Elaine

Elaine era uma menina linda, com corpo que faziam qualquer pessoa babar por ela. Podia ter qualquer homem (ou mulher) com aquele rostinho angelical, sorriso cativante, seios apetitosos, bunda e coxas deliciosas e uma cinturinha marcante, mas ela sempre queria o que era da irmã mais velha dela.

Era só a irmã arrumar um namorado, que ela desejava-o, se insinuava para ele, colocava roupas provocantes para mostrar pra eles que ela era melhor que a irmã dela.

Elaine tinha muita inveja da irmã.

E foi querendo o que era por direito da irmã, que acabou levando aquilo que não queria. Sua irmã começou a namorar André, um rapaz boa pinta, educado e extremamente charmoso, e Elaine começou a cobiça-lo como fazia com todos os outros namorados.

Diferente dos demais, André não dava muita bola pra Elaine, o que a deixava muito furiosa, pois os outros namorados da irmã sempre acabavam caindo nas armadilhas da Elaine, e quando a irmã descobria o namoro acabava.

Os artifícios usados por Elaine estavam ficando caba vez mais abusados, ela faltava tirar a roupa na frente do André quando eles estavam sozinhos, mas ele não dava bola pra pequena ninfeta. Aquilo a deixava muito irritada.

A obsessão por André estava tão grande que certas vezes ela o agarrava, se esfregando nele, dizendo que ela era toda dele, mas André a dispensava todas as vezes. Já não existia mais a inveja pela irmã, mas a angustia de ser desprezada, coisa que nunca tinha acontecido com ela.

As brigas com a irmã estavam ficando quase que diárias, André já não ficava mais na casa delas, somente parava o carro em frente da casa para pegar a irmã. Já não atendia mais o telefone, pois Elaine ligava pra ele quase todos os dias, e tudo aquilo estava deixando Elaine louca.

Elaine começou a espalhar boatos, de que André a estava molestando, passando a mão nela, e claro que ninguém mais acreditava. Certa vez, Elaine pediu para um amigo dela lhe dar uns tapas, rasgar a sua roupa, acabou até dando o cu pro amigo, pra depois mentir para os pais, de que o André a tinha estuprado, mas felizmente, no horário em que ele a estaria estuprando, André estava com a irmã.

Os pais estavam já pensando em internar Elaine para que ela pudesse se tratar daquela obsessão doentia que sentia pelo André.

Certo dia, quando Elaine estava voltando da escola, encontrou com André parado num semáforo. Elaine saiu correndo e batia no vidro querendo entrar, e André nem bola dava à pequena louca. Quando o sinal ficou verde, Elaine correu e ficou na frente do carro, impedindo que André arrancasse com o carro. Ele ficou nervoso, quase querendo passar por cima da cunhadinha, e a mesma fazia sinal de que não sairia se ele não a deixasse entrar no carro.

André então destrancou as portas e Elaine correndo entrou no carro, e André partiu. Elaine não parava de falar, perguntava porque ele estava fazendo aquilo com ela, porque ele não se interessava por ela, etc, e André nada dizia. Quando Elaine percebeu que André a estava levando pra casa, entrou em desespero, pois teria naquele momento a chance de conseguir o que ela queria, e implorou por atende-la.

Certo momento, vendo que André não atenderia as suas solicitações, em certo momento acabou puxando o freio de mão, quase causando um acidente. Nesta hora, André deu um grito:

– Cala sua boca. Se você abrir a boca novamente, você nunca mais me verá, entendeu?
– Sim, entendi

André então trocou o caminho, e estava fazendo um caminho que não era nem para a casa dela, nem a casa dele.

Elaine estava contente e ao mesmo tempo ansiosa do que poderia acontecer, pois André dirigia muito nervoso, acima da velocidade, furando sinais de transito e quase batendo o carro.

Depois de uns 20 minutos, André entra com o carro numa casa, onde tinha uma garagem fechada com portão automático. Ao entrar com o carro na garagem e fechar o portão, André sai, dá a volta no carro, abre a porta e pega Elaine pelo cabelo e começa a puxa-la. Elaine naquele momento estava ansiosa e com medo ao mesmo tempo.

André abriu a porta, e entrou puxando Elaine pelo cabelo até um quarto, onde havia uma cama de casal, e a jogou na cama.

– Tira a roupa, sua vadia – Já tirando as calças e a camisa
– Calma amor vamos conver… – foi interrompida por um tapa na cara
– Tira a roupa, sua vagabunda, senão vou rasga-la inteira

Elaine com ar de preocupação começou a tirar a roupa mas muito devagar, tirando primeiro a camiseta, e quando estava começando a tirar as calças, André a ataca puxando seu sutiã com força, arrancado-o e gritando

– Tira logo essa roupa, sua puta – e lhe deu outro tapa na cara

Elaine sabia que, o que ela queria, teria de uma maneira não muito do jeito que esperava. Quando ela tinha acabado de tirar as calças e o tênis, ainda de calcinha, e André novamente a atacou, pegando-a pelos cabelos, e fazendo que ela ficasse de joelhos, deu-lhe um tapa bem dado na cara, e enfiou o pinto na boca da pequena.

– Chupa sua vadia, você não queria? então agora chupa vagaba

Elaine estava assustada, mas estava se deliciando com aquela pica enorme entrando e saindo na boca dela. em cada engasgada que ela dava, e tirava a pica da boca, ela levava um ou dois tapas na cara ou na cabeça, e a pica era enfiada novamente na boca.

Essa meteção ficou por quase 5 minutos, e quando André percebeu que ela estava ficando cansada, novamente a puxou pelos cabelos, a jogou na cama, e pelas pernas a virou de bruços, Arrancando sua calcinha, deu uma bela cuspida no cuzinho e começou a enfiar com força.

Elaine começou a se contorcer de dor e quando ela começou a pedir para que ele enfiasse com carinho, tomou um tapa forte na cabeça

– Você não queria que eu te fudesse, então toma sua puta safada – e começou a meter forte no cu da pequena safada.

Ela gritava de dor, e chorava pedindo para ele parar. Quanto mais ela pedia, mais ele enfiava, e dava tapas e socos na cabeça dela. Elaine estava sofrendo todos os insultos que por meses André sofreu dela. Quando ela já estava se acostumando com a pica no cu, André tirou o pinto do cu da menina, e ainda sujo de merda, a virou de barriga pra cima, e enfiou na buceta de uma só vez, e sem perder tempo, começou a socar forte dentro da cunhadinha.

Elaine já não tinha mais forças, nem para chorar, e estava lá largada na cama, sentindo o seu “amado” a estuprar violentamente. Depois de um tempo, André tirou da buceta aquela rola suja de merda, e levantado-a pelos cabelos, fez ela terminar de chupar, e limpar seu pinto, e no final, enfiou a pica até a garganta, e mantendo o pinto lá dentro, gozou dentro da garganta, deixando-a quase sem ar.

Quanto ele derramou a ultima gota na garganta da Elaine, ele tirou a rola segurando-a pelos cabelos, e depois de um tapa bem dado, disse:

– Gostou vadia, ta satisfeita? – E a jogou na cama.

André se levantou, colocou a roupa e disse

– Te espero na garagem em 5 minutos. Se você não aparecer, vou embora e te largarei ai.

Elaine só chorava, primeiro pela dor que sentia depois que André arregaçou seu cú e pelas bombadas fortes que levou na buceta, depois por ter chupado um pinto cheio de sua própria merda, e ter recebido no fundo da garganta, jatos e jatos de porra, e por ultimo, por achar que teria uma tarde de amor com André, e na verdade ela foi tratada como uma vagabunda vadia, sendo estuprada violentamente, e se sentindo um verdadeiro lixo humano. Elaine conseguiu forças, conseguiu colocar a roupa mas sem a calcinha e sutiã, que estavam rasgados, e entrou no carro.

Durante o caminho, nenhuma palavra foi falada, nem olhares foram direcionados, e no mesmo lugar aonde ele a havia pegado, ele a deixou.

A partir desse dia, André pode começar novamente a frequentar a casa da namorada, pois Elaine depois daquele dia, o evitava, tudo porque quando ele a deixou, disse:

– Se continuar a me perseguir, você ficara comigo naquela casa por muito muito tempo…

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