A netinha e seu vovô (prazeres da inocência)

Muitas coisas aconteceram já na minha vida mesmo eu ainda sendo novinha. Tenho 19, mas ainda muito cedo já tinham despertado meu corpinho pra sentir sensações gostosas e isso me fez muito safadinha. Vou começar do mais cedo que eu me lembro.
Eu ainda era bem pequena, e morava com meus pais e meu avô. Meus pais brigavam muito porque meu pai era muito namorador e minha mãe tinha muita raiva. Quando ela descobria alguma traição ela sumia de casa e passava de três, quatro dias sem dar as caras. Ninguém sabe onde ela ia e meu pai dizia que ela tava se vingando dele. Eu ainda não entendia o que se passava, só depois que fui entender.
Quando ela sumia eu ficava aos cuidados do meu pai e do meu avô. Eles faziam comida e me davam banho, me levavam e traziam para a escolinha. O meu vô era muito carinhoso e sempre que me cuidava ele me alisava e beijava meu cabelo, meu rosto e me aninhava no colo dele. Eu me sentia sempre protegida e achava muito confortável. Esse contato dele era natural pra mim.
Meu pai trabalhava pela manhã e chegava em casa no fim de tarde. Ainda estava um pouco claro e ele chegava. Então, de manhã era meu avô que me arrumava pro colégio. Ele me banhava, vestia meu uniforme, penteava meu cabelo. No banho ele me lavava sempre com cuidado. Na maioria das vezes era na banheira e na duchinha. Ele colocava pouca água na banheira, para não ter acidentes. Quando eu ficava sentada brincando, ele me ensaboava e a água da banheira batia na minha barriga, pouco acima do umbigo.
Ele me ensaboava toda com xampu johnson no corpo e no cabelo e ficava um tempão esfregando, para lavar bem. Ele passava bastante tempo lavando minha bucetinha e meu cuzinho. Dizia que era pra não ficar com cheirinho ruim e eu achava uma sensação ótima. Na maioria das vezes ele lavava os dois com um ou dois dedos. Lembro que muitas vezes fiquei sentada observando ele passar o indicador e o dedo médio pra frente e pra trás na minha bucetinha e dizia: “Que florzinha linda do vovô. Vai ficar perfumada e cheirosinha.” Eu ria e ficava olhando atenta os dedos dele deslizarem na água pra frente e pra trás na minha rachinha. Às vezes ele cutucava a entradinha e fazia movimentos circulares, com a pontinha do dedo encaixada. E às vezes demorava fazendo isso no meu grelinho. Era muito gostoso!
Outras vezes ele me punha em pé me dizia pra apoiar na banheira de costas pra ele e empinar o bumbum. Eu ficava quase de quatro e ele alisava meu cuzinho e minha bucetinha inocentes, lavando com o xampu que não ardia. Até me mandava segurar o bumbum e abrir e eu me arreganhava toda, sentia meu cuzinho esticado, ou os lábios da bucetinha arreganhados. Ele dizia: “Isso, meu bebê. Assim fica bem limpinho. Pode puxar que o vovô cuida de tudo. Tá bem abertinho. Tá toda arreganhadinha.”
Eu achava que estava fazendo certinho. Depois ele me enxugava, deitava na cama e abria minhas pernas pra cima, eu me arreganhava toda, parecendo um franguinho assado e ele cheirava e beijava meu cuzinho e minha bucetinha várias vezes, dizendo que estava muito cheirosinho. Era a florzinha e o botãozinho.
Quando eu voltava da escola, tomava outro banho gostoso com o vovô, ficava muitas vezes de camisola sem calcinha brincando na sala, deitava no chão, brincava com minhas bonecas, desenhava e pintava. O vovô sentava no sofá e dizia pra eu imitar o cachorrinho. Eu ficava de quatro e latia. Ele dizia: “Abana o rabinho pro vovô. Eu ria e virava de costas pra ele, colocava os cotovelos no chão e rebolava o bumbum arreganhado, igual os cachorros fazem quando querem brincar.” Nós tinhamos uma gata, e quando ela entrava no cio ela ficava se esfregando em tudo e empinava a traseira querendo cruzar. Eu não entendia o que era mas cansamos de rir vendo ela fazer isso e se esfregar até nas nossas pernas miando dengosa. Quando uma vez perguntei porque ela ficava assim, ele dizia que ela queria namorar. E me mostrou como ela reagia quando ele passava o dedo na xaninha dela. Ele fez um movimento com a pontinha do dedo e ela levantou mais a bunda e ficou mexendo as perninhas, nervosa. Muitas vezes eu mesma fiz isso quando a gatinha entrava no cio. Sentia a xaninha dela soltando líquido. Fiz na frente do meu pai e ele nunca falou nada. Nessas brincadeiras, o vovô dizia: “Faz a gatinha dengosa. Imita a Lili (era a gata) dengosa.” Eu saia miando pela sala, esfregava o rosto na perna dele e ele dizia: Lili tá dengosa? Lili quer namorar?
E eu virava de costas e arrebitava a bundinha, mexendo as coxas. Ele vinha com o dedo na minha bucetinha e dizia: Namora com o vovô, Lili, namora. E eu me rebolava muito imitando a Lili. Era muito gostoso porque nessa brincadeira ele não alisava igual no banho. Ele esfregava a ponta do dedo duro pra cima e pra baixo na minha bucetinha e no meu grelinho e dava uns choquezinhos. às vezes eu mesma começava a imitar a Lili e ia pra perto dele levar aquele cutucão na bucetinha. Depois de brincar muito ele me colocava no colo dele, e eu sentia seu pau duro na calça frouxa do pijama. Não achava nada demais. Afinal era como o joelho, a mão, o cotovelo. Só mais uma parte do corpo. Ele me encaixava de jeito na piroca dele, às vezes me sentava de frente pra ele pra brincar de upa upa e ela sempre ficava apontada pra cima e eu já sabia que era pra encaixar daquele jeito e ficar pulando no colo dele, com uma perna de cada lado, enquanto ele me segurava nas mãos pra apoiar e ficava olhando minha bucetinha e sorrindo. Em uma das calças do pijama dele, que era a minha favorita, dava pra ver o contorno da cabeça e do corpo. Até a cor vermelha da cabeçona que batia na minha bucetinha, porque essa calça era bem velha, fininha e já esgarçada.
Um dia, ele tinha tomado banho e lia o jornal de toalha. Ele sentou com as pernas meio abertas e dava pra ver o pau dele enquanto eu brincava no chão. Fiquei olhando curiosa (viu como eu era safadinha até sem saber? Ficava curiando sempre que tinha oportunidade, no banho, na sala. Não foram poucas as vezes que dormi com ele e puxava o elástico para ver a piroca dele mole dentro da calça. Eu só não entendia bem porque e quando ficava dura), vi ela caída pro lado e o saco embaixo. Ele tinha poucos pelos e dava pra ver tudo nitidamente. Acho que ele percebeu minha curiosidade e pôs o jornal na frente do rosto e abriu mais as pernas, como se soltasse mais no sofá. E a mágica começou a acontecer. A pirocona do meu avô começou a aumentar devagarinho até que ficou dura. Não pra cima, mas ficou deitada e grande, reta pra fora da toalha, parecia uma linguiça.
Me deu vontade de sentar no colo dele e brincar de cavalinho e eu pedi: Vovô, vamos fazer upa upa?
Ele estendeu o braço e sorriu e disse: Cavalga aqui no seu cavalinho, amor do vovô.
E eu corri, montei o colo dele me arreganhando, e enquanto me ajeitava, acabei esticando mais a toalha dele, que estava com a abertura pra cima. Antes estava cobrindo tudo, só dava pra ver por baixo, mas com meu movimento, ficou entreaberta.
Segurei as mãos dele e comecei a pular no colo dele rindo e olhando pra baixo. Via minha bucetinha arreganhada e a toalha dele ia abrindo cada vez mais, até que a piroca saltou pra fora, apontando pra cima e quando eu sentava ela ia pra baixo. Ele disse: Amor do vovô, espera, tá machucando vovô. E me levantou. Fiquei de pé sobre o colo dele, uma perna pra cada lado, e ele puxou aquele cacetão pra cima, cobrindo com a mão e disse: pode sentar. Quando fui sentando ele afastou a mão, e eu sentei de bucetinha aberta em cima da jeba dura do meu avô. Estava tão quente e tão macia e eu achei gostoso. Não fiz upa upa. Fiquei olhando. E ele segurou minha cintura e disse: Vamos fazer diferente para não machucar mais o vovô. E puxava minha cintura pra frente e pra trás, fazendo: cavalga, princesa. Assim, upa-upa-upa.
E ao invés de pular na pica dele, eu sentia ela esfregar minha florzinha. Fiquei olhando fascinada. E ela foi soltando um liquido transparente, ficando melada e lisa. E ainda era mais gostoso. Ele me pressionava na piroca e eu achava muito gostoso. E então ela começou a cuspir um líquido branco, parecido com leite, que melou a barriga dele. Ele ficou parado respirando fundo de olho fechado, depois me sentou de lado e disse: Espera aqui, vovô vai no banheiro e já volta. Voltou já de pijama, me colocou no colo, cobriu de beijos e disse:”Não conte nada pro papai do cavalinho.” Eu só fiz que sim com a cabeça, eu era muito pacífica. Nem perguntava nada. Só achava tudo muito gostoso e queria de novo!

Avalie esse conto:
PéssimoRuimMédioBomExcelente
(Média: 4,80 de 5 votos)
Loading...