Minha irmã não deu, eu dei…

Patrícia tem 20 anos e eu, sua irmã, tenho agora 17, quase 18. Somos só nós de filhas, e acho que eu saí mais sapeca do que ela, embora a gente tenha quase a mesma idade, eu adoro sexo e Paty é mais reservada, não sei a razão, se fomos criadas iguais.
Quando ela começou a namorar o Freddy, eu não gostava muito dele, sabe aquele ciúme bobinho de irmã com irmã, na verdade eu queria um igual a ele pra mim. Freddy, era alto, tinha uns 25 anos, fazia academia, praticava esportes, não trabalhava, era um tremendo boa vida, é boa pinta. Minha irmã é muito bonita, mais do que eu, e no bairro acho que deve ser a mais linda.
O namoro deles era até o portão, depois de um tempo ele pediu a mão aos meus pais e começou a entrar em casa, mas só pra vir buscá-la e trazê-la de volta. Quase não frequentava a nossa casa no começo.
Aos poucos Freddy ficou muito amigo dos meus pais e meu também, porque passou a me tratar legal, nos conhecemos melhor. Paty, não gostava muito da nossa amizade eu sentia que ela tinha ciúmes, mas eu não estava nem aí com ele e nem com ela. Ficava na minha e não dava muita bola, mas gostava de falar com ele por causa da voz bonita que ele tinha, grave, gostoso de ouvir ele falar.
Com o tempo Freddy, passou a frequentar mais a nossa casa e estava firme com a minha irmã. Eu não namorava, tinha desmanchado havia pouco tempo, então ficava muito em casa.
Paty saía da faculdade e à tarde também ficava em casa fazendo trabalho, minha mão cuidava das coisas e a gente ajudava quando ela pedia. Freddy passou a frequentar nossa casa a tarde também, com consentimento da minha mãe e do meu pai, mas desde que minha mãe ficasse de olho neles. E chegaram a pedir pra eu também olhar, e contar. Imagina se eu ia contar coisas de namoro, não queria pra mim, e muito menos pra eles. Não ia ferrar minha irmã de jeito nenhum. Paty sabia disso e sabia que podia contar comigo pra tudo, então eu dizia que os olharia, mas ia pro meu quarto e não queria ver nada.
Isso até um dia minha mãe ter saído pra pagar algumas contas e me pediu pra ficar de olho neles. Eu disse que ficaria e subi para o meu quarto, mas fui fazer xixi e no retorno dei uma espiadinha na sala. A coisa tava meio quente. Minha irmã de pé com a calcinha no meio das pernas e Freddy, chupando a buceta dela, eu fiquei alucinada com aquela cena e nem sabia que eles já estavam já nesse ponto. Depois Freddy a virou de costas e chupou e lambeu a bundinha dela e seu cuzinho também, porque ela torcia o corpo toda hora que ele devia estar botando a língua nele. Eu molhei minha calcinha de tanto tesão e cheguei a gozar de ver eles se lambendo ali. Minha irmã se abaixou e fez uma chupeta no Freddy, que ficou maluco e acabou gozando na boca dela. Ela saiu correndo e foi cuspir tudo num vaso de plantas no canto da sala. Nossa!!! Ele ficou meio chateado com isso, ela era muito nojenta mesmo.
Aí depois foram se amassando mais um pouco e ele queria comer a sua bundinha. Eu quase quebrei meu pescoço, queria ver ele comer o rabinho dela. Mas ela negou e disse que não ia dar nunca, porque sabia que doía e não era certo dar o cuzinho pra fazer sexo. Ele dizia que era melhor não tinha perigo ia por devagar, sem dor, nossa eu quase me ofereci na hora. Bem aí eu vi de fato o tamanho do pau dele, não tanto o comprimento mas era muito grosso, por isso acho que ela não quis dar o cuzinho. Bem… Ele a virou de frente e tentou meter na buceta dela, e também não deixou porque a mamãe estava pra chegar. Paty então, o punhetou e chupou de novo seu enorme e grosso pau, e fez o Freddy gozar de novo, aí ele sossegou, logo depois minha mãe chegou.
Nossa!!! Eu fiquei com a imagem daquela tora na minha cabeça, e na minha bucetinha, que pinto grosso, gente!!!
Passei a sacar os dois, sempre que tinha chances eu estava de olho. Paty, foi aprendendo a engolir a porra do Freddy e já não corria mais para cuspir, agora ela engolia tudo.
Freddy numa tarde, dessas que a mãe ia demorar, parecia maluco. Eu tinha me ajeitado dentro do barzinho da sala, bem em frente ao sofá onde eles ficavam. Havia uma fresta que dava pra ver tudo bem de pertinho e, se não fizesse nenhum ruído, ninguém ia perceber. Dei um jeito entrei ali dentro e fiquei esperando, Paty, não me vendo por ali, achou que eu estivesse no meu quarto. Freddy chegou e beijou e meteu a mão na bunda dela, ela se arregaçou pra ele. Ele a deitou só sofá, tirou a calcinha dela e chupou a buceta dela como eu nunca vi, Paty gemia baixo, mas gemia de tanto tesão.
Depois ela chupou o pau dele, mas ele não gozou, abriu as pernas dela e meteu aquela coisa enorme dentro dela, coitada, não era virgem, mas aquela rola era enorme. Eu vi aquilo ir sumindo aos poucos dentro da buceta de Paty e senti uma inveja dela danada. Enfiei o cabo de uma escova na minha buceta e gozei junto com eles.
Descansaram um pouquinho e Freddy já estava de novo aceso e mais uma vez queria comer a bundinha da Paty. Ela recusou, brigou com ele e disse pra nunca mais pedir isso, que ela não ia dar de jeito nenhum, nem que ele desmanchasse dela. Freddy deve ter pensado um pouco e no lugar de perder aquela buceta linda que minha irmã tinha, era melhor concordar e dar tempo ao tempo.
Meu cuzinho a partir daí, começou a ficar meladinho de tesão de imaginar aquela tora entrando nele, tava difícil pra segurar aquela vontade. À noite eu masturbava meu reguinho e chegava no meu cuzinho imaginando o Freddy metendo aquilo tudo em mim. Eu tocava minha bucetinha e gozava junto com o meu cuzinho. Aquela situação me atormentou um longo tempo, e sempre ouvindo a Paty negar, e com certeza não ia dar o que ele queria, Freddy confessava amar comer a bundinha dela, mas não tinha jeito. Eu olhava pra minha e não era tão diferente, acho que se não era igual era melhor, e eu só tinha dado uma vez e fazia muito tempo pra um primo nosso. Comecei a amar minha bunda e desejar cada vez mais dá-la ao Freddy. Olha que tinha muito cara querendo me comer, mas só ele é que me interessava.
Um dia criei coragem e resolvi ligar pra ele antes de vir pra casa. Fui a um telefone publico, dei sorte não tinha ninguém por perto.
Ele atendeu, me cumprimentou e entrei direto na conversa:
– Freddy, eu sei o que você quer e minha irmã, não quer te dar….
Ele ficou quieto, e perguntou:
– O que? Não estou entendendo.
Aí falei que tinha ouvido ele pedir a bundinha dela e ela negar. Ele ficou meio bravo e disse, e o que você tem a ver com isso, xereta, curiosa, fofoqueira…. E foi me ofendendo, esperei ele parar e disse:
– Eu dou pra você o que você quer… Você quer?
Ele ficou mudo uns instantes, e disse:
– Como e? Tá louca menina??
– Não, Freddy, eu dou sim, se quiser vou aí agora e dou pra você, depois você vem pra cá.
Mais que depressa ele disse:
– Então venha quero ver.
– Mas olha, vai devagar e com carinho, eu nunca fiz isso.
– Vem logo menina… – Gritou ele….
Voltei em casa, Paty chegou da escola, fui me trocar, botei uma saia, perfumei tudo e disse a ela que ia sair com umas amigas, e corri pra casa do Freddy, que me esperava atrás da porta pensando até que fosse alguma brincadeira.
Mas quando me viu sozinha e do jeito que estava vestida, Freddy, babou.
Entrei, ele me beijou o rosto, sentamos pra falar um pouco, então eu disse dos meus desejos e que isso não atrapalhasse o namoro deles, ele disse que amava a Paty, mas ela ainda era muito insegura pra sexo e pra fazer tudo o que ele queria, e que só faltava ela fazer anal, que ele adorava.
Virei de lado e bati na minha bunda e falei:
– Toma é toda sua, e outra coisa, na minha bucetinha nunca, tá bom, isso você tem a dela, tá ok?
Concordamos com tudo, ele me levou pro quarto dele. Freddy arrumou uns quatro travesseiros e colocou na cama dele. Me fez levantar a saia e tirou a minha calcinha elogiando meu corpo e ainda mais a minha bunda. Tirou a minha calcinha e me deitou sobre os travesseiros de bunda pra cima. Sentia meu cuzinho exposto. Freddy era mestre num cuzinho. Primeiro com as duas mãos, acariciou minha bunda todinha, abria e beijava meu reguinho, lambia de leve meu cuzinho que piscava pra ele a toda hora. Depois ele começou a chupar meu cuzinho… Gente, mulherada, olha fala pro seu homem chupar seu cuzinho, lava bem o danadinho e da pra ele chupar, que delicia!!!! Muito gostoso!!!
Ele enfiava a linguinha dentro e tirava, ia molhando aos poucos e fazendo desejar cada vez mais aquela tora lá dentro. Com calma e com os dedos, agora ele fazia círculos pequenos dentro dele e me dava um tesão animal, passei a querer e desejar e comecei a pedir pra ele ir logo. Mas, com toda a calma do mundo, ele lambia, chupava, mordia, enfiava um dedo, dois e ia abrindo ele aos poucos. Eu na verdade sabia porque, seu pau era grosso, mas que me importava. Bom… O que ele fez, foi fazer eu gozar pelo cu mais uma vez de tanto brincar com ele. Apenas dei uma mexidinha no meu grelinho e gozei.
Freddy então se colocou atrás de mim, de joelhos, eu tremia de tesão e desejo, senti ele bater a cabeça do pau no meu cuzinho e arrepiei, arrebitei a minha bundinha implorando aquela rola lá dentro. Freddy pôs a cabeça e cutucou, ele cedeu um pouco, de novo cutucou, cedeu mais um pouquinho, abriu com os dedos e colocou a cabeça de novo, e encaixou dentro do primeiro anel. Meu cuzinho gemeu e dilatou esperando aquilo tudo, ele deixou com calma e empurrou mais um pouquinho, entrou mais e depois que a cabecinha passou, foi deslizando dentro do meu cuzinho aquela tora de carne maravilhosa, eu já estava com três dedos dentro da minha buceta, esperando ele meter tudo e me foder de verdade.
Freddy era mestre em comer um cu, impressionante, porque apesar da grossura do seu pau, eu não sentia dor alguma, apenas tesão e prazer de estar tomando no cu por aquele homem delicioso.
Arreganhei ainda mais minhas pernas soltei meu corpo e mandei ele ir com tudo, mas ele foi devagar, mais um pouquinho e parava, até que foi chegando o final dele. Sérgio apanhou um espelho e me mostrou o tamanho do meu cu, engolindo aquele pau, gente!!! Parecia um braço dentro dele. Ele forçou e cutucou fundo, onde senti uma fisgada aguda apenas e a tora todinha estava lá dentro. Me senti feliz alegre e morrendo de tesão, Freddy, começou a mexer devagar, eu ia gozando feito louca, sentia contrair meu cu, pra agasalhar aquela pica ainda mais, ele agora metia e fodia minha bunda com mais força e mais velocidade. Devia ter gozado umas quatro ou cinco vezes e já estava quase desmaiando de tanto tesão ainda, Freddy, então vendo meu cuzinho alargado e absorvendo todo seu pau, meteu, meteu e meteu forte, mexeu muito, fez sentir uma pontinha de dor, afundou de vez e deve ter gozado dentro do meu intestino. Sentia a sua porra quente inundar tudo dentro de mim, e por aquele calor e o prazer dele gozei ainda mais uma vez.
Divinal, sensacional, delicioso, nem eu imaginava ser tão gostoso por causa do tamanho daquela pica. Freddy, ficou ainda apreciando minha bunda e seu pau dentro dela, ainda inconformado com o que acabava de acontecer. Tirou de dentro ardeu um pouquinho, e sentia escorrer porra e sangue de dentro dele. Freddy me levou ao banheiro e me lavou, depois me deitou e examinou o estrago, meu cu não fechava, ainda estava aberto e aos poucos ia fechando.
Adorei, agradeci, beijei ele, e fui para um cinema. Na volta cheguei em casa, minha mãe estava com eles na sala batendo papo, fui direto para o banheiro, quase não dava pra sentar direito, mas tinha adorado e tinha gozado como nunca com ele.
Depois disso ficamos amigos, mas pra não dar bandeira, arrumamos uma falsa briguinha e eu não falava mais com ele dentro de casa.
Sou amante dele até hoje e pra ele dou meu cuzinho e só, ele já se acostumou com isso. Bem… Outro dia dei a buceta também, porque minha irmã tava menstruada e ele queria chupar e comer uma buceta, então dei no lugar do meu cu que doía pelo dia anterior que ele mesmo já tinha comido.
Se gostaram tenho mais historia da minha bundinha, que não parou por aí não….
Tá bom???

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