Noite de insônia e sonambulismo no ônibus de viagem

Logo de início não sei o que levou minha filha Carla a comprar minha passagem bem na frente, o ônibus era daqueles que tem as cadeiras na frente da escada ficando quem senta lá quase que isolado, mas é um lugar que normalmente viaja casal de idosos. Deixei pra entrar no ônibus por último e vi que na cadeira da janela sentara uma menina que aparentava quinze a dezesseis anos, mas que ficava sorrindo para um rapaz do lado de fora como que fosse seu namorado… Se ele fosse ciumento era melhor não saber quem sentaria do lado dela. Só fui sentar quando já estávamos fora da rodoviária, como gesto de cortesia lhe ofereci um copo d´água somente com gesto sem falar nada ela aceitou fazendo também apenas um gesto com a cabeça. Vi que ela tirou da bolça uma cartela de dramin tomando um, poucos minutos depois tomou outro.
No início fiz um propósito de não tentar nada com aquela guria, mas logo notei que em sua mão esquerda havia uma aliança, aquela menina já era casada, será? Coloquei meu braço sobre o encosto, notei que a menina já dava ares de que estava dormindo, então cobri minha mão com a jaqueta que estava no meu colo e repousei lentamente sobre suas coxas, ela estava com uma calça moletom de cadarço e uma blusinha meio folgada de botão, parecia que ela estava sem sutiã. Fingindo dormir também fiquei passando a mão de leve em sua perna.
De repente ela enfia a mão por debaixo da jaqueta, segura minha mão, volta o rosto para meu lado e diz: vamos dormir amor! Eu estou cansada. Não sabendo se ela estava dormindo ou se estava fingindo, virei o rosto pra seu lado e beijei-a na boca, ela correspondeu, levei minha mão nos seus seios e ela deixou, desabotoei sua blusa e enchi a mão naqueles peitinhos, enquanto fazia isso levantei o encosto e puxei sua mão sobre meu pau, ela puxou rapidamente, voltei a beijá-la ela correspondeu e levou a mão no meu rosto, quando sentiu minha barba retirou rapidamente, virando o rosto e encostando-se à janela do ônibus, isso sem abotoar a blusa que deixava os peitos pro lado de fora.
Nesta hora perdi qualquer noção de pudor e responsabilidade, inclinei sobre seus peitos e fiquei mamando, desamarrei a cadarço de sua calça e levei minha mão dentro, fiquei louco quando notei que ela estava sem calcinha. Tentei masturba-la, mas ela puxou minha mão e virou de costas, aquilo pra mim era um sinal pra ir em frente, puxei sua calça deixando sua bunda de fora, botei meu pau na porta de seu cuzinho, lubrifiquei bem e tentei penetrá-la, mas ela empurrava minha virilha pra traz e não deixava. Pelo jeito ela queria era só ser sarrada.
Cobri sua bunda com minha jaqueta e fui buscar papel higiênico para limpá-la depois, quando voltei ela estava do mesmo jeito, fiquei alisando sua bundinha lisinha com uma mão e a outra levantei sua blusa e acariciava seus seios. Meu pau voltou a endurecer e novamente coloquei na portinha do seu cuzinho, quando tentava penetrá-la ela me empurrava, ficamos assim nessa brincadeira até que ela deixou botar somente a cabecinha, nesta safadeza de botar e tirar não resisti e acabei melecando aquele bundinha lisinha, forrei minha gala com o papel e fiquei de conchinha e acabei cochilando.
No solavanco do ônibus acordei, vi que tinha feito, rapidamente juntei o papel higiênico, cobri a menina com minha jaqueta e fui ao banheiro jogar o papel. Na volta a menina estava na mesma posição, minha jaqueta tinha caído deixando sua bunda toda de fora, pelo jeito a guria dormia de verdade, fiquei com remorso, puxei sua calça, abaixei sua blusa. Lá pelas nove e meia o ônibus parou para a janta, fui o primeiro a sair deixando a menina dormindo, com medo de ela acordar e fazer um escândalo. Mas pelo jeito ela não notara nada, vi que ela apenas tomou um chocolate quente e um lanche, sua fisionomia parecia tranquila e isso me deixou mais calmo.
Na volta pra o ônibus fui novamente o último a entrar, tirei a jaqueta e coloquei em meu colo, logo fechei o olho como se fosse realmente dormir. A menina deitou a cabeça na janela virando a bunda pra meu lado, não passou nem cinco minutos e eu já tinha levantado o encosto do meio e enfiado a mão por debaixo da jaqueta que também cobria o corpo da menina. Achando que ela realmente tinha sono pesado ou fosse sonambula levei a mão até a cadarço da calça desamarrou e enfiando a mão. Senti ela tremendo parecia que agora ela estava realmente acordada e estava gostando então levei a outra mão no seu peito. Fiquei de conchinha com ela como se fossemos um casal. Puxei sua calça e deixei novamente sua bunda de fora.
De repente ela voltou a sentar de frente, eu fingindo que estava dormindo me masturbava lentamente. Ela então virou o rosto pro meu lado encostando sua cabeça em meu ombro. Eu achei que ela estava dormindo realmente, levei meu braço passou por traz das suas costas fazendo que ela ficasse com a cabeça em meu peito. Minha mão entrou por debaixo de sua blusa e fiquei massageando seu peito. Ela então encostou sua bunda até encostar na parede então deitei sua cabeça em meu colo, puxei a jaqueta cobrindo seu rosto.

Ela tremia muito, então entendi que ela estava acordada, até porque seus peitinhos e sua bundinha estava arrepiada quando eu alisava. Ela ficou chupando, chupando, às vezes parecia que ia vomitar, mas quando eu apertava seus peitos e passando o dedo na portinha do seu cu e na sua periquita ela voltava a chupar gulosamente. Ficamos assim por quase meia hora, então eu sussurrei em seu ouvido, eu tô quase gozando, você não quer daquele jeito de novo? Ela entendeu, virou novamente a bunda pro meu lado, eu puxei sua mão e fiz ela mesma dirigir meu pau pra dentro de seu cuzinho, ela foi deixando entrar a cabecinha e tirando até que deixou entrar tudo, eu masturbada sua buceta e seus peitos e acabei gozando dentro, peguei um tufo de papel higiênico colocou em sua mão para que se limpasse. Já com autoconfiança puxei-a pelo cabelo virando seu rosto e me beijei-a na boca como se fossemos namorados, depois sussurrei em seu ouvido: dorme minha filha, já está quase amanhecendo.
Chegando a rodoviária de Curitiba minha esposa estava lá me esperando, e disse que também esperava uma irmã da igreja a miga de Carla que passaria alguns dias em casa, para fazer uns exames de fertilização… Era a menina que viajou comigo, minha esposa a apresentou e ela me cumprimentou como se nunca tivesse me visto, eu também disfarcei, mas minha mulher muito desconfiada disse: pelas olheira de vocês parece que vocês vão dormir hoje o dia inteiro, viagem de ônibus é assim mesmo, a gente fica de olho fechado o tempo todo mas parece que a gente não descansa.

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