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O marido da minha tia

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Olá, pessoal. Essa é uma história real.
Eu tenho 20 anos, Moreno, olhos castanho-claros, 1,76cm de altura , não sou gordo nem magro, coxas grossas e bunda grande. Enfim, pode-se dizer que eu chamo um pouco de atenção.
Eu tenho uma tia que já está no terceiro marido. Mas o que estou prestes a contar, aconteceu com o segundo.
O André já estava casado com minha tia há uns 8 anos. Ele sempe foi daqueles caras de academia e, sempre muito vaidoso.
Minha cidade é praiana. E nessa época, minha tia tinha um ap próximo à praia, onde eu sempre passava os finais de semana.
Quando eu tinha entre 16 e 17 anos, eu gostava muito de ir à praia bem cedo, quando não tinha ninguém pra encher o saco. Me sentia bem sem aquele monte de gente.
Certa vez, cheguei no ap na sexta à noite e combinei com o André que acordaríamos cedo, já que ele costumava correr na orla. E assim fizemos. Acordamos por volta das 6 da manhã do sábado. O quarto onde eu dormia dava de frente para o quarto do casal, e apesar de o apartamento ter dois banheiros, eu sempre preferi o banheiro que ficava entre os três quartos.
Eu acordei com o pau duro e fui correndo mijar. Nisso, quando entro às pressas no banheiro, me deparo com o André de costas, tirando a bermuda pra entrar no box.
Wow! Que bunda gostosa aquela! Toda peludinha, durinha! Uma delícia!
Mas aí, dei por mim e fui logo pedindo desculpas. Ele se virou, deu um sorriso sem graça e disse: “Nada que você não tenha aí, certo?”.
Putz.. Fiquei super sem graça, mas agi como se fosse algo normal. Mijei, escovei os dentes e fui direto pro meu quarto.
Nós nos arrumamos, comemos algo, ele avisou à minha tia que estávamos saindo e partimos.
Ainda no elevador, comecei a reparar um pouco mais naquele cara. Ele estava com uma bermuda preta de tactel, óculos escuros e uma camiseta branca, que ressaltava seus ombros largos. Nós caminhamos duas quadras e estávamos na praia. Eu tratei logo de colocar minhas coisas na areia e fiquei tomando um banho de sol. Ele disse que iria correr, mas que na volta ficaria um pouco comigo.
Eu fiquei lá, das sete até umas 9:00. Mas aí, percebi que estava um pouco queimado demais e
que, poxa vida, duas horas de corrida?! Ele já devia ter voltado…
Eu quis me preocupar, mas não precisou. Cerca de 10 minutos depois ele apareceu. Disse que havia encontrado um amigo e que estavam tomando um suco.
Mas é aí que a coisa começa a ficar estranha.
Eu estava de sunga, sentado na cadeira, tomando refrigerante, quando o André perguntou se eu já tinha entrado na água. Eu disse que não, que não queria ter que passar protetor de novo. Mas ele me convenceu e, acabamos pedimos para uma moça que estava por perto para olhar nossas coisas enquanto dávamos um mergulho.
Na volta, enquanto eu ajeitava a sunga, ele solta, meio sem querer: “Poxa vida, rapaz, essa bunda é família, né?”. Eu fiquei super sem graça e desconversei. Sentamos, tomei mais um refri e pedi pra voltarmos pra casa, pois já estava quente demais.
Quando chegamos em casa, minha tia havia saído, foi comprar algumas coisas pro churrasco que ela faria no domingo.
Daí, eu meio que forcei a barra. Eu sabia que o André estava na suíte, mas não ouvia o barulho do chuveiro. Então peguei o celular e invadi o banheiro, me fazendo de desatento. Foi quando me surpreendi, o André estava batendo punheta! Ele, ainda meio sujo de areia, todo suado, super engajado em gozar, tomou um baita susto!! Depois de prestar atenção naquela cena, eu perguntei onde estavam as toalhas, tentando ao máximo fazer parecer um acidente. Daí ele apontou para a porta de baixo do armário.
Quando eu me abaixei para pegar a toalha, pude ver pelo espelho que ele continuou se masturbando, mas que agora olhava pra minha bunda.
Eu fiquei muito sem jeito, não soube o que fazer, e saí do banheiro, tomei um banho e passei o resto de manhã trancado no quarto.
Minha tia chegou, e as coisas fluíram como se nada tivesse acontecido.
Até antes de eles se separarem, eu continuei indo lá, algumas vezes pegava o André andando de cueca pelo apartamento, algumas vezes ele sabia que eu estaria acordado e aparecia no meu quarto de pau duro, mas nós nunca fizemos nada, infelizmente.

Espero que tenham gostado das minhas memórias.

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