Mamadeira em baixo do lençol

Meu nome é Daniel, quando tinha 16 anos e meu amigo Paulinho tinha 15 anos, éramos os melhores amigos. Passava com ele muito tempo e dormia na casa dele quase todas as sextas feiras. Sua irmã Adriana de 22 anos, passa os fins de semana com seu namorado. E eu e o Paulinho as vezes ficávamos vendo filmes pornô, no quarto dos pais dele, seu pai havia lhe dado a senha para podermos ver os filmes pornô, cuidando para sua mãe não descobrir. Ficávamos pelados vendo os filmes, as vezes tínhamos que bater uma punheta para aliviar o tesão. Uma noite de sexta feira, quando seus pais haviam saído para ir ao cinema e sua irmã já estava na casa de seu namorado a 3 dias. A série de filmes era de mulheres fazendo todo o tipo de boquete possível. Eu e Paulinho comentávamos como deveria ser bom receber um boquete daqueles. Passou ser nossos filmes preferidos. Um dia Paulinho estava muito entusiasmado com o boquete que estávamos assistindo. Comentou que estava com um desejo de boquete, eu disse que também tinha muito desejo, e quem não haveria de estar. Rimos um pouco e Paulinho disse que tínhamos que dar um jeito nisso, perguntei como? Paulinho disse que também não sabia. Logo começou um filme, onde um homem estava chupando outro homem. Eu não tinha gostado, mas Paulinho disse que não se importava muito. Depois de vária sessões de pornô, Paulinho perguntou se tivesse um homem querendo me chupar, se eu deixaria? Respondi que achava que não, Paulinho duvidou de mim, que eu já estava de pau duro e não ia resistir a uma chupada de homem ou de mulher. Rimos mais um pouco, até que Paulinho tinha um segredo pra me falar, massa que tinha que ser um segredo muito bem guardado entre nós. Depois de ele fazer eu jurar várias vezes que não ia contar a ninguém, contou o grande segredo. Eu esperava ele contar que algum veado já havia chupado ele. Ele disse que tinha vontade de chupar um pau, mas tinha vergonha de pedir pra alguém que viesse a contar pra todo mundo. Eu de pau duro de baixo do lençol e Paulinho levantou o lençol pra ver como estava meu pau. Eu também pude ver meu pau duro, Paulinho pediu para eu não olhar que ele tinha vergonha. Desceu o lençol encobrindo sua cabeça e colocou meu pau na boca, eu tremia de surpreso, mas o desejo era maior, fui relaxando com o pau dentro da boca do Paulinho. Paulinho chupava como quem chupava um pirulito, subia e descia, o tesão era tanto que gozei em segundos e Paulinho chupou o que podia, deixando escorrer um pouco, até deixar o pau sem nenhuma gota. Foi se afastando e voltando a posição normal, ao meu lado. Tirei o lençol de cima do meu pau para ver como ele tinha deixado meu pau. Somente com a luz da TV, Paulinho disse que estava com vergonha mas satisfeito de ter experimentado uma chupada. O filme rolava na TV e eu só pensando no que tinha acontecido. Já havia começado outo filme, onde um homem chupava agora um travesti. Perguntei ao Paulinho se ele tinha gostado de chupar. Paulinho disse que tinha gostado mais de chupar, que do gosto da porra. Não sei se pelo filme que estava passando, ou por ouvir do Paulinho, que ele tinha gostado, meu pau começou a endurecer de novo. Coloquei minha mão no pau e Paulinho sorriu e foi me tapando novamente, com sua cabeça de baixo do lençol. Agora estava curtindo mais sua boca no meu pau, ele também já brincava mais com sua língua, fazendo como no filme. Ficou com meu pau na boca mais de meia hora até eu gozar de novo. Como saiu menos porra que da primeira vez, Paulinho pode engolir tudinho. Resolvi ir em bora para pensar melhor no que fizemos, Paulinho pediu para eu dormir na casa dele, mesmo assim fui pra casa. Paulinho me levou até a porta e pediu novamente segredo. Dormi a noite toda de pau duro, não querendo admitir que tinha sido bom, mas querendo sentir a boca de Paulinho novamente. Sábado Paulinho me convidou para almoçar com seus pais, tive que bater uma punheta antes para não chegar de pau duro. Depois do almoço e já no quarto do Paulinho, ele me pergunta se não tinha contado pra ninguém, digo que não. Paulinho pede para dar uma chupadinha novamente, mesmo sabendo que seus pais estavam no quarto deles, trancou a porta e ligou o rádio para encobrir qualquer gemido meu. Eu de pé e Paulinho ajoelhado no meio das minhas pernas sugando meu pau. O medo de ser pego por seus pais travou meu gozo e Paulinho não dava sinal de cansaço. Depois de muito tempo ser boqueteado, o leite começa a sair. Paulinho chupando e lambendo tudo, finalmente me da uma olhadinha para ver minha cara de prazer, da uma última lambida na cabeça, antes de levantar minha bermuda. Fomos para a rua para encontrar outros amigos antes que seus pais fossem nos procurar no quarto. No meio da tarde eu convidei o Paulinho para ir na minha casa tomar café, no meu pensamento eu ia entrar com o leite. Minha mãe estava na cerca conversando com uma vizinha e eu aproveitei para colocar meu pau na boca do Paulinho, olhando minha mãe pela janela, ele só soltou meu pau molezinho e vazio. Tomamos o café e saímos pra rua. Este fim de semana Paulinho passou com meu pau na boca, era só eu me recuperar e Paulinho já estava mamando. Paulinho não admitia dar o cuzinho, no máximo que consegui, foi alisar sua bunda enquanto ele mamava meu pau. Os compromissos de nossos pais foram o que nos separaram, senti a falta do carinho da boquinha do Paulinho no meu pau, nunca tive coragem de procurar alguém para me chupar. Hoje estou casado e sempre que uma mulher me chupa, inevitavelmente lembro dele, e gozo muito. Não resisto a um boquete, minha mulher não gosta muito, mas as vezes faz pra me agradar, sempre após eu fazer alguns favores pra ela. Só tive esta experiência com outro homem, mas não me arrependo, era melhor que eu mesmo bater punheta.

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