Arrombada na Fazenda

Olá, me chamo helena e tenho 28. sou dona de um corpinho muito bonitinho. Eu tenho as coxas grossas, um bumbum redondinho e bem durinho, seios médios e empinados. Minha barriguinha é bem definida. Tenho mãos macias e delicadas, pezinhos de tamanho 34 que são muito bonitinhos. Meus cabelos são loiros de comprimento até o meio das costas, meus olhos são verdes, minha boquinha é macia e muito gulosa e meu sorriso é o que mais gosto em mim. Sou casada. Na verdade muito bem casada. Nunca havia pensado em trair meu marido, porém ao me deparar com uma cena muitíssimo excitante não consegui me conter e acabei por transformar meu amado marido num homem pra lá de chifrudo.
Bem, tudo aconteceu em nosso sítio, numa cidade pequena do interior do RS. Tínhamos convidado dois casais de amigos para passarmos dez dias lá. Como queríamos descansar levamos Maria, nossa empregada que era desta mesma cidadezinha. Ela era uma mulher muito bonita, de pele morena, cabelos negros, coxas grossas e um bumbum bem avantajado que se destacava ainda mais por sua cintura fina. Em nosso sítio tem um caseiro chamado Pedro. Ele tem 25 anos e é um moreno de braços fortes, pernas torneadas e abdômen definido possuindo também um tórax muito avantajado. O tipo gostoso de homem.
Costumávamos tomar banho de piscina pela manhã e sempre após o almoço saíamos para mostrar lugares bonitos aos nossos amigos. Maria lavava a louça e sempre saía dizendo que ia visitar alguns parentes.
Num certo dia acordei meio indisposta e falei ao meu marido que não queria ir passear e que ele deveria ir para mostrar, conforme o combinado, os lugares aos nossos amigos. Naquele dia eles saíram pela manhã e eu fiquei deitada. Tomei um remédio e acabei melhorando. Eram umas dez da manhã quando saí em direção à piscina para banhar-me. Eu vestia meu biquíni branco que era pequeno, pois eu gosto de usar biquínis pequenos.
Pedro, nosso caseiro, que não era de dar muita conversa veio conversar comigo perguntando se eu estava precisando de alguma coisa. Eu achei bem estranho ele ter vindo falar comigo, mas apenas disse a ele que não precisava de nada e agradeci a ele. Porém percebi que Pedro por diversas vezes passou próximo à piscina e a cada vez que ele passava dava uma olhada pra minha bunda. Logo em seguida Maria me chamou para almoçar e eu fui. Convidei Maria para almoçar comigo e ficamos conversando. Após nós almoçarmos, disse a ela que eu iria dormir um pouco e que ela poderia lavar a louça e estava dispensada. Fui para o meu quarto, mas o sono não veio. Resolvi então dar um passeio pelo sítio mesmo.
Maria já havia lavado a louça e tinha saído. Saí caminhando sem direção até que me aproximei da estribaria, local onde os nossos cavalos ficavam. Ouvi ruídos que à medida que eu me aproximava, mais altos ficavam. Até que ao chegar ao lado da entrada pude perceber que os ruídos, na verdade, eram gemidos de alguém. Pé por pé fui entrando na estribaria. Após alguns passos deparei-me com a cena que mudaria por completo a minha vida. Vi em pé, completamente nu, o caseiro Pedro que com seu pau duríssimo comia Maria que estava igualmente sem roupa posicionada de quatro. Eu que ainda estava de biquíni senti um calor intenso dominar meu corpo e um líquido de prazer começava a sair da minha bocetinha. Fiquei ali, estasiada e apenas observando os dois até que resolvi chegar mais próximo. Ao andar em direção a eles esbarrei em uma lata que caiu fazendo um intenso barulho.
Os dois, ao me verem, ficaram paralisados sem reação. Eu não sabia o que dizer e fiquei calada. Maria baixou a cabeça sem coragem de dirigir seu olhar para mim. Pedro continuou com o pau dentro de Maria sem dizer uma só palavra. Os dois ficaram sem se mexer por alguns segundos. Como eu não havia dito nada Pedro que já estava me cuidando pela manhã deu uma olhada em mim de cima a baixo. Quando ele fixou seu olhar em direção à minha bocetinha percebeu que meu biquíni branco deixava à mostra a minha excitação, pois aparecia nele marcas do líquido que escorria da minha bocetinha. Pedro então perguntou-me: “A senhora gostou do que estava vendo?” e eu sem conseguir pronunciar uma só palavra respondi com um tímido sorrido dando a entender, discretamente, que havia gostado. Pedro tirou seu pau da boceta de Maria e deixou-o virado para mim. Seu pau era muito grande e grosso e ficava apontando para cima. Ele então disse: “Venha até aqui.”. Eu fui até ele e imediatamente ele arrancou a parte superior do meu biquíni deixando meus seios expostos. Em seguida agarrou um dos meus seios e começou a chupá-lo de uma forma que eu jamais tinha sido chupada. Enquanto ele me chupava, instintivamente fui afastando minhas pernas, uma da outra, abrindo cada vez mais o caminho para ele.
Em momento algum pensei no meu maridinho. Queria mesmo era aproveitar aquele momento e extravasar minha excitação. Da maneira que eu estava excitada, eu já sentia minha coxa úmida de tanto líquido que saia da minha bocetinha. Pedro depois de muito chupar meus peitos desamarrou a parte inferior do meu biquíni e me pondo apoiada em uma madeira iniciou uma chupada maravilhosa em minha boceta. Minha boceta é totalmente depilada e isso o excitou muito, pois ele repetia várias vezes que adorava bocetinha lisinha. Pedro enfiava a língua dentro da minha grutinha e depois afastava os meus lábios vaginais com os dedos para que meu grelhinho ficasse mais saliente e então ele começava a esfregar sua língua gostosa no meu grelho. Ele ficou uns dez minutos lambendo e chupando minha bocetinha até que eu não agüentei e acabei gozando em sua boca. Enquanto eu gozava, Pedro falava: “Goza na minha boca, minha patroa gostosa. Quero sentir o gostinho dessa bocetinha gostosa. Sempre sonhei em comer uma patroa putinha.” A cada palavra do caseiro eu ficava mais excitada.
Após eu ter gozado, Pedro posicionou Maria de quatro novamente e começou a comer sua boceta. Ele ainda ordenou para eu ficar de pernas abertas em frente de Maria e mandou ela me chupar. De inicio achei meio nojento, mas a medida que Maria mostrava suas habilidades com a língua, achei uma delicia. Eu estava novamente molhada e excitada. Pedro acelerou os movimentos de vai e vem e pude sentir Maria estremecer antes de soltar um grito de prazer e amolecer seu corpo depois de gozar. Maria caiu extenuada enquanto Pedro retirava seu membro de dentro dela.
Nitidamente nossos papéis estavam invertidos. Naquele momento nossa condição de patroa e empregado parecia estar modificada. Era Pedro quem dava as ordens a tanto Maria como eu apenas obedeciamos aquele viril homem.
Após ter feito Maria gozar loucamente, Pedro ordenou que eu me posicionasse de quatro. Imediatamente obedeci ao meu caseiro e com a bocetinha molhada fiquei de quatro esperando que ele me enfiasse pela primeira vez o seu pau duro. Pedro sem perder tempo enfiou de uma só vez seu enorme caralho proporcionando-me um misto de dor e muito prazer. Ele comia minha bocetinha e eu sentia cada centímetro do seu pau entrando e saindo da minha vagina. Aquilo era maravilhoso. Ele me comia e eu sentia seu saco chocar-se contra a minha bundinha. Pedro começou a bombear com muita força fazendo seu pauzão entrar e sair com violência. Este vai e vem intenso foi maravilhoso e suficiente para que eu gozasse pela segunda vez. Pedro mandou eu e Maria ficarmos em posição de 69(meia nove) e começamos a nos chupar. Eu estava embaixo e Maria em cima. Pedro foi para trás de Maria e com seu pau ainda duro começou a forçar a entrada do cuzinho de Maria. Aos poucos foi entrando e eu deixei de lamber a boceta da Maria e passei a lamber o pau do caseiro. Sempre que seu pau saia do cuzinho de Maria eu dava uma lambida e às vezes ficava lambendo suas bolas peludas. Não demorou muito e Maria gozou uma vez mais no pau do meu caseiro. Então Pedro deu nova ordem para que invertêssemos a posição e assim o fizemos. Como eu havia dito que meu cuzinho era virgem Pedro começou lambendo-o deixando-o bem molhadinho. Enquanto ele chupava meu cuzinho, Maria chupava minha bocetinha. Era deliciosa a sensação. Quando meu cuzinho estava bem molhadinho Pedro enfiou um dedo para alargar um pouco o meu rabinho. Quando eu já estava acostumada com o seu dedo, senti ele tirá-lo para logo em seguida sentir a pressão do cabeção do seu pau na entrada do meu rabinho. De inicio doeu, mas Maria chupava minha boceta com maestria e isto me mantinha excitada. Sentia as estocadas aumentarem de intensidade no meu rabinho. De tão excitada que estava resolvi chupar a boceta de Maria. Então, eu fiquei chupando a boceta da Maria, a Maria chupando a minha bocetinha e o Pedro comendo o meu rabinho. Era um triângulo perfeito, de puro prazer. Até que não estávamos agüentando mais e senti Maria gozar em minha boquinha ao mesmo tempo que eu gozava na boca de Maria e eu sentia jorrar daquele enorme caralho o líquido do prazer. Meu rabinho foi completamente inundado de porra quente. Ficamos os três ali, estáticos sem pronunciarmos nenhuma palavra. Apenas pensávamos no prazer que tínhamos acabado de sentir. Pedro, muito safado, disse que queria nos comer mais vezes e tanto eu como Maria prometemos a ele repetir a dose, pois nós duas estávamos muito satisfeitas com o que tinha ocorrido. Nós nos vestimos e a partir daquele dia nós nos tornamos cúmplices de sacanagens.

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