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Aos 8 anos, ganhei minha primeira siririca e virei a putinha do papai

Há 4 anos 228 ★ 5.00

Olá a todos.  Me chamo Selene (pseudônimo) , hoje estou com 46 anos, sou ruiva, 1,56 metros, corpinho de menina, casada e com um filho já adulto. E a história a seguir, é verdadeira em todos os sentidos.
Quando eu tinha meus quatro anos, meus pais se separaram, e eu passei a viver com minha avó paterna, visto que minha mãe era doméstica e não tinha onde morar após a separação. Essa foi uma época difícil, pois minha avó me batia por qualquer coisa, e me tratava como a uma estranha, uma intrusa (Acho que por não gostar de minha mãe), e por qualquer motivo, e ás vezes, até sem, me punha de castigo.  Meus pais vinham sempre que podiam, me visitar e essa era minha única alegria. Bom, o tempo foi passando, e meu pai que, lógico por ser casa da mãe dele, vinha muito mais vezes, começou a me levar de carro para passear vez por outra,  coisa que eu adorava. Tinha muito carinho por ele, e ele por mim.
Porém, o tempo passou, e aos oito anos, eu já tinha o corpo esculpido, e um par de seios lindos e durinhos, o que atraía os olhares cobiçosos dos meninos e dos marmanjos da área.
Mas, o que eu não esperava, é que atraísse também, a atenção e olhares  de meu pai.
Certa vez, em seu carro, ele, me abraçando, passou o braço pelas minhas costas, e pousou a mão na minha coxa, dizendo:  Nossa, voce cresceu… Que lindas pernas voce tem…  Na minha inocencia dos oito anos, não entendi bem o seu comentário, mas gostei do elogio (quem não gosta de um, né?). Apenas perguntei: Pai, porque o senhor tá dizendo isso? Ao que ele respondeu: Nada não; uma hora, voce vai entender. Deitei então, a cabeça em seu peito, e muito dengosa, fiquei quietinha ali. Era muito bom ter esse carinho dele,  pois tinha carência afetiva. Apesar de tudo, senti alí, uma certa maldade naquele gesto e no jogo de palavras. E pior: estava GOSTANDO do que sentia (na verdade, sempre fui muito foguenta). Ato contínuo, ele percorreu minhas pernas e coxas com olhar analítico, e fiquei pensando: Será que ele me deseja? Sua filha?  Mas, repudiei a idéia “Que é isso, Selene? Ele é seu pai, isso deve ser coisa natural…” Nos despedimos, ele se foi, e ficou umas semanas sem aparecer, o que me fez esquecer de vez da idéia louca do último encontro. Os afazeres da casa, a rotina, escola, e etc., contribuíram para isso também. A meu ver, a coisa não passaria mesmo, daquele episódio, que seria “besteira da minha cabeça carente”.
Mas, ledo engano… Algumas semanas depois, ele repareceu, e eu, feliz, corri pro seu carro. Estranhei quando ele me levou a uma estradinha de terra, deserta, mas ele era meu pai, ele sabia tudo, e podia tudo… Quando paramos, diferente das outras vezes, meu pai não tinha mais aquele olhar doce; trazia nos olhos uma expressão que eu não conhecia.  Ele então, me olhou, me examinando de alto a baixo, de uma forma tão esquisita, que me senti nua diante dele. De repente, ele disparou: “Selene, voce já tocou uma siririca?”    Confesso que fiquei pasma, pois, mesmo não sabendo do que se tratava, minha intuição me dizia que era algo “proibido”, e, talvez, gostoso, como tudo o que é proibido. Respondi que achava que não,pois nem sabia do que se tratava. Ele disse, então:  Hoje, eu vou te mostrar o que é, e como se faz. Voce vai gostar, mas tem que prometer que isso vai ficar só entre nós, tá bom?  Meio desconfiada, e muito curiosa, aceitei o acordo.
Ele então, me mandou abrir as pernas, pois estava de vestidinho, molhou o dedo na saliva, e me mandou tirar a calcinha, coisa que fiz rapidamente, já que sabia que viria sacanagem. Ele então, começou a tatear o canal da minha bucetinha virgem com muita maestria, até achar meu pequenino grelo, e se concentrou alí, fazendo massagens leves, um vai-e-vem, um sobe-e-desce, vigorosa, mas, lentamente.  Assim que ele encontrou, eu levei uma espécie de choque delicioso, e fui incendiando por dentro,á medida que ele avançava e mexia mais e mais, aumentando o rítmo, e falando coisas gostosas ao meu ouvido. Em certa altura, quanto mais ele tocava, mais o tesão aumentava; parecia que uma bomba ia explodir dentro de mim, comecei a suar intensamente, fiquei completamente arrepiada, e gozei….  Nossa… Minha primeira siririca, e um gozo tão forte, que quase desmaiei de tesão e prazer… Meu pai, ao mesmo tempo que explorava minha perseguida, pôs o pau pra fora, e começou uma punheta, primeiro, de leve, bem suave, depois apertando mais e mais a cabeça da pica, e era incrível ver como aquilo crescia, dobrava de tamanho… Ele então, tirou a mão da minha buceta, e disse: Agora, voce continua.  Comecei eu mesma, a tocar meu grelinho, e ao encarar meu pai, vi aquela cara de safado, que só os machos de verdade tem, aumentando o ritmo da punheta, olhando pro meio das minhas coxas lisas, a buceta toda melada, e as pernas escancaradas ao máximo, para permitir que ele tivesse uma visão completa, e isso me deixou novamente excitada. Na sequencia, e pra se excitar ainda mais, começou a passar a mão nas minhas coxas, nos meus peitinhos (cujos bicos chegavam a doer de tesão), na minha bunda, e minha barriga… onde desse, ele alisava e apertava com uma tara louca. Em dado momento, ele se espremeu mais, se contorceu um pouco, apertou meu seio com mais força, me olhando como a uma puta, e então, eu vi sair aquele jato, um esguicho que me levou á loucura. Meu pai gozou abundantemente  (como tinha porra ali…) Deliciada com aquela visão, e aproveitando parte da esporrada quentinha que caiu sobre mim (Que me deu um puta tesão, também), acelerei meus movimentos. Novamente, começou a escurecer a vista, e eu tocando frenética, e olhando ele punhetando aquele pau enorme e lindo, com aquela cabeçona roxa, não deu outra:  Gozei de novo; Um gozo convulsivo, prazeroso, sem culpas, ótimo, mesmo. Gozei longa  e gostosamente, aproveitando cada espasmo,e convulsão, cada piscada da minha buceta inflamada de tesão, gemendo e urrando como uma cadela no cio, sentindo aquelas coisas deliciosas que só uma mulher que já gozou, sabe e sente. Depois desse dia, me tornei a puta, a piranha, a galinha, a vadia, a vagabunda do papai, e todas as vezes que ele vinha, ficávamos na maior putaria, e no maior amasso dentro do carro, e mesmo, em outros lugares, como no andar superior da casa da vovò, que estava em obras, até chegarmos ao motel. Mas essas, e outras muitas mais, ficam pra outro conto.  Bom, espero que tenham gostado, pois tenho muito mais a contar, e todos verídicos. Beijos em todos.

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228 Comentários

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  1. Xplay

    Que ótimo conto, amei

  2. LOVEZINHO

    Eu Amo o Amorzinho doce

  3. Amanda santos

    Kkkk que mentira, eu ate fiquei exitada.

  4. tais novinha

    Olá belo conto

    meu pai me iniciou assim começou com arreto sentar no colo depois na noite sentia sua mão na minha ppk. [email protected]

  5. M

    Isso não é normal. Nojo

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