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Dividindo apartamento I

28-08-15 1 ★ 0.00

Aos meus 19 anos estava no ultimo ano no colégio e tinha que decidir qual faculdade iria cursar, em meses quase louco decidi entre Engenharia Civil, o porem é que não havia na minha cidade, a opção era na capital Goiânia que fica a 160 km de minha cidade atual. Com tudo organizado a mudança e tudo mais, eu iria morar sozinho, até aparecer um amigo do trabalho, se chama Jobson aos seus 17 anos, tinha um corpo magro definido, cabelos pretos penteados pro lado, sorriso muito fofo e um belo par de pernas e um bunda linda. Por um lado achei ruim por eu ser gay e ele não saber eu teria que me esconder, a lado bom era dividir o apartamento com um cara lindo daqueles.
Primeiro mês tudo normal, ou melhor de adaptação, mais umas semanas se passaram e ele já andava pela casa de cueca e me deixava louco, isso me torturava por dentro. Eu também andava e as vezes eu desconfiava de algumas atitudes e brincadeiras, Jobson não estava namorando e relatava pra mim que estava na seca, e eu também por não conseguir uma foda de boa esse tempo.
Em uma tarde de sábado chegamos do trabalho e fui colocar a roupa pra lavar e ele veio de cueca;
– Tem mais essas roupas aqui.
– Só essas?
– Não, mais essa cueca, posso tirar aqui?
– Claro eu!
Ele tirou a cueca ali na minha frente, ainda bem que eu estava encostado na porta atrás, seu cassete estava mole, mas dava pra ver que era um belo cassete, branquinho e depilado. Eu fiquei louco depois deste dia, e decidi investir com força para conseguir ficar com ele, e tudo aconteceu em um domingo semanas depois. Estávamos assistindo jogo e bebendo, eu já esta ruim não sei beber, depois do jogo coloquei um filme de terror, eu gostava já Jobson não curtia muito, mas assistiu pra me fazer companhia, eu sempre assiste filmes de terror e nunca passei tanto medo igual a este, se chamava “Exorcismos no Vaticano”, depois do filme tomei um banho e sai de toalha fui a cozinha organizei algumas coisas e quando voltei ele estava se vestindo no quarto eu entrei e comecei a me vestir, ele chegou na porta do quarto falando;
– Vou dormir aqui!
– Porque?
– Me fez assistir aquele filme, e não vou dormir sozinho.
Eu ri dele e fiz que sim com a cabeça, pra falar a verdade nem tive malicia na hora pois estava apreensivo, vesti minha cueca e ele veio de cueca jogou o travesseiro na cama e ligou o ar condicionado já deitando e mexendo no celular;
– Folgado você em!
Desliguei a luz e deitei também de cueca, estávamos um do lado do outro mexendo no celular e Jobson encosta deu joelho no meu, até ai tudo bem, como eu estava na beira da cama, deixei meu celular e me virei, em um tempo ele foi colocar o celular dele também e senti uma leve encoxada, ai meu fogo se ascendeu, o quarto tinha a claridade dos outros prédios e eu empinei minha bunda e fiquei ali do lado, da forma que estava eu sentia ele me olhando, até sua respiração ficar forte e achei que estava dormindo, de barriga pra cima, ele estava querendo, uma de suas pernas estava meio aberta e esperei um pouco e minha mão foi até a altura de seu joelho “por acaso” kkkkkkk’, ele se mexeu rapidamente meu coração disparou, eu senti sua pele se arrepiar, logo ele se mexeu novamente, e levantou pouco a perna com minha mão em sua coxa, desceu até sua virilha, puta merda estava até quente, pensei é agora ou nunca, sem pensar eu esperei uns minutos e iria colocar a mão em seu cassete, mas Jobson foi mais rápido, ele estava com uma mão debaixo da cabeça e a outra solta, essa pegou minha mão conduziu até seu cassete que estava meio bomba, e a mão dele por cima da minha deu uma pela pegada no cassete dele, que virou uma pedra de instantâneo. Eu dei mais umas pegadas e coloquei a mão dentro de sua cueca lentamente, porra estava super quente seu cassete duro, então parti pra cima eu estava disposto a deixar ele louco, afinal era tudo ou nada. O fato dele ser mais novo me despertava um tesão descomunal. Segurando fortemente seu cassete com uma mão, minha boca se aproximava passando por sua barriga, eu fiz com que ela não o tocasse só para ele sentir minha respiração se aproximando, vocês podem ou não saber pouco abaixo do umbigo no tal caminho da felicidade, sua boca passar beijando ou fazendo o que for o seu parceiro irá gemer sem ao menos você o chupar. Fui até seu umbigo e com a língua bem molhada encoste e fui descendo até a base de seu cassete, e ele soltou um;
– Puta merda.
Eu rindo já abocanhei seu cassete, que para um cara de 17 anos tinha um membro de 18 cm, pouco curvado para cima, cabeça rosa e todo rosinha, as veias eram poucas mas a mostra, sendo pouco grosso. Eu estava com dificuldade pra colocar todo em minha boca, mas sua mão já ajudava forçando contra seu cassete, eu tocava ele enquanto chupava, sua e descia seu cassete, seus gemidos tentavam ser ocultados mas sem sucesso, ele então soltou meu cabelo e eu passava a língua em suas bolas e quando cheguei com a boca próxima a virilha passei de leve os dentes ele me xingou, meio que gemendo;
– Porra cara!
Continuei tocando uma pra ele e chupando dessa vez só a cabecinha, ele segurou a base de seu cassete e disse;
– Se continuar eu vou gozar.
– E?
– Dá pra mim vai?
Cara de fofo, 17 anos, pelado na minha frente o que acharam da resposta?
Eu só cuspi em seu cassete e deitei de lado, ele se virou e foi penetrando, com o tempo que eu não ficava com ninguém, estava bem apertadinho, ele quase gozou logo de cara, quando senti seu membro entrando e me deixando louco de tesão, caramba, o tesão tomava conta de mim, ele com uns movimentos tipo rebolando me deixou alucinado, e logo se levantou, queria me pegar de quatro, me abaixei deixando a bunda bem a mostra para ele, que foi colocando seu cassete e de automático pegando meu cabelo, cara ele me fodia muito gostoso, forte e com pegada, aquele jeito que deixa qualquer um doido de tesão, ele me abraçava por trás enquanto me comia e eu sentia sua respiração em meu pescoço. Me virei e fiquei de frango assado, ele veio por cima e colocou de uma vez e rebolando eu passava a mão em suas costas, seus braços e suas pernas grossas, seu cabelo, queria sentir e aproveitar aquele momento daquele homem todo dentro de mim, até anunciar que iria gozar. Até então ele não havia me beijado, e começou umas estocadas mais e mais fortes eu gemendo ele ficou me encarando sua testa na minha, ele olhando eu gemendo de dor, quando sua boca veio ao encontro da minha, o toque delas eu senti jatos de porra dentro de mim, ele respirou e sorriu ainda me beijando, eu fui tomei outro banho e ele também, deitamos um do lado do outro sem dizer nada um palavra sequer.
No dia seguinte acordei e estava sozinho na cama, minha cabeça explodindo de dor, peguei um remédio no armário e fui para a cozinha pegar um copo de água, ele estava no balcão tomando um copo de leite branco, eu passei e ele sem olhar para cima disse;
– Nunca mais eu bebo com você cara.
– Que foi, não gostou?
Por enquanto é isso caso aja interesse tem muito mais em nosso blog “Armário Erótico”.

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1 comentário

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  1. Pachecao

    Que delicia de fora queria. Estar com vocês para comer e dar o meu cu ficarei uma Punheta me imaginando estar neste conto…Vou agora visitar o seu blog.