Não podia gozar dentro

Na minha adolescência brincava todos os dia com dois amiguinhos da mesma faixa etária, em torno de 14 a 15 anos. Havia um adulto de nome Lúcio,jovem de uns 23 anos que gostava de contar histórias, que comia várias garotas, inclusive da mesma rua nossa. Ficávamos excitados com as histórias dele, ele também emprestava suas revista de sexo. Sempre escondido de nossos pais, era só ele estar livre que pedíamos pra ver suas revistas, eram sempre as mesmas revistas mas pareciam ser diferentes. As vezes ele dizia estar excitado também, segurava o pau duro por baixo do calção. Perguntou quantas punhetas nós batíamos por dia, todos se olharam, até que um disse que batia uma por semana, Lúcio riu e disse que era umas três por dia, todos rimos e eu disse que não batia nenhuma, fui chamado de o mais mentiroso. Era no mínimo uma por dia, mas tive vergonha de falar. Lúcio disse que um dia ia nos ensinar como resolver este problema. Passou mais uns dias e lá estávamos escutando suas histórias e um de nossos amigos pergunta ao Lúcio o que deveríamos fazer para resolver nossos problemas, então Lúcio pergunta se sabíamos o que era MEIA? Ninguém respondeu, e Lúcio foi explicar, vocês vão para um lugar seguro e cada um da uma comidinha no outro, e quando forem gozar, tiram o pau e gozam fora. Todos desconfiados disseram que não era uma boa, e Lúcio reforçou sua tese, dizendo que não gozando dentro, não era veado. Fomos brincar de futebol em outro lugar e esquecemos o que tínhamos ouvido dele. Não vimos ele o resto da semana, e no pátio de um de nossos amigos, voltou a conversa da MEIA, e quem era a favor de fazer, um disse que não seria o primeiro, o outro disse e nem eu, os dois me olharam e dissera que demorei muito a responder, então seria eu, disse que também não, que tínhamos que decidir na sorte. Seria tirando par ou impar, fizemos este joguinho e depois de algumas vezes fiquei em desvantagem, um dos meus amigos disse que era pra ser eu desde o início quando demorei a responder que não. Disse que não ia, o outro disse que eu não sabia perder. Ficaram reclamando, até que resolvi ceder. Fomos para os fundos do pátio e nos pelamos, todos de pau duros e mão na bunda de um e de outro, tive que ficar de quatro e aguentar eles se divertirem, Eu e outro tínhamos o pau do mesmo tamanho e um tinha um pouco menor, então falei para o menor ir primeiro, não tínhamos experiência alguma, depois de várias cuspidas no meu cu, só havia entrado o dedo, o outro disse que deixasse com ele, que ele iria conseguir, o pau escorregava no cuspe e saia pra baixo e pra cima e não entrava, voltou o do pau menorzinho para tentar de novo, dei uma pequena relaxada e o pauzinho dele começou a entrar, enquanto ele vibrava que tinha conseguido, eu fazia careta de incomodo e o outro se esforçava pra enxergar o pau lá dentro, pedi pra tirar, mas o outro quis também, cuspiu mais um pouco e conseguiu enfiar, meu cu ardia mas eu segurava a dor. Logo o outro queria de novo e ia entrando mais fácil, um tirava o outro e seguia enfiando, até que o primeiro disse que ia gozar e tirou para fora e gozou no chão. O segundo foi entrando mais folgado e começou a bombear, já não sentia tanta dor, mas ele demorou mais que o primeiro, e quando foi gozar, demorou a tirar e quando tirou gozou nas minhas costas, com raiva me limpei com a camisa dele. Tava com raiva e meio dolorido que não quis fazer mais nada. Encontramos o Lúcio para contar a novidade, e perguntamos como passar para a próxima fase. Lúcio perguntou quem foi comido, apontaram pra mim, e Lúcio perguntou se o escolhido seria outro ou eu daria a semana inteira, depois passaria para outro, novamente disseram que era a semana completa pra mim. Lúcio me consola dizendo que depois comeria duas semanas seguidas, no que eles disseram, é mesmo. No outro dia estamos novamente pelados e eu de quatro, quase sem dor e recebendo os paus sem reclamar, só dizendo que semana que vem seria minha vez, desta vez que foi primeiro foi o segundo, fazia um carinho nas minhas costas e disse que ia gozar, só que desta vez tirou cedo e gozou no chão. O outro pegou o embalo e foi socando, dizendo que era melhor que punheta, foi gozar e também tirou e gozou longe. O primeiro quis de novo, deixei avisando que também ia repetir com ele, bombou e não conseguia gozar, pela primeira vez estava gostando de sentir uma piroquinha dentro do meu cuzinho, mas não podia revelar pra ninguém. Não tava me incomodando sua demora, gozou fora e voltamos pra rua para brincar. A noite ele aparece na minha casa para sair pra brincar, e pede por favor deixar ele me comer mais um pouquinho, faço um draminha para ele não perceber que tava gostando e com alguma insistência dele deixo e digo que é só um pouquinho, baixo só a bermuda e ele enfia sem muito esforço. Ele demora mas até me esqueço que é para ele parar, meu cuzinho quer mais e mais, ele goza fora e vai em bora. Fico pensando que quando chegasse minha vez ia querer muitas vezes também. Novamente revelamos ao Lúcio nossas aventuras e ele pediu para ver como nós fazíamos, levou nós para o fundo da sua casa e nos pelamos e ainda era minha semana de dar meu rabinho, então me posicionei para receber as rolas. Lúcio tirou seu pau pra fora e disse que queria um pouquinho também, disse que ele não poderia brincar conosco porque seu pau era muito grande. Deixei ele só colocar seu dedinho e dar uma cuspidinha, seu dedo era quase da grossura da rolas dos meus amigos. Lúcio teve que se contentar com uma punheta, cada um que me soltava, Lúcio pedia para comer um pouco, eu negava, vinha o outro, gozava fora e saia e Lúcio insistia em comer um pouco, mostrou seu pau e disse que não era muito grande e que já tinha gozado e não ia gozar em mim, dizia o mesmo não de sempre. Enquanto Lúcio ia até a frente da casa para ver o movimento como andava, os dois tentavam me convencer a dar um pouquinho pra ele, que ele era nosso amigo e se doesse eu pedia para ele parar, fiquei pensando enquanto um me enrabava, ficava um pouco e o que estava olhando empurrava o outro e entrava em mim, os dois gozaram e eu queria mais. Lúcio volta e diz que ta tudo bem na rua e pede para os dois ficarem vigiando na frente que ia conversar a sós comigo. Ficou alisando minha bunda e pedindo pra eu deixar ele colocar um pouquinho, que não ia me machucar, fiquei só ouvindo e deixei ele tentar e se doesse íamos parar. Me ajeitei de joelho no chão e esperei meio receoso e nervoso. Lúcio cuspiu e enfiou o dedo fazendo eu sentir prazer, colocou a cabecinha na entradinha e forçou, doeu fui pedir para parar, e ele disse que já tava entrando, sem parar enfiou tudo, mexeu um pouco e tirou de dentro, cuspiu mais uma vez e recolocou pra dentro, com algumas estocadas não sentia mais ardência, queria que ficasse como estava, pedia para parar, mas sabia que não ia parar, ele puxava meu quadril com fúria, gemia de prazer e ele acelerando mais, estava nas mãos dele, ou no pau dele. Estava gostando tanto que nem pensei que era pra tirar antes de gozar, cada enfiada, gostava mais e estranhei quando ele tirou e gozou fora. Pedi para ele dizer que não dei para ele, e ele fez eu prometer que daria de novo para ele a noitinha, fizemos um trato. Fomos brincar de outras coisas e não entramos no assunto o resto do dia. Fui para casa tomar banho e jantar, fui até a frente para olhar se o Lúcio estava me esperando, não havia ninguém na rua, pensei em desistir do trato com ele, entrei de novo, e fui dar uma ultima olhada e dou de frente com Lúcio, ele sorriu e me convidou para ir até seu pátio, fomos sorrateiramente indo para o fundo do seu pátio, queria acabar com aquela situação, que baixei o calção e fiquei esperando ele se aproveitar. Me bolinou meu rabinho com sua saliva e o pau dele foi direto pro fundo, respirei e ele segurando minha cintura me puxava pra trás e empurrava pra frente, em seguida veio o prazer e Lúcio ficou bombando. Deu uns espasmos nele e os movimentos foram diminuindo até parar por completo, tirou o pau de dentro e virou para o lado dizendo que ia gozar. Estranhei aquela parada com o pau ainda dentro de mim, mas satisfeito fui em bora. Gostei mais do Lúcio que dos meus amigos e ele pediu para eu vir todas as noites, que de dia ficava com meus amigos, era o outro acordo. A noite me encontrava com Lúcio, ele metia em mim e dizia para eu me punhetar, ficava bufando na minha nuca e socando pra dentro, estava próximo de gozar e Lúcio dizendo ai, ai, ai e parou o movimento com seu pau dentro de mim, gozei e foi melhor que as outras vezes, Lúcio tirou o pau mole de dentro de mim e não gozou no chão, perguntei se não ia gozar, e ele disse que não conseguiu gozar. Me ajeitei e fui em bora com a bunda toda melada, no banheira percebi que era a porra do Lúcio, fui dormir preocupado com o que poderia causar em mim. No dia seguinte não procurei os amiguinhos, queria esclarecer com Lúcio minhas dúvidas. Ele com a cara de safado me esperando na frente, e eu só queria saber o que podia acontecer se tinha gozado dentro de mim. Ele pediu desculpa, e disse que o culpado era eu, por ter uma bundinha gostosinha, que não ia contar para meus amigos, eles não precisavam saber pra não ficarem zombando comigo, Lúcio já querendo baixar meu calção e eu com medo, Lúcio mostrou seu pau duro e pediu pra comer, porque tava muito a fim de meter na minha bundinha gostosinha, dei um sorrisinho meio forçado e ele foi me carregando e eu fui cedendo, ele baixou meu calção e fui ficando do jeito que ele queria, entrou sem dificuldade e foi metendo, ele parou e pediu pra eu sentar no colo dele e subir e descer minha bunda em seu pau, me virou de frente para ele, e eu batendo punheta e feito uma mola no seu pau, quando eu estava próximo de gozar, Lúcio pediu para eu sair do seu pau que ele ia gozar, meu gozo também estava chegando e fiquei sem forças pra sair de cima dele, que disse que estava gozando em mim. Também gozei na sua barriga, e ri dizendo que estava me cobrando dele. Sai de cima dele e escorreu de dentro de mim seu esperma, cada um limpou seu corpo. Nos dias seguintes só queria o leitinho dele dentro do meu rabinho. Os meninos não ficaram sabendo de nada, mas o Lúcio me deixava de rabinho escorrendo leitinho, só assim ficava satisfeito.

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