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A primeira pica de verdade que conheci arrombou meu cuzinho

09-08-12 3 ★ 4.80

Olá,Sou eu, a carioca Duda, contando mais uma de minhas aventuras.Minha mãe tem uma grande amiga, desde a época do colégio, que morava num condomínio no mesmo bairro que o nosso. Elas se encontram regularmente, saem juntas para fazer compras e passear, e meu pai e o marido dela também são amigos. Para mim, é como se ela fosse uma tia, pois eu a considero e a chamo assim, da mesma forma que eu e seus dois filhos sempre nos tratamos como primos. Bruno e eu temos a mesma idade (ele é poucos meses mais novo que eu) e Fábio é quatro anos mais velho que nós.Como relatei num outro conto meu aqui, eu já tinha iniciado minha vida sexual, bem novinha, brincando de pique esconde com alguns meninos do condomínio onde moro.
Primeiro foram os dedinhos e depois os piruzinhos, que aqueles meus amiguinhos enfiavam no meu cuzinho. E, como eu disse, eu acabei gostando de levar aquelas enrabadinhas. Afinal, os meninos tinham mais ou menos a minha idade e seus piruzinhos não me machucavam. Eu sentia uma dorzinha na hora que entrava, mas aprendi que relaxando logo passava a dor e ficava gostoso.Certa vez minha mãe e “tia” Kátia combinaram de ir ao shopping para, juntas, comprarem os presentes do dia dos namorados, que se aproximava, para meu pai e meu “tio”. Naquela época eu tinha 14 anos. Ela deixou meu irmão (5 anos mais novo que eu) em casa com a empregada e nós duas fomos para casa da tia Kátia, de onde sairíamos para o shopping. Chegando lá, Bruno estava na sala, jogando um jogo novo no videogame. Achei legal e ele me chamou para jogar com ele. Minha tia então disse à minha mãe que, se eu quisesse, poderia ficar lá brincando com Bruno enquanto elas fossem ao shopping, pois ele já tinha dito que não queria ir e preferia ficar em casa jogando; além disso, que o Fábio chegaria do cursinho um pouco mais tarde, e assim elas ficariam mais a vontade para fazer as compras. Topei e assim foi feito: as duas foram para o shopping e eu e Bruno ficamos em casa.Nós dois sempre tivemos uma atraçãozinha um pelo outro. Sabem como é, aquela coisa de primos. E ele é muito bonito. Mas, até então, não tinha rolado nada entre nós. Naquele dia ele estava de short e camiseta. Eu estava de sainha jeans com uma blusinha de malha branca. Depois que nossas mães saíram, eu e Bruno ficamos alí sentados, lado a lado no sofá, jogando videogame. Ao fim da primeira partida resolvemos dar uma parada e beber alguma coisa. Fomos até a cozinha, onde pegamos refrigerante e biscoitos. Depois fomos até o seu quarto para pegar alguns gibis para ler. Acabamos ficando lá, deitados na cama dele. Lemos um pouco e depois ficamos conversando. Os assuntos eram típicos de adolescentes: colégio, passeios, namoros … e acabamos chegando a nós dois. Mesmo muito encabulados, fomos abrindo um para o outro o que rolava nas nossas cabeças, os sonhos que já tínhamos tido um com o outro, etc. Quando vimos, estávamos conversando e trocando carinhos. Deitados de costas na cama, lado a lado, estávamos com as mãos um na coxa do outro, nos alisando, e ele já estava com a mão por baixo da minha saia, alisando bem perto da minha xaninha. Fiquei molhadinha! Nessa hora, trocamos olhares e ele, sem falar nada, me virou de lado, de costas para ele, e também se virou, encaixando seu corpo no meu. Senti seu piru duro encostar na minha bundinha. Gelei! Meu coração disparou e meu corpo estremeceu. E ele, percebendo isso tudo, acabou de levantar minha saia, abaixou minha calcinha, depois o seu short e voltou a se encaixar em mim, fazendo vai-e-vem na minha bundinha, roçando seu piru no meu cuzinho. Eu adorei!Logo ele me virou de bruços atravessada na cama, acabou de tirar minha calcinha e me puxou pelos pés, de forma que eu ficasse deitada na cama mas ajoelhada no chão. Ele tirou todo o seu short, passou saliva no seu piru e encostou a cabecinha bem na portinha do meu cuzinho. Excitada como eu já estava, não resisti e ainda facilitei para ele. Abri mais as minhas pernas e, com as mãos, afastei minhas nádegas. Ele foi empurrando devagar, até a cabeça do piru entrar no meu cuzinho. Ele parou, ficou assim um pouco e depois continuou enfiando devagarinho, até que entrou tudo. Ah, como é bom! Aí ele ficou me bombando. De repente, escutei um barulho e levantei a cabeça. Dei de cara com Fábio parado na porta do quarto, bem na minha frente, só olhando a gente. Gelei! Não sabia onde enfiar a cara, muito menos o que dizer. Bruno também congelou. Fábio, com um sorriso nos lábios, simplesmente falou que estava “tudo bem” e que contínuássemos à vontade, e saiu do quarto. Eu e Bruno ainda estávamos nos refazendo do susto quando Fábio voltou, só de cueca, com um tubo de pomada numa mão e umas folhas de papel toalha na outra. Olhei sem entender o que estava acontecendo e sem saber o que fazer, mas não conseguia parar de olhar para o pau dele, duro e enorme, estufando sua cueca. Eu ainda estava ajoelhada no chão, de frente para a cama. Ele se aproximou, ficou em pé bem na minha frente e tirou a cueca, botando aquele pauzão para fora. Depois sentou na beira da cama e mandou eu ficar de quatro. Hipnotizada por aquela pica linda, obedeci na hora. Ele então segurou minha cabeça e me puxou em direção a ele, mandando eu segurar, beijar, lamber e chupar seu pau. Delirei! Nunca tinha visto um piru assim, de verdade, grande e grosso daquele jeito. Atendi o seu pedido prontamente. Fábio mandou Bruno ficar à vontade para continuar o que estava fazendo antes. E ele, que já estava com o pau duro de novo, tornou a enfiá-lo no meu cuzinho. Pouco depois senti ele gozar. E Fábio afastou minha cabeça, pedindo para eu parar, e se levantou da cama.Segurando minha mão carinhosamente, me levantou do chão, e me pediu para subir na cama, de quatro. Olhei para ele e ele falou: agora eu e Bruno vamos trocar de lugar. Gelei de novo. Ele, enfiar aquele pauzão em mim, nem pensar, eu não iria aguentar, ia doer muito. Fiquei com medo. Mas Fábio percebeu e me tranquilizou, dizendo que eu não me preocupasse, que ele não iria me machucar, que para isso ele tinha trazido aquela pomadinha, que ele já estava passando com fartura no seu pau. Me pediu novamente para ficar de quatro, de costas para ele e também para fazer uns carinhos no Bruno, que já estava do outro lado da cama. Assim que me virei, senti uma coisa gelada no meu cuzinho. Era Fábio passando pomada nele com seu dedo. Passou por fora, na portinha e em volta, e depois enfiou o dedo com pomada dentro do meu cuzinho. Primeiro um, depois dois dedos, e ficou fazendo vai-e-vem com os dedos no meu cuzinho. Eu já estava “subindo pelas paredes”, doida de tesão. Ele tirou os dedos e logo depois senti a cabeça daquele pau enorme encostar e forçar a entrada do meu cuzinho. De medo, me contraí toda. Ele parou de forçar e ficou quietinho, sem desencostar o pau do meu cuzinho. Aos poucos fui relaxando e ele voltou a empurrar o pau, bem devagarinho. Senti meu cuzinho ir se abrindo, sendo esgarçado por aquele pauzão, que ia abrindo caminho e me penetrando. Soltei um gemido de dor e Fábio parou. Depois foi tirando devararinho até sair. Senti ele passando o dedo com pomada de novo no meu cuzinho, por fora e por dentro, e logo depois foi colocando seu pau de novo. Também devagarinho, ele foi enfiando até entrar toda a cabeça. Aí parou novamente e ficou um tempinho assim. Acho que foi para eu me acostumar. Depois ele tirou e enfiou de novo, lentamente como antes, e ficou fazendo vai-e-vem, tirando e botando um pouco mais rápido. Eu estava delirando. E olha que era só a cabeça do pau. Só que, a cada estocada, ele enfiava mais um pouquinho. E o pau dele foi entrando cada vez mais no meu cuzinho. Por mais umas duas vezes ele tirou tudo, passou mais pomada e voltou a botar, sempre do mesmo modo, enfiando cada vez mais fundo. Uma delícia! Acho que meu cuzinha já estava como que anestesiado e eu estava adorando. Enquanto isso, o Bruno estava tocando punheta com e o pau dele na minha boca. E ficamos assim até que, de repente, numa estocada mais forte, Fábio enfiou aquele pauzão todo no meu cuzinho, deu um gemido alto, e gozou. Senti os jatos da sua porra quente dentro de mim. E Bruno também gozou, na minha boca.Depois de um tempo em cima de mim, Fábio foi tirando o pau lentamente do meu cuzinho. Que gostoso! Quando saiu todo, senti a porra escorrer pelas minhas coxas. Logo o Fábio pegou umas folhas de papel toalha e colocou na minha bundinha e mandou eu segurar. Ele também limpou o seu pau com folhas de papel toalha. Senti que estava saindo muita porra do meu cuzinho e, segurando o papel, peguei minha calcinha embolada em cima da cama e corri para o banheiro. Me limpei e me lavei bem com a duchinha e fiquei um tempo quietinha ali, sentada no vaso, cançada e com a bundinha ardendo.Saí do banheiro meia envergonhada e fui para sala. Pouco depois chegou o Bruno, vestido como antes, e me chamou para beber um refrigerante. Fábio, de banho tomado e roupa mudada, veio até a cozinha, me deu um sorriso e um beijinho no rosto, um tapinha nas costas do Bruno e saiu, dizendo que ia jogar bola. Eu e Bruno voltamos para sala, sentamos no sofá e ligamos a TV para ver alguma coisa. Alí, ele me abraçou e, pela primeira vez, nos beijamos (na boca).Minha mãe e minha tia chegaram trazendo, além dos presentes que foram comprar, um monte de coisas para comer. Depois do lanche voltamos para casa.Fiquei uns três dias com a bundinha ardendo. Mas que foi bom, foi! Tanto que até hoje me lembro bem daquele dia, e da pica do Fábio, que nunca mais eu vi.Beijinhos,Duda

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3 Comentários

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  1. Flávio

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  2. Anônimo

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  3. Anônimo

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