Uma bundona perfeita para meu marido

Olá pessoal, meu nome é Darlene tenho trinta e cinco anos e meu marido quarenta e dois, sempre fui uma mulher bastante fogosa, minha relação sexual com meu marido era muito intensa. Essa história começou quando tive fibromialgia vaginal, meu marido muito compreensível entendendo que a sensibilidade provocava dores se contentava quando eu o punhetava ou chupava, mas eu sabia que ele era aficionado por uma buceta e tarado por um cu, principalmente o meu que tenho uma bunda arrebitadinha e ela sempre dizia que era a bunda mais maravilhosa que ele poderia ter.
Tenho uma empresa de marketing e propaganda, recentemente contratei uma design para criar os layout dos clientes, Mara é maravilhosa no seu trabalho tem entre vinte e três e vinte e cinco anos. Mas o que ela tem mesmo de extraordinária e uma bunda arrebitada de quadris largo, não tem um homem que a veja que não fica babando, até mesmo nós mulheres temos vontade de apertar aquela bunda durinha.
Com a minha doença comecei ver a possibilidade de atrair Mara para a rede do meu ninho de amor e atender a tara de meu marido. Aos poucos fui levando para almoçar em restaurantes e sondando sua vida sexual. Ela quase não passava a informação, mas uma sexta feira ela estava muito triste, vi então a possibilidade de fisga-la, fomos jantar no restaurante La Traviata aqui em Belo Horizonte, ela então como toda mineira foi aos poucos contanto seu dilema. Sua tristeza se dava porque ela estava com dificuldade de morar na casa de sua mãe devido a relação amorosa que tinha com seu padrasto. Assim ela me contou:
Quando ela tinha nove anos sua mãe pegou meu pai legítimo comendo minha bundinha, e isso já acontecia a mais o menos uns seis meses. Embora tivesse perdido o cabacinho na segunda semana e ter aprendido chupar, o que meu pai queria mesmo era enrabar minha bundinha quase todas as noites, numas destas noites mamãe nos flagrou, brigaram muito, mas ela não o denunciou, naquela mesma noite papai foi embora da cidade e eu nunca mais o vi.
Dois anos depois mamãe resolveu casar de novo, meu padrasto é um moreno alto, com menos de uma semana já me encoxava sarrando minha bunda. Mamãe via mas não fazia nenhum comentário. Uma noite ele foi no meu quarto, como estava quente eu dormia de bruços, sem coberta e somente de calcinha, acordei com ele beijando minha bunda com a calcinha já no joelho. Virei de frente, botei a mão pra tampar minha chaninha e disse: não pai, deixa eu dormir. Ele então disse: fica quietinha, que paizinho só quer sua bundinha. Então virei de bruços e deixei ele me penetrar, como a chapuleta era grande e já fazia um tempo que não dava meu cu, senti uma dorzinha, mas logo me adaptei.
Isso aconteceu durante toda uma semana, no fim de semana ele saiu para uma outra cidade, então eu resolvi contar pra mamãe o que estava acontecendo, ela me perguntou se eu aguentava aquela rola cabeçuda na minha bunda, quando eu falei que suportava ela então me aconselhou deixar acontecer, pois não queria perder outro marido só por causa da minha bunda. E foi assim que menos de um ano depois já dormíamos os três juntos na mesma cama e isso já tem quinze anos. Eu nunca me preocupei com pegar filho porque ele poucas vezes comeu minha buceta, mas meu cu hoje em dia pelo menos umas duas vezes por semana.
O único problema é que agora eles vivem discutindo muito e ele não quer mais fuder com mamãe, e até já disse que se for embora vai me levar com ele pois é eu que sou sua mulher. Umas duas vezes eu morei sozinha, mesmo sabendo que tinha namorado, ele sempre dava um jeito de eu voltar pra casa e alimentar sua tara na minha bunda. Como todos meus namorados querem a mesma coisa eu acaba voltando pra casa. Só que desta vez minha mãe me acusou que eu era a culpada. Por isso estou assim triste.
Quando Mara terminou sua história vi a oportunidade de ter aquela bunda maravilhosa a minha disposição e a serviço de meu maridinho. Convenci ela dormir em casa naquela mesma noite, ela topou na hora. Quando Mara estava no banho meu marido chegou, eu contei rapidamente sua história e então ele topou na hora em fingir que a bunda de Mara não era a coisa mais importante. Mara saiu com o meu short mais largo que tinha, mesmo assim a popa de sua bunda ficava quase toda do lado de fora. Senti que ele ficou meio sem graça quando viu meu marido, ele a cumprimentou friamente, e pediu desculpas por estar sujo de graxa, ele é mecânico numa oficina de carro.
Quando meu maridinho saiu do banheiro, vinha com um short folgado e sem cueca e sem camisa, vi que Mara ficava secando ele disfarçadamente. Então ele veio e me beijou e depois foi cumprimentar Mara, e sem pudor nenhum perguntou se ela queria também ser beijada. Mara rapidamente negou, mas logo respondi: qual a mulher que não quer ser beijada? Então meu marido na maior cara de pau beijou Mara nos lábios, ela ficou vermelha, olhou pra mim e pediu desculpas, e antes que eu respondesse ele voltou a beijá-la com direito a chupada de língua.
Convenci Mara e dormir comigo na cama de casal e meu marido disse que ficaria vendo filme e ficaria por ali mesmo. Já era quase umas duas horas quando o safado veio pro quarto. Eu e Mara já estávamos, ele deitou na beirada e logo já estávamos nos beijando e ele mamando nos meus peitos, e eu o punhetando. Senti que Mara acordou, mas ela não ficava quieta, aquilo estava mexendo com ela. Então eu falei alto, deita no meio, pelo jeito você quer é ficar olhando pra bunda de minha amiga. Então ele foi pro meio virou de costas pra Mara e dormiu. No outro dia Mara veio pedir desculpas dizendo que não queria prejudicar meu casamento. Então eu abri o jogo com ela falando das minhas dores que sentia ao fazer sexo. Ela se animou e perguntou se podia ser sua concubina, eu aceitei.
Quando meu marido acordou, Mara ficou toda assanhada, puxava o short tentando mostrar sua bundona ao maridão. Não sei como ele conseguia, mas disfarçava seu tesão não deixando seu pau levantar. Fomos para um sítio que temos aqui perto, lá resolvemos tomar banho nus no córrego, meu maridinho me beijava, beijava Mara, chupava meus peitos, chupava os peitos de Mara, gozou duas vezes na buceta de Mara, uma no córrego e outra logo depois do almoço. A noite quando fomos dormir, estávamos deitados, Mara começou a chupar o pau do meu maridinho e depois disse: Seu Otoniel eu poço lhe pedir um favor? Ele disse: se for algo que eu poça fazer? Então Mara falou: O senhor poderia fuder minha bunda, por favor? Tá bom amor se você quer assim… Mas não me chame mais de senhor porque agora eu sou seu marido…

Avalie esse conto:
PéssimoRuimMédioBomExcelente
(Média: 4,50 de 2 votos)
Loading...