Passando hidratante

Ola! meu nome é Sára, hoje tenho 16, sou peitudinha. Quando tinha uns 10 anos, gostava de brincar na casa de uma amiguinha que era uns meses mais velha que eu. Ela morava com a mãe o padrasto dela, que era muito carinhoso com ela e ela com ele. Minha amiga era mais inocente que eu, ficava somente dentro de casa. Ela já tinha me falado que gostava quando ele dava banho nela, eu não via nada de errado o pai dar banho nos filhos para ajudar a mãe. Sempre quando eu ia em bora seu pai dava banho nela para esperar sua mãe limpinha. Um dia cheguei para brincar com ela e eles se preparavam para o banho, fiquei esperando, vi que estavam curtindo o banho, pelas risadas da minha amiga. Outro dia cheguei novamente antes do banho deles e fui convidada para tomar banho junto, no início não quis, mas minha amiga me convenceu, podia ser divertido. O padrasto dela vestia uma bermuda bem frouxa, ela todinha pelada e eu de calcinha, o padrasto perguntou se ia tomar banho de calcinha e que por ele estava tudo bem, minha amiga disse que era pra ficar pelada como ela, deixei ele começarem o banho e quando eles se distraíram tirei minha calcinha também. O padrasto dela passa shampoo em todo seu corpo e desliza as mãos em todo seu corpo, passou na bundinha dela e se deteu um pouco no reguinho dizendo que tinha que limpar bem se não a mãe reclamava que não tinha tomado direito, ela até se curvava um pouco, depois passou para a parte da frente, ela abriu as pernas para sua mão entrar melhor, começou a rebolar na sua mão e disse que ele fazia cócegas nela, vi que ela adorava. Então ele me chamou para me banhar também, fui com um certo receio, mas fui. Fez como fez na minha amiga, colocou shampoo em todo meu corpo, e nos meus peitinhos que já tinham um volume maior que da minha amiga, ele massageou um pouco mais. Colocou espuma na minha bunda e com a ponta dos dedos, esfregou minha bunda e alisou meu cuzinho, dizendo que tinha que limpar melhor aqui, senti o dedo pressionar meu cuzinho, e logo me virou para lavar minha bucetinha também, abri as pernas como minha amiguinha e deixei ele me lavar, ele passou os dedos na entradinha da minha bucetinha que saiu um gemidinho, me pediu calma e passou seus dedos mais um pouco na minha bucetinha, que me arrepiei toda. Achei que tinha passado pela prova de fogo, que nada, minha amiga disse que tínhamos que passar hidratante para terminar o banho. O padrasto dela sentado na tampa do vaso e ela sentada no colo dele, com as perninhas aberta esperando pelo creme, ele derramou nas mãos e passou no seu corpinho e desceu até o meio de suas pernas e esfregou até ela não aguentar e pedir para parar, e logo disse que era minha vez de passar creme. Sentei no seu colo e notei que tinha sentado no seu pinto duro, mas não era eu que iria reclamar, ele passou nos meus peitinhos e gostei do carinho dele, e logo foi direto pra minha bucetinha, ficou um tempinho e passei a rebolar em seu colo, senti um sensação nova em mim, deitei meu corpo em seu corpo e estremeci com os dedos na minha bucetinha, ele levantou e deu um tapinha em cada bunda e mandou nós ir se vestir, que ele ia tomar seu banho. No quarto da minha amiga disse a ela que tinha gostado de tomar banho com ela. Outro dia não via a hora de ser convidada para tomar banho. Ele deu banho primeiro na minha amiga e depois chegou minha vez. Sentei no seu colo com o pinto bem duro e não dei bola, queria que passasse o hidratante no meu corpinho, uma mão no meu seio e a outra no meio das minhas pernas, me retorcia toda até estremecer de prazer, enquanto nós nos secávamos, ele correu para o box, dizendo que precisava tomar banho também, notei que ele esfregava seu pinto e gemia, deu um suspiro e terminou seu banho. Fomos pro quarto e nos vestimos. Depois de vários dias voltei a casa da minha amiga, ela me disse que hoje nós tomaríamos o banho separadamente porque seu padrasto pediu pra ela, na hora não entendi mas acatei, pois não tinha que exigir nada, só queria ser tocada. Ela foi para o banho e voltou sorridente como sempre e eu entrei em seguida. Ele me aguardava com a bermuda esticada pra frente, tirei minha roupa e esperei ele me passar shampoo, agora ele colocou uma mão na minha bunda e outra na minha xexequinha, esfregou simultaneamente até eu me retorcer de prazer, tirou a espuma dos meus seios, e elogiou, que eram bonitinhos e pediu para dar um beijinho, tinha muita confiança nele, então permiti, ele beijou um e o outro, quando colocou a boca no segundo peito não tirou mais, começou a mamar como um bebe, a vergonha, o medo e o prazer, deixei sem reclamar, com a mão direita foi novamente para entre minhas pernas, estava adorando seus carinhos, após sentir novamente aquele relaxamento ele me soltou e mandou eu ir pra junto da amiga e ficou sozinho no banheiro. Se juntou a nós no quarto e conversou com nós, sobre o que fazíamos no banho, minha amiga disse que gostava mais do banho dado por ele, do que o da sua mãe, também disse que gostava muito. Então ele falou que não era pra contar para ninguém, se não ele não daria mais banho em nós. Que em outro dia ele nos daria um banho de gato e depois no chuveiro, que diríamos qual era o melhor. Perguntei como era o banho de gato, ele disse que era só com a língua, rimos e pedimos banho de gato. Só que como não precisava de água, e ficamos no quarto mesmo, as duas deitadas esperando pela língua do “gato”. Novamente começou pela amiga, que vibrava com sua língua no seu corpo. Ele abriu as perninhas dela e linguou sua bucetinha, parecia que ela tentava se desvencilhar da sua língua, até que perdeu as forças. Chegava minha vez, ele demorava mais comigo, lambia e chupava meus peitinhos, foi até meu umbigo, quase desmaiei, e foi para minha bucetinha, estava gozando na sua língua, que não parava de brincar com meus lábios vaginais, ele não deixou eu sair de suas garras e lambeu até eu gozar novamente e me soltou fraca das pernas. Fomos para o banho e não brincamos como antes, estávamos cansados. No quarto ele perguntou qual o banho tinha sido melhor, minha amiga respondeu que era o de chuveiro e eu respondi que era o de gato. Percebi que minha amiga levava com muita inocência, não percebia a maldade do padrasto, eu que tava gostando deixava ele abusar de nós. Em outra ocasião, na sala, estava sentada ao lado dele, enquanto minha amiga ia ao banheiro, ele colocou a mão na minha bucetinha e fez eu gozar, seu pau levantava a bermuda, ele estava direcionando seus desejos só em mim, sempre que ficávamos a sós, ele passava a mão em mim. Passei alguns dias sem ir até a casa da minha amiga, quando cheguei lá, minha amiga disse que ele tinha brigado com sua mãe e foi embora, ficamos sem banho, mas aprendi a me dar prazer sozinha, no ano seguinte brincando com um amiguinho mais velho, depois de ficar peladinha na frente dele, pensando que só iria me tocar, tirou o pau para fora e me comeu a força, gozei, mas me assustei e briguei com ele. Com meu primo transei novamente e gostei muito, transamos quase sempre.

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