A Professorinha safada

Morena e gostosa, Marisa sempre que passava deixava os alunos mais afoitos de pescoço virado, com seus quase 40 anos estava no auge da gostosura, morena das coxas grossas e uma bunda bem gostosa, grande e redonda, e uma cara de safada uma boquinha de quem gosta de chupar uma pica…
Cursamos a mesma faculdade, cursos diferentes, e por coincidência ou fruto do destino acabei vindo trabalhar no mesmo colégio em que essa putinha gostosa da aula. Já na faculdade eu a comia com os olhos e não foram poucas as punhetas que bati em sua homenagem, me imaginava com a boca colada naquele pacotão de buceta que ela tem, quando ia pra faculdade com suas calças coladas via bem o volume e batia com gosto. Imaginava aquela bunda grande com suas calcinhas pequenas, dava para ver o desenho da calcinha sumindo no meio de seu rabo gostoso.
Apesar de estudar no mesmo local, nunca nos falamos, ela nem sabia que eu existia, mais eu a desejava demais. Esbarrava nela nos corredores e me desculpava, no ônibus por algumas vezes eu passava por traz dela e sentia aquela bunda macia empinada e meu pau subia na hora, em casa mais punheta pra ela.
Enfim nos formamos em nossos cursos, e cada um seguiu seu rumo. Três anos depois saí de um emprego e mandei alguns currículos. Após vários telefonemas escolhi por este colégio, pra minha adorável surpresa, quando da apresentação aos professores lá estava ela, linda, cara de safada como sempre, meu pau deu sinal que também a reconheceu.
Olá, eu sou Marcelo, sou o novo secretário, vou ajudar na administração aqui no colégio. Todos disseram seus nomes mais eu só ouvi o dela, oi Marcelo, sou Marisa, bem vindo a turma. Porra que tesão ela falando meu nome. No colégio as turmas eram de adolescentes, ensino médio. Mas havia alguns marmanjos atrasados. Marisa dava aula de história, e comecei a perceber que ela se engraçava por um aluno do terceiro ano, um desses atrasados que mencionei, o cara devia ter uns 23 ou 25 anos, alto e forte, negro metido a bailarino, andava dançando no meio do colégio, devia comer todas as menininhas dali pois elas eram loucas por ele.
Comecei a ver que ela dava maior atenção a ele que aos outros, em reuniões falava sempre bem do rapaz, então prestei mais atenção e vi que vez por outra ela aceitava sua carona, quando o marido dela não ia busca-la. Ele oferecia a carona e ela dizia. Acho que vou aceitar hoje estou sem carona mesmo, e estou com pressa, sempre a mesma frase. Entravam no carro sempre rindo, e saiam, Certa vez estava indo ao banheiro masculino dos alunos pois o da secretaria estava ocupado, era meio de aula e não havia alunos nos corredores, estava entrando quando ouvi algo. Parei e fiquei escutando, eram vozes, uma feminina e outra de homem. Vai logo dizia a feminina, não temos todo tempo. Entrei mais um pouco bem devagar e me deparei com a cena, Marisa agachada, e Fernando o rapaz com a pica de fora, dura esfregando a cabeça da rola no rosto de Marisa que se lambia toda, logo ela abocanhou o cacete e começou a chupar, chupava tão gostoso que parecia que era em mim, meu pau doía de tesão.
Marisa subia e descia com a língua no cacete do rapaz, ele de olhos fechados segurava sua cabeça enfiando e tirando o caralho da boca dela, ela chupava suas bolas com maestria, não aguentei e tirei meu pau pra fora e me masturbava olhando a cena, queria muito estar ali e participar, ganhar aquela boca no meu pau. Gozei logo tamanho era o meu tesão, e em seguida ele gozou em sua boca, Marisa batia rápido e a porra espirrou longe, mais ela bebeu o que ficou, limpou o pau todinho e se lambeu. Pronto, guarda, e vamos pode chegar alguém, e não me peça mais isso aqui no colégio! O rapaz a virou de costas, levantou seu vestido e pude ver a calcinha dela socada no rabo, ele deu um tapinha em sua bunda e disse. Vai me chupar sempre minha fessorinha safada. Saí correndo para não ser visto, e voltei ao trabalho.
Não conseguia me concentrar, estava tesudo meu pau duro demais, só pensava nela, na putinha na professora Marisa, teria que meter naquela putinha, porra que safada, e eu pensando que ela por ser casada era quietinha, que nada uma devassa, gostava de chupar rola, ahhh vai ter que chupar a minha! Pensei numa maneira de pegar aquela safada da bunda grande!
Numa bela sexta feira, teria excursão com metade da escola para um parque distante da cidade, sairiam pela manhã e só retornariam ao final da tarde! Ficariam alguns professores eu na secretaria já que a direção iria junto e o pessoal da limpeza.
Após o almoço, fiquei esperando pela oportunidade, e ela chegou. Após o almoço estava na secretaria quando vejo o Fernando passar apressado, pensei comigo ai tem coisa, fui atrás me escondendo, e logo ele entrou em uma sala, mais era uma das salas que não havia ninguém estavam todos no passeio! Como a porta foi fechada, dei a volta e fiquei abaixo da janela, dava para ouvir o diálogo, mais não podia me levantar para não ser visto.
– Falei que aqui no colégio é perigoso, não podemos. Dizia uma voz conhecida, era a da professora Marisa. Não posso me conter fessora, olha só como está meu pau, você me provoca sua puta, anda rebolando esse bundão pelos corredores e eu não aguento, quero te foder agora! – Você está louco, não mesmo, nada disso, e eu não provoco ninguém! De repente um silencio e decidi me levantar para ver, logo ouvi ela gemendo, quando consegui enxergar vi Marisa de pé com uma das pernas sobre uma cadeira, com as mãos ela segurava o vestido, o rapaz estava de cócoras debaixo de suas coxas, puxava a calcinha de lado a lambia sua buceta feito um cãozinho faminto, ela lambia os lábios e fechava os olhos.
Logo ele se levanta e mete não sei se dois ou três dedos na buceta de Marisa que dá um gritinho, ele faz movimentos de entra e sai na xota da safada, que geme feito uma loba no cio. – Aiiiii Fernando, não faz assim, para eu não aguento, aiii minha xaninha, seu tarado, quer me comer é? Não vai não, aiiiiii que tesão seu puto. Fernando não para de foder a xoxota com os dedos, e agora a beija a boca ela parece que vai desmaiar, está gozando, que safada, gozando na mão de um moleque, que putinha. Eu já estava melado, queria gozar mais não ia ser na punheta não! Ia ser naquela bucetuda gostosa!
A professora Marisa gozou feito louca tremeu, e gemeu gostoso, Fernando lambeu os dedos e deu para ela lamber também, tirou o pau pra fora e punhetou, punhetou com força, gritou baixo que ia gozar, ela juntou as mãos e recebeu a porra quente, todinha, no canto da sala ele pegou algumas toalhas de papel e entregou a ela para limpar-se. A safada arrumou a calcinha e o vestido, balançou os cabelos e saíram um por vez, voltei para a secretaria e fiquei esperando ela passar, – Professora Marisa, posso lhe falar um instante? – Claro Sr. Marcelo, o que foi? – Preciso de um favor seu, pode me mostrar um dos armários que ficam nas salas de aula, preciso pegar as medidas para pedir que façam alguns novos! – Mais Sr. Marcelo tem várias salas vazias devido ao passeio, pode ir a qualquer uma e tirar as medidas! – Sim mais não quero ficar nas salas sozinho, sabe sou novo e tenho esse receio, será que me entende? Ok, vamos lá, mais não vai demorar não né? – Não será rápido!
Fomos então em direção das salas no final do corredor, onde a pouco ela foi chupada pelo safado daquele aluno, indiquei a própria sala, dizendo. Pode ser essa Professora, ela abriu a porta e entrou, eu de olho naquela bunda grande rebolando a minha frente, dava pra ver o contorno da calcinha sumindo no rego daquele bundão gostoso. Me dirigi então com a fita métrica até um dos armários com a desculpa de medi-lo, ela me acompanhava, medi a largura, a extensão e ia medir a altura quando com minha altura não era suficiente, teria que subir em algo, uma cadeira. – Professora pode segurar uma das cadeiras por favor, vou subir para medir a altura, a senhora, segura a fita rente ao chão, por favor? Claro pode deixar. mas como ela teria que segurar a cadeira e a fita, ela se atrapalhou um pouco, então eu disse. – Professora Marisa, se não se importar eu seguro e a senhora sobe e coloca a ponta da fita no limite do armário, eu seguro pode deixar!
Ela subiu na cadeira e tentou alcançar o final do armário mais não conseguiu, faltava braço, – poxa, não deu, espere professora já dou um jeito. – Marcelo, isso está demorando, tenho que voltar aos meu afazeres! – Já iremos terminar, é só eu trocar a cadeira por essa mesa aqui e… Pronto, pode subir eu lhe ajudo, agora vai der certo. Marisa subiu na mesa e pude ver o quanto boa ela era, suas coxas ali, próximo a mim, lindas pernas, nas pontas dos pés, empinou a bundinha, não aguentei e olhei por baixo, a calcinha fio dental com desenhos de onça, enfiada no meio daquela bunda linda, fui a loucura, não me segurei e agarrei em suas coxas, subindo com as duas mãos uma em cada perna, até chegar na bunda, ela deu um salto e disse. – Marcelo o que significa isso, tome seu lugar, por favor, me solte, me respeite, sou casada e exijo respeito!
Nem dei atenção, pelo contrário, enfiei a cara no meio daquela bunda, o cheiro de buceta melada entrou em minhas narinas me deixando mais louco ainda, com meu nariz enfiado próximo ao seu cuzinho, cheiroso, passeia a lamber sua buceta molhadinha enquanto a segurava pelas coxas, a professora passou a me bater com as mãos mais eu não parava, até que soltei a mão direita e levei a sua xota, já cheguei com o dedo firme e ele entrou buceta adentro tamanha era a lubrificação daquela mulher, – foi assim que o Fabio fez gozar foi? Você gosta de ser fodida assim sua puta? – Do que está falando, pare com isso, vou me queixar a direção do colégio!
Pode espernear, vou foder essa buceta melada, e você é quem vai me dar, ou todos vão saber a safada que você é, vi por duas vezes você e o mulato, na putaria, vi você com a pica reta dele na boca e a pouco a vi gozar na boca dele! Vai querer que seu marido fique sabendo a putinha que ele se casou? Ou vai me dar essa xoxota e gozar gostoso junto comigo. Ela se acalmou e disse que estava envergonhada, que só fazia aquilo porque o aluno chantageava, que ele a havia pego dando a buceta para um dos professores e ameaçou contar a todos! – Você então é mais um que vai se aproveitar de mim? Terei que ficar a merece de suas vontades? Até quando? Dizendo isso se sentou e levou as mãos ao rosto como se chorasse, tirei meu pau pra fora, muito duro e melado, e esfreguei em seu rosto, ela levantou o olhar e com um sorriso sacana lambeu os lábios, – Eu gosto, eu adoro essa situação, gosto de provocar e de ser desejada, gosto de ver o volume se formando dentro de suas calças, você quer minha buceta, quer? quer foder comigo seu puto, então vá ter que pedir, pede, pede pra eu dar e se você me convencer vai ter meu bucetão e se foder gostoso come de quebra meu cuzinho que só meu maridinho come.
Ela estava me deixando louco com aquelas palavras, comecei a pedir, – Me dá a buceta dá sua puta, quero sim quero te foder, te comer com gosto. – Não assim não vai comer, pede direito filho da puta! Agora eu estava para gozar sem meter naquela putinha, do jeito que ela falava, no momento era dona da situação, me ajoelhei e implorei. – por favor Marisa me dá esse bucetão, não aguento mais!!!
Me deu um tapa na cara, – Me chame de professora seu puto, sou sua professora e vou te ensinar como é que se fode uma xoxota, arreganhou as pernas, – Vem safado chupa minha xaninha, me deixa tesuda pra eu te ensinar como meter! Cai de boca na xoxota da professorinha, muito molhada, lambia pra baixo e pra cima, chupava no grelo, mordia os lábios da buceta e ela só gemendo, empurrava minha cabeça de encontro a sua vulva, me apertou a cabeça com as coxas e senti um liquido quente me encher a boca, engolia tudo ela gemeu alto- Aiiii caralho gozei na sua boca Marcelo. Me puxou pelo cabelo e me beijou a boca, meteu a língua boca adentro e me lambeu o céu da boca, não estava aguentando tanta putaria, pegou meu cacete duro e apertou com uma das mãos, apertava a cabeça com o polegar e com a outra mão, melhor com as unhas apertava minhas bolas, me olhava com cara de safada, lambeu a cabecinha e abocanhou engoliu tudo, com a caceta toda dentro da boca senti sua língua batendo em meu saco, caralho que putona safada.
Babou meu pau todinho, punhetou, beijou e com um tapa forte no bruto disse. – Vem, agora vai me comer, mais se não fizer direito pode parar. Pensei, essa safada vai ver o que é bom, de costas pra mim, coloquei a danada com uma perna sobre a cadeira, bati em sua bunda com força arrancando um gritinho, a calcinha já estava de lado, e dentro da buceta, mirei e encostei a cabeça na entrada da xota. – Ei caralho, cadê a camisinha? Camisinha o cacete, vai assim quero sentir sua carne rasgando quando eu entrar em você cadela! E meti a rola pra dentro ela se contraiu e eu a segurei e meti o resto até as bolas encostarem na xota. – Filho da puta, sou casada, não me come assim, sem camisinha, aiiii caralho gostoso, assim não, tira, tira, tira o pau de minha xaninha, tira, aiiiii porra soca vai seu puro me come com força, assim, bate essas bolas em mim, eu gosto.
Soquei com força enquanto meu pau entrava e saia, eu com a mão direita esfregava seu grelo, ela gemia e rebolava a bunda, estava me matando de tesão, tanto que esperei e estava fodendo aquela safada, sua bunda balançando que visão, ia gozar, mais não queria, queria foder mais, muito mais, tirei o pau e a virei, mandei chupar, demorou e bati em sua cara, ela sorriu. – Está aprendendo rápido. Chupou a caceta me olhando, a baba escorria no canto da boca, que tesão de mulher!
Mandei ficar de quatro, se apoiou em uma mesa e empinou a bunda. Caralho, que bunda a calcinha toda molhada, puxei mais uma vez de lado e cuspi no meio de seu rabo, ela olhou pelo lado e já sabia que iria tomar no cu, empinou mais e com as duas mãos abriu a bunda, empurrei a pica, a cabeça demorou entrar, mais com cuidado passou e o resto ia devagar. – Aiiiii meu cuzinho Marcelo, põe devagar, aiii que gostoso no cu, esse pau duro no meu rabo, come gostoso come, só meu maridinho comeu meu rabinho agora ele é seu também…
O cacete entrou todo, comecei devagar e aumentando as estocadas, logo as bolas estalavam no seu grelo, ela com a mão na xota se masturbava, tocava uma siririca, gemia e pedia pica, eu não ia aguentar muito, ela era muito safada, quando disse que ia gozar ela me pediu. – Goza safado, mais goza dentro de minha buceta, quero sua porra quente batendo no meu útero! Me enche de porra vai, vou pedir pro maridinho me chupar e beber sua porra! Não aguentei, isso já era demais, tirei o pau do cu e meti na buceta, entro fácil, dava para ver o cu dela se fechando, todo arrombado, que tesão porra, gozei feito um cavalo numa égua, ela ao sentir o jato de porra bater nas paredes da buceta se contraiu e gozou juntinho, me xingando. – aiiiiiiii seu puto, tarado, cavalo safado, comendo mulher casada, safado me fodeu o cu, estou gozando filho da puta, aiiiii como é bom!
Não conseguia ficar em pé, as pernas bambas, me arrumei encostado numa das paredes, mais ela, se ajeitou, só tirou a calcinha, arrumou os cabelos, antes de sair esfregou a calcinha na buceta limpou o que deu, passou no rabo e me deu. – É sua, pra você bater punheta, eu só dou uma vez, você foi com muita sede, agora é só apreciar e se acabar na punheta. – Mais e o Fernando, eu a vi duas vezes com ele! – Foi o que eu disse só dou uma vez, se não vocês viciam, ele só me chupa e eu o faço gozar, gosto do pau daquele negro safado, quando eu não aguentar de desejo deixo ele me foder, assim fico taradinha e vou pra casa foder com meu maridinho, que pensa que sou uma santa, que de vez em quando vira uma putinha na cama. Hoje ele vai ganhar sua putinha, mais arrombada, e cheirando a porra, acho até que ele gosta!

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