Como eu fiquei depois do motorista da van e do tio

Minha segunda foda, na casa de praia, sendo anestesiada pelo sacolé e arrombada pelo meu tio, me transformou numa puta de esquina mesmo.
Naquele dia mesmo fomos para a casa dos meus tios, e eu ainda tomei na buceta de novo.
Eu tive que dormir lá, porque chegamos já um pouco tarde.
Fomos assistir TV e eu e a Ju deitamos no sofá em L, cada uma pra um lado, brincando de esfregar os pés, fazendo cócegas uma na outra.
Passando novela, a Ju e eu capotamos no sofá, o tio estava no chão tomando cerveja e a tia do lado. Ela resolveu tomar banho pra ir deitar.
Acordei com a boca do tio mamando meus peitos, eu deitada de barriga pra cima no sofá e meu vestidinho de dormir levantado.
Ele enfiava o dedo na minha buceta e chupava meus peitos.
– Minha rapariga, minha puta, quero te fuder de novo. Safadona. Putona arregaçada. Tá ardida da rolada, tá?
Ele sussurrava e enfiava os dedos na minha bucetinha, chupando meus peitos com força. Senti quando desceu a cabeça e começou a chupar meu priquito. Enfiava a língua, mordia, me puxava a buceta pela boca. Olhei pro lado da Ju e vi ela deitada, também com as perninhas abertas, de calcinha e blusa, cansada chega roncava.
Fiquei olhando ela enquanto ele me chupava e ele notou.
– Tá vendo o que? Tá olhando a priminha? Ela não é uma puta roleira que nem você. A buceta dela ainda tem cabaço.
Acho que ele mesmo se excitou com o que disse porque se afastou e ficou olhando a Ju dormindo. Baixou a mão, alisou a bucetinha dela por cima da calcinha e pôs os dedos dentro, era frouxinha a calcinha dela, e ele lambeu os dedos e dedilhou depois voltou pra mim.
– Vem cá, que a sua tá arrombada, já. Tesuda essa bucetona.
Ele pôs a piroca pra fora, subiu minhas perninhas e meteu de novo, tipo frango assado.
– Ai, tio, tá ardendo, ai, ai…
– Aguenta, tua buceta tá esfolada de tanta piroca. QUem te come, Nat? Teu pai te comeu? O idiota do teu irmão te arrombou, foi? Oi foi o Otávio? Ele sempre foi sacana, deve ter te arombado. Fala pro tio, fala: Papai comeu meu priquito.
Eu falei, entre gemidos, pra obedecer. Estava chorosa… Pela emoção de estar sendo arrombada de novo e pelo ardor.
– Ai.. ai.. tio… foi papai… papai comeu… comeu meu priquito…
Eu senti a pica dele inchar dentro de mim quando disse isso e ele começou a socar com força. Fazia barulho. Se a tia não tivesse de chuveiro ligado, dava pra ouvir.
– O papai comeu o priquito, o titio comeu. Essa buceta vai levar rola de tanto macho… Porque você é uma cachorra, Nat… Raparigaaaaaa, raparigaaa arrombada.
Ele falava isso e olhava pra Ju. Hoje sei que ele teve tesão em imaginar comer a filhinha. Na época não entendi direito.
Mas eu via o pau dele entrar e sair de mim, arreganhada de pernas pra cima, ele segurando meus pés forçando minha bucetinha a abrir e ela ardendo. Mas cada vez era mais gostoso.
Ele parou um pouco, afastou a calcinha da Ju, alisou a buceta, lambeu os dedos, saiu de dentro de mim, lambeu a buceta dela e voltou a me comer na mesma posição. Mas a calcinha dela ficou de lado, e ele ficava de olho na buceta dela enquanto me arrombava de novo.
O chuveiro desligou e antes que ele gozasse, ele deu um salto, arrumou a calcinha da Ju e saiu de perto. E eu me fechei, arrumei a minha e fingi dormir.
A tia veio na sala, viu a gente.
– Edu, tão capotadas, vamos deixar elas dormirem aqui?
– Deixa, vamos cobrir pra não passar frio.
Eles vieram, cobriram a gente, arrumaram uns travesseiros e puseram embaixo das nossa cabeças e sairam.
Dormi ali mesmo, arrombadinha, do lado da Ju.
Acordei pelas tantas da madrugada, com meu tio mexendo comigo de novo.
– Vem cá, Nat, não gozei. Tô de pau duro até agora. Vem cá.
Ele veio com a piroca de fora. Eu estava tonta de sono. Ele beijou minha boca, meu primeiro beijo foi enquanto eu dormia… Abriu com a língua e depois enfiou os dedos, e quando eu menos percebi, ele enfiou o pau na minha boca.
– Isso, abre a boquinha. Chupa, puta chupeteira, chupa. Chupa gostoso a piroca do tio.
Mama igual pirulito, vai. Chupeiteira de rola.
De olho entreaberto mamei naquela piroca. Procurei a Ju e vi que ela estava, de novo, toda aberta e a calcinha pro lado. Ele já tinha mexido com ela.
Mamei, engoli, senti ele socar aquele pau na minha boca.
– Pera, senão eu gozo. Calma que eu quero aproveitar.
Ele saiu, vi quando foi até a Ju, se abaixou e ficou mexendo na buceta dela. Ele alisava e abria e vez por outra, dava umas linguadas.
– Vem cá, Nat, vem.
Me levantei e fui pra perto dele, do lado da Ju.
– Olha que tesão. Que vontade de arrombar ela igual o Otávio te fudeu. E depois ficar rasgando igual eu te rasgo.
Eu toquei na bucetinha dela. Fiquei pensando que era inocente, diferente de mim. Abri e vi vermelhinha, melada provavelmente de ser chupada. Vi o buraquinho pequeno igual ao meu, mas não tinha sido rasgado.
O tio assistia com muito tesão eu fazer aquilo.
Ele me fez encostar do lado dela e veio pra trás de mim.
Fica fazendo carinho na sua prima, fica.
Fiquei alisando e abrindo a bucetinha dela e senti ele atrás de mim encaixar a piroca em mim de novo. Ele enfiou e ficou metendo devagar, olhando por cima do meu ombro meus dedinhos abusarem da inocência da Ju.
– Safada, puta safada. Isso, priquito delicioso do pai, abre esse priquito, deixa eu meter meu cacete até o talo, até te partir em duas, filhinha.
Ele me fodia e pensava nela.
Senti ele sair e começar a cutucar meu cuzinho. Ele lambeu os dedos e foi enfiando. Ardia e eu trancava a bundinha. Ele alisava, tirava o dedo, eu relaxava e ele tentava de novo.
De tanto tentar, senti o dedo atolado no meu cu. E ouvi ele arfar no meu ouvido. Senti quando ele tentou meter outro, mas não conseguia. Então ele se levantou e foi até o banheiro, voltou com um pote de creme de cabelo na mão.
Agora, ele enfiava os dedos no creme e no meu cu. Sentia deslizar fundo e ele socava tirando e colocando rápido. Depois senti aumentar a pressão, eu continuava alisando a bucetinha da Ju e quando parava ele mandava continuar.
Senti meu cuzinho aberto.
– Tô enfiando dois dedos no teu rabo. Tá gostoso?
Fiz que sim com a cabeça.
– Ahhhhh, puta, vou te enrabar hoje. Vou arrombar teu cu, deixar esse cuzão sem uma prega.
Ele enfiava fundo e rápido os dois dedos em mim e acabei me inclinando em cima da Ju, pela força que ele colocou.
Então ele se posicionou e eu sabia que meu cuzinho ia levar rolada.
Senti aquela piroca entrar, doia muito, mas doía demais, mesmo deslizando. Parecia a primeira vez na buceta com tio Ivan.
– Aaaaaaaaai, para, tio, ai para. Tá me rasgando.
– Para o caralho, vou te enrabar, vagabunda, Vou enfiar até os ovos no teu cu. Abre esse cuzão, vai. Abre.
Ele puxou minha perna pra cima do sofá. Fiquei com uma perna sobre o sofá e a outra no chão, debruçada perto da Ju, e tomando no cu. Senti cada centímetro daquela pirocona cabeçuda invadir meu cuzinho que agora era um cuzão arreganhado.
A calcinha dela foi voltando pro lugar e ele disse:
– Puxa a calcinha da JU, deixa eu ver essa buceta rosa.
Fiquei segurando a calcinha dela e abrindo os lábios da bucetinha e ela roncando.
A tora estava atolada no meu cuzinho.
– Que cu gostoso, filha. Não sabia que vocÊ era tão gostosa na buceta e no cu. Rapariga do papai. Arrombada do papai. Aguenta, aguenta minha rola entrando no teu cu, no teu intestino, no fundo desse rabo. Vou socar meus ovos no teu cuzão rasgado.
Ele empurrava com muita força.
Eu chorava, não preciso dizer, porque sempre chorava mas nessa hora eu chorava muito, mordendo minha mão e gemendo baixinho. As vezes eu tinha vontade de gritar, tao fundo sentia aquela pomba grossa em mim.
– Vou encher esse cuzão de porra. Chora, vagabunda, chora com meu pau atolado no fundo do teu cu.
Senti ele socar com muita força, quis gritar mas abafei eu mesma os gritos com a mão. Ele socou umas cinco vezes fundo e com força, puxou meus cabelos e senti aquilo que eu já estava conhecendo: A piroca engrossava e começava a latejar, cuspindo dentro de mim.
Senti arder tudo por dentro e ele socando enquanto aquilo saía e escorria pelas minhas pernas.
– Safada… Cuzão… Gostosa… Rabuda… Rasgada… Ele ia falando aos poucos, respirando fundo….
Então foi saindo de mim, parou uns minutos e respirou fundo…
Alisou a bucetinha da Ju, ajeitou a calcinha.
Me arrumei, fui ao banheiro, tava com muita vontade de fazer cocô, mas quando fui pro vaso só saiu aquele leite branco grosso dele.
Me lavei no chuveirinho, sentia tudo arder, doía tanto que eu não conseguia sentar direito. Depois fui pra cama da Ju dormir.

Depois desse dia, o tio me comia quando eu ia por lá, sempre na buceta e no cu. E começou minha vida de safada quando inventei de contar esses abusos pro amigo do meu irmão, que também quis provar. Eu contei de forma safada, claro.
Mas daí em diante, alguns homens mais velhos tiveram o prazer de me arrombar ainda antes de menstruar e, como eu disse antes, até hoje, eu só sinto prazer se for amarrada, abusada, rasgada. Se puxarem meus cabelos e derem tapas na minha cara.
Sinto que sou uma vagabunda, puta desde menininha.

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