Ela se perdeu do marido e levou rola!

Fiquei sabendo através de um casal no whatsapp que haveria esse manifesto por menos carros nas ruas de São Paulo e também por mais respeito ao ciclistas que utilizam suas bikes na capital.
Confesso que nunca participei de nada desse gênero mas fiquei interessado quando Silmara avisou que o grande barato seria pedalar pelada em plena Avenida Paulista, ai eu lhe perguntei ‘como assim?’.

Acorda Frank a manifestação é com todos ciclistas pelados ou de sungas e biquínis pedalando pelas ruas é a maior loucura!

Aí me animei com a ideia de ver umas gostosas semi nuas pedalando pelas ruas da capital em meio aos carros, decidi que iria.

Peguei minha GT Avalanche 3.0 Hidro e coloquei no rack bagageiro do meu carro, separei alguns equipamentos de pedalada, peguei uma sunga, pois quando cansasse de pedalar pelado a colocaria e parti.

Estacionei meu carro num estacionamento nas adjacências do ponto de encontro, me troquei dentro do meu carro e fui saindo pedalando de sunga para retirá-la somente no momento de partida.

Foi quando ao sair do estacionamento encontrei um casal chegando de bike e com mochila nas costas eles me chamaram e se apresentaram como Robson e Ana e me perguntaram se eu estava indo para a PEDALADA PELADA também.

Respondi que sim, e eles perguntaram se eu me troquei no banheiro do estacionamento, falei que não, que foi no meu carro mesmo que possui insulfilm ai Ana pediu:

– Frank será que nós poderíamos nos trocar no seu carro?
– Com certeza Aninha pode pegar suas coisas e vir aqui – respondi.

Nisso fui conduzindo o casal até meu carro abri e autorizei que se trocassem ali.

Robson foi primeiro e já voltou também de sunga e na sequência foi Ana que ao sair quase me matou do coração com um biquininho fio dental enterrado no rego e perguntou para nós:

– Estou bonita?

Ana é bem branquinha, quadril largo, 22 anos, bumbum avantajados e coxas na medida certa, que garota linda e gostosa.

Na hora o maridão já balançou a cabeça afirmativamente e olhou pra mim, assim como Ana também e eu já soltei um:

– Nossa Robson com todo respeito, mas desse jeito nem pelada ela precisa ficar para fazer valer a manifestação, desse jeito vou querer pedalar só atrás de vocês!

E Ana caiu na gargalhada e Robson deu uma risada meia forçada mas sabia que sua esposa era gostosa.

Ambos pediram para deixar suas coisas no meu carro para não cansarem tanto durante o trajeto e assim o fizeram e combinamos de nos encontrarmos no meu carro no final caso nos perdessemos durante o passeio.

E assim fomos para lá a manifestação que foi muito bacana, a galera toda se preparando, alguns passando tinta e fazendo desenhos, outro colocando frases e cada um ao seu modo decorando o próprio corpo como forma de chamar a atenção para um problema dos grandes centros urbanos, o excesso de carros.

Eu fui para manifestar meu apoio também mas queria mesmo era ver as gostosas e na primeira oportunidade tentar descolar alguma gata para azarar.

Nessa preparação acabei me perdendo do casal, mas como eles sabiam onde estava meu carro e combinamos de nos encontrar ali no final não vi problemas e assim aproveitei para fazer uns desenhos lembrando tribais e tal até começarmos todos a pedalar.

Alguns homens ficaram totalmente nus, enquanto algumas mulheres exibiram os seios. A maioria dos ciclistas trajava sunga ou biquíni mas havia um grande número de homens e mulheres também.

Os que estavam ali não ligavam para a estética corporal, o ambiente estava muito agradável e descontraído, havia muito respeito , mas muito respeito mesmo entre todos, casais gls, gordinhos, gente de toda variedade e todo mundo convivendo harmoniosamente bem, mas não tem como negar que quando a pedalada começou, os homens malandramente, sempre se aglomeravam pedalando um pouco mais atrás de uma garota com bumbum gostoso, seja de biquíni ou pelada.

Não tem como, numa situação dessas, é um estímulo natural para nós homens que numa situação dessas ficamos igual ratos de laboratório correndo naquela roda tentando pegar o queijo…rs

E assim foi transcorrendo o percurso, foi quando avistei uma garota pintada e com a bunda bem arrebitada e uns 4 ou 5 marmanjos atrás pedalando e aos poucos fui me esgueirando ali no meio e fiquei bem atrás, na linha reta, distando uns 2 metros no máximo daquela bunda maravilhosa.

Olhava fixo tentando enxergar o anel daquela ciclista, que gostosa, ela estava peladinha, toda pintada e com capacete e máscara para esconder o rosto dos fotógrafos, realmente um tesão de garota!

E assim fui seguindo durante grande parte do trajeto e foi quando vi que ela passou a olhar muito do lado como se procurasse alguém ou talvez algum local para encostar e vi que foi saindo em direção à uma banca de jornal que ficava ao lado de uma grande árvore com bastante copa que tornava meio escurinho e nisso fui seguindo-a, felizmente somente eu tive essa ideia…rs

Quando ela foi descendo ao lado da banca viu que estava vazio e foi quando olhou para trás, como se estivesse vendo se não havia ninguém por perto e disse:

– Frank!

Era Ana, eu disse-lhe:

– Oi Ana, o que vai fazer?

– Aí Frank me ajuda fica aqui perto que to com vontade de fazer xixi, você me ajuda?

– Com o maior prazer e no que puder!

– Rsrsrs besta – ela disse.

E nisso foi se agachando de costas para mim, e eu dei uma cobertura com minha bike , dessa forma quem a visse pensaria que ela estava amarrando o tênis e sem ela perceber fui retirando o rolo de papel higiênico de minha mochila, destaquei um pedaço de papel.

Ela foi se levantando e foi em direção à montar em sua bike e quando ficou de costas para mim eu disse:

– Espere!
– O que foi – disse ela se virando para mim.

Peguei o papel e enfiei-lhe a mão por trás de sua bunda, secando o restante do xixi que havia se acumulado em seus lábios vaginais, enchi a mão com o papel secando toda aquela bocetinha e terminei dizendo:

– Se você pedalasse assim ficaria toda assada!

Ela olhando-me fixa nos olhos disse:

– Obrigada Frank.

E me deu um beijo na face agradecendo e montou em sua bike, meu pau ficou meia bomba e eu aproveitei a deixa e falei:

– Espera um pouco fica aí que vou pedalar igual você!

E fui retirando minha sunga e quando meu pau saltou para fora da sunga percebi que os olhos de Ana estava fixos nele e me aproveitando disso fui retirando devagar, dobrei-a e coloquei dentro da mochila, a essa altura meu pau ficou duro, mas não tinha o que fazer.

E Ana disse:

– Você vai assim?
– Assim como?
– Com esse troço desse jeito? – apontando para meu pau.
– Ué vou fazer o que não tem jeito, ficar de pau duro aos olhos alheios é o preço de quem quer pedalar pelado!
– Mas….e se as outras garotas virem?

Percebi que ela havia gostado do que viu, havia gostado de minha ferramenta e não gostaria que as outras vissem, deixou transparecer um certo ciúmes e eu me aproveitei:

– Ué vai ser normal, ou acha que elas nunca viram um na vida?

Ela meio contrariada concordou e nos juntamos ao grupo novamente e eu sempre ao lado dela, e perguntei:

– Cadê o Robson?
– Está por aí – limitou-se a dizer e calou-se.

Com certeza a visão do meu pau havia mexido com Ana, pedalamos mais alguns minutos e o pessoal que estava desnudo já começou a colocar suas peças de roupa e Ana falou para encostarmos para nos vestirmos também.

Quando paramos próximos à 3 garotas e um casal de gays um dos rapazes disse:

– Gente olha o Bragança!

E todo mundo ficou procurando, sem entender nada até que o namorado do cara perguntou pra ele?

– Que Bragança, tá louco?

Aí ele respondeu apontando para meu pau que ainda estava meia bomba:

– Esse ciclista com tudo isso no meio das pernas só pode ser de Bragança a terra da linguiça!

E todos caímos na gargalhada e na mesma hora olhei Ana e novamente a vi olhando fixamente para meu pau que me deu um tesão danado e minha cobra endureceu de vez!

Coloquei minha sunga e Ana somente a parte de baixo de seu biquíni e fomos fazendo o pequeno percurso de volta e ao chegarmos ao ponto de encontro disse para Ana:

– Já vou indo para o carro, você vai ficar ou quer ir?

Ela pensou um pouco e falou, vamos, Robson sabe que nossas coisas estão no carro e certamente irá pra lá.

Ao chegarmos, como o carro estava num canto do estacionamento que é em ‘L’ e ficaríamos à sós, retirei minha sunga fazendo meu pau a meio mastro com vontade saltar com tudo para fora e sem dizer uma palavra, abri o carro, peguei um galão d’água que havia trazido para retirar as pinturas molhei numa toalha e fui retirando do meu corpo o máximo que pude, restando alguma coisa nas costas. Durante todo esse tempo Ana ficou em silêncio e apenas me observava fixamente e a cada movimento de minhas mãos para remoção, só faltava nas minhas costas e gentilmente pedi que ela retirasse o restante.

Ela prontamente atendeu e sua mão suave como seda deslizava na minha musculatura retirando o restante da tinta, o engraçado é que em certos instantes parecia que ela me acariciava.

Quando terminou e me virei percebi que seus seios, que ainda estavam desnudos, apresentavam o bico durinho.

Tomei a toalha de suas mãos comecei a torcê-la para retirar o excesso e sem dizer nada, encharquei com água e comecei a limpar a tinta de seu corpo todo.

Comecei pela barriga e no primeiro toque Ana gemeu:

– Ai tá geladinha….rs
– Fique tranquila que já já esquenta – disse.

Limpei a barriguinha e em seguida subi para seu peito, com muito cuidado e carinho e alguns momentos pude perceber que ela fechava os olhos e curtia meu contato com seu corpo. Depois retirei de seus braços, ombros e pescoço, Ana por diversas vezes soltou gemidinhos e eu percebi uma leve esfregada de coxas a esta altura meu pau já estava muito duro e não tinha como ela não ver.

Virei-a de costas para mim e comecei limpá-la pelo pescoço, ombros, braços até que comecei as costas e neste momento ela jogou a cabeça para trás e deu uma leve arrebitada na sua bunda que encostou na cabeça do meu pau pois estávamos muito próximos, não tinha como não encostar e ela não se afastou permaneceu um pouco ali e eu para testar cutuquei a banda de sua bunda com meu cacete e no mesmo instante ela se virou para trás e me olhou séria como que repreendendo mas não disse nada, ficou por isso.

Me afastei e me agachei e comecei pelas canelas, depois fui subindo pelas as coxas até que cheguei no melhor da festa que era aquele rabo comecei a limpar e ao mesmo tempo que apalpava escrachadamente, sem pensar em mais nada soltei os dois laços laterais da calcinha de seu biquini que caiu no , quando enfiei a mão no meio de suas coxas e comecei a limpar ela gemeu e arrebitou sua bunda que estava a pouco centímetros da minha cara e quanto mais eu fingia limpar o meio de suas coxas, mas ela ia jogando sua bunda para trás até que o vão de seu rego tocou meu nariz e eu dei uma bela cheirada naquele rego suado e soltei:

– Delícia!

Ela parou na hora como se tivesse acordado de um transe e fez menção de sair mas eu já não queria saber de mais nada, se havia um resto de razão em mim, foi para o espaço quando senti o cheiro do seu rego suado e sem pensar em mais nada grudei-a pelas ancas puxei-a para mim e comecei a morder sua bunda, coxas e na sequencia atolei a mão em sua xoxota que naquela altura estava alagada e pulsando como se pedisse um caralho para ser preenchida.

– Para Frank por favor meu marido pode chegar!

Eu sem dar ouvidos continuei e como estávamos entre meu carro e o do lado com a porta de trás aberta empurrei-a para dentro de modo que ela empinou a bunda e se apoiou no banco.

– Para Frank chega, não quero mais saber de brincadeira está ficando sem graça!

Na mochila retirei uma jontex encapei o bicho e quando ela tentava voltar, empunhei-a pelas ancas novamente empurrando para dentro forçando ela a se apoiar nos bancos e mirando meu cacete nela estoquei de uma vez!

– Aaaaaaiii! Você está me arrebentando todaaaa, paraaaa!

Ela gritou mas eu não queria nem saber comecei o vai e vem em Ana que tinha uma xoxota apertadinha, parecia uma virgem e olhava aquele rabo delicioso tão desejado e disputado por todos que pedalavam atrás dela até há pouco e quem estava comendo era eu me enchia de vigor, aí que eu socava forte e fundo mesmo!

– Para Frank vai devagar por favor, você colocou camisinha pelo menos?

– Lógico sua puta, ou acha que vou sair metendo sem, numa safada sem vergonha que larga o marido para sair pedalando sozinha mostrando o rabo para outros machos?

E continuei metendo com vigor e daí por diante Ana amansou e começou até a rebolar para agasalhar melhor o pau do seu comedor até que após levar muito soca soca no rabo a putinha jogou aquele rabão carnudo branco para trás e gozou:

– Ooooooohhhhhhhh!

E nisso foi arriando no banco e eu mais do que rápido fiz força para segurar aquela potranca e continuar a foder-lhe ali mesmo e puxava-a pra mim com tudo foi quando percebi alguém vindo ao longe, com certeza era o marido de Ana, eu precisava gozar e rápido.

O tesão que dá você vendo o marido da mina que você tá comendo chegar é indescritível e não aguentei, acelerei minhas estocadas, saquei meu pau pra fora e esguichei jatos de esperma por todo corpo de Ana e na raspa do tacho limpei meu pau em suas nádegas, abaixei e falei:

– Aja naturalmente que teu marido tá chegando!

– Você é louco Frank por que não avisou antes? Afffff!!!!

– Relaxa! É só fingir que estamos nos limpando, sangue frio e tudo dará certo.

E nisso despejei um pouco de água com o galão sobre meu pau semi duro e virei para Robson que chegava de sunga e na mesma hora olhou pro meu cacete e eu sem perder tempo disse:

– Pedalou só de sunga Robsão?

Ele meio gaguejante pela situação disse:

– Na-na-não…tirei mas depois coloquei.

– Pra não assar o bumbum né veado.

E nisso dei-lhe uma toalhada na bunda, ele riu meio sem jeito enquanto Ana fingia limpar-se para remover a tinta e reclamava:

– Tinta porcaria da pior qualidade que não sai nem a pau, falei pra você Robson que era pra gente ter trazido a nossa. – disse resmungando com o marido.

Já emendei e vocês moram aqui perto mesmo? Querem uma carona? Já tarde ein!

Os dois concordaram e eu fui ajeitando as bikes no bagageiro e Robson aproveitou para retirar suas tintas também e como corno arisco perguntou:

– Faz tempo que vocês estão aqui?

Ana ligeira rapidamente respondeu:

– Não amor eu acabei de chegar não deu 5 minutos e você chegou o Frank tava por aí já.

– É Robsão, to destreinado para dar umas pedaladas dessas, canso rápido!

E ali ele como bom corno tranquilizou e relaxou e iniciamos uma amizade, troquei telefone e pretendo comer Ana outras vezes, mas não nego que quero adestrar Robson a ser um corninho em passivo, daqueles que lambe a xoxota toda esporrada da esposinha!

 

Avalie esse conto:
PéssimoRuimMédioBomExcelente
(Média: 1,00 de 1 votos)
Loading...