Colinho do papai

Nunca tive coragem de contar isso a ninguém. Há algum tempo venho assintindo vídeos de incesto, lendo contos e to percebendo que não sou o único a ter passado por isso. Por esse motivo, resolve compartilhar minha experiência até como forma de desabafo. Tudo começou quando eu tinha 12 anos. Até então, diferente dos meus amigos da minha idade, eu não tinha uma namoradinha, nunca tinha beijado ninguém. Preferia jogar meus jogos e brincar com o pessoal de bola na rua. Nada me atraia como os outros meninos falavam. Mas tinha algo que me incomodava, eu gostava de ver atores sem camisa e de sunga na televisão, quando ia a praia, clubes sempre observava quando algum homem era bonito. Os meus amigos mais velhos também me chamavam muita atenção, ficava sempre observando como eles eram bonitos. Nunca havia acontecido nada de sexual na minha vida. Eu já tinha os pelos pubianos e meu pau sempre ficava duro na hora do banho, gostava de brincar com ele. Sabia que era normal porque isso acontecia com meus amigos também, eles sempre comentavam. Neste dia, estava chegando da aula e meu pai no banho. Quando ouviu o barulho da porta do meu quarto se abrindo, gritou do banheiro se era eu mesmo que havia chegado, e me pediu que levasse um sabonete. Bate na porta para lhe entregar, ele disse que estava aberta, senti um frio correr minha espinha na hora, uma ansiedade estranha um nó na garganta. Alguma coisa invadiu todo o meu corpo e bambeou minhas pernas, lembro como se fosse hoje a sensação que tive. Nunca havia visto nenhum um homem pelado, até então a sensação era boa, mas se tratava do meu pai. Eu abri a porta, ele estava terminando de tirar o sabão do cabelo, estava com os olhos fechados esfregando o rosto. Seus ombros eram largos, possuía os músculos bem definidos pelo trabalho de pedreiro. O peito e a barriga eram cobertos por uma camada de pelos bem escuros, não muito abundantes. Formava um caminho se estendendo do peito até seu umbigo mais fino, e novamente engrossava até chegar abaixo da cintura. Ele cortava os cabelos do seu pau, deixava bem curto o que mostrava com mais clareza o tamanho do seu pênis. Diferente do meu, que estava crescendo, era muito grosso. Tinha a cabeça pra fora, bem rosa e o saco com as bolas pesadas que balançavam enquanto ele esfregava o rosto. Ele viu que eu estava parado com o sabonete na mão, perguntou como foi meu dia e agradeceu por eu ter levado. Respondi que foi tudo bem, e sai correndo do banheiro. Estava trêmulo. Quando fui para meu quarto, vi que tive uma ereção, e eu não conseguia parar de apertar o pinto e me masturbar lembrando a figura do meu pai. Deitei na cama e não controlava toda aquela emoção, foi a primeira vez que realmente me masturbei. Já sabia como eram os movimentos, mas nunca havia terminado. Toda aquela sensação invadia meu corpo, um calor subia e uma sensação sem explicação tomava conta de mim, foi quando gozei pela primeira vez. Eu não sabia direito o que era aquele liquido que saiu, mas um dos meus amigos mais velhos que eu raramente perguntava alguma coisa sobre sexo, logo me explicou o que era. Embora meu pai fosse um bom homem não tínhamos muito que conversar. Ele sempre trabalhou muito, chegava em casa cansado e nos finais de semana gostava de ir jogar bola, fazer churrasco e ficar bebendo com os amigos. Minha madrasta já nem se importava com isso, morávamos nós três em uma cidade do interior de MG. Os dias foram passando e eu não tirava aquela cena da minha cabeça, comecei a todos os dias tentar olhar no buraco da porta enquanto meu pai tomava banho, mas sem sucesso. Ficava todos os dias me masturbando na porta do banheiro só de imaginar que ele estava nu do outro lado. Meu pai passou a ser meu ídolo, o reparava cada dia mais. Sempre que ele estava assistindo TV, com sua cueca samba canção marcando seu pau, eu estava no sofá da frente onde tinha a melhor visão. Comecei a tentar me aproximar dele a cada dia mais, dando um abraço quando chegava do serviço, beijo no rosto, ficava encostado nele quando estava na cozinha conversando com minha madrasta. Um dia ele mesmo percebeu e disse que eu andava carente. Os dias se seguiram dessa forma, quando eu estava com 13 anos lembro que entrava no banheiro sempre depois que ele saia do banho e ficava cheirando suas cuecas, sentia o cheiro da pica suada do meu pai, esfregava ela no meu corpo na tentativa de saciar um tesão que só aumentava. E dessa forma se passaram mais um ano… Quando fiz 14 anos, foi o segundo episódio que mais me instigou a me entregar a tudo aquilo. Em um domingo que eu estava brincando na rua, entrei em casa para tomar água. Minha madrasta estava para casa da mãe dela como sempre fazia aos domingos, ouvi um gemido vindo do quarto do meu pai, bem baixinho. Olhei pela maçaneta e vi que ele assistia a um vídeo pornô na televisão, e para minha surpresa, um negro com o cacete enorme comia o cú de uma mulher. Aquilo atiçou completamente os meus hormônios, melhor foi minha surpresa, quando olhei para o meu pai deitado, ele se masturbava. O seu pau duro parecia que ia estourar em sua mão de tanto que a cabeça estava vermelhada e inchada, minhas pernas tremeram, minha respiração estava muito forte e meu coração acelerado, minha vontade era de entrar no quarto, mas tive que me contentar em ficar me masturbando também do lado de fora. Gozei muito rápido, uma porra muito farta assim que vi o meu pai gozando também, vários jatos bem brancos e espessos que espirraram em seu peito e no travesseiro de tão potente que saíram do seu pau. Eu sabia que não conseguia mais resistir, precisava arrumar alguma forma de transar com meu pai. Deste dia em diante, fiquei ainda mais próximo dele, comecei a não me contentar apenas com suas cuecas e comecei a pedir dvd emprestado a meus amigos de escola que tinham sexo explicito. Consegui um gay, e descobri o que realmente gostava. Eu me masturbava todos os dias, quando acordava, na hora do banho e antes de dormir. Nada me saciava, apenas o desejo por meu pai aumentava. Comecei a ir aos churrascos com ele, ir jogar bola (mesmo que para ficar so de fora olhando) tudo para ficar mais perto e identificar ao menos mais uma oportunidade de vê-lo pelado. Meu pai era relativamente tímido, não se trocava perto de mim e nem dos amigos no vestiário, sempre entrava em um banheiro individual, mas eu não desistia. Em um dos churrascos que fui, estava conversando com um amigo do meu pai sobre o Orkut dele (na época), dando algumas dicas. Porém comecei a ouvir meu pai dizer a outro amigo sobre sua vida sexual, ele e minha madrasta não mantinham relações sexuais, estavam em um processo que o relacionamento virou amizade e ele temia que logo se apaixonasse por outra pessoa e sua vida recomeçaria. O que mais me chamou a atenção foi ele dizer tinha que se contentar com vídeos pornôs e uma vizinha da obra que ele estava trabalhando que de vez em quando eles se encontravam. O amigo do meu pai fez então o comentário que me deixou ainda mais fascinado com tudo aquilo “mas as mulheres não ficam com você muito mesmo, seu quebrado” mesmo com pouca idade mas com tudo o que eu vi, sabia que ele se referia ao cacete descomunal que meu pai tinha e era o que eu tanto queria poder apreciar nos últimos anos. Sai do lugar e tive que ir ao banheiro me masturbar, tamanho era a excitação que tinha no meu pai… só de ouvir isso já me excitava, eu não conseguia controlar mais! Estava apaixonado ou louco de tesão por ele. Nenhum outro menino mais me interessava, nem os da escola, nem da rua. Todas as minhas punhetas eram para o meu pai. Comecei a notar que toda vez que estávamos no churrasco e meu pai bebia, ele se alterava bastante. Ficava muito risonho, menos tímido. Todas as brincadeiras eram relacionadas a sexo e qualquer mulher que passava em sua frente, ele apreciava a bunda e os seios, o que me corroía. Fiz os meus 15 anos, continuava sendo o mesmo menino esquisito que nunca ficou com ninguém e nem fazia esforço algum para isso. No entanto se masturbava inúmeras vezes no mesmo dia pensando no meu pai e em formas de como conseguir alguma coisa. Foi então que um amigo me contou um episódio e eu tive a ideia. Contou que havia tomado muita pinga e não se lembrava de nada, só de quando acordou no outro dia em sua cama. Eu tinha que ter um jeito de dar pinga a meu pai. Minha madrasta iria entrar de férias nos próximos 15 dias, ela e meu pai realmente não tinham mais vida de casal, e meu pai havia mudado de obra já. Imagino que não tinha com quem mais se engraçar, percebi também por ele ir todos os dias na locadora, e passar grande parte do seu tempo no quarto, e quando eu conseguia, assistia suas gozadas fartas em sua barriga e no seu peito. Como eu queria sentir aquela porra escorrer em mim… O meu pai estava no auge do tesão e sem transar, era minha oportunidade. Minha madrasta viajou de férias para a casa de uma irmã, no outro dia tinha o churrasco dos amigos do meu pai, e eu como sempre, estaria com ele. Acordei tenso nesse dia, estava decidido a embebedar o meu pau e chupar seu pau igual eu via nos filmes, tomar leite direto da fonte e sentir ele se estremecer todo enquanto goza na minha garganta. Almoçamos e meu pai disse que às 15h horas iríamos para a casa do gordo (amigo dele). Fiquei pronto, andava de um lado para o outro, pesquisei na internet sobre os efeitos da pinga no corpo e vi que realmente conseguiria que meu pai perdesse a consciência. No meio da tarde, entramos no carro e fomos para o churrasco. Eu não aguentava de ansiedade, olhava para meu pai o tempo todo, não conseguia comer e nem conversar com ninguém. Eu sabia que o gordo tinha um galão de pinga embaixo da pia, peguei uma garrafa de coca de 600ml, fui na cozinha, coloquei pinga nela toda e deixei escondida perto das bebidas na varanda. Meu pai estava por minha sorte tomando whisk e cerveja, e já estava começando a ficar alterado, ele me pediu que buscasse whisk pra ele, misturei com cachaça e o entreguei. Fiz isso por 4 vezes, foi quando vi que meu pai estava ficando alteradíssimo e comecei a me preocupar, ele caminhou para o banheiro e quase caiu quando chegou na porta pois errou a entrada. Fui correndo ajudar, e pela primeira vez ele me deu um abraço; partido dele e um beijo no rosto, assim que ele tocou minha pele me invadiu todo o tesão acumulado, eu cheguei a soltar um gemido bem baixo e sentir todo o meu corpo arrepiar, minhas pernas bambas e respiração ofegante. Era o momento, chamei meu pai para irmos embora, já estava noite. Ele disse que iria mijar e já íamos embora. Tratei de pegar umas cervejas e o resto da pinga que escondi, coloquei em uma sacola e fiquei esperando ele sair. Estava levando mais bebida para ele. Pedi a dois amigos do meu pai que nos levasse em casa e que poderiam voltar com o carro que amanhã eu dava um jeito, só queria chegar em casa tranquilo e finalmente transar com meu pai. No caminho meu pai dava risadas e parecia que se alterava ainda mais a cada minuto, eu abri uma cerveja e dei a ele. Chegamos em casa, abri a porta agradeci os amigos do meu pai, e coloquei ele para dentro de casa precisando se apoiar em mim. Assim que entramos, eu dei um abraço no meu pau bem forte, de uma forma diferente e sentia que iria explodir de tanto tesão, meu pau completamente duro na roupa. Ele retribuiu o abraço e ficamos assim um tempo, ate que ele se soltou e disse que queria tomar água. Ele tropeçou no sofá e eu percebi que ele já havia perdido muito os sentidos, estava tudo dando certo. Meu pai voltou da cozinha com o copo de água na mão e eu enchi com cerveja e mais pinga, troquei pela água. Ele bebia, fazia careta, mas continuava tomando enquanto ouvia uma musica no computador que eu coloquei. Resolvi começar o que tanto queria, tirei a minha roupa e fiquei só de cueca com o intuito de provocar meu pai, mas ele permanecia contando seus casos e nem ligava de eu estar só de cueca. Eu abaixava, passava toda hora do lado e encostava bem forte em seu corpo e ele nada. Foi aí que disse a ele que era melhor a gente dormir, e que para isso ele iria precisar de um banho. Topou na hora, disse que tudo bem. Ele me chamou pelo nome de outro conhecido, eu estava adorando que ele não me reconhecia mais. Antes que ele dissesse qualquer coisa, disse que o ajudaria tomar banho e já fui tirando sua roupa, ele só resmungou “vamos para o banheiro” eu disse que sim, só ia deixar a roupa guardada. Apaguei completamente a luz, deixei só a do cômodo vizinho ligada dificultando meu pai me reconhecer de todas as formas, foi quando finalmente terminei de tirar sua roupa. Ele estava sem camisa sentado no sofá só com um dos pés com tênis. Tirei seu sapato, e fui subindo a mão com todo cuidado e calma sentindo cada cm de suas pernas grossas e malhadas pelo futebol, quando cheguei nas coxas, sentia que meu cú latejava, meu pau estava duro e eu suava demais. Era essa sensação que todo mundo falava e eu realmente precisava conhecer? Tirei sua bermuda, e junto com ela a cueca, não aguentava esperar. Estava ajoelhado no chão e fiquei de frente para o seu cacete, meu coração batia muito forte. Eu disse “Heitor, como o seu pau é grande” não queria em momento nenhum que ele me reconhecesse como filho, e ele resmungou meio enrolado “adianta nada, quase não uso”. Foi a deixa que eu precisava, já segurei com vontade e ele tentou tirar minha mão como em um impulso, mas eu pedi pra ele não fazer aquilo e disse “vamos usar ele hoje, deixa eu fazer você gozar” ele simplesmente encostou no sofá e deu um sorriso com os olhos fechado. Entendi que eu tinha passe livre. Na mesma hora, o caralho do meu pai começou a crescer na minha mão, de uma forma tão rápida que ela já não se fechava mais em toda sua circunferência, um cheiro de macho suado e de rola começou invadir a sala, atiçando ainda mais o meu tesão. Eu não conseguia acreditar que tudo aquilo estava acontecendo, mas iria aproveitar cada segundo. Eu tive experiências em filmes de certas coisas a fazer, mas o que me motivava e me controlava agora, é todo aquele tesão acumulado que eu sentia. Estava ali, o homem dos meus sonhos, 1,82m 89kg 41 anos ( na época) começando a ter os cabelos calvos, corpo todo definido pelo futebol e o trabalho, melhor: aquela rola completamente dura doida para cuspir porra no primeiro buraco que aparecer. Meu pai era moreno claro e tinha todos os pelos muito pretos, o que dava um contraste maravilhoso. Com o reflexo da Luz baixa que vinha da cozinha. Sem pensar duas vezes, já segurei bem na base do pau dele, e comecei a cheirar a cabeça que estava se lambuzando com uma baba gosmenta que saia do seu pau. Senti aquele cheiro que eu sempre sentia na cueca, só que muito mais forte e bem próximo, gemi baixinho e tentei engolir o pau dele. Mas entrou pouco menos da metade, de tão grande. Assim que minha boca quentinha engoliu a cabeça do pau do papai, ele gemeu muito forte, segurou minha cabeça e forçou pra dentro da minha boca, e começou um vai e vem desesperado, eu sabia que teria que aguentar toda a fúria sexual dele e estava preparado, mesmo sendo minha primeira vez. Deixei-o fazer na velocidade que ele queria e tentei manter a boca mais aberta possível, ele então começou a me chamar de putinha e disse que fazia tempo que uma menininha não lhe dava prazer, o deixei continuar achando que era uma menina que lhe boquetava. Afinal, era o que eu era agora, sua menininha. Eu babava muito no pau dele, e comecei sentir bater na minha garganta e querer vomitar, mas não conseguia engolir tudo, ficava olhando para cima meu pai se contorcer de tanto tesão, continuava me segurando forte pela cabeça, e gemia como um louco, um gemido grosso, de muito tesão. Fui tirando minha cueca sem largar o cacete da boca, e fiquei com o cuzinho bem empinado enquanto estava ajoelhado no meio das pernas do papai chupando uma piroca com um cheiro tão bom, mas melhor ainda era seu gosto, não consigo esquecer. Depois de chupar bastante, eu me levantei e fiz outra coisa que meu instinto me obrigou, sentei de frente para meu pai com as penas abertas em cima das pernas dele, e lhe dei um beijo. Aquele hálito de bebida e de homem, bem quente e aquela língua explorando toda minha boca pequena, me mostraram como é dar um beijo. E ele descia pelo o meu pescoço, enquanto suas mãos seguravam firmemente minha cintura, eu enfiei a mao por baixo e deixei o seu pau repousado no meu rego, sem nem mesmo perceber, eu rebolava passando a bunda no pau dele. Meu pai tentava de todo jeito descer a mao para o meu pau, mas eu não queria que ele percebesse que eu não era uma menina lhe dando prazer e acabasse tudo, então eu sempre tirava a mao dele e pedi para que não fizesse. Para aumentar ainda mais o meu tesão e realizar todo o meu plano, ele virou e falou: “deixa eu passar a mão ao menos no cuzinho” soltei outro gemido, comecei outro beijo e so empinei mais a bunda, afinal ele já procurava sedento o meu buraquinho. Ele escorregou as duas mãos sobre minhas nadegas e foi em direção ao meu cuzinho com as duas mãos e continuava me beijando, papai finalmente colocou seu dedo no meu cú, dessa vez o gemido foi dos dois, e ao mesmo tempo. Eu estremeci todo e meu primeiro reflexo foi dar uma piscada, o que o deixou mais doido ainda. Começou a forçar com cuidado a entradinha e disse “Nossa, nunca vi um cuzinho tão apertado” eu lhe dei um beijo para desviar o assunto e forcei meu cú contra o dedo ele. Papai tirou sua mão da minha bunda e levou sentido sua boca, porém antes de lubrificar seu dedo com saliva para continuar enfiando no meu buraquinho que piscava pedindo rola, ele cheirou o seu dedo, gemeu novamente e disse com uma voz de imenso tesão ‘que saudade desse cheirinho de cuzinho, que delicia. Me da ele na boca, quero sentir o gosto” papai se levantou no sofá e me virou de bruços, beijou minha nuca com muita vontade e foi descendo as costas e chegou na bunda. Quando ele passou a língua a primeira vez por minha bunda que era branquinha, lisinha e bem durinha e deu uma mordida de leve eu gemi muito alto, não controlava o tesão e comecei a rebolar incontrolavelmente sempre empinando cada vez mais. Papai correspondia aos gemidos e chegou finalmente com a língua no meu cuzinho “aii que delicia esse gostinho, quero arrombar esse cu todinho” e eu gemia e me sentia totalmente entregue a situação. Papai me lambia e enfiava bem fundo sua língua no meu cú, eu tinha cada vez mais certeza de que fiz a coisa certa. Foi ai que ele disse que iria me comer, eu me levantei e pedi que ele sentasse novamente no sofá, sabia que precisava lubrificar o pau dele porque vi nos filmes e nas coisas que lia, mas não tinha com o que. Fui no banheiro, peguei um pote de creme e lambuzei o pau do papai. Em um suspiro ele disse “vai deixar te comer então?” . Não respondi nada, de tanto tesão. Virei de costas, posicionei o pau do papai na portinha do meu cu, e forcei a entrada, mas não entrava. Ele começou a forçar também e nada. Me lembrei que li uma vez que era bom enfiar os dedos e forçar para fora o cu que ele ia se abrindo, foi o que fiz, lambuzei a mao do papai com creme e coloquei sobre meu cuzinho de quatro, estava sentado no sofá com a bunda virada pra ele. Papai entendeu na hora o que eu queria e começou a colocar os dedos no cú, o primeiro entrou tranquilo. O segundo doeu, mas eu forçava tanto o cu pra fora, e estava com tanto tesão, que a dor não atrapalhava. Papai pos quatro dedos no meu cú e disse “agora o pau entra nesse cuzinho”. Sentei novamente em seu colo só que dessa vez de frente, posicionei o pau do papai bem na portinha e disse pra ele, pode ir. Passei mais creme no cu, forcei ele pra fora e empinei bem a bunda, papai começou a forçar muito. O pau dele foi entrando e comecei a sentir uma dorzinha, mas eu sabia que fazia parte e não queria perder a oportunidade, foi ai que ele forçou tanto que meu cu cedeu de uma vez e o pau dele escorregou quase metade. Na hora pulei do colo dele, gritei e comecei a chorar de tanto que doía. Papai se assustou um pouco, mas estava muito tonto para entender, ele só virou pro lado e disse “toda vez é a mesma coisa, ninguém aguenta” o pau do papai dava da grossura do meu punho. Eu estava chorando mesmo de dor, mas não queria perder a oportunidade depois de tudo que fiz, então pisquei bastante meu cu para ele se recuperar, e sentei de novo. Dessa vez eu mesmo sentei de uma vez virado de frente para o papai, ele olhou para cima fechou os olhos e começou a sorrir enquanto gemia grosso. Eu fui deixando o pau escorregar de acordo que a dor ia passando, e com bastante calma consegui colocar quase tudo. Fiquei parado e dei um beijo no meu pai, que agora estava com a sua rola inteira atolada no meu cú me fazendo feliz. Rebolei um pouco e gemia no ouvido dele, foi então que papai começou a bombar com muita força e puxar meu cabelo para trás fazendo meu cuzinho ficar mais livre para as estocadas dele e me fazendo gemer cada vez mais alto de dor e tesão, e confesso, doía demais. De repente comecei a sentir o caralho de o meu pai cada vez ficar mais duro e pulsar enquanto meu cuzinho o apertava, os gemidos aumentaram e foi então que me lembrei de quando papai fazia isso, ao ver os filmes. Sabia que leitinho quentinho seria espirrado no fundo do meu cú, sem tocar no meu pau, comecei a gozar também. Meu cuzinho foi ficando todo melado e mais escorregadio a medida que papai se contorcia e gritava de tanto tesão, até se acalmar e dizer “gooozeei” . Me sentia exausto, deitei em seu peito ainda com o cu atolado de rola, e esperei minha respiração e a dele se recuperarem. Saí de cima do papai e assim que seu pau desocupou meu cu que estava todo tampado por ele, vi que escorria alguma coisa. Com o cú latejando, e uma adrenalina imensa pois não saberia o que aconteceria dali pra frente, corri para o banheiro com a sensação de estar realmente arrombado. Me limpei, e coloquei uma roupa. Quando voltei na sala, vi que papai dormia pelado do mesmo jeito sobre o sofá, levei uma toalha para limpar seu pau e sua barriga que gozei em cima, quando acendi a luz, levei um susto. O pau do papai estava todo sujo de sangue e uma coisa gosmenta, era o sêmen que escorreu do meu cú. Tinha sangrado bastante, o que me prova que realmente consegui ser arrombado pelo o meu papai.

Hoje estou com 18 anos e finalmente tive coragem de desabafar isso com alguém. Depois daquela noite, eu limpei o pai e o deixei dormir no sofá mesmo, não consegui colocar roupa nele. No entanto, tive a ideia de colocar um filme pornô que estava em seu quarto na sala, e deixar lá. Quem sabe assim ele não ache que tocou uma punheta quando estava bêbado rs. A verdade é que me senti mal depois disso, mas logo o tesão tomou conta de novo e até hoje me masturbo lembrando do meu pai me comendo. Porém, ele nunca falou nada comigo sobre esse dia, e eu só sai do quarto depois que ele acordou e já havia tomado seu banho.

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