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Vendi meu carro em prazeirosas prestações

28-04-16 6 ★ 1.00

Minha esposa tem vários sobrinhos, e todos eles foram daqueles que sempre pediam as coisas, compra isso, compra aquilo, faz isso, faz aquilo, etc. Quando eles eram pequenos a gente sempre faz aquele agradinho pra eles.

Mas eles cresceram, e acabaram se afastando da gente. Só nos encontrávamos em aniversários, feriados especiais ou quando ia almoçar na casa dos sogros, quando eles apareciam também.

Como senti que eu só era reconhecido pelas coisas que eu fazia, e não pelo que eu era, então comecei a agir da mesma maneira. Eles só me ligavam ou ligavam pra minha esposa quando eles queriam alguma coisa, caso contrario, nem um oi pelo WhatsApp eles mandavam.

Quando a sobrinha mais velha fez 18 anos, ela me mandou uma mensagem dizendo que estava tirando carta de motorista. Pediu alguns conselhos em relação aonde fazer, se fazia carro e moto ou só carro, etc e respondi que ajudaria no que fosse necessário, claro que dentro das minhas possibilidades, pois não faria mais nada simplesmente por fazer.

Certo dia, Luiza (nome dela) me mandou uma mensagem dizendo se poderia deixar ela dar uma volta no meu carro, que inicialmente fiquei um pouco receioso, por ter problemas com policia, etc, mas como conhecia umas ruas perto de casa que não passava nem alma penada, resolvi ajudar a menina.

Luiza sempre foi a minha preferida, é muito linda de rosto e de corpo, e quando tinha 12 anos, já batia muitas punhetas por aquele corpinho, mas nunca tive coragem de tentar nada. Quando fez 18 anos, ela estava mais deliciosa do que nunca, um rosto lindo, seios fartos, uma cinturinha pequenininha e bunda e coxas enormes. Realmente ela fazia muito sucesso.

Quando dei as aulas de direção pra ela, ela comentou que estava querendo comprar um carro, e eu comentei que estava pensando em vender o meu, pois já tinha mais de cinco anos e estava começando a dar aqueles pequenos gastos, como pneus, amortecedores, etc.

Ela então pediu pra vender pra ela, e disse que poderia sim vender, perguntou o preço e disse que estava avaliado em R$ 20.000,00. Claro que ela disse que não teria aquele dinheiro todo, então pedi que consultasse uma financeira e pegasse um empréstimo, mas novamente veio dizer que não teria condições de pagar algo entre 600 a 800 por mês, pois ela não trabalhava, e o pai dela ainda gastava dinheiro com a faculdade dela, então num lance de brincadeira disse

eu: você pode pagar de outra maneira
ela: como assim???

Percebi que poderia dar merda, então despistei e continuei a ensinar como dirigir, mas toda hora, ela queria que eu contasse como ela poderia pagar de outra forma. Relutei e não disse o que queria.

Quase todos os dias ela começou a me ligar, querendo saber sobre o que tinha comentado com ela, e eu sempre dizendo que era um brincadeira, e tal… mas ela não desistia, e um dos dias, pediu pra eu pega-la da faculdade antes dela entrar. Sabia que ela ia me sabatinar, então resolvi colocar as cartas na mesa e contar, claro que se ela estava querendo saber, ela devia ter se tocado do que eu queria, e se estava tão interessada assim, teria alguma chance.

Me encontrei com ela, em frente à faculdade no horário marcado. Ela estava deliciosamente linda, com uma roupa bem justa e uma blusa muito decotada. Pediu pra sairmos de lá e fomos a um barzinho. Lá, ela começou novamente o interrogatório

ela: o que você quis dizer como pagar de outra maneira
eu: Lu, foi uma brincadeira, se você se ofendeu, me desculpe
ela: não, eu não me ofendi, eu só queria saber quais outras maneiras eu posso pagar
eu: ora Lu, você não é tão ingênua assim, você sabe o que eu quis dizer
ela: sei sim, por isso mesmo quero saber como

Caralho, e agora? digo na lata que se ela me der, eu dou o carro pra ela??? rsrsrsrsrs

eu: ta, vamos ver o que você entendeu?
ela: eu entendi que posso pagar de outra maneira, sem usar dinheiro
eu: e você entendeu como?
ela: há, eu não sei, vai que eu falo uma coisa que você não goste
eu: Lu, quem pode não gostar era você, não eu… o que você acha que eu quis dizer com aquilo?
ela: sei la… se eu dormir com você?

Agora já foi, ela deu a entrada

eu: e você faria isso?
ela: sim, mas depende como
eu: depender do que?
ela: você me daria o carro por uma noite – e deu um sorriso maroto
eu: claro que não, te acho especial mas nem tanto assim

então combinei com ela que ela me pagaria 600 por mês por 3 anos, e que cada “dormida” seriam 200 que eu daria a ela, ou seja, ela deveria dar pra mim no mínimo 3 vezes por mês, assim quando ela tivesse os 600 em mãos, ela daria o dinheiro pra minha esposa, que combinamos que esse dinheiro ficaria na poupança do meu filho.

eu: 200 se for o básico, se tiver um plus a gente pode aumentar
ela: como assim?
eu: 200 por uns beijos, um oral, meu e seu, e o sexo vaginal. Se rolar uma bundinha, que no seu caso é um bundão, rola mais 100, se rolar umas fantasias e você cooperar na cama, mais 100
ela: quer dizer que se eu fizer tudo na cama, levo 600? – outro sorrizinho
eu: se o tudo significar tudo mesmo, poderá levar, mas tudo deverá fazer tudo o que eu quiser

Ela ficou pensativa por alguns segundos

ela: e o carro será meu?
eu: você fica com o carro, mas os documentos ficam no meu nome até você quitar todas as parcelas, pois se você parar de sair comigo, não vai entrar dinheiro e você conhece sua tia, vai pedir o carro de volta. quando terminar, a gente passa os documentos pro seu nome.

Mas um tempo pensativa, e disse

ela: ok, eu topo
eu: ta a fim de ganhar 600 hoje?
ela: quem sabe…

Saímos de lá e fomos direto pro primeiro motel. Depois de tanto tempo, de tantas punhetas, finalmente iria comer aquela delicia de menina. Já cheguei no quarto beijando aquela boca linda, e acariciando aquela barriguinha. Tirei a blusa dela e me maravilhei com aquele lindo sutiã segurando aqueles lindos seios. Ainda em pé, fui beijando o pescoço dela, ombros e cheguei aos seios. Ela tirou o sutiã e me mostrou os belos seios, grandes, firmes, durinhos, empinados, rosadinhos e apetitosos. chupei os dois como se fosse um bezerro desmamado.

Estava na hora dela dar uma mamada. Fiz ela ficar de joelhos, tirei meu pau pra fora e coloquei na boca dela. A safada sabia chupar muito bem uma piroca, lambia a cabeça, chupava minhas bolas, enfiava até o saco encostar no queixo dela, e tirava batendo uma pra mim.

Queria mais, então a levantei e a deitei na cama, de barriga pra cima, e comecei a beijar sua barriguinha e já abrindo as calças. Quando as tirei, a visão era maravilhosa, uma calcinha de renda minúscula, tentando tampar aquela deslumbrante buceta, e aquelas belas coxas que sempre foram uns dos motivos das minhas punhetas. Depois de beijar a acariciar as coxas, comecei a tirar a calcinha bem devagar. Quase gozei só de ver a buceta dela. Era maravilhosa, depiladinha, rosadinha, cheirando a sexo. Cai de boca como nunca, chupei loucamente aquela buceta, enfiava a língua, depois os dedos, e a safada só gemia de tesão.

Me levantei, tirei toda a minha roupa, subi em cima dela, fiquei pincelando minha rola na buceta dela e comecei a perguntar

eu: você quer meu carro
ela: quero… hummm
eu: e você vai pagar como?
ela: dando pra você
eu: não, não é assim que eu quero… como vai pagar?
ela: transando com você
eu: não é assim. Me fale como você vai pagar

nessa ela me abraçou, me forçando a enfiar meu pinto dela, e disse:

ela: vou te pagar fudendo com você toda semana… hummm

Com isso enfiei minha rola na buceta dela, e acabou soltando um longo urro e começou a me beijar, e eu lá, metendo como nunca naquela linda menininha. Luiza parecia uma vadia na cama, gemia muito, e se contorcia de prazer. Pedi pra inverter, eu ficar em baixo e ela cavalgar na minha rola, e a safada sentava como nunca na minha rola.

Coloquei ela de quatro, e comecei a meter naquela buceta gostosa, segurando aquela linda bunda, e a safada não parava me gemer. Comecei a meter o dedão no cu dela, e a vadia já se contorcia, soltando pequenos “aaaiiii”, mas não pediu pra parar. Continuava a meter e já enfiava dois dedos no cu dela, e os gemidos aumentando. quando já enfiava 3 dedos no cu dela, e safada meio que rebolava pra mim, e nessa hora a fiz deitar na cama, tirei da buceta e comecei a forçar a entradinha do cu dela

eu: quero fuder seu cu
ela: hummmm
eu: quero te fuder assim todas as vezes
ela: hummmm, eu vou adorar…
eu: essas são as prestações mais gostosas que eu já paguei
ela: a minha também… hummm… mete logo
eu: quer que eu foda seu cuzinho
ela: ai… quero… fode meu cuzinho.. fode…
eu: o que você é?
ela: hummm… fode o cu da sua putinha, fode… mete tudo….
eu: você é minha putinha? vai trepar comigo toda semana?
ela: vou… hummmm… vai titio…fode o cu da sua sobrinha… fode gostoso… mete tudo

Comecei a enfiar minha rola, e quando entrou toda a cabeça, a safada estava se contorcendo de dor, mas não pedia pra tirar, foi que forcei mais, e a safada se agarrava no travesseiro, e já soltava gritos de dor, mas não pedia pra tirar, quando forcei mais e coloquei tudo no cu dela. cheguei o ouvido dela e sussurrei

eu: to adorando fuder uma vadia puta como você

E comecei a bombar forte e rápido. A menina transformou

ela: vai… fode sua sobrinha… seu filho da puta… mete tudo… vai… força… me fode… aaaaaiiiiiiii… fode gostoso titio… sua sobrinha quer rola…

Aquilo era surreal. Não imaginei que aquela menininha que acompanhei desde que nasceu seria uma depravada na cama, e aceitava com gosto. As bombadas estavam mais fortes e os gritos também, sempre abafados pelo travesseiro. Não aguentava mais, gozei no cu dela, gozei muito, como nunca tinha gozado antes. Fiquei em cima dela, ainda com o pinto enfiado no cu dela, até ele amolecer e nos dois recuperarmos as forças.

Naquele dia, paguei 600 por tudo que ela tinha feito, e ela no dia seguinte já levou o dinheiro pra minha esposa e pegou a carro. Estava toda contente, agora com a carta e com um carro, e eu mais ainda, pois por mais 35 meses, teria aquela vadia gemendo na minha vara por 2 ou 3 vezes por mês.

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6 Comentários

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  1. Anônimo

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  2. 20cm

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  3. angel

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  4. Corrêa

    Adorei seu conto fiquei com muitíssimo tesão me chama no wat 12981959266.Gostaria de manter contato com casais e casadas. Sigilo absoluto

  5. Anônimo

    o que uma buceta não faz, né?

  6. Anônimo

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