O despertar de um amor proibido

Aos 11anos eu ainda era bem inocente,mais um dia brincando com a minha irmã de luta ao tentar dar uma chave de perna nela, ficamos na posição em que a perna dela ficou pressionando meu pênis e isso ocasionou em mim uma sensação das mais agradáveis que eu jamais tinha sentido. Naquela noite eu só pensava em brincar de lutinha com ela no dia seguinte. Ainda naquela noite por estar muito frio fiquei todo encolhido debaixo do cobertor e sem querer fiquei com os meus dois braços entra as pernas para me esquentar. não sei quando aconteceu, só sei que num dado momento de tanto me encolher para fugir do frio ( já estava numa posição fetal) senti aquela sensação de prazer que eu havia experimentado ao brincar com Luísa. Não preciso dizer que naquela noite custei a dormir. No dia seguinte, logo após o almoço , fomos brincar no quintal. Quando eu consegui reproduzir aquela gostosa sensação na minha cama fiquei imaginando se a Luísa sentiria o mesmo gozo que eu senti. pe nsando nisso propus a ela que eu iria ensinar a ela como aplicar em mim uma chave de perna que eu tinha visto na TV. ela concordou entre curiosa e animada. Então nos sentamos e eu coloquei sua perna entre as minhas e forcei a sua perna contra o meu pênis até sentir aquela sensação tão gostosa da véspera. Não é necessário dizer que eu repeti aquela posição várias vezes para que ela aprendesse a técnica. Então quando eu quase me fartei daquele gozo foi a vez dela aplicar a técnica para eu ver se ela tinha aprendido; antes dela começar eu lhe disse para ela pegar no meu tornozelo e puxar minha perna ,que já estava entre as dela, e juntar suas pernas para que eu ficasse bem preso. Tem coisas que sem querer sempre ficam melhor. Quando Luísa iniciou a técnica que eu acabara de demonstrar exaustivamente senti um grande prazer de tocar com a minha perna naquela macia bucetinha sem calcinha. Mas o que eu não podia imaginar é que na primeira tentativa minha querida irm ãzinha ficou embevecida com o prazer que eu notei ao ver seus olhinhos fecharem-se e ela puxar com mais força minha perna contra sua xaninha. Ficamos assim não sei por quanto tempo ela gozando o prazer da pressão da minha perna na sua bucetinha e eu extasiado de prazer em vê-la gozar daquele jeito. Naquela tarde tive a minha primeira ereção. Quando estávamos nos movimentando para trocarmos de posição, isto é, para que a perna dela ficasse entre as minhas pernas e eu pudesse sentir aquela pressão tão gostosa , ouvimos nossa mãe nos chamando porque ia começar a sessão da tarde na globo. Com uma certa relutância fomos pra a sala onde já se encontrava a minha mãe e duas meninas nossas vizinhas para assistir ao filme. Sentamo-nos lado a lado e como a poltrona estava com super lotação pois as duas vizinhas e nós dois quase não cabíamos numa poltrona de 3 lugares. Luísa ficou quase que amontoada sobre mim e para dar lugar para ela cruzei os braços e me espremi tod o para ficarmos acomodados. Mas o que aconteceu excedeu a minha espectativa de prazer. Logo que cruzei os braços notei que o meu cotovelo direito ficou bem no colo de minha irmã que ao sentir o contacto mais se aconchegou para mim. Ao perceber isso eu dissimuladamente aumentei a pressão do meu cotovelo no seu regaço. No desejo de ficar mais perto do meu braço Luísa se apoiou na minha perna e sua mão espalmada resvalou e ficou sobre o meu pênis nessas alturas quente e duro. E assim ficamos por uns segundos até que eu comecei a fazer pequenos movimentos com o meu cotovelo sobre o seu colo e logo a seguir ela , por sua vez , iniciou tímidos movimentos sobre o meu pau como a imitar os movimentos que eu fazia sobre a sua grutinha macia. Não sei qual o filme daquele dia mas sei que ao terminar o filme um pensamento louco me passou pela cabeça. Vivíamos em uma casa de dois quartos, assim, eu e a minha irmã dividíamos um beliche que ficava num pequeno quarto ao lado do qua rto dos meus pais. Eu sempre era o último a me deitar pois sempre ficava vendo TV até altas horas. Naquela noite fiquei na sala até ter certeza que meus estavam dormindo a sono solto. Quando tive a certeza que todos estavam dormindo me encaminhei para o nosso beliche e ao invés de subir para minha cama me detive na cama de baixo onde luísa estava dormitando. Com o coração disparando comecei a massagear a bucetinha da minha mana. Então ela abriu os olhos e ao me reconhecer sorriu e se ofereceu para os meus carinhos abrindo ligeiramente as pernas que estavam juntas. Comecei a tocar a minha primeira siririca silenciosa. Tomado pelo momento me debrucei sobre a minha mana e comecei a beijar e a chupar timidamente sua buceta e ela escancarou totalmente a sua perna e puxou com força minha cabeça para o vão das suas pernas. Só interrompemos essa nossa primeira experiência porque um barulho no quarto da minha mãe me obrigou a rapidamente a adiar o desenlace daquela aventura que só se concretizaria no dia sequinte; mas esse relato eu contarei no próximo episódio. Vadinho

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