Transando com o vizinho coroa

Meu nome é Aline e essa história se passa quando eu tinha 18 anos (hoje tenho 29).
Naquela época, eu tive que fazer um curso pré-vestibular e, como morava em uma cidade pequena, precisei me mudar, pois onde vivia não havia escolas de boa qualidade. Fui morar com minha tia no município vizinho. Ela tinha 38 anos e havia acabado de se separar. Talvez por isso, ela sempre demonstrava uma preocupação excessiva comigo, ficava regulando meus horários e coisas assim.

Nosso vizinho era um senhor já de certa idade (com certeza tinha mais de 65 anos). Logo que eu cheguei, ele se apresentou e eu vi que era um homem bastante simpático. Certo dia, ele me convidou para ir até a casa dele e nós ficamos conversando durante um bom tempo. Ele era um homem bastante culto e tinha um papo agradável. Quando eu contei isso para a minha tia, ela respondeu, meio brava:

–        Você está aqui para estudar e não para ficar de bate-papo! Não quero que você vá lá de novo.

Mesmo assim, ele continuou me convidando e eu continuei indo em sua casa. Acabamos ficando amigos. Certo dia, ele me deu uma pulseira de presente. Era muito bonita e, descobri depois, meio cara. Alguns dias depois, vi uma moça entrando na casa dele e perguntei para a minha tia quem era ela:
–        Ela é filha dele?
–        Não. É uma prostituta.
–        Sério????
–        Sim. Aquele homem é um safado. Por isso não gosto que você fique de conversa com ele.

Então, eu entendi tudo! Aquela pulseira era uma tentativa de conseguir alguma coisa comigo. Fiquei meio confusa, mas depois de um tempo, comecei a pensar se aquilo não seria algo bom. Afinal, eu não era nenhuma virgem e poderia conseguir algum dinheiro a mais! Resolvi esperar para ver se ele me fazia alguma proposta…

Nós conversamos nos outros dias, mas ele não falou nada além do habitual. Então, uma noite quando minha tia estava viajando, eu mesma resolvi puxar o assunto. Perguntei quem era aquela moça que eu tinha visto no outro dia. Primeiramente, ele disse que era apenas uma conhecida. Mas eu disse que sabia a verdade e ele acabou confirmando e dando uma risadinha.
–        Sou muito generoso com essas garotas…
–        Generoso quanto?
–        Pago quinhentos reais. Mas, no seu caso, pago o dobro! Isso te interessa?

Fiquei meio envergonhada, mas continuei a conversa:
–        Não dá pra aumentar isso aí?
Ele disse:
–        Tenha dó! Já te dei uma pulseira cara! E agora estou oferecendo mais mil! Está bom demais!

Eu não sabia o que dizer e fiquei só olhando pra baixo. Ele disse:
– Vamos lá! Eu te dou mil reais agora! Você só tem que transar comigo!
Eu fiquei sem jeito, mas acabei topando. Fomos pra casa dele.

Chegando lá, nós subimos pro quarto. Eu entrei primeiro e ele trancou a porta. Em seguida, abriu uma gaveta, tirou dinheiro lá de dentro e me entregou.

Eu peguei o dinheiro e fiquei só olhando pra ele, sem saber o que fazer. De repente, o jeito dele mudou. Ele não era mais meu vizinho bondoso, aquele tiozinho que sempre me tratou bem. Ele falou:
–        Tá esperando o quê, vagabunda? Tira logo essa roupa!

Eu tirei o tênis, as meias, a camiseta e o sutiã. Ele disse:
–        Anda logo, sua puta! Eu não tenho a noite inteira!

Em seguida, ele puxou minha calça e minha calcinha, me deixando completamente nua! Então, ele abaixou sua calça e me jogou na cama. Deitou sobre mim e começou a me foder, enquanto chupava meus seios e apertava minha bunda.

Quando tudo acabou, ele adormeceu. Eu esperei um pouco, coloquei minhas roupas, peguei o dinheiro e saí.
Depois daquele dia, nunca mais consegui olhar pra ele e sentia que ele me via como mais uma de suas putas.

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