bundinha para come-la. Ele estava deitado de costas com um cuzinho já acostumado a ser penetrado, meu pau se alojou dentro dele, sentindo um calorzinho prazeiroso gozei dentro dele. Ele me virou e me beijou, a boca, a nuca, o pescoço e a bunda. Depositou um cuspe na entrada do meu cuzinho e disse que ia me dar muito prazer. O peso dele se encarregou de penetrar minha bunda. Estava ardendo muito, mas aguentei como ele tinha me aguentado antes. Só refrescou quando ele jorrou sua porra dentro de mim, assim mesmo ele ficou mais um tempo me penetrando. Quando ele terminou, meu pau estava duro de novo, parti para cima dele de novo, meu pau se enfiou cu a dentro, gozei bastante alisando suas costas e bunda. Fomos tomar banho juntos e alisamos o pau do outro, mas desgastados os paus permaneceram moles. Seguimos nossos encontros as escondidas de todos por muito tempo, até o destino nos separar. Fui em busca de outras pessoas pra curtir o que aprendi com ele, sempre sem ninguém ficar sabendo.

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