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Louca Experiencia

1758 palavras | 2 |4.38

Me chamo Luís, tenho 29 anos e separado a 2 anos. Tive algumas mulheres antes de casar e depois de separado, fui chupado algumas vezes. Tenho orgulho de nunca ter transado com homem, nunca me atraiu apenas isso, não é preconceito. Resolvi visitar minha irmã vais velha que mora na cidade ao lado da minha. Cheguei sexta-feira, avisando só no mesmo dia que estava vindo, eles já tinham um compromisso na igreja, resolvi ficar em casa para descansar, a irmã, o cunhado e os 2 filhos foram juntos, tomei banho e fui para o pátio da frente para ver o movimento da rua, levei uma cerveja e fiz o muro de mesa, já tinha bebido um latão de cerveja e abri o segundo, de repente vejo um rapazinho se aproximando de bicicleta e para no muro e puxa assunto comigo, eu pensei que ia perguntar por algum membro da família, por ser vizinho deles. Ele era muito simpático e educado e disse que nunca tinha me visto antes, contei toda a história pra ele, pensando que tava contando a um grande amigo da família. Quando me surpreendeu com a seguinte pergunta: se eu já tinha sido chupado alguma vez? respondi claro que sim, e ele perguntou se já tinha sido chupado por um homem? respondi que não, que eu sou homem de verdade, comecei a desconfiar dele. A surpresa foi maior ainda quando ele disse que estava procurando um pau pra ele chupar e se eu não queria ser chupado por ele? que todos que ele chupou nunca esqueceram da chupada dele. Sorri e perguntei como ele fazia com os paus que chupava? Disse que primeiro passava a língua por toda a região, depois se dedicava a extração do leite. Não queria ele, mas aquele papo de chupada começava a me excitar, o pau dava sinal de vida dentro do calção de futebol, encostado no muro ele não podia ver, ele pede pra entrar e chupar bem gostoso, digo que não, ai vem a pergunta que me deixa sem ação, então deixa eu ver teu pau? ele insiste, e eu me afasto do muro e mostro a barraca meio armada, ele diz que assim tapado não vale, quero ver ao vivo. Pra ver se ele ia embora logo, mostrei o pau meio duro pra ele, elogiou o pau e disse que deixasse ele chupar só um pouquinho. Pensei um pouco, a família da minha irmã só ia chegar as 22:30, dentro do pátio ninguém iria ver e ia ser só um pouquinho, deixei ele entrar e disse que era só um pouquinho. Ele entrou e ele mesmo tirou o pau pra fora do meu calção, arregaçou a cabeça pra fora e deu uma linguada que me arrepiou todo, pau todo babado e completamente duro, engoliu todo, segurando nas minhas pernas e mamando com uma suavidade que me tirava as forças, antes de perder a cabeça perguntei se já estava bom? Não me respondeu porque estava com o pau na boca ou porque não tinha ficado satisfeito. Não deu tempo de pedir pra parar, já não respondia por mim, despejei vários jatos de porra naquela boquinha que insistia em mamar todas as gotas que saiam, mesmo sem sair mais nada não parava de chupar, tive que fazer força pra tira-lo do meu pau. Levantou e perguntou o que eu tinha achado do seu boquete? Pra não demonstrar que tinha gostado, disse que tinha sido mais ou menos. Ele pega sua bicicleta e diz que vai até a praça pra ver se encontra outro pau gostoso pra chupar e some no fim da rua. Fiquei pensando e não acreditando no que tinha acontecido, tinha deixado um homem me chupar, e o pior, aceitar que tinha sido a melhor chupada da minha vida. Quis tomar minha cerveja pra desvirtuar o ocorrido, a cerveja tava sem gás e quente, busquei outra e enchi um copo pra relaxar, quem disse que conseguia esquecer aquela chupada, depois de ter tomado mais outra cerveja sentei no banco do jardim, de repente o rapazinho encosta no muro novamente e me assusta, pergunto a ele se tinha chupado alguém na praça? Ele sorri e diz que sim, pois já tinha marcado com um homem, que estaria na praça as 20:00h, que lá tem um arbusto bem camuflado que eles se encontram nos fins de semanas, que o homem é casado e até paga pra ele, depois que ele faltou um “compromisso” com ele, passou a pagar pra ser chupado. Disfarçadamente me afastei do muro pra ele perceber minha excitação e não ter que pedir pra ser chupado, ele percebe o pau duro e se espanta, diz nossa! Vamos ter que resolver este teu probleminha ai de baixo, abri o portão e ele sorriu e já foi baixando o calção, o pau saltou duro e balançando. Pegou na mão e roçou nas bochechas demorando um pouco até colocar na boca, eu de olhos fechados, só ouvia o nham, nham dele, me contorcia todo de prazer, este prazer se prolongou mais por eu ter gozado a pouco tempo atrás. Parecia que já ia gozar, mas isso demorou uns 30 min, gozei e deixei o pau amolecer em sua boca, limpinho coloquei pra dentro e pedi pra ele ir em bora porque minha irmã já tava pra chegar. Ele antes de sair falou que amanhã iria passear de bicicleta de novo e se foi. Mais tarde pensei, como poderíamos nos encontrar com a família toda reunida. Sábado pela manhã vou a padaria e encontro ele já no caixa pagando suas compras, passo direto sem falar com ele pra não dar na vista, faço minhas compras e não encontro mais ele, e agora como combinar outro encontro se não consegui falar com ele. Ao sair da padaria ele esta me esperando, parece que leu meus pensamentos. Disse a ele que queria encontra-lo naquele arbusto depois do meio dia, porque a noite não daria, pois estão todos em casa. Cheguei na praça as 13:45h e fiquei num banco esperando, tentei identificar o arbusto mas não consegui. Ele chega as 14:20h, senta do meu lado e aponta pro arbusto, e da as dicas de como entrar pra baixo sem ser visto, eu vou primeiro e fico esperando de pau duro antes de entrar, sento num galho da árvore e vejo que da pra ver tudo sem ser visto, tem varias árvores juntas, vejo ele se aproximando com sua bicicleta, em baixo das árvores cabe até a bicicleta e sobra lugar, de pau de fora e duro espero por aquela mamada gostosa, ajoelhado e mamando sem pressa ele tira gemidos de mim, encho a boca dele de esperma, ele só desgruda depois de deixar o pau mole. Permaneço sentado e ele baixa o short, senta e rebola no meu colo dizendo que quando quiser dar uma comidinha é só falar, antes que o pau endurecesse, levantou e mostrou a bundinha novamente. Antes de sair ele me avisou que o homem que ele encontraria hoje a tarde no arbusto não ia poder aparecer e se eu aguentaria mais uma sessão. As 19:00h saio de casa pra ir comprar pão e frios para o café, de sacola fico esperando sentado de baixo do arbusto, agora ele chega logo e sem bicicleta, tira completamente a roupa e esfrega a bunda no meu pau duríssimo, o pau parece procurar um buraquinho pra se esconder, seguro a cintura dele pra me afastar da sua bunda que rebolava no meu pau, minha sorte que ele para e inicia a chupada, disse que ia deixar ele bem duro e babadinho pra ser comido, chupou e quis parar pra ser comido, segurei a cabeça dele e disse que ia comer outro dia, até prometi. Gozei e fomos em bora, no portão ele diz pra eu não esquecer da promessa. Domingo era o meu último dia de visita, as 14:30 já esperava na praça meu bezerrinho, chegou em seguida e sentou peladinho no meu pau, que respondia rápido ao arreto, virou rapidinho deu uma salivada e com grande maestria colocou a cabeça na portinha do cuzinho, deu uma pequena pressionada e o pau deslizou pra dentro, sentado sem eu fazer nada, ele fez o movimento pra dentro e pra fora, aos poucos minhas mãos seguraram sua cintura, sem perceber passei a puxar ele pela cintura, dominando a situação, aquele rabinho era tão bom quanto a boquinha, gozei e agora era eu que não queria parar, o pau não chegou a amolecer e continuei metendo mais rápido ainda, vi que em pouco tempo iria gozar de novo, fiz o pau entrar o máximo que pude e gozei lá no fundo, satisfeito dei mais umas estocadas no reflexo e tirei o pau exausto. Fui em bora sozinho e a noite fui espera-lo na praça para minha despedida, pensando que não iria encontra-lo, pois não tínhamos combinado, quando já tinha perdido as esperanças, avisto ele, que vem em minha direção, falo pra ele irmos ligeiro enquanto a praça estava vazia. Ele disse que ia só chupar porque tinha deixado ele dolorido de mais. Sem dizer o que faria com ele, puxei ele para baixo das árvores, tiro o pau pra fora e ele começa a mamar, cansa de chupar e nada do leite sair, peço então pra dar uma metidinha pra irmos em bora, ele disse: só um pouquinho, virei ele e fui enfiando, acho que o cuzinho dele estava lubrificado com o meu gozo do início da tarde, pois entrou bem suave, o tesão era tanto que não deixo ele se soltar, o calor do cuzinho dele faz eu procurar o gozo mais rápido, acelerei o ritmo e gozei gostoso nele. Fui em bora no domingo a noite e pensando, tinha metido nele sem camisinha e só agora percebi. É difícil admitir mas ele tinha chupado melhor que todas as mulheres que me chuparam antes. Ele chupava sem nojo, parecia que tinha muita fome de leitinho. Nunca mais deixei outro homem me tocar e não tive mais interesse.

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2 Comentários

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  • Responder Viviane Lopes ID:19p32aa8j

    Eu chupo muito bem… tenho fome de rola. Se voce eh um macho de Sao Paulo, capital, me escreva:
    [email protected]

  • Responder Anônimo ID:8ds77kjqri

    964386885 tenho enterece