Minha vizinha agora é ex-virgem

Bem, me chamo Felipe e quero compartilhar esta história com vocês.
Desde minha infância, sempre fui tarado. Na escola, vivia encochando as menininhas, reparando naquelas bundinhas gostosinhas, e sem contar as que tinham cara de boqueteiras (todo safado sabe reconhecê-las).
Em 2004 meus avós se mudaram para o bairro onde moro hoje, e desde aquela época eu já fiz amizade com todos do bairro, pois sempre fui simpático, bonito e educado, principalmente com as garotas do bairro. No ano de 2007 eu e meus pais nos mudamos para o bairro, e a casa que meus pais haviam comprado era enorme, com quatro quartos e duas salas. Mas o melhor era que eu iria me tornar vizinho da Dani… Ah Dani, aqueles pernões, aquela bunda maravilhosa, aqueles cabelos ruivos, aquele sorriso lindo, aquele olhar tentador… Ela é quase quatro anos mais nova que eu, pois hoje tenho 20 e ela está para fazer 17, mas seu irmão é meu amigo antigo, e é apenas um ano mais novo que eu, então é da minha turma de sair.
Desde pequeno, sempre reparei na Dani, e vivia imaginando como ela ficaria, pois era uma deliçinha desde pequenina. Mal sabia eu que pouco tempo depois, seria eu o primeiro garoto por quem ela se apaixonaria.
Sempre conversávamos eu e o Carlinhos (irmão da Dani), mas nunca havia tocado em assuntos que se referissem a sua irma, por respeito, até que em uma rodinha dde amigos um dia brinquei: “Poxa Carlinhos, sabadão não tô com nenhum esquema armado, podia me ajeitar tua irmã né! E todos meus amigos riram, e disseram que era impossível, pois a Dani não ficava com quase nenhum garoto, muito menos se fosse amigo do Carlinhos. Isso não me fez parar de pensar nela, muito pelo contrário, me fez ter muito mais vontade de pegá-la de jeito!
Não foi naquele sábado que ficamos, naquele sábado apenas conversamos e pudemos ficar um pouco mais a vontade quando os garotos foram atrás de suas minas armadas. No desenrolar dos papos, fui chegando mais perto da Dani, e falando coisas mais quentes, até que estávamos falando de sexo, literalmente sexo, e ja estávamos quase colados um ao outro, e foi quando eu reparei que os olhos dela não se desviavam do meu pau, que já estava muito duro. Nesse momento,o Carlinhos voltou, e não demoramos à ir embora.
No dia seguinte, fui chamar o Carlinhos pra tomar uma cervejinha comigo na calçada, como de costume, mas quem saiu na porta foi sua irmã dizendo que ele havia saído e não havia dito quando voltaria. Aproveitei a oportunidade, chamei a Dani pra tomar uma comigo. Como já era de costume, meus pais não passavam o final de semana em casa, então eu ficava sozinho, e aproveitei para chamar a Dani pra entrar. No começo da conversa, papos calmos e comuns, mais com o desenrolar, começaram a surgir novamente os papos mais quentes. à medida que íamos conversando, me pau ia latejando, e ela percebia e não continha seus movimentos para que evitasse a ereção. Quando percebi que ela estava diretamente encarando meu pau, disse: Tira uma foto que dura mais, rsrsrs. E ela me respondeu com um sorriso bem safado: Prefiro ver e guardar na memória. E piscou. Na mesma hora, não perdi tempo, com a minha mão esquerda peguei em uma das mãos dela, e na hora ela me encarou. Subi a minha outra m ão pelas deliciosas e macias coxas dela, passando pela barriguinha sarada e pelos macios e roliços peitões dela, até que passei pelo pescoço. Foi quando ela se arrepiou. puxei seu pescoço e começamos a nos beijar. Os beijos não ficaram só na boca. Minha boca subia e descia entre o pescoço e os peitos da Dani, quando senti que a mão dela que eu segurava se soltou, e oi em direção ao meu pau. Deixei rolar para ver no que ia dar. Enquanto eu a beijava, ela acariciava meu pau. De repente, ela meteu a mão por dentro da cueca e puxou meu pau pra fora. Nessa hora, quase gozei de tanto tesão. Comecei a chupar os peitões dela enquanto ela me punhetava carinhosamente. Minha boca foi descendo até aquela barriguinha toda saradinha e começando a suar, e ela começou a aumentar a velocidade da punheta, e quando ela percebeu que eu estava quase pra gozar, empurrou minha cabeça, e meteu a boca no meu pau, e acabou a punheta com a boca mesmo, engolindo toda a porra que meu pau esg uichou dentro daquela boquinha doce e macia.
Nessa hora, ela me olhou e disse: Eu sempre quis isso, sempre quis engolir porra, mas tinha que ser porra de um homem gostoso, por que eu queria que ficasse marcado pra sempre na minha memória. Perguntei pra ela: Então você ainda é virgem Dani? Ela não falou, apenas acenou positivamente com a cabeça baixa. Pedi que ela erguesse a abeça, e ela disse que estava com vergonha, então eu disse que ela não tinha por que estar com vergonha, que podia ficar comigo sempre que quisesse, e que ninguém jamais desconfiaria. Foi nesse momento que ela abriu um enorme sorriso e perguntou: Tira minha virgindade? Eu sorri e disse sem pensar duas vezes: Só se for agora Dani.
Fomos pro quarto dos meus pais, com uma cama box king size enorme esperando por nós. Nã liguei o ar condicionado, queria que ela ficasse meladinha de suor pra ela ter noção do que é um sexo gostoso. Como ela era virgem, eu fui falando mais ou menos o que ela devia fazer, as posições que ela devia ficar, etc. Primeiro, ela ficou de quatro (a melhor posição pra se tirar a virgindade) e eu comecei a meter naquela bucetiha toda molhada e apertada. Quando percebi que não ia mais, dei uma forçadinha, ela sangrou bem pouco, e logo percebi que já estava bem laciada. O mais gostoso não foi nem meter naquela buceta novinha em folha, foram os gritos, berros e gemidos que ela dava enquanto enfiava. Comecei então a meter, mas com bombadas bem lentas e leves. Até que ela me perguntou se não havia outra posição, então eu disse que queria que ela cavalgasse no meu pau, e expliquei mais ou menos como era. Ela fez direitinho, tanto que quase gozei, mas conti. Era difícil com todo aquele suor escorrendo na barriguinha sarada dela e todos queles gemidos extremamente excitantes. Logo que percebi que não conseguiria mais conter a porra, disse que era hora dela chupar dinovo, e coloquei ela de quatro na cama, pra chupar meu pau. Gozei outra vez na boca dela, e ela chupou e engoliu toda a porra. Perguntei se ela aguentava mais uma posição, pois queria aproveitar o máximo, e ela disse que sim, mas que agora queria meter com força. Eu disse que ela não iria aguentar, mas ela insistiu, e ainda fez uma observação: Me trate como uma putinha. Eu disse: Sem problemas. E dei uma leve puxada em seu cabelo. A coloquei de “Frango Assado” (a melhor de todas), e dei uma boa lambida naquela bucetinha. Abri bem as pernas dela e esfreguei meu pau na bucetinha dela toda, até que enfiei de uma só vez, e começei a bombar com uma força média, e dando tapinhas leves na cara dela. Ela percebeu que eu ia aumentando a velocidade, e aos berros dizia: Mete! Come essa sua puta! Me bate! Me arrebenta! (do jeito que eu mais adoro!!!) Foi aí que começei a bombar com força mesmo, dar tapas fortes na cara e na bunda, e puxava seu cabelo. Os gritos e os gemidos continuavam, e eu ia aumentando a velocidade, até que os gritos quase não podiam ser ouvidos por conta do barulho das batidas de nossos corpos. Percebi que a terceira gozada estava por vir, então parei de bombar e novamente a coloquei de quatro, pra ela chupar, e dessa vez ela engoliu toda a porra e ainda fico chupando para sugar todo o leitinho do meu pau.
Acabando, nos vestimos e fomos esperar o Carlinhos no alpendre. O resto do dia correu bem. A semana também. O mês. Mas, é claro, com pelomenos duas metidas por semana. E que metidas… Cada ve melhor, com mais posições, com mais gozadas… Simplesmente metidas perfeitas…
Esta foi nossa história. Eu e a Dani esperamos que vocês gostem, e saibam que enquanto estiverem lendo, podemos estar metendo 😉

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