A menininha do papai, nasceu menininho

Então Monica começou a relatar a sua história dizendo que quando ainda era criança seus pais viviam levando-o à médicos e a psicólogos e à medida que ia crescendo, eles com todo carinho, foram lhe fazendo entender que ele nasceu menino, mas era diferente dos seus amiguinhos… Apesar de ter nascido com um pênis, todo o resto do seu corpo era de uma menina: peitinhos crescendo, cintura fina, coxas roliças, bumbum cheinho arrebitado, rostinho liso e sem pelos, pezinhos pequenos e delicados. Aos 12 anos, quando foram morar em outra cidade, a mãe já começou a vesti-lo completamente com roupas de menina e foi fazendo-o se acostumar com o nome de Monica. Foi estudar em um colégio particular, e apesar da sua condição fez muitas amizades (principalmente feminina) e frequentava sem problema o banheiro delas. Apesar de ver muitas meninas praticamente peladas, ele sempre usava o reservado para fazer suas necessidades. Só aos 15 anos é que um garoto o beijou na boca…, mas não passou disso. Com quase 17 um amigo frequentava muito sua casa e seus pais não se opunham de ficarem trancados no quarto. Foi quando começou a namorar de verdade: muito beijo na boca, boca nos seus peitinhos e ficar pelado (a) na frente de um garoto e a transar pela primeira vez com direito a tudo que uma mulher precisa gozar na pica de um macho de 18cm de envergadura. Nessa época seus seios e seus cabelos eram maiores do que os da sua mãe…, mas era na rua que mais chamava a atenção dos homens com suas curvas generosas. Era normal sair junto com seus pais e entrar em lojas para comprar roupas femininas, e era também normal o pai aprovar ou não uma determinada roupa. No final de ano houve um baile das turmas do colégio onde estudava e como a mãe não podia leva-lo, o pai fez questão de acompanhá-lo naquele baile e ainda o fez ir com ele ao shopping para comprar um vestido novo. As atendentes da loja já os conheciam e não viram nada de anormal o pai ficar ao lado do provador onde entrou com alguns vestidos para provar. Após vestir o primeiro e mostrar para o pai, foi ele quem entrou no provador para o ajudar a vestir o segundo que era um tubinho que ia ficar bem justo no seu corpo… Ele falando baixinho. – Não precisa usar sutiã Monica. Você tem os seios bem firmes. Já com o vestido acima do seu bumbum, só faltava passar os braços pelas mangas… então o pai mesmo destravou o sutiã e por trás ficou olhando-o no espelho se ajeitar para ele puxar e fechar o zíper desde o seu bumbum até em cima. O pai abraçando-o por trás deu lhe um beijinho no rosto e disse- Esse ficou muito bem em você… seu corpo valoriza muito este vestido, vai arrasar. Mesmo assim, vestiu outros dois e seu pai ficou o tempo todo dentro do provador… E sorriu vendo-o só de calcinha como se fosse uma menininha, a menininha do papai. Na sexta-feira à noite Monica entrou linda e maravilhosa de braços dados com seu pai no clube. Foi recebida com carinho por todos os colegas e até muitos fizeram questão de o apresentar aos seus familiares. Sentaram numa mesa junto com os pais de um colega, e acabou que eles dançaram algumas músicas… no meio do salão, Rafael, o seu par de dança, disse que tinha certeza que muitos estavam com inveja dele, e que ele estava louco para beija-la. – Não faça isso Rafael… seus pais estão olhando. Sempre aos sussurros e bem juntinhos, Rafael lhe disse que ia ligar no dia seguinte para combinarem alguma coisa. Seu pai foi o que mais dançou com ela e foi o que mais a apertou. Nos braços do seu pai se sentiu uma mulher por inteira, e num determinado momento ele ficou com o rosto tão perto do seu que ela achou que ele ia lhe dar um beijo ali no meio do salão. Passava de uma hora da madrugada quando resolveram ir embora… desde a garagem até o apartamento, foram abraçadinhos lado a lado até dentro do elevador. Ao entrarem em casa o pai foi direto ligar o aparelho de som que já tinha um CD de músicas românticas. Monica tirou os sapatos e deixou seu pai a segurar pela cintura e iniciar um leve e lento bailado. Antes mesmo de terminar a primeira música seu pai já a estava apertando-a contra seu corpo e com o rosto colado no seu. – Você é uma pessoa maravilhosa Monica… eu te amo muito. Sentindo o pênis duro do pai roçando nas coxas, seu coração começou a bater mais forte. – Eu também te amo muito, pai. Sem parar de dançar, veio o primeiro beijo de leve na boca… – Que isso pai??? Ele parando e segurando seu queixo. – Não consigo resistir seus encantos e esses lábios… São tão carnudos e voltou a beijá-la novamente, desta vez sendo correspondido. Voltaram a dançar, e sem imaginar até onde iriam ela permaneceu com meu rosto olhando meio abobalhada para o seu pai que a juntou num abraço e a beijou forte novamente na boca com um beijo de língua, enquanto sua mão ia descendo o zíper atrás do vestido, no que Monica extasiada e sabendo o que o pai queria, deixou a parte de cima do vestido sair dos braços e ficar caído na cintura, com meus peitinhos de fora, seu pai voltou a lhe beijar e a apalpar um dos meus seios. – Não pai… não podemos! – Porque não? Ele a puxou até o sofá e sentando foi terminando de tirar o vestido…. Quando ele segurou a calcinha Monica sentiu as pernas tremeram achando que não conseguia ficar de pé e aos poucos viu a calcinha sendo abaixada e o pai olhando para o seu minúsculo pênis que só tinha utilidade para fazer xixi. – Vira a bundinha, vira! Monica virou e ele apalpando dizia: – Nooooosssa… como é linda! – Vai lá para o seu quarto e fica assim sem roupa me esperando; está bom meu amor? Monica obedeceu já sabendo e esperando pelo que ia acontecer, e logo ele entrou só de cueca segurando um pote na mão… Antes de subir na cama ele tirou a cueca e ela pode ver seu pau duro pela primeira vez… muito maior do que a do garoto que a comeu. E novamente o pai lhe disse com muito carinho dando-lhe um beijo na boquinha linda e carnuda: – Vira a bundinha para o papai; vira! Obediente ela se virou, ficando de quatro sobre a cama, e o pai após passar o gel no seu ânus e lambuzar a cabeça do seu pau segurou-a por trás e introduziu seu cacete milímetro por milímetro até encostar as bolas na bunda de Monica que gemia e sussurrava palavras desconexas. Nunca ela poderia imaginar sentir o cacetão do seu próprio pai no rabo seria tão gostoso… os gemidos dela era incentivo para o pai ir empurrando cada vez mais fundo e dizia: – Que cuzinho delicioso tem a filhinha do papai…uuuiiii como ele é tão apertadinho…aí delicia…como você é gostosinha…. Monica gemia e rebolava ao mesmo tempo para sentir melhor a vara que era socada com vontade dentro da sua bundinha. Foi simplesmente maravilhoso sentir todo pau do seu pai enfiado no seu rabo e sentir o esguicho de porra no seu anus. Depois dessa gozada foram juntos para o banheiro, e após um bom banho foram para o quarto do pai. Monica deitou-se na cama de casal e o pai passou a mamar nos seus peitinhos e também a beijar muito sua boquinha carnuda… Pouco mais de uma hora depois seu pai estava novamente socando seu pau bem gostoso na bundinha dela e minutos depois estava gozando dentro do seu rabinho. Dormiram abraçadinhos em forma de conchinha. No dia seguinte Monica, acordou tarde e ao chegar na cozinha já encontrou a mesa do café arrumada notando que seu pai já tinha feito seu lanche. Após o café, foi até o quarto do pai e o encontrou deitado com a TV ligada e ainda só de cueca. Deitou-se do seu lado e ele a puxando foi beijando sua boca… Instante depois, ela enfiou a sua mãozinha delicada dentro da sua cueca dele e encontrou seu pau, sentindo-o ficar cada vez mais duro enquanto ele continuava beijando sua boca. – Tira a cueca do papai, tira! Obediente ela segurou a cueca, e logo que a puxou um pouco o pau duro do pai ficou apontando para o teto. Nem precisou ele pedir, beijou, lambeu, mordeu a cabeça e seu instinto a fez enfiar aquela coisa grossa dentro da sua boquinha, o tesão tomou conta dela. Lambeu desde a base até a cabeça e ali ficava dando lambidinhas, chupava as bolas e ouvia o pai dizendo: isso mesmo minha menina, puta-que-pariu Moniquinha… ; chupa o papai, chupa meu amor, chupa! Monica chupou bastante, passando a língua daquela cabeça roliça e quando voltou e engolir novamente sentiu o primeiro jato de porra parar lá no fundo da sua garganta… Já ia parar, quando o pai segurando a cabeça disse: – Não para; não para! Continua chupando o papai, meu amorzinho; continua! Ela teve que continuar e cada jato que recebia dentro da boca ia engolindo… Mesmo com a boca ainda suja, ele a puxou para a beijar. – Caralho filha… isso foi bom demais, nem a sua mãe me chupou tão gostoso assim…parabéns minha linda. Logo depois do almoço, como Rafael ligou convidando-a para ir ao cinema com ele… Pediu pra esperar no telefone e foi falar com seu pai que ficou feliz por saber que ela ia sair com um rapaz. Seu pai o levou e a buscou no shopping. Ainda no carro ele quis saber o que aconteceu entre ela e com o Rafael no escurinho do cinema. – Hahahahaha, pai…. Só beijinhos na boca.- Só????? Mais nada? Não querendo contar que ele tinha enfiado a mão por baixo da sua blusa e apalpado seus peitinhos enquanto a beijava, e ele segurado o seu cacete por cima da cueca, pediu a permissão do pai de receber o Rafael no dia seguinte em casa. – Claro que pode filha… Prometo que vou deixar vocês dois bem à vontade. Chegaram em casa e seu pai novamente lhe faze um pedido estranho. – Coloca só uma calcinha, aquela branquinha, que vou ficar te esperando lá no meu quarto. Monica encontrou-o deitado pelado masturbando-se e pegando-a foi beijando muito e mamando nos seus peitos… Colocou-a de bruços, tirou a calcinha passou a beijar suas nádegas abrindo-as e passando a ponta da língua no seu buraquinho.- Hummmm… Adoro esse seu cuzinho… Que pena que não vai ser só meu. Monica sentiu que seu pai estava tendo ciúmes do Rafael… e então foi ficando de quatro, deixando a bundinha branquinha a disposição de seu pai. – Pode deixar pai; com o Rafael só vou deixar se ele usar camisinha… Só você que vou deixar sem usar nada. Deu novamente gostoso para o seu pai. Rafael foi seu primeiro namorado sério e passou a morar com ela na sua casa durante 2 anos. Atualmente Monica tem 22 anos e é proprietária de uma loja de roupas femininas em um shop, roupas finas e caras… Gostou do conto? 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