Como Tudo Comecou! – A Verdade Oculta

A verdade oculta

NOTA:
Aconselho a lerem desde o primeiro capítulo, para compreenderem tudo.

Na primeira parte de Como Tudo começou, contei o principio da nossa 2ª oportunidade de vida, que, para nós tem sido maravilhosa e surpreendente, mas, algumas vezes com altos e baixos inesperados.

Para provar isso, a minha esposa (vou meter nomes fictícios, porque foi o concordado com as pessoas envolvidas, para relatar estas histórias), Paula (mas eu costumo-lhe chamar Maria), sempre disse, em 10 anos de casamento que não tinha fantasias sexuais e nem se via nesse tipo de pensamentos.
Agora, tudo está diferente. Fantasias realizadas, sustos por actos irresponsáveis e amigos em quem se podem confiar e chamar AMIGOS ou mais do que isso…

Antes de tudo, venho apresentar as pessoas que entram neste conto.

Eu – Paulo
Tenho 1.80, 83kg (a engordar), corpo normal, nem gordo, nem magro, cabelo preto, olhos castanhos, sou cómico, divertido e responsável e adoro sexo.
Defeito – não gosto que me mintam, retiro a confiança total depositada na pessoa que mentiu-me e sou um pouco brusco, só às vezes. Gozão.

Amigo/colega do trabalho – Nuno
1.65, 55kg, magro, cabelo castanho curto, olhos castanhos.
Tímido e calado. Só fala pa’ caralho quando já está com os copos (e às vezes até demais).
Defeito – (pelo menos para mim) está sempre a foder-me com as ricas ideia dele.

Namorado da minha filha – Carlos
1. 70, 75kg, normal. Cor do cabelo preto e curto, (mas hoje é ruivo, mas isso fica para uma outra história…), olhos azuis.
Social e simpático.
Defeito – Ser muito simpático e muito sociável. Muito mesmo….

Em futuros contos, entrarão mais pessoas e nesse momento, os apresentarei.
Todas as histórias que eu contarei são verídicas e com o aprovamento dos integrantes, menos aqueles que não são importantes na história em si.

Esta história, teve a ajuda do Nuno (Quase nenhuma, pois ele só dizia para não por aquilo que tinha acontecido) e do vídeo.

E a puta da regra que eles me obrigaram a respeitar….

Continuando…

As nossas meninas estavam a arranjarem-se para um ladies night (um jantarinho só de mulheres.).
A Dª Sónia, Dª Paula e a minha filha.
Aperaltaram-se todas, maquilhando e roupas muito atrevidas para o nosso gosto.

– (Paulo) Muito produzidas, não acham?
– (Filha) Ô pai, não te preocupes, eu controlo elas…
– (Paulo) Tenho mais medo de ti, do que delas. Tu sáis a mim. E o Carlos?
– (Filha) Está em casa e lá é que está bem.

Que comentário estranho o da minha filha. Então, andavam sempre juntos, pareciam carraças e agora ela responde desta maneira.
Será que se tinha passado alguma coisa?

– (Nuno) Ô Sónia, não me sinto à vontade de ires assim vestida, quando nós não estamos com vocês, não fico muito à vontade.
– (Sónia) Nuno, agora vens com ciúmes? Nós as três, vamos curtir a noite. Amor, não precisas de estar preocupado comigo. Nós vamos só nos divertir um pouco no restaurante, só as três e beber um copo e depois vimos logo para casa.
– (Nuno) Estou com um certo receio, que venha algum maluco e se aproveite ou abuse. E ainda por cima, são três mulheres, nada de homens para vos proteger.
– (Filha) Tio Nuno, não te preocupes com isso. Eu sei Krav Maga, primeiro ataco os joelhos, depois na garganta e a seguir torço-lhes os tomates, olhando-lhe nos olhos. Queres experimentar?
– (Nuno) Não, não, eu sei como é. (Olhando para a Sónia. Ela não sabe KM, mas é parecido.)
– (Paulo) Eu concordo com o Nuno. Epa, vocês parecem putas a ir para o ataque.
– (Filha) Ô PAI?
– (Paulo) Que é? É verdade. Fodasse, isso são maneiras, vocês querem parar o trânsito?
– (Paula) Deixem-se de histórias. O restaurante é 15-30 minutos a pé daqui de casa, dependendo do nosso passo. Não nos vai acontecer nada.
Olhem, divirtam-se, que nós também vamos nos divertir à grande, não é meninas.

E as três começaram a rir-se.
Nesse aspecto, estou com o Nuno. Mesmo que seja aqui ao lado, um gajo fica sempre com receio dos cães que não saibam respeitar uma nega.
Mas como a miúda disse, KM naquilo tudo e tão fodidos. Já desde os 12 anos que anda nisso, por isso, os cães que se metam a pau, para não saírem com o rabinho por debaixo das pernas.

A minha filha, despede-se, dando-me um beijo a mim e ao Nuno na cara.
As nossas meninas, beijando-nos na boca, uma de cada vez.
A minha filha, sabe o que se passa com o nosso relacionamento, como já devem saber, se leram os contos/relatos anteriores. Para ela é normal. Os pais estão felizes e para ela, isso é que importa.
Indo na direcção da porta, disparam.

– (Paula) Srº Paulo, juízinho.
– (Paulo) Não percebo o que queres dizer com isso? Juízo tenho eu e até demais.
– (Paula) Tu sabes o que eu quero dizer.
– (Paulo) Não, não sei…
– (Sónia) Menino Nuno, o mesmo para si.
– (Nuno) Sim, querida.
– (Paulo) Fodasse, vão se lá embora, pá. Somos putos ou quê? Vê lá se querem mandar uma babysitter para tomar conta de nós… que rica idéia que eu estou a ter, ô rabicho.
– (Paula) Vê lá se queres um piço de plástico também.
– (Paulo) Bazem e telefonem quando chegarem.

Elas a saírem a falarem alto pela a rua a fora, pareciam três malucas.
Agarrei nos copos, garrafa de amêndoa amarga fresquinha.
Noite de homens ia começar. (Estão aqui a dizer que esta frase é muito gay. Pô caralho, o único gay aqui é o Nuno, eheh.)

– (Paulo) Puto, tás preparado para levar a maior coça da tua vida no Just Dance na WII?
Até vou por a gravar no telélé, para por no youtube.
E mais, quem perder, mama um copo.
– (Nuno) Perder, eu? E quando a amêndoa a acabar, mamas aonde?
– (Paulo) Ô Ô, olha a conversa dele, eu sei o que tu queres, mas agora está murcho.
Prepara-te para levar uma abada nessa peidola.

Fodasse, foram músicas de dança do caralho. Esta merda no random, estava a foder-me bem.
Já estava a ficar quentinho e transpirado.
Comecei a despir a t-shirt, suava que nem um cavalo. Nem a dar uma foda, eu souo tanto.
O Nuno, já estava a ficar arrebentado, mal ele viu-me a despir a shirt, fez o mesmo.
O telefone toca.

– (Paulo) Olha, devem ser elas. Aguenta aí os cavalos e mete essa merda na pausa, batoteiro do caralho.
– (Nuno) Tás a levar uma enrabadela e eu é que sou o batoteiro.
– (Paulo) Hello.
– (Telefone) Muito boa noite. O meu nome é Margarida (não me lembro do resto) e pertenço à Zon. Estou a ter o prazer de falar com a dona Paula.
– (Paulo) Muito boa noite, Dª Margarida. O meu nome não é Paula, é Paulo.
– (Margarida) Ah, peço imensa desculpa, devem ter trocado aqui no computador.
– (Paulo) Dª Margarida, não tem nada que pedir desculpa, pois não existe erro nenhum da sua parte. A Paula era a minha esposa, que faleceu à coisa de 6 meses, acidente de viação. Primeiro, deixe-me lhe dizer, que a sua voz… só um momento, a minha filha parece que está a chorar no berço dela, deve ter acordado com o som do telefone. Só um momentinho.
– (Margarida) Sim, Srº Paulo, eu espero.

Pus o telefone no MUTE, fazendo tempo.

– (Nuno) A Paula morreu? Já estás a armar merda, eheh.
– (Paulo) Fodasse, são chatos cumô caralho, mas esta gaja, tem uma vozinha, fodasse man, é um orgasmo de voz, anda cá ouvir ela.

Tirei o telefone do MUTE.

– (Paulo) Dª Margarida, continua em linha?
– (Margarida) Sim, sim. Srº Paulo. A sua filhota estava acordada?
– (Paulo) Não, felizmente, ela não acordou e ainda bem, coitada, tão pequenina e sem a mãe, isto tem sido terrível para nós os dois. Mas, mais uma vez, antes da interrupção, tenho que lhe dizer uma coisa, espero que não me leve a mal.
– (Margarida) Não, Srº Paulo, diga por favor.
– (Paulo) A Srª tem uma voz linda. Angelical. A voz mais bonita que já à muito tempo não ouvia.
Por isso, agradeço-lhe a chamada.
– (Margarida) Ah, muito obrigada da minha parte, Srº Paulo. Olhe, pode não acreditar, mas até estou um pouco, nem sei como hei-de dizer, embaraçada…
– (Paulo) Dª Margarida, o Senhor está no céu, o meu nome é Paulo.
– (Margarida) Ah…ok, Paulo. Trate-me por Margarida, então.
– (Paulo) Ok. Olá, Margarida. Como está a senhora nesta linda noite e quente.
– (Margarida) Muito bem e agora ainda melhor. Sabe, é o primeiro cliente em que eu estou a ter um enorme prazer em falar ao telefone, normalmente são tão arrogantes.
– (Paulo) Margarida, o prazer é todo meu. A sua linda voz é como música para os meus ouvidos. Divina, parecendo o chilrear dos passarinhos logo pela manhãzinha…

O Nuno, só se ria…

– (Paulo) Mas, Margarida. Estou a ter um prazer enorme em falar consigo ao telefone, mas de certeza que não me telefonou para ouvir esta voz rouca e feia.
– (Margarida) A sua voz é muito sensual. Quem lhe disse que era rouca e feia, devia ser uma pessoa muito estúpida.

Ui, pensei eu, já usa adjectivos para chamar nomes a quem não conhece, só baseado na minha voz.
Queria-me rir, mas não podia.
O Nuno, só se abanava todo com a conversa.

– (Paulo) Margarida, era capaz de passar aqui a noite toda a falar consigo. Você é um raio de sol nesta imensa escuridão, pela qual eu estou a passar. Agradeço muito, mas mesmo muito, do fundo do coração, por ter me ligado hoje.
A sua simpatia, a sua voz carinhosa, dá-me esperança, num futuro que não era nada risonho.
Mais uma vez, muito obrigado.
– (Margarida) Olha…

Ui, já diz olha, já passamos a fronteira do impasse da confiança.

– (Margarida)…eu, nem sei como te dizer, mas, estou arrepiada. Se pudesses ver os pêlos do meu braço (a gaja é peluda, fodasse?), eu nunca falei com nenhum cliente desta maneira, tanto que na formação, não podemos dar confiança ao cliente, para o levar ao assunto que interessa. Mas, Paulo, estou a gostar muito de falar contigo. Tenho pena de ter namorado, gostava imenso de te conhecer, beber um copo e conversarmos mais. Mas, ele é muito ciumento, não iria compreender.
Tens facebook?
– (Paulo) Não, desculpa. Traz-me lembranças e recordação tristes.
– (Margarida) Ah, sim, desculpa. Eu tenho aqui o teu e-mail, podemos falar por mail.
– (Paulo) Boa ideia, gostaria muito. Pareces ser uma mulher muito interessante. Quem sabe, não sairá daqui uma linda amizade.
– (Margarida) Sim ou mais do que isso…

Opa, tenho que carregar nos travões.
Este caralho, não pára de se rir e a abanar a mão, parece que está a mandar parar um táxi.
Assim, não me aguento e ainda começo a rir-me também.

– (Paulo) Margarida, antes que chateiem-te, por estares a conversar comigo, é melhor dizeres então ao que veio a origem desta linda conversa entre nós.
– (Margarida) Sim, sim. Ah…(riu-se), era para falar sobre o pacote novo da ZON.
– (Paulo) Era, já não é?
– (Margarida) Sim. Não. Ainda é. Ái como eu já estou.
– (Paulo) Eheh, não és a única. Então fala-me lá sobre o novo pacote.
– (Margarida) Sim. Pacote novo com Iris, blábláblá.

Pff, parecia que estava nervosa a falar sobre o novo pacote. Parecia um robô a falar.

– (Paulo) Margarida, calma. É assim, pacotes, eu já tenho três.
– (Margarida) Três pacotes?
– (Paulo) Sim…bem, 2 pacotes eu já tive de certeza e com um olho no terceiro, mas, vai ser complicado. Sabe como é, a Vodafone da cor vermelha, foi o primeiro pacote.
O segundo pacote, foi o da Meo, que vou-lhe dizer, é muito bom, mas o terceiro pacote, ainda preciso de ver isto bem….está difícil de o conquistar. Mas não é uma missão impossível, hei-de o comer….quero dizer, alcançar a um bom preço.
– (Margarida) Ok, fiquei perdida. E a que valor?
– (Paulo) Queria ver se era de borla, porque isto a pagar para um pacote e pai solteiro e viúvo, é um pouco difícil. Pode ser que o seu pacote, seja a um valor mais apetitoso. Será?

Caralho, granda baile que eu estava a dar a esta gaja. Vodafone era a minha Maria, a Meo era a esposa do MEO colega, eheh.
O terceiro pacote era aqui o do rabicho. (Tá a dar-me calduços na cabeça, não tinha percebido a conversa ao telefone, otário do caralho.)

– (Margarida) E se eu der o pacote novo por menos 10 euros, aceitas?
– (Paulo) Com uma voz irresistível desse lado, quem não aceitava. Tenho que ficar agarrado a ti mais 1 ou 2 anos?
– (Margarida) Não é a mim, mas sim, fidelização por mais 12 meses.

Ela ria-se e acho que lembro-me de ouvir de dizer que a chamada iria ser gravada. Se isto esta a ser gravado, fodasse, esta gaja vai ser despedida.

– (Paulo) Muito bem, Margarida. Aceito a proposta nova.
E mais uma vez, agradeço este bom momento que tive contigo. Nunca pensei conhecer alguém e ficar tão interessado numa pessoa, só de falar ao telefone.
– (Margarida) Paulo, eu também gostei muito de falar contigo e prometo que falaremos mais em outros dias.
– (Paulo) Combinado.

Caralho, o Nuno, começa a gargalhar, parecia um mula a zurrar.

– (Paulo) Margarida, tenho que desligar, a minha filha está a berrar, ela acordou.
– (Margarida) Ok, Pau….

Vái pô caralho, desliguei o telefone, quero que te lixes, fodasse, pacote novo por menos 10 aéreos e 12 meses de chulice. Pelo menos não me fodi nos valores.

– (Paulo) Ô caralho, podias zurrar noutro lado, não?
– (Nuno) Fogo, lata do caraças que tiveste. Ela estava a cair na tua conversa.
– (Paulo) Lembras-te das gajas da pizza, que até nos ofereceram as pizzas com desconto 50% no sábado ao trazer aqui a casa e ainda queriam ir beber um copo quando saíssem…isto é muito fácil, só precisamos de dizer aquilo que elas querem ouvir.
Epa, estou a ouvir a baterem à porta.
– (Nuno) Eu não ouço nada.

Eu ouço bem, até demais. Levantei-me e lá fui à porta.
Abri e estava uma mulher linda de cabelo ruivo à minha frente, num vestido preto, parecendo latéx.
Numas botas pretas de cano e salto alto.
Com uma cara branquinha e lábios pintados de vermelho.

– (Paulo) Sim. Olá, precisa de alguma coisa.
– (Carlos) Olá, Srº Paulo. A sua filha está?
– (Paulo) Não, ela não está. Mas, desculpe, como sabe o meu nome?
– (Carlos) Sou eu, o Carlos.
– (Paulo) Fodasse, tou a precisar de óculos. Nem te reconheci, pá.
– (Carlos) Mas você já usa óculos.
– (Paulo) Então é de uma graduação nova, esta já deve estar a ficar velha. Epa, entra, entra.
Já à muito tempo que não nos víamos. Então, como é que estás.
– (Carlos) Mais ou menos, não muito bem.
– (Paulo) Então, aconteceu alguma coisa?

E com essa pergunta, começa a chorar e agarra-se a mim, abraçando-me a chorar no meu ombro.

– (Paulo) Então, está tudo bem. Estou aqui, podes contar-me. O que é que se passa.

Ao dizer isto, começa a beijar-me o pescoço e continuando a abraçar-me.
O Nuno entra e vê aquilo.

– (Nuno) Opa, quem é esta menina linda, não a apresentas aqui ao teu amigo?
– (Paulo) Esta menina linda é o Carlos.
– (Nuno) Quem?
– (Paulo) O namorado da minha filha.
– (Nuno) Não me lembro.
– (Carlos) Aquele que vos apanhou da outra vez.
– (Nuno) Ah, agora sim, estou a lembrar-me. Mas, porque estás a chorar.
– (Carlos) Podemos-nos sentar no sofá.
– (Paulo) Sim, sim. Senta-te. Queres alguma coisa?
– (Carlos) Estão a beber o quê?
– (Nuno) O costume, amêndoa amarga fresquinha.
– (Carlos) Pode ser.
– (Paulo) Senta-te, que nós já levamos um copo.

Ele foi sentar-se no sofá, logo no meio, o paneleiro.

– (Nuno) O que este gajo ou gaja está aqui a fazer?
– (Paulo) Veio à procura da minha filha.
– (Nuno) E estava à procura dela em ti?
– (Paulo) Fodasse, pareces a tua mulher? Ficas-te com ciúmes?
– (Nuno) É que tens batom vermelho no pescoço. Como irias explicar isso a elas quando chegassem?
– (Paulo) Já limpo, vamos lá ver o que ele quer. Ele estava a chorar por alguma razão.
Acho que a miúda já lhe deu com os pés.
Então, man, o que se passa contigo, para estares a chorar, pareces uma maria-madalena.
– (Carlos) Ô Paulo…

Ô Paulo? Fodasse? Tu não és a Margarida, pá. Tem lá calma, caralho? Epa, mas como está com um cabelinho ruivo e toda puta, podes chamar-me por Paulo.
Sentei-me no meu lado esquerdo e o Nuno no lado direito e aquele caralho no meio de nós. (Uma sandes mista, diz o Nuno….não sei onde ele está a ver o misto, mas prontos.)

– (Carlos) …tivemos uma discussão feia, por divergências. Ela acabou tudo comigo. (E começa a chorar e tomba a cabeça no meu ombro, mostrando aquela peida de puta ao Nuno.)
– (Paulo) Esperta…Espera, acabou contigo? Prontos, não vale a pena chorares, tudo se vai resolver.

Com a cabeça dela, quero dizer dele (este gajo troca-me todo) no meu ombro esquerdo, com a parte de cima do meu corpo desnudado, faço-lhe festas com a minha mão direita na cara suave e macia dela e beijando aquele cabelinho ruivo. (Não queres dizes dele? – Diz o Nuno. Fodasse, tens razão, caralho. Apanhaste-me bem.)
Ao mesmo tempo o Nuno, começa a passar-lhe a mão direita na perna esquerda do Carlos.

– (Nuno) Calma, Carla. As mulheres são assim mesmo. Um dia querem uma coisa e no outro, estão a por-te o piço preso com um cadeado.
– (Carlos) O quê?
– (Nuno) Nada, nada.
– (Paulo) É Carlos, ô tótó. Não é Carla.
– (Carlos) Podem-me chamar de Carla. Carlinha.

Ok, a Carlinha tinha uma voz mais afemeninada que muitas mulheres. Uma pele linda e suave ao toque. Se eu não soubesse que era um homem ali, esta puta marchava já. E logo eu, que sou doido por cabeças ruivas ou vermelhas. Fodasse, excitam-me cumô caralho.
O Nuno, continuava a mão ao pé da virilha do Carlos…Carlinha, (fodasse, tou fodido com isto e logo hoje que prometi a estes caralhos que não emendava nada do que escrevia, dizem que é mais giro assim.)
Ao mesmo tempo que continuava a fazer festas na face dele, dela, o, quero dizer a Carlinha, começa a lamber-me um dos dedos, metendo a língua para fora.

Não comentei nada, olhei nos olhos dele, quero dizer, (fodasse, fica feminina, senão assim, tou fodido, esta regra estúpida em de eu não poder emendar nada) dela e ela olhando para mim, sorrindo.
Que lindo sorriso ela tem, tou a ver o que a minha filha via nele (Estão a dizer que já passou a masculino outra vez. Epa, isto é confuso, é que eu sei que é um ele, mas, aquele dia era mais ela do que ele.)
Com aqueles olhos lindos azuis, pintados e sobrancelhas com rimel, derreti-me a olhar para ela.
Aquela língua, era tão suave e quente.
Ela pôs-me um dos dedos dentro da boquinha, sem o Nuno ver o que se estava a passar, com a cena tapada pelo o lindo cabelo dele com caracóis e canudos.

O Nuno, continuava a esfregar a perna dela, pele com pele. Já não era por cima da micro-saia.
Sem pelinhos (diz o Nuno, melhor que as pernas das nossas mulheres…ele é que disse isso, agora não posso apagar….), ele ia passando a mãozinha suavemente.
A Carlos ia enrolando a língua húmida entre os meus dedos. (A Carlos? Opa, vocês fodem-me bem assim.) Que putinha, tão bem que ela fazia isso.
Chupando dois e três dedos, ela inclina-se mais para cima de mim, começando a beijar-me o pescoço e descendo lentamente, dando uma visão ao Nuno do seu rabinho lindo.

Visão do Nuno:

Ele tem umas cuecas fio dental, vermelhas. O pénis dele estava para trás, como se encolhido com o frio. (Ca raio estás tu a dizer? Estava calor, não estava frio? Está a mandar-me para o caralho a dizer quem está a relatar é ele agora e ele é que sabe. Só tenho é que escrever.)
Comecei a enfiar a minha mão entre as pernas dele. Parece que estremeceu ao sentir o meu toque.
Ele abriu as pernas, deixando de as juntar, para eu poder esfregar mais as perninhas dele.
Ao fazer isso, consegui ver, que o pénis dele, estava apertado junto aos tomates dele pelo o fio das cuecas.
Ao aproximar a mão ao pé do pénis dele, aquele espaço, junto ao rêgo do cu dele, estava molhado.
Fiquei com a mão peganhosa. Escorria um líquido da cabeça do pénis, parecia estar excitado com o que eu estava a fazer-lhe.

Toquei-lhe de leve no pénis dele, para tirar aquilo do aperto das cuecas e vejo a mão dele a agarrar a minha, mostrando-me aonde mexer.
Posicionou-a no pénis dele e eu comecei a masturbar-lo lentamente com a minha mão direita e a massajar-lhe os tomatinhos flácidos, alternando com o cuzinho dele.
Eu o ouvia a gemer baixinho.

Ele empurrou aquele cuzinho na minha direcção, quando estava com a cabeça do dedinho grosso a massajar o anelzinho dele.
Eu via aquela cabeça dele a descer e a subir. Devia estar a fazer uma mamada ao Paulo.
Levei o polegar à cabeça do pénis dele, que aquilo escorria líquido do excitamento que eu lhe estava a dar e comecei a besuntar aquele rabo.
Ao pressionar levemente, ele empurra o cuzinho para trás e espeta-me o dedo dentro daquele rabo guloso.

Entrando facilmente, vi que aquele rabo, já tinha sido comido antes, não era a primeira vez.
Não me aguentei, tinha que o comer.
Despi-me e de pau feito, lembrei-me, as camisas?

– (Nuno) Tens camisas?

Visão do Paulo:

Esta gaja, fodasse, que maestria de língua. E que puta de tesão ela estava a dar-me.
Ela viu e sentiu-o o meu nabo a latejar nas calças de fato de treino.
Mordeu-mo o mamilo, puta do caralho e ao mesmo tempo, sacou o nabo para fora. Eu estremeci com aquele aperto.
Epa, não estava habituado a ter um homem/mulher ou um misto como o Nuno o chamou a morder-me os mamilos.
Estremeci eu e estremeceu ele.
O Nuno atrás dele, deveria estar a fazer merda, vi ele a abrir as pernas, se calhar para desviar o que o Nuno estava a fazer.

Este gajo não aprende comigo, invés de fazer as coisas com calma, é sempre à bruta. Ele é um misto, mas tem que se tratado com uma princesa.
E depois fode-se. Não tem direito a nada. Já está a levar uma palmada dela.
Pode ser com um pouco de paciência minha, ele ainda tenha a sorte de conseguir comer o cuzinho à Carlinha.

Empurrei a aquela cabeça acenourada que tanto me excita para baixo.
Esta puta faminta, que eu já desconfiava cumô caralho, queria era piça. Crossdresser o caralho, podes enganar a miúda, mas ele queria era nabo.
Ao cair no meu piço, que já estava em ponto de bala, ele vai mais para trás com o corpo, empurrando o Nuno, mais para trás e chupa….AH, Margarida, gemi baixinho ao sentir a boquinha dela.

Que chupadela, fodasse, o Nuno mama bem, mas esta puta, que delícia.
O Nuno, tem que ter umas lições deste caralho. Sôfrego, quer ter tudo na boca. Empurrou-se para trás novamente, daqui a pouco o Nuno estava era no chão.
Ao mesmo tempo que aquele ganancioso queria engolir tudo, não deixando nada de fora para o Nuno, que só estava a ver o que ele fazia, ouço aquele maricas a falar. (O outro maricas, não a Carla, essa estava de boca cheia.)

– (Nuno) Tens camisas?
– (Paulo) Queres camisas para quê, caralho? Para bateres ao bicho?
– (Nuno) Não, quero comer o cuzinho a ele.
– (Paulo) Queres comer o cuzinho a ela? Então, mas é assim? Nem pedes licença? Não vês que ela está ocupada.
– (Nuno) E também estava aqui no meu dedinho grosso. Cheira.
– (Paulo) Fodasse, tira-me lá isso do nariz, caralho. Não pares, Carlinha, mamas melhor que este rabicho que não se cala.
– (Nuno) Tens camisas ou não.
– (Paulo) Tenho. No guarda-roupa. Mama, pipi das meias altas, mama. A minha filha, não sabe o que perde em ter acabado contigo. Que rica língua que tu tens.
– (Nuno) Ô otário, camisas pá gaita, não é para vestir.
– (Paulo) Fodasse, e eu é que adivinho o que tu queres? Está no armário, que tem a televisão em cima, gaveta de cima. Ainda são aquelas que eu comprei quando esteve cá os palhaços no verão passado a comerem a Maria. Acho que aquilo ainda está no prazo.

Ao dizer isto, a Carla, parou e olhou-me nos olhos, como admirada e estupefacta com aquilo que eu tinha dito. (Ele não sabia disso, hoje sabe de tudo.)
Ao ver o Nuno a ir disparado ao quarto, olho para os lindos olhos azulados da Carla, mando-lhe um beijo no ar e agarrando-lhe na cabeça, empurro para o que ela faz de melhor.
Chupar-me o piço.
Ela, pôs-se de gatas e com a mão despiu as cuecas até aos joelhos, ficando presa nas botas.
Agarra-me na mão e mete-me a minha manopla na pila murcha dela.

Segunda vez na vida, que agarrei a pichota de um gajo, mas este não era um gajo qualquer, é uma gaja, mas com malho. Por isso não conta, pelo menos pensei eu, naquela altura. Quero que se foda.
Se ela quer uma punheta, eu bato-lhe uma, pelo menos eu pago bem aquilo que ela está a fazer-me.
Um brochada digna dos deuses.

O Nuno veio a correr com a caixa dos preservas na mão.

– (Nuno) Qual o sabor que eu uso?
– (Paulo) Qual o sabor que tu usas? Olha lá, ô caralho, vais por na piça ou vais mastigar isso?
Isso por acaso interessa qual sabor é que vais usar? Eu tou fodido contigo.
– (Nuno) Mas isto é tudo igual? Nunca usei de sabores.
– (Paulo) Olha, prova e o sabor que saber-te melhor, é o que usas….

Fodasse, sinceramente. Um gajo chega a uma altura do campeonato e só vejo é estupidez humana.
"Que sabor é que eu uso?" Até parece que o cu ou a cona vai provar o caralho dos sabores.
É para foder, caralho, não é pastilha elástica. (Não gostas, não comas, eu agora não posso apagar.)

Esta putinha linda, tem uma boquinha….não iria aguentar-me muito tempo naquela boca.
O Nuno, lá se decidiu pelo o sabor que ia vestir e toma lá morango (mas acho que o sabor foi outro, ele está a dizer que não se lembra. No vídeo, não dá para ver.)
Mal ele espetou-lhe o nabo naquele rabo de putinha, olha para mim e aponta-me a mão, com três dedos em pé.

– (Paulo) Não percebi? Três dedos? Três dedos o quê?
– (Nuno) Porra, três dedos o caralho, três bilhas. Estamos iguais.

Fodasse, e não é que é verdade. Este caralho tem três cus comidos, como eu.
E o cu da Carla, parecia ser muito convidativo, mas, caralho, não podia. Elas se chegam, eu tiro logo esta gaja daqui para fora e o Nuno que se foda (Está a dizer que rico amigo que eu sou…), ele já está habituado a ser fodido, por dentro e fora. (E tu sabes que é verdade e ainda por cima, estavas a dever-me uma, ou estás esquecido?)

Ao pensar que podíamos ser agarrados, vi-me na boca da minha Carlinha de olhos azuis da cor do céu.
Nem avisei e aquela putinha, chupou tudo e engoliu. Sem piar.
Eu continuava a punhetar a Carla, quando senti a mão do Nuno a agarrar a minha.
Olhando para mim, abrindo muito os olhos, como se estivesse surpreso da minha acção ou assustado por eu ficar a saber que ele queria agarrar o nabo da Carla ao mesmo tempo que lhe comia o cuzinho.

Tirei a mão e deixei ele fazer o que queria da nossa puta.
Os amigos são mesmo é para isso, para partilhar as coisas. Se queres a encavar e agarrar-lhe o nabo, força nisso.
O Nuno, estava possuído. Com a mão esquerda a agarrar-lhe o pau e com a mão direita a bater naquela rabo.
A Carla gemia de puro prazer, olhando para mim e com a boca aberta e língua de fora.
Escusava de pedir mais, por mim chega.

– (Nuno) Atravessei-o de lado a lado.
– (Paulo) Fodasse, tu deves ser parvo, não?
– (Nuno) Opa, tens que sentir este cuzinho. Tão bom.
– (Carlos) Sim, com mais força, meu querido sogro.
– (Paulo) Porra, ele já te chama sogro e podes ficar com isso tudo, eu já estou contente.
Ia por-te a mamares-me na gaita, mas a boquinha da Carlinha ainda é melhor que a tua.
– (Nuno) Melhor que a minha?
– (Paulo) Sem sombra de dúvidas. Tens que treinar muito para chegar aos calcanhares dessa mula.
– (Nuno) Porra, tou a vir-me. AHHHHHH.

Ao mesmo tempo que ele vêm-se que nem um galo… agarra no cabelo da Carla para o puxar para trás com força, como se de uma crina fosse.
Ele deveria estar a pensar no cabelo das nossas marias, só que se esqueceu de um pormenor.
O Carlos, usa peruca e ele veio disparado para trás e cái de costaços no caralho do chão da sala que até estalou, com a galocha cheia de leite.
O que eu ri-me, caralho.
O Carlos, com o seu cabelo preto curto e de cu arrebitado a olhar para trás.
Olhando melhor, aquele gajo nem dava tesão nenhuma.
O Nuno, de papo para o ar a queixar-se das costas e com a peruca em cima dele. Epa, ele com a peruca, dá uma tesão do caralho. Que rica puta.

– (Paulo) Carlos, é melhor ires-te embora, pá.
Elas devem estar a chegar e se nos apanham, estamos os três fodidos no anel.
– (Carlos) Sim. É melhor. Eu já tive o que queria.
– (Paulo) Ái já? Nem imagino o que seja. Mas, olha, a peruca fica. Como pagamento pela a explicação da merda que aconteceu aqui que eu vou ter de dar a elas.
– (Carlos) Não podes falar sobre isto à tua filha.
– (Paulo) Epa, desculpa lá, mas eu não minto à miúda. Vá, adeus.
– (Carlos) Podemos repetir um dia destes.
– (Paulo) Sim, talvez, sei lá. Quem sabe.

Levanta-se e recompõe o vestido. Sorrindo para mim, vinha-me beijar na boca.
Desviei-me dele, andando para trás. Fodasse, olha-me este paneleiro. Com a peruca, ainda marchas, sem ela, vai pô caralho, não papo paneleirices, tirando o Nuno.
Não insistiu e ao passar pela a tartaruga que ainda estava no chão a queixar-se, passando a mão pelo o piço do rabicho, tira-lhe o preserva cheio de leite e leva com ele. Deve ser para a sobremesa.

– (Carlos) Obrigado por tudo. Falamos depois.
– (Paulo) Xau.
Então caralho, levanta-te do chão, pá.
– (Nuno) Ficámos com a peruca. Fogo, ele sem peruca é feio para caralho.
– (Paulo) Pareces tu. Mete lá essa merda na tola.

Caralho, que visão espectacular. A Nuna, ficava linda naquele cabelinho. Esta merda aqui em baixo, já mostrava sinais de vida, mais uma vez.
Pelo o que eu percebi, eu tinha tara por cabelo ruivo e vermelho, não interessava se o cu era de mulher ou de homem. O cabelo é que era importante.
Ele deve ter percebido o meu olhar malandro. (És um cagão, estavas com medo do quê?)

– (Nuno) E agora? O que fazemos?
– (Paulo) O mal já está feito. O que fazemos, é dizer a verdade, não vou esconder mais uma merda delas.
– (Nuno) Não podemos. Eu estou fodido.
– (Paulo) Opa, pode ser que não. Pode ser que venham quentinhas lá da noite delas.
Caralho, quem diria. Estava a pensar num brochezinho feito por ti e afinal deu no que deu, já viste.
– (Nuno) E estamos empatados em cus.
– (Paulo) Podemos desempatar isso já, só precisas é de por a peruca…
– (Nuno) Não, este cu tem cabelo.
– (Paulo) Não faz mal, eu gosto de couratos com pêlo. Não sou esquisito. E se o pintares de cor ainda sabe melhor.
– (Sónia) O que se passa aqui?

Fodasse, nem ouvimos a merda da porta a abrir.
Fomos apanhados pelas as madames. Eu meio vestido e o Nuno, todo nu e com a peruca na cabeça.

– (Filha) Tio Nuno, essa peruca é do Carlos. Ele veste sempre ela, quando queria ter relações sexuais comigo.
– (Paulo) Opa, isso já é informação a mais para mim.
– (Paula) Também gostava de saber o que se passou aqui.
– (Paulo) Vou ser sincero, foi isso que nos comprometemos. O Carlos esteve aqui à tua procura, filha.
Entrou a chorar baba e ranho, agarrando-se a mim e ao Nuno.
– (Sónia) É, mais a ti do que ao Nuno. Estás cheio de batom no pescoço, no peito e na barriga.
E o Nuno nu, com a peruca.
Paulo, o que é vocês fizeram? Conta-me tudo.
Ainda não estou a perceber nada.
– (Paulo) Ok, então…a Nuna, explica.
– (Nuno) Eu?
– (Paulo) Sim, querida, sobre aquela brincadeira que tivemos os 3.
– (Nuno) Eu?
– (Sónia) Eles estão a enrolar.
– (Paula) É, parece que sim.
– (Filha) Vê-se bem.
– (Paulo) Fodasse, eu explico. Tira lá essa merda da tola, que assim, não consigo pensar, fico excitado com essa cor.
– (Filha) Pai, tio Nuno, vocês tiveram sexo com o Carlos?
– (Paulo) Com o Carlos, achas? Porra, paneleirices só com o Nuno e chega.
Não foi com o Carlos…isto é pouco complicado e confuso, mas eu chamei-o de Carla Margarida…

Eu nem sabia aonde ia com esta conversa, cada vez estava mais a enterrar-nos.

– (Filha) Estás a enterrar-te todo.

Fodasse, linda filha e inteligente. Toda a mim em tudo, caralho. Está ma foder bem, logo eu, que mudei-lhe tantas fraldas cagadas e agora invés de me proteger das medusas que nos olhavam enraivecidas, querendo nos petrificar, só nos lixava.

– (Paulo) Olha, o gajo fez-se ao bife. É verdade, queria-nos fazer sexo oral. Nós….
– (Filha) Eu sabia. É por isso que eu acabei com ele.
– (Paulo) Acabas-te com ele? O que se passou?
– (Filha) Ele comprou um strap-on para eu vestir e dizia-me que queria que eu fosse-lhe ao rabo e chamava-lhe Paulo.
– (Paulo) Fodasse e tu foste?
– (Sónia) O que é um stapone?
– (Paula) Também não sei.
– (Nuno) É uma cueca com um nabo de silicone.
– (Paulo) Ô, cumé que tu sabes isso, caralho?
– (Nuno) Isso, não interessa, continua, sobrinha.
– (Filha) Claro que não fui, né.
Então ele queria ser comido naquele cu a pensar que era o meu pai. Discuti com ele, forte e feio e disse a ele, para se divertir sozinho, que estava tudo acabado. Isso já foi à umas semanas.
Se ele veio aqui choroso, é porque queria falar comigo. Se calhar pedir desculpas, mas, quero é que ele se lixe.
– (Sónia) O que eu ainda não percebi, é, porque razão, tu tens batom no corpo e o Nuno nu com uma peruca?
– (Paulo) Opa, fodasse, foi uma aposta que eu fiz com o teu marido e o batom, foi ele que chorava agarrado a mim. Estávamos sem shirt os dois, por causa da WII.
– (Sónia) Não estás a convencer, mas prontos. Safam-se os dois. E não têm mais nada para nos dizer às duas.
– (Paulo) Nada, já fomos ao confessionário. Não é Nuno?
– (Nuno) Sim.

Não ficaram convencidas naquele dia. Também, fodasse, mentir à força toda e à pressão.
O que eu iria dizer do Nuno estar todo nu e com peruca (estava uma putinha linda).
E o que elas queriam dizer com aquilo, senão tínhamos mais nada para lhes dizer?
Resumindo, naquela noite de aventura perigosa, não comemos nada, disseram que estávamos de castigo, não sei porquê.
No dia seguinte, apanharam o telélé, viram o que se passou e a casa veio abaixo. Mas isso, talvez, fique para uma outra história.
Talvez, porque uma história de ficarmos de castigo sem cona durante quase um mês, acho que nem vale a pena contar…

CONTINUA…