Flagrado pelo meu tio…

Quando eu era pequeno, brincava com o meu primo Tiago, que morava perto da minha casa. Nós éramos muito chegados e passávamos a maior parte do tempo juntos. Ele era três anos mais novo do que eu, então, eu estava sempre ajudando ou ensinando alguma coisa pra ele. Certa vez, quando estava com dezesseis anos e ele com treze, eu fui dormir na casa dele. Isso foi num sábado. Como ele era filho único, meus tios adoravam quando eu ia pra lá brincar, pois eu sempre fui muito comportado na casa deles. Então, neste dia, quando anoiteceu, meus tios foram dormir e eu e meu primo ficamos na sala assistindo filme no DVD.
Era mais ou menos uma hora da madrugada quando acabou o filme e eu fui procurar outro no acervo que meu tio tinha na sua estante. Foi quando eu achei um filme pornô. Aí, resolvemos assistir a este filme, mas para isso tivemos que abaixar o volume. Com o tempo, começamos a ficar muito excitados e resolvemos tirar nossas roupas. Então ele disse: “-Tira tu primeiro” e eu falei: “-Não. Tu primeiro, depois eu”. Aí ele falou: “-Então, vamos tirar juntos, juntinhos” e eu: “-Tá bom”. Tiramos nossas roupas, nos sentamos lado a lado e ficamos batendo punheta enquanto assistia ao filme pornô. Minutos depois, notei que ele não tirava mais os olhos do meu pau e então, olhei pra ele com um olhar safado e comecei a passar a mão em sua perna, alisando bem devagar. Sua respiração começou a ficar ofegante e os pelos do seu corpo se arrepiaram. Trocamos olhares e nos aproximamos mais, ficando bem coladinhos um no outro. Podíamos sentir o calor dos nossos corpos e sabíamos que algo estava pra acontecer. Então, ele se levantou e sentou no meu colo, mas de frente pra mim, de modo que nossos membros ficassem se tocando e beijou minha boca. Demos um longo e gostoso beijo, trocando muita saliva e, de vez em quando, ele chupava a minha língua. Minhas mãos começaram a descer pelo seu corpo indo de encontro à sua bunda branquinha e redonda. Comecei a apertá-la, arregaçá-la com as mãos e dedilhar aquele cuzinho vermelho cheio de preguinhas. De repente, ele olha pra mim e diz: “-Ai, Caio, me fode agora. Não estou mais agüentando!” e eu falei: “Fodo, sim. Mas antes eu quero que tu chupe meu pau” e sua resposta foi: “-É claro que eu chupo…” Fiquei sentado no sofá de pernas abertas e ele se ajoelhou na minha frente. Segurou meu pau, puxou a pele para baixo, deixando o cabeção bem a mostra e ficou olhando por instantes, como se estivesse pensando no que iria fazer. Depois começou a bater uma punhetinha para mim, olhando bem de pertinho para o meu pau. O jeito que ele batia e olhava para a minha rola estava me deixando cada vez mais excitado. Aí, começou a passar a língua no meu saco. Lambeu algumas vezes e abocanhou minha bola direita, sugando e movimentando sua língua deliciosamente. Ora chupava a direita, ora a esquerda e assim sucessivamente, enquanto punhetava minha vara. “-Menino safado! Deve ter aprendido com os filmes” pensei. Então, fechei meus olhos, inclinei a minha cabeça para trás quando, de repente, o sinto segurando meu pau com força e falando como se fosse uma ordem: “-Olha pra mim!” Olhei. Ele fez uma carinha de safado, abriu sua boca com a língua pra fora e, olhando bem nos meus olhos, começou a mamar. Mamou gostoso e com vontade, arrebitando a bundinha e enfiando o dedo no seu próprio cu. Minutos depois ele olha pra mim e sussurra: “-Me fode agora!” Me levantei e beijei sua boca, que estava com o gosto do meu pau. Perguntei a ele como iria querer e ele me respondeu que queria que eu o comesse de quatro. Ele ficou na posição e eu comecei a lamber seu rabinho apertadinho. Passava a língua devagar, de baixo pra cima, deixando as suas preguinhas bem lubrificadas pra receber meu caralho. Depois posicionei meus polegares nas bordas do seu cuzinho, segurando firme e puxando um pra cada lado, fazendo com que ficasse bem arregaçadinho. Chupava seu ânus com muito tesão e, às vezes as bolas também, como forma de retribuição. Até que chegou a hora que ele tanto esperava. Esfreguei o cabeção bem na portinha do seu brioco e fui entrando. Dezoito centímetros cu adentro. Sentindo o calor no interior do seu rabo, comecei a movimentar bem gostoso pra dentro e pra fora, num ritmo lento. Às vezes cuspia em cima do pau pra deslizar melhor, pois não queria que o seu cuzinho ficasse tão dolorido depois. Ficamos assim por um bom tempo, até que ele me pediu para ir por cima de mim. Deitei no chão e ele sentou gostoso, agasalhando meu pau por inteiro, deu uma rebolada e subiu. Com suas mãos ele abria sua bunda e cavalgava devagar, me encarando como se quisesse me intimidar. Eu estava observando seu movimento de sobe e desce, quando outra coisa começou a me chamar a atenção. Era a sua rola. Lisa, branca, com cabeção vermelho e brilhoso, não muito grossa e devia medir uns dezesseis ou dezessete centímetros. Era um pau muito bonito. Estava ereto e apontava em minha direção. Perguntei se ele queria que eu pegasse no seu pau e ele balançou a cabeça dizendo que sim. Então segurei firme e comecei a masturbá-lo, imaginando sua porra caindo sobre o meu corpo. Ficamos assim durante uns dez minutos ou mais e então, ele pediu que eu gozasse na sua boquinha carnuda e gulosa. Me levantei, ele se ajoelhou na minha frente e abocanhou minha trolha, chupando como uma putinha safada ao mesmo tempo em que enfiava seu dedo no meu cu. Às vezes ele parava, passava a língua em volta do cabeção e depois engolia de novo. Certo tempo depois, meu pau deu algumas latejadas e logo foi liberando o esperma para dentro daquela delícia de boca, que não parava de chupar. Sugou tudo, sem deixar cair sequer uma gota, até que começou a amolecer. Depois sentou-se de ladinho bem em cima do meu cacete já meio mole e beijou minha boca novamente. Aquele beijo estava muito gostoso, quando de repente, fomos surpreendidos pelo seu pai (meu tio). Ele não falou nada, só ficou na entrada da sala observando, porém, muito puto da cara. Quando percebemos a sua presença, ficamos paralisados, esperando a maior surra de nossas vidas. Mas ao invés disso, meu tio se aproximou e foi falando para mim, sem alterar a voz para não acordar a minha tia: “-Tu vem aqui em casa pra dormir e acaba se aproveitando do meu filho, é, seu filho d’uma puta. Então, já que tu quer putaria, é putaria que tu vai ter!”. Puxou seu pau ainda mole para fora da cueca samba-canção e enfiou na minha boca, mandando eu chupar. Então, comecei a chupar e aquele pau foi crescendo dentro da minha boca, enquanto meu primo, por perto, só observava. Não demorou e a jéba do meu tio já estava dura. Ele segurava minha cabeça e fodia minha boca, como se fosse uma vagabunda ali na sua frente. Às vezes tirava, batia com ele na minha boca e dizia: “-Faz beicinho!” aí eu fazia e ele falava: “-Tá gostando, né, cadelinha? Tá na tua cara que tu gosta de chupar uma piça bem dura. Agora chupa vadia! Chupa!” e enfiou seu caralho bem fundo na minha boca fazendo eu engasgar algumas vezes. Com as engasgadas, minha boca começou a criar muita saliva, o que fez eu deixar seu pau todo babado. Então ele resolveu me dar outra ordem: “-Agora chupa minhas bolas! As duas juntas!” E lá fui eu. Primeiro dei uma longa lambida naquele saco boludo, depois posicionei minha boca bem no meio dele e fui sugando, até que elas entraram na minha boca e ele falou: “-Isso, minha putinha. Engole todo meu saco, tesão!” Depois de uma boa chupada em suas bolas, ele mandou ficar de quatro na sua frente e eu obedeci. Olhei para trás e pude ver ele cuspindo na sua mão e passando o cuspe no cabeção do seu caralho. Era uma caralho grosso e grande. Pelo tamanho devia ter uns vinte centímetros, cheio de veias e com o cabeção roxo. Depois cuspiu bem no meio da minha bunda acertando o meu cuzinho e, vagarosamente, foi enfiando seu dedo indicador. Enfiou três vezes todo o dedo girando no meu rabo e aquilo me deixou com muito tesão. Então, ele cuspiu novamente no meio do meu cu e começou a penetrar o meu furinho. Nesse momento eu continuei ajoelhado, porém, com o rosto encostado no chão, deixando minha bundinha bem empinada para ele meter bem fundo. Àquela altura eu estava louco de tesão e desejando que aquele pau maravilhoso entrasse todo na minha bunda. Senti cada centímetro do seu pau entrando bem gostoso, com suas mãos me agarrando firme pela cintura. Podia sentir o meu cu ficando cada vez mais arregaçado com aquela tora grossa e cabeçuda. Tive vontade de gritar, mas ao mesmo tempo sabia que não podia, pois acabaria acordando a minha tia. Depois de entrar todo, ele puxou, enfiou novamente na minha boca e disse: “-Chupa mais um pouco, minha puta! Gostei dessa boquinha gulosa!” Chupei aquela vara com vontade, deixando-a bem babada e depois ele falou: “-Tá, agora fica de quatro que eu vou comer teu cu!” Fiquei de quatro, arrebitei bem a minha bunda e olhei pra trás desejando de verdade aquele pau graúdo no meu rabo. Novamente ele posicionou seu cacete no centro do meu ânus, me segurou firme pela cintura e foi enterrando toda aquela naba até suas bolas tocarem nas minhas. Daí voltou e começou a dar solavancos, enterrando bem forte e puxando devagar. Aos poucos o meu cuzinho foi cedendo à grossura do caralho. A coisa foi esquentando e o ritmo foi aumentando, mas sempre com cuidado para não fazer barulho. Seu pau entrava e saía num ritmo gostoso, fazendo meu corpo se arrepiar todinho. Ele apertava minha bunda e metia com força todo seu pau dentro de mim, quando chamou o Tiago e disse: “-Enfia o pau na boca dele, agora. Vamos mostrar para esse viado que aqui em casa só tem macho e vamos encher ele de porra!” Abocanhei aquela vara e chupei gostoso, aproveitando cada segundo que se passava. Era um pênis tão gostoso de chupar, que por um momento até esqueci que estava sendo enrabado. Aquilo para mim estava sendo um momento mágico, pois haviam dois caralhos me fodendo ao mesmo tempo, um na boca e outro na bunda. Então, um calor enorme tomou conta de mim e eu comecei a gozar. Eu sentia o meu cu piscando no mastro do meu tiu, que logo depois despejou toda sua porra dentro da minha grutinha arrombada. Seu caralho pulsava gostoso e eu rebolava sem parar. Foi uma delícia sentir aquela porra quentinha dentro do meu rabo escorrendo para fora. Em seguida, foi a vez de meu priminho Tiago, que agarrou minha cabeça pela nuca e enfiou bem fundo na minha boca, me fazendo engolir toda a porra quente e grossa que saía do seu pau.
Depois de sugar e engolir todo aquele leitinho gostoso do meu primo, meu tio sacou seu membro monumental do meu traseiro e enfiou na minha boca dizendo: “Viu putinha? Isso é pra tu aprender que aqui em casa tem é macho. Quando tu voltar aqui, já vem preparado pra ser a nossa mulherzinha. E se abrir a boca pra alguém, eu vou contar pra todo mundo que tu anda dando a bunda por aí. Entendeu viadinho? Agora limpa essa sujeira toda e vai dormir!” Depois disso, ele me segurou pelos cabelos e esfregou o pau na minha cara, deixando ela bem lambuzada e foi deitar-se novamente, ao lado da minha tia. Tiago pegou sua camiseta, passou no chão para limpar o meu gozo, trancou a porta do quarto e me chamou para deitar ao seu lado. Nos beijamos e dormimos bem agarradinhos. (Essa história continua…)

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