VIREI A COMIDINHA DO CHEFE DO MEU MARIDO

Vou começar este conto me descrevendo… Meu nome é Daniela, tenho 24 anos, 1.72, loira, estou sempre moreninha por meio de bronzeamento artificial (para o completo agrado do meu marido, que adora as marquinhas da calcinha cavadinha em contraste com a pele moreninha). Sou muito gostosa e confesso isso sem falsa modéstia, tenho uma bunda linda e seios grandes e bicudos, resultado de horas de malhação… enfim, quando me produzo, sou um escândalo de mulher. Já o meu marido é um gato, se chama Caio, tem 27 anos, atlético, bonito, alto, se veste bem no estilo executivo (adoro homens de terno!) devido ao seu próprio ofício de advogado de uma das maiores empresas do país, bem sucedido profissional e financeiramente… ou seja, o sonho perfeito de toda mulher, mesmo de uma gostosona como eu. Mas meu marido tinha dois pequenos defeitos… o primeiro, não chega propriamente a ser um defeito… é que o pau do Caio tem 15cm, ou seja, se situa no tamanho normal do brasileiro médio. Não haveria nada de errado com isso, até porque o pau dele não pode ser considerado pequeno… o problema é que eu tenho uma tara incrível por picas enormes! Adoro um pau bem grande e bem grosso! Caio sempre contornou isso bem, até porque ele nunca soube que eu adoro paus colossais, e depois porque ao menos ele era muito carinhoso na cama e me enchia de tesão vê-lo me comer. O segundo defeito do Caio, esse sim, horrível na minha opinião, era a sua incrível submissão aos outros, especialmente aos seus superiores! Isso pra mim era demais da conta, inadmissível! Em casa (éramos só eu e ele, não temos filhos), ele era completamente carinhoso comigo, me fazia sentir uma rainha; porém, lá fora, me destratava, todos eram mais importantes do que eu, não considerava minhas opiniões e o mais absurdo é que ainda fazia piada com a minha cara! O pior é que eu acabava aceitando, embora me mordesse de raiva, porque o meu marido era lindo, tão perfeito, onde eu arranjaria outro, e o seu sucesso lá fora me deixava meio boba… Meu marido era um advogado muito conceituado, brilhante, enquanto eu era uma advogadazinha recém-formada, que nem trabalhava porque o Caio queria que eu ficasse em casa. Ele nunca me levava nas grandes festas e coquetéis da sua empresa (acho que era pra eu não estragar a imagem do bestinha, só podia ser!), embora adorasse me exibir em outras ocasiões como se eu fosse mais um de seus troféus. Só que uma noite, não sei o porquê (acho que a ocasião exigia que os homens estivessem acompanhados de suas esposas), ele me convidou pra ir a um dos grandes coquetéis de sua empresa. Impôs (com jeitinho, mas impôs) a roupa que eu deveria vestir, o que fiz submissa e era um longo muito bonito e formal, sem muitos atrativos e que escondia o meu corpo todo… Não gostei muito mas não reclamei, estava contente por poder finalmente ir a uma dessas grandes ocasiões. Chegamos na festa, me senti super mal, porque eu sou na verdade bem perua, adoro me exibir e estava toda tapada… enquanto isso, via todas as mulheres lindamente peruando, com pernocas à mostra, decotes generosos em profusão, algumas com microvestidos tão curtos que sentadas se via a calcinha (isso quando estavam de calcinha…). Meu marido me ignorou toda hora, fez grande sucesso como sempre, conversando com todos e nem me apresentava, enfim, no final retornei mal-humorada pra casa e prometi nunca mais voltar… Mas o tempo passou e chegou nova festa… só que desta fez o meu marido não poderia passar em casa antes, eu já me encontraria com ele lá na festa e não perdi essa oportunidade maravilhosa! Eu me produzi, bem peruérrima como eu sou, vestindo um longo preto brilhante (vestido da minha época de solteira e que o Caio nunca mais me deixou usar), com enormes fendas dos dois lados das pernas, um vestido sem alças, era com gancho de encaixe nos seios, de forma que estufava os meus peitos e suspendia-os bem, mostrando metade deles! As costas ficavam nuas! Escolhi ainda acessórios de jóias e brilhantes, destacando um colar lindo com uma pedra bem grande que morria quase entre os meus seios! Para completar, saltos altíssimos de metal (minha predileção), que realçavam todo o tesão que minhas pernas provocam… A festa era na mansão do Cônsul da Alemanha, e quando cheguei lá, fui introduzida ao salão… Caio mal me viu, ficou rubro e veio em minha direção. Ele estava furioso, mas quando ele ia brigar comigo foi interrompido por um homem, já um senhor de uns 58 anos, alto, fortão, de costas bem largas, desses que o tempo não enverga. Não era bonito, mas tinha um rosto másculo e um nariz bem protuberante. Os cabelos eram grisalhos. Mas o que mais me impressionou foi o seu jeito direto e seu olhar de ferro, penetrante: – Nossa, Caio! Essa beldade que é a sua amada esposa?, brincou galantemente e de forma educada. Caio se desfez todo, e bem sorridente (aquele sorriso de puxa-saco que mostra todos os dentes!) falou que sim e me apresentou. Era o presidente da multinacional em que o Caio trabalhava como advogado e se chamava Julius. Começamos a conversar animadamente, Caio parece que esqueceu a zanga e eu já estava achando a festa ótima. Fui apresentada a outras pessoas, todas muito importantes. O que Caio achou uma grande distinção, é que o seu chefe Julius nos fez companhia o tempo inteiro da festa. Na verdade, notei que Julius estava quase devorando os meus seios, bem decotados e suspensos. Confesso que adorei aquele olhar fixo na minha “comissão de frente”! – Que bela jóia você tem aí no pescoço!, ele comentou sobre o colar com a pedra entre os meus seios… Na verdade, aproveitou para olhar descaradamente para os meus peitões, o que fez os meus bicos espetarem o vestido e quase rasgá-lo de tão duros! Enquanto o bobinho do meu marido discorria sobre a jóia, falando que era um colar muito caro e precioso, Julius só faltava comer os meus peitos… eu, não sei porque, estava adorando, e sorria desenvergonhadamente! Lá pelas tantas, já depois do jantar oficial, sentamos numa das muitas mesas redondas espalhadas pelo salão, com longas toalhas. Sentaram o meu marido, o Julius e acabei sentando do lado de Julius, sem me dar conta na hora. Julius tinha um papo muito interessante e prendia a atenção do meu marido. Cruzei minhas pernocas formidáveis, que a fenda do vestido mostrava até bem lá em cima, e notei que Julius olhava discretamente, sem que o meu maridinho percebesse. Eu estava adorando, mas não acreditei quando comecei a sentir aquele mãozão bem másculo apertando as minhas coxas debaixo da toalha de mesa! Não sei se propositalmente, Julius começou a contar pro meu maridinho uma estória de um ex-empregado seu que era um corno mansíssimo, nunca desconfiou que a mulher o traía! Era demais ver o meu marido rindo e zombando do ex-empregado quando estava acontecendo exatamente a mesma coisa com ele! O dedão bem grosso de Julius, que não interrompia a sua narrativa, agora estava entrando por debaixo da minha minúscula calcinha, e se esfregava na minha xaninha molhada… eu suava sem parar, de tanto calor de tesão e me controlava pra não gemer. – O interessante dessas estórias de corno é que a gente nunca acha que acontece com a gente!, concluiu Julius, e meu maridinho se dobrou de rir e eu não me agüentei e ri demais. Quando dei por mim, as mãos hábeis de Julius já tinham tirado minha minúscula calcinha e eu o vi colocando-a no bolso de seu paletó. Ele se retirou dali a alguns minutos da mesa, a pretexto de conversar sobre um assunto muito importante com fulano. Parecia que a alegria tinha se retirado da mesa, porque fiquei com o corninho do meu marido ali calado, sem fazer qualquer comentário senão o de elogiar o seu chefe! Que baba-ovo ridículo! Recebi discretamente um bilhetinho, abri sem Caio perceber, e estava escrito: “Se quiser ter a sua calcinha de novo, livre-se do corninho e me encontre na biblioteca da mansão (3ª porta à esquerda do andar superior)”. Aquilo era demais e me deixou superexcitada! Disse ao meu corninho que não estava me sentindo muito bem e ia ao banheiro, e subi. Entrei na biblioteca e lá estava aquele homenzarrão, em pé, com dois drinks na mão, já me esperando. Avancei na direção dele, não sem antes encostar a porta. Ele me despiu do meu longo, o qual deslizou pelo meu corpo até o chão, e fiquei nuazinha em pêlo, já que estava sem sutiã e ele havia tirado a minha calcinha no salão. Nuazinha, só com as jóias e de salto alto. Notei seu rosto de aprovação. Ele começou a derramar o uísque de seu copo nos meus seios e sugá-los com sofreguidão. Eu já não me agüentava, segurava a cabeçona enorme desse coroa tesudo e puxava-a de encontro aos meus seios pra ele chupar: – Chupa, meu macho, chupa, seu tesão! Me dá o prazer que o corno do meu maridinho não dá. Acho que ele era especialista em seios, porque me fez gozar ali mesmo, em pé… – Morde meus seios bicudos, morde , seu velho safado!. Ele me levou pra uma enorme mesa que havia ali na biblioteca, derrubou tudo o que havia sobre ela com uma das mãos, e me colocou ali de deitada de costas, pernas bem abertas, posição de franguinho assado! Vi quando baixou suas calças e surgiu um pau maravilhoso! O maior que já tinha visto! Devia ter uns 23cm! Grosso como uma árvore e duro como uma rocha! Ele apontou aquele bruto pra minha xaninha e pincelou minha xaninha raspadinha, melando a cabeçorra do seu pau! Enfiou devagar, me rasgando todinha aos poucos, até entrar tudo… parou um pouco, ele esperou eu me acostumar, e começou a me socar com força, me fodendo bem gostoso! Eu gemia como uma puta! “Goza sua safada! Esposa vagabunda! Sua égua! Tá no cio, tá?”, ele me provocava. As mãozonas dele encobriam e apertavam meus seios, torciam meus bicos durinhos, me torturavam deliciosamente. Eu não me controlava e arranhava o seu peito másculo e cabeludo todinho. Em breve, eu já tinha chegado ao orgasmo umas três vezes, e ele nada ainda. Ele sentou na cadeira, e aquele picão dele apontado pro alto… Segurou-me pela cintura e me sentou ali. Nossa, que delícia! Eu fui me enterrando naquela jeba enorme, até ficar quase empalada, não conseguia nem me mexer! Ele então segurou minha bundinha com as duas mãos e me suspendia, pra cima e pra baixo. Comecei a cavalgar com fúria aquela picona, falava coisas desconexas, gemia , gritava, xingava meu maridinho! Nem percebi que a porta tinha se aberto e meu marido estava ali a poucos passos, completamente perplexo! Ele tentou falar algo, mas Julius mandou ele calar a boca e falou: – Sua esposa é realmente maravilhosa! Vou te promover pra chefe-geral do escritório de advocacia da empresa! Olha como se deve comer uma gostosa como a sua esposa, seu corno!. Eu ria e cavalgava mais ainda, enterrada naquela pica descomunal. – Ai, corninho. Olha como ele me come gostoso! Nunca fui comida assim, seu pau é minúsculo pra minha boceta gulosa! Eu preciso de uma picona assim!. Quando olhei, o Caio estava com o pauzinho dele na mão, se masturbando. Aquilo foi demais, que vingança!!! – Bate uma punhetinha, bate, seu cornudo!, eu o insultava extasiada. Julius finalmente avisou que ia gozar, e eu falei que queria na boquinha. Ele me tirou de cima, me fez ajoelhar em frente dele e caí de boca naquele pau maravilhoso. Ele segurava os meus cabelos e fazia um vai-e-vem com a minha cabeça. Gozou no meu rostinho, nos meus cabelos cuidadosamente tratados em salão de beleza dos mais chiques, nos meus peitos, no colar de brilhantes e na minha boquinha! Bebi tudo o que podia e ainda fiquei mamando até a última gotinha! Não queria perder nada! Eu já estava esgotada, mas aquele pau insaciável do chefinho do meu marido ainda estava ali, duro, em pé, mesmo após tanto gozo! Julius me jogou de barriga na mesa, pés no chão, de salto altíssimo (o que empinava minha bundinha mais ainda), de quatro. Minha bundinha bem arrebitada esperando aquele pauzão! Olha, seu cornudo! Vou dar o cuzinho pro seu chefinho! Mas só se você pedir, anda, pede!. Me espantei de estar zombando assim do Caio, mas meu espanto maior foi quando ele me obedeceu, com uma voz baixinha, de corno manso: – Por favor, dá o rabinho para o chefe…. seu corno! Eu dou sim! Mas pede ao seu chefe pra me enrabar gostoso, anda! E pede bem alto pra todo mundo ouvir! Eu queria humilhá-lo mesmo: – Come o cuzinho dela, por favor…, Caio implorava, com o pau durinho na mão, se punhetando rapidamente. Julius riu sacanamente e começou a esfregar o cabeção do seu pau na minha xana melada e a pincelar o meu cuzinho. Isso era bom demais! Meu cuzinho piscava pra ele, implorando pra ser comido. Eu não sabia se agüentaria um pau daqueles no meu rabo mas eu estava disposta a tentar. Aquela pica monstruosa de grande foi entrando devagarzinho, rasgando todas as minhas preguinhas do cu, que delícia! Não agüentei de dor, urrava, lágrimas escorriam pelos meu rosto, até que senti que aquele pauzão chegou até o final, aquele saco grandão e cabeludo roçando minha bunda. Julius começou a embalar e em breve já estava socando forte, e eu berrava de prazer. As mãos de Julius seguravam minha cintura e me puxavam ao encontro de seu pau a cada arremetida. Dava tapinhas na minha bunda e me chamava de potranca, égua, cavala, tesuda, safada , e outros adjetivos deliciosos! Eu rebolava naquela picona, incontrolável ao ver meu corninho se punhetando. – Me enraba, gostoso, meu macho! Come o meu cuzinho todo! arrebenta até a última preguinha!. Meu orgasmo foi incontrolável e sucessivo, um atrás do outro, num crescente, até o orgasmo final e grandioso, quando me entreguei desfalecida. Julius esporrou no meu rabo e ardeu meu cuzinho todo com aquela cachoeira de porra. Quando ele tirou, meu corninho veio lamber o meu rabinho. Quando me vesti novamente, e fui cambaleando pro salão de braço dado com o meu corninho, estava toda esporrada, com um cheiro forte de porra por todo o corpo. Pegamos um táxi e fomos pra casa. Hoje, o relacionamento em casa mudou. Eu mando e meu corninho obedece. Além disso, Julius me empregou como sua principal advogada, para “trabalhar” diretamente com ele… uma delícia!

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