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Enrabada na ladeira perto do Rio Sul

06-02-16 11 ★ 0.00

Oi, sou Liana, médica em cirurgia plástica especializada em estética facial, morena, cabelos negros encaracolados e na idade da loba. Sou bastante caprichosa com meu corpo a ponto de não invejar dessas meninas de hoje. Tudo começou há quase trinta anos quando pré-adolescente estudava num colégio de padres onde meninos e meninas sentavam separadas. Tinha um garoto que me chamava bastante atenção, principalmente quando tinha educação física e ele se destacava. Sempre pegava ele me olhando, mas parecia que ele era muito tímido, e sempre que eu fitava meus olhos nele ele desviava o olhar.
Não costumo trabalhar aos sábados, mas nesse dia estava atendendo uma cliente muito especial que morava nos Estados Unidos, recebi um telefonema cuja pessoa se identificara como esse amigo da infância que eu não via desde o tempo de colegial. Ao dizer seu nome, Danilo, minha mente viajou no tempo e comecei a sentir um calor que a anos não sentia mais.
Danilo disse que estaria no Rio naquele fim de semana e que gostaria de me ver, informou que estava falando de um orelhão público, pois não tinha celular e que tudo teria que ser combinado neste telefonema. Embora eu seja uma mulher bem casada e amar meu marido, também desejei vê-lo, mas para que o encontro fosse apenas formal, fiquei de encontra-lo no shopping Rio-Sul que fica perto do apartamento de uma amiga da faculdade.
Eu já estaria indo pra lá a tarde para encontra-la e depois irmos à diplomação de seu filho que estava se formando na última turma de medicina da Gama Filho, hoje Estácio. Como o tempo era curto diante do compromisso, não seria nada de mais encontrar um velho amigo alguns minutos apenas. E assim fiz, despachei a cliente, coloquei minha roupa de noite no porta malas do carro, tomei um banho, vesti um vestido leve e rumei para o Rio-Sul. Eu não esperava que no sábado o transito estivesse tão complicado, isso era por causa das construções que ocorriam pela cidade devido a Copa de futebol.
Cheguei uma hora depois do combinado, não sabia sequer se iria reconhecê-lo, estacionei numa ladeira perto do prédio de minha amiga e fui ao local de encontro, um café na entrada principal. Foi quando vi um senhor de cabelos grisalhos de camisa azul sentado numa mesa sozinho lendo um livro. Ao olhar seu olhos meu coração quis sair pela boca, lá estava Danilo mais desejável do que na infância.
Sentamos, tomamos alguma coisa e falávamos pouco, o mais era trocado desejos em nossos olhares. Pela primeira vez peguei na sua mão, expliquei que não poderíamos ir além daquele encontro e que tinha um compromisso logo que saísse dali. Na conversa que tivemos eu me denunciei dizendo que naquela época gostava de ficar brincando no chuveiro com as partes íntimas pensando nele, e o safado me disse que ele se masturbava dentro da sala mesmo, e gozava quando eu olhava pra ele e sorria.
Saímos do café de mão dadas sem falarmos mais nada, me dirigi a onde tinha estacionado o carro. Chegamos, ele sentou no meio fio e eu abri o porta-malas e comecei a arrumar a bagunça e ajeitar as coisas que utilizaria no apartamento de minha amiga.
De repente Danilo começou a passar a mão em minhas pernas, eu olhei para ele furiosa e disse quase gritando: você está louco? Tentei baixar o porta-malas e sair logo dali, mas Dani rapidamente se levantou, me segurou pela cintura com a mão direita e a mão esquerda na porta impedindo que eu a baixasse. Começou a morder minha nuca, beijar meu pescoço, virou meu rosto e me beijou com sofreguidão. Eu como que estarrecida entreguei-me nessa volúpia, mas logo caindo na realidade tentei me desvencilhar, mas Dani me beijava loucamente, ao que me restou morder seus lábios inferiores, só mais tarde vi que tinha feito um corte feio.
Naquele momento senti nojo de mim mesma, pois estava sendo abusada por um praticamente desconhecido que me tratava como uma prostituta vulgar que se encontra na rua. O nojo maior era que mesmo sabendo que estava sendo estuprada, não tinha forças para reagir, quando dei por mim já estava dizendo; você é louco, aqui não, vamos deixar pra outro dia.
Danilo com brutalidade puxou minha calcinha até o joelho, levantou meu vestido e começou a lamber minha bunda. Eu tremia toda de tesão e medo, a razão não existia mais, então como que buscasse objetos no porta-malas, me inclinei deixando que ele sugasse minha buceta, mordesse minha bunda e lambesse meu cu.
Não sei quantos minutos fiquei naquela posição, só sei que de repente senti seus dedos penetrarem minha buceta, quando senti seu pau na porta do meu cu caí na real, mas ele foi mais rápido e me penetrou com violência, senti o tremor dar minhas pregas como a gente sente aqueles sinalizadores tipo mata burro que se coloca no asfalto para diminuir a velocidade. Eu nesta ora gemia mais de dor do que de tesão, sentia-me realmente estuprada, suas estocadas fortes me fez gozar pela terceira vez, até que senti um jato de porra invadir meu cu, o safado ainda tirou e melecou a minha bunda toda.
Em silêncio peguei um lenço de papel, limpei minha bunda, levantei minha calcinha, fechei o carro e me dirigi ao apartamento de minha amiga. Dani sem dizer uma palavra pegou a sacola que estava em minhas mãos e desceu a ladeira ao meu lado. Quando chegamos a porta do prédio, minha amiga também chegava da rua, ela é uma viúva loirinha linda de olhos azuis parecendo a Maitê, somos colega da faculdade, naquele tempo todos eram loucos por ela. Apresentei Danilo sem dizer o seu nome, talvez por vergonha do que tinha ocorrido ou por medo dela interessar por meu homem.
Não sei o que deu em mim, mas o abracei como se abraçasse um amigo, limpei seus lábios que ainda sangravam, vi que corria lágrimas de seus olhos, senti pena dele naquele momento, pois ele sabia que poderia ir pra cadeia pelo que fez. Ainda acrescentei: obrigado amigo por ter vindo.
Dois anos já se passaram, mas toda vez que estou tomando banho tenho a sensação de estar melecada com a porra daquele porco que deixou minha bunda roxa com suas dentadas. Me arrependo até hoje de não tê-lo denunciado como estuprador. O trauma foi tão grande que não consigo mais ter sensação quando meu marido coloca na minha bunda, será por que, me ajudem na resposta.

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11 Comentários

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  1. barbosinha

    Não devia nem ter ido a esse encontro por ser casada. E depois de ser em rabada e gozar bastante na piroca do cara, bateu remorso e vem falar de estupro?! PQP TENHA SANTA PACIÊNCIA..

  2. RodrigoPaldmel

    Ficou com o cu arrombado e gostou…

  3. TOM

    Tudo Putas Vadias ai vem falar que foi Estupradas estas Vacas

  4. Caio

    Estupro kkkkkkkkkk.
    Ele te Amarrou??
    Te pegou a Força.
    Vcs Dão o Rabo e depois Inventam que foi Estupro.
    Tomem vergonha na cara

  5. hanna

    leva a mal não mas se vc num conhecia ele bem ,porque vc foi , eu num iria .

  6. Suelen

    Não cai nessa conversa não minha amiga… o que você pode fazer é denuncia-lo vez que estrupo não prescreve… mas se foi bom pra você exija um novo encontro e o resto você posta aqui de novo…

    • Caio

      Estupro Prescreve Sim Querida.
      Tem 6 meses pra efetuar a denuncia.
      Segundo Isto não foi Estupro, Ela Deu por Quis, pararem de serem frescas suas vacas

  7. Madureira

    Oi Liana o que você teve foi uma aparente síndrome de Estocolmo, se seu caso foi real pode virar objeto de pesquisa científica e tornar a síndrome do Rio. Embora você tenha nojo do ocorrido, dá pra ver que foi o que lhe deu realmente prazer… Sou psicólogo e posso ajudá-la, moro perto do local onde ocorreu… se quiser minha ajuda responda aqui mesmo e eu entro em contato… conheço sua amiga… manterei sigilo médico.

  8. Anônimo

    ¨mulheres ousadas, sem frescura, sem vergonha, tenho um grupo “CNN News” no whatsapp com “contos, fotos e videos”, com sigilo e discrição total. O que acontece lá no grupo, fica no “CNN News” sigilo e discrição total. Entre em contato com Lorenzo (19) 9 8379-5779.

  9. Acho que quando vc admitir que gostou e que foi um ato egoísta da parte do seu amigo pq vc deve sentir um tesao (não assumido) pelo que vcs fizeram ira voltar a sentir prazer anal, se não fosse osso vc não teria gozado e mais sequer olharia na cara dele, ou mesmo o deixaria te acompanhar ate o apto de sus amiga, acho que no fundo vc não achou tão ruim. Me desculpe e apenas a opinião de um leitor atento ao seu conto.

  10. Byra !

    Oi Liana , ñ sei se o q vou dizer é o mais correto , mas tenho certeza de q o trauma , de ser violada lhe tirou o prazer em fazer sexo anal. Na minha maneira de pensar, vc tem q esquecer essa brutalidade , mesmo q seja com uma ajuda de uma psicóloga , e procurar doar-se ao seu marido com amor e vontade de manter esse tipo de relação , O foi feito ñ pode ser mudado , mas o futuro pode e será bem mais fertil e saboroso , se vc usar sua inteligência e ignora a bestialida daquele animal . Caso queira meu contato , me envie msg para [email protected]…que nos entenderemos melhor , com sigilo absoluto e amigavel …Beijos …FELIZ CARNAVAL !