Como Tudo Começou! – Perspectiva Visual Capítulo 12

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Perspectiva Visual

NOTA:
Aconselho a lerem desde o primeiro capítulo, para compreenderem tudo.

Na primeira parte de Como Tudo começou, contei o principio da nossa 2ª oportunidade de vida, que, para nós tem sido maravilhosa e surpreendente, mas, algumas vezes com altos e baixos inesperados.

Para provar isso, a minha esposa (vou meter nomes fictícios, porque foi o concordado com as pessoas envolvidas, para relatar estas histórias), Paula (mas eu costumo-lhe chamar Maria), sempre disse, em 10 anos de casamento que não tinha fantasias sexuais e nem se via nesse tipo de pensamentos.
Agora, tudo está diferente. Fantasias realizadas, sustos por actos irresponsáveis e amigos em quem se podem confiar e chamar AMIGOS ou mais do que isso…

Antes de tudo, venho apresentar as pessoas que entram neste conto.
Eu – Paulo
Tenho 1.80, 80kg, corpo normal, nem gordo, nem magro, cabelo preto, olhos castanhos, sou cómico, divertido e responsável e adoro sexo.
Defeitos, não gosto que me mintam, retiro a confiança total depositada na pessoa que mentiu-me e sou um pouco brusco, só às vezes.

Esposa – Paula (Maria)
1.59, 47kg (a emagrecer), corpo normal, cabelo avermelhado, olhos castanhos, seios normais (enchem a mão) e um rabinho lindo e nada de "penugem" frontal. Tímida , envergonhada (menos com o Srº Nuno), muito social. Defeito (pelo menos para mim), é a timidez quando está normal. Com uns copinhos isso tudo desaparece.

Somos casados à já uns 20 anos e com uma filha (que nunca divulgarei o nome ou a idade, pois ela não sabe que estou a escrever esta parte íntima da nossa vida, mas sabe o que se passa connosco).

Amigo/colega do trabalho – Nuno
1.65, 55kg, magro, cabelo castanho curto, olhos castanhos.
Tímido e calado. Só fala pa’ caralho quando já está com os copos (e às vezes até demais), conhecedor de Ideologia da Vida.

Esposa do Nuno – Sónia
1.58, 53kg , corpo a voltar ao normal, cabelo passando dos ombros, ondulado, olhos castanhos, seios pequenos, com uns biquinhos lindos de mamar e a penugem está a desaparecer. Muito sociável.

O nosso casal amigo, é casado à 12 anos, tendo duas filhas (que nunca divulgarei o nome ou idade).

Primo da Sónia – Amílcar
1.75, 80kg, normal, cabelo preto curto, olhos castanhos.
Muito social (até demais). Adora sexo (um pouco fora do normal a que estamos habituados).

Esposa do Amílcar – Marta
1.50, 60kg , corpo rechonchudo, cabelo preto ondulado a acabar no meio das costas, olhos castanhos, seios médios (40 tesinhos e com marcas (??)) sem penugem frontal. Sociável, mas, só de vez em quando.

Este casal (que é um casal amigo nesta altura do campeonato), são casados à 20 anos, sem filhos e ele não tem vontade nenhuma de ter putos a foderem-lhe a cabeça, palavras dele.
Na altura que os conhecemos, ele tinha uns 38 e ela 40 anos.

Em futuros contos, entrarão mais pessoas e nesse momento, os apresentarei.
Todas as histórias que eu contarei são verídicas e com o aprovamento dos integrantes, menos aqueles que não são importantes na história em si.

Esta história, teve a ajuda dos meninos que integram a história.

Continuando…

"E lá fomos na direcção da ponte.
O Nuno e a minha esposa à frente, eu e a Sóninha na parte de trás. O Amílcar e a Marta vinham no carro deles, logo atrás de nós.
Parando debaixo, aquilo é um pouco escuro, pouca luminosidade, mas percebia-se bem o que se passava por ali. Uns viam e outros divertiam-se. Nós estávamos ali para nos divertirmos.
E como de costume, mais um vídeo caseiro, o telélé em cima do tabliê do carro.

Eu vou explicar o que se passou nesta parte, com a ajuda do vídeo e deles. Porque, sem o vídeo, uma das coisas que se passou eu não iria acreditar que se tinha passado, mesmo com eles a dizer o que se passou.
Vamos por partes."

Nuno e Paula, parte de frente do carro:
(Relato feito por eles, vídeo (quem escreve é o Paulo, o otário do costume.))

– (Nuno) Chegámos.
– (Paula) Aqueles dois lá atrás nem te ouviram de tão distraídos que estão.
– (Nuno) Sabes, Paula, vou-te ser sincero.
– (Paula) Sobre o quê?
– (Nuno) Não sei como te dizer isto, mas, sempre pensei nisto, nos meus pensamentos, mas nunca tive a coragem de dizer alguma coisa, à Sónia ou a vocês os dois. Pensei que vocês pensassem que eu era um tarado ou pervertido.
Eu não estava muito bem no meu casamento, a razão que vi o escape na vizinha do 2ª Esq., tinha que sair da monotonia.
Muitas vezes, o melhor sexo que eu tinha com a Sónia, era quando pensava em ti, mas era pecado estar a pensar em fazer sexo com a mulher do meu melhor amigo.
Muitas penitências, o srº Padre da paróquia, me deu ao dizer-lhe no confessionário que tinha pecado na minha imaginação e que era mais forte do que eu.
E agora, estamos os quatro nestas brincadeiras, ousadas e atrevidas, tudo graças ao meu disparate.
Se me perguntares se estou arrependido do que fiz…
– (Paula) E estás?
– (Nuno) Num ponto, estou, pois a minha esposa não merecia isso, mas noutro ponto, estou contente, porque senão fosse isso, o que está acontecer connosco, nunca iria se realizar.
Estar aqui contigo, sentir o que eu já senti contigo, é uma recompensa muito boa por todo o sofrimento que eu passei naqueles meses.
Sinto-me apaixonado outra vez, sinto-me com aquele vigor de que quando era jovem adolescente.
– (Paula) Mas, isso tudo por causa de mim? Tu não sentias isso com a Sónia?
– (Nuno) Já não era a mesma coisa. Mas, olha para ela agora. Nem parece a mesma, olha como ela, agarra-se ao teu marido, não querendo saber de nada.
Ela precisava tanto disto como eu.

(Perspectiva de vista, Paula):

Ao mesmo tempo que dizia isso, o Nuno, pôs a mão em cima da minha perna esquerda e começa a massajar-me a coxa.
Eu fiz-lhe o mesmo, mas mais atrevida. Nunca pensei que tivesse tanto atrevimento com um amigo nosso. O marido da minha melhor amiga. Logo eu, que sou um pouco envergonhada, mas, quando estava com eles, a vergonha desaparecia.
Se a Sónia, não tinha vergonha nenhuma com o meu marido, porque razão eu deveria ter?

Agarrando a mão dele que estava a massajar-me a perna, levei-a devagar aonde ela devia estar.
Eu tinha a coninha mais que quentinha e a começar a ficar húmida.
Ele deve ter sentido os arrepios que me estavam a passar pelo o corpo. Não era do frio que estava lá fora, era do excitamento naquilo que eu ia fazer pela a primeira vez.
Ia ser comida num carro e as minhas acções em relação ao que eu ia fazer com ele, estavam muito atrás do que eu já estava a pensar.

Dirigi-me ao lado dele e comecei-o a beijar.
Primeiro, muito devagar e depois mais calorosamente ao mesmo tempo que eu desapartava-lhe o cinto.
Nesse aspecto ele ajudou-me, descendo as calças até aos joelhos, deixando aquele pau teso de fora, apontando na minha direcção, que até parecia que estava a sorrir para mim.
Olhando ele nos olhos, deixei escorrer saliva da minha boca até cair na cabeçinha.

Deixei-o em pulgas e pus ele à espera de mais e abrindo o meu casaco e subindo pulover, deixando as minhas meninas ao léu, para ele se divertir um pouco enquanto eu despia as minhas calças de ganga.

(Perspectiva de vista, Nuno):

Fogo, esta puta beija tão bem. Ela tem uma língua fenomenal. Que sorte eu tenho de ter o prazer em a comer a melhor amiga da minha esposa e a Sónia não se importar.
Ah, parece que ela leu os meus pensamentos, está a sacar-me o nabo para fora.
Espero que ela faça-me aquele brochezinho igual ao de ontem. Estou a ficar habituado e viciado nesta boquinha.
Ui, que saliva quentinha ela está a deixar cair.
E a coninha dela está tão quente e ainda ao pouco parecia que estava a estremecer.

Anda lá, sua putinha de cabeça vermelha, chupa o menino, chupa.
Mostra ao teu marido, como tu chupas bem a piçinha do teu macho.
Ora, porra, está-se a afastar?
Oh, está a despir a parte de cima.
Ah, aquelas maminhas, lindas que eu adoro.
Eu qualquer dia, tenho que tentar por ali o malho no meio daquelas maminhas.
Se isso acontecer, venho-me naquelas maminhas e carinha, como da primeira vez.
Está a apontar para as tetas.

(Perspectiva de vista,Télélé. Vista e comentada por todos):

Com a Sónia em cima do Paulo aos beijos, o Nuno, começou a beijar e lambuzar os peitos à Paula.
Lambendo e mordiscando o biquinho do seio esquerdo, tentando apertar o seio direito e ao mesmo tempo que a Paula, levantava-se para despir as calças.
O Nuno mal vê as cuequinhas dela à mostra, espeta logo lá a sua mão esquerda entre as cuecas e a coninha dela.
Começando a rir-se para ela.

(Isto de estar a escrever como vocês estão a dizer, daqui a pouco estou quase a dormir.)

(Perspectiva de vista, Paula):

Fogo, este gajo, está cheio de fominha. Estou a ver que desde ontem, que não deve ter comido nada.
Aquela linguinha na minha maminha, aí, era tão bom se fosse aqui no meu grelinho.
Mas esta porcaria aqui não dá jeito nenhum, muito apertado.
Olha o malandro, a por os dedinhos na coninha. Ah, a espetar dois dedinhos.
Estás a sentir a coninha molhada, não estás, Nuninho.
É como estás a deixar-me. Não consigo compreender porque razão eu fico sempre assim, quando estou com ele e o meu marido a ver ou com a Sónia.
Nunca pensei que iria-me tornar uma mulher tão devassa nas mãos do marido da minha amiga.

Sente essa coninha, sente. Isso, espeta os dedinhos e passa na tua cabecinha, que não tarda nada, eu vou lá limpar.
Fogo, tenho que mostrar-lhe o que quero?
Assim, burro. Espetas os dedinhos na coninha e depois lambuzas a tua piça com o meu melzinho.
Isso, lindo menino.

(Perspectiva de vista, Nuno):

Que ricas maminhas. Gostava tanto que a minha esposa, tivesse um pouco de tetas como a Paula tem.
(Ah, fodasse, ele não disse nada disso e eu já estou a comer dos dois, mas, valeu a pena, já não apago.)
Vou espetar-lhe dois dedinhos naquela cona. Começar a aquecê-la para o que há-de vir.
É lá, esta gaja está super excitada. Que maravilha de cona, tão molhada. Isto até dá gosto.
Opa, queria sentir tanto esta coninha na minha boquinha.

Humm? O que ela está a fazer ao tirar os meus dedos da cona dela?
Oh, não prova a boca de cima, prova a cabeça de baixo.
Quero que eu besunte a cabecinha. Sim senhora, um escravo à sua disposição.
Ái, estas festinhas na cabeça, sabem tão bem.

(Perspectiva de vista, Télélé. Vista e comentada por todos):

Ao esfregar a cabecinha dele próprio com os dedos húmidos da cona da Paula, ela o empurra para trás, sorrindo e vergando-se em cima do colo dele, abocanha aquela piça, gulosamente.
Vê-se o Nuno a recostar-se para trás na sua posição, enquanto sente aqueles lábios doces e macios, no seu pau de carne.
(Pau de carne? Que caralho vocês me metem a escrever…)
Na parte de trás, vê-se o Paulo a apertar as bordinhas do cuzinho da Sónia.

– (Nuno) Isso, minha querida, tu lês os meus pensamentos.Tu fazes isso tão bem.
Muito bem, com a mãozinha no meu piço e lambe-me os tomatinhos, eu adoro quando fazes isso.
– (Paula) Já viste, que aqueles dois estão tão ceguinhos que nem querem saber de nós.
– (Nuno) Mama e cala-te, não pares.

(Perspectiva de vista, Paula):

Mama e cala-te? Olha a lata deste. Vê-lá se queres é uma coisa que eu cá sei pelo o sítio que tu não estás à espera.
Espeto-te já com dois dedos nesse cu, que vais ver quem é que manda aqui.
Nem ponho a vaselina que comprámos. Vai mesmo a seco.

Fogo, então este gajo nem se queixa.
Estou a enfiar-lhe os dedos no cuzinho e ele ainda está a derreter-se todo?
A ainda está a por-me a mão na cabeça?
Ái o cabrão, a agarrar-me o cabelo com força e a puxar para cima e para baixo.
Fogo, estou a engasgar-me com esta brincadeira, vou mas é tirar os dedos, senão ainda me lixo com a brincadeira.

(Perspectiva de vista, Nuno):

Isso mesmo, sua puta, caluda e mama no vitelo.
Ah, parece que ficou fodida com o comentário. Se foda, chupa.
Opa, acho que ela está a querer vingar-se. Está a alargar-me as pernas com as mãos? Vai apertar-me os colhões, só pode.

Oh, que sensação tão boa. Vou ajudar-lhe no que ela está a tentar fazer.
Isso, cabeça vermelha, espeta no cuzinho do teu macho, espeta. Com mais força, puta.
Porra, vou agarrar-lhe no cabelo com força, para ver se ela percebe o que eu quero.
Mais força nesse cuzinho, puta. Como eu estou a fazer com a tua cabeçinha. Não estás a perceber ou precisas de um desenho?

Olha aquela puta lá atrás com o teu marido.
Porra, a Sónia encornou-me primeiro com ele e agora não quer outra coisa, tal e qual como eu. Agora parece um bicho enraivecido.
Aproveita com a minha esposa, como eu aproveito com a tua.
Somos dois homens de sorte, por termos duas putinhas em casa e podermos partilhar as duas.

(Perspectiva de vista, Télélé. Vista e comentada por mim):

– (Paula) Vamos lá para fora, isto aqui não está a dar jeito nenhum.
– (Nuno) Lá para fora aonde?
– (Paula) Parte de trás do carro, sempre tem mais espaço que aqui.
– (Nuno) Eu recuo a cadeira para trás.
– (Paula) Não, eles estão lá atrás, vais acabar por estorvar eles.
– (Nuno) Mas, ô Paula, tem alguns carros aqui mesmo ao lado. E o Amílcar e a Marta, estão lá atrás.
– (Paula) Não me digas, que estás com medo que te reconheçam. Isto mal se vê aqui debaixo da ponte.
– (Nuno) Medo? Se é isso que queres, vamos. Deixa-me levar o telélé comigo.

Voltaram-se a vestir e saíram os dois.
No vídeo, vê-se a minha esposa, com o casaco dela e o pulôver para cima a dizer que estava frio.
Ao chegarem na parte de trás, começaram a filmar o Amílcar com a Marta, fora do carro, ela o punhetando e brochando ele.
No vídeo, vê-se o Amílcar a sorrir para eles.

– (Amílcar) Vou-vos mostrar uma coisa que nunca irão se esquecer.

O Amílcar, começa a acenar para uns mirones, que estavam atrás dos carros, para se aproximarem.
Vê-se homens, uns 5 pelo menos, a juntarem-se ao redor da Marta.

– (Paula) Amílcar, o que vais fazer? Não faças nada de estranho, coitada da Marta.
– (Amílcar) Ela está habituada.

No vídeo, vê-se ele a dar preservativos à Marta e ela a abrir e a "vesti-los" nas piças dos homens e começa o espectáculo.

(Perspectiva de vista, Paula):

Mas este gajo está parvo?
Então está a chamar estranhos assim, para cima da mulher dele.
E ela, ainda está contente a rir-se.
Será que para ela isto é normalíssimo?
Ela só os abocanha depois de por os preservativos. Pelo menos não comete o mesmo erro que eu cometi.

A porta está abrir-se, o meu marido e a Sónia vêm aí, nem vão acreditar no que o Amílcar obrigou a Marta a fazer.
Fogo, então a Sónia, ficou entalada na porta?
Oh, e ele a aproveitar-se da situação, é mesmo malandro.
Ui, ela está a levar palmadas naquele rabo e a gemer que nem um sirene dos bombeiros.
Daqui a pouco, temos os carros todos em cima de nós.
Está um homem a aproximar-se deles.

(Perspectiva de vista, Nuno):

É lá, que vacarrona a Marta saiu.
Que experiência, tem uma na boca e uma em cada mão. E os outros à espera da vez.
O Amílcar aqui encostado a nós e a rir-se com o piço na mão.
Será que ele não tem problemas nenhuns em ver estranhos a por a gaita na boca da esposa dele.
Se fosse comigo, eu não admitia que a Sónia ou a Paula, fizessem isso com estranhos.
Acho que o Paulo, depois daquela dor de cabeça, também não iria permitir.

Vou abrir a porta de trás do carro, pelo menos, sentamo-nos a ver isto.
A Paula, está a olhar para aonde?
Oh, aqueles gajos são doidos, então puseram-se cá fora a foder assim sem mais nem menos.
Epa, está lá um gajo ao pé deles.

(Perspectiva de vista, Télélé. Vista e comentada por mim):

– (Sónia) Mais rápido no meu cuzinho.

A Marta, continuava a lamber todas as piças à vez, enquanto o Amílcar, só abanava com a mão a dizer, para foderem a boquinha daquela puta.
Fodasse, eu, que tenho duas putas na minha vida, não era capaz de fazer o que ele estava a fazer, mas, com isso não quer dizer que não fosse lá por a gaita naquela boquinha e acabar o que não acabou ainda à pouco.
Ainda bem, que o Nuno levou o telélé com ele, senão eu nunca iria ter visto isto.

Ô caralho, o que é que eu estou a ver, que nem acredito.
Um dos gajos, está a abocanhar o malho ao Amílcar e ele nem se importou.
Este gajo é parecido com o Ivo. Deve dar para os dois lados.
Bem, se aquele gajo, mamar como o Nuno, então é uma rica brochada enquanto vai vendo a mulher dele a mamar em quatro piças ao mesmo tempo. Isto é que se pode chamar de multi-task.

(Perspectiva de vista, Paula):

Ao virar-me para o Nuno, reparo que ele estava a olhar para o meu marido e a esposa dele cá fora, sem problemas nenhuns. E pior, com um estranho ao pé deles e ninguém dizia nada para ele sair dali para fora.

Não acredito no que estou a ver.
Então o Amílcar, tem um gajo a mamar-lhe no pénis?
E o Nuno, mesmo ao lado, nem vê nada.
Olha, para ali, nabo.

(Perspectiva de vista, Nuno):

"Mais rápido no cuzinho?" Foi isso que eu percebi? Porra, mas aquela gaja agora, só quer dar-lhe a bilha.
Eu, que sou marido, ainda nem lá cheirei e aquele gajo, parece que já vai na segunda vez.
Tenho que conversar com ela quando chegarmos a casa.
Tudo o que ele tem direito, eu também quero.

Porque é que a Paula, está a bater-me no braço?
Para olhar? OH, CARALHO.
Mas, mas…. está um gajo a mamar no Amílcar. Porra, isto está a descambar por todos os lados.
Daqui a pouco temos uma orgia debaixo da ponte.

– (Nuno) Se vem a polícia, vamos todos de cana.
– (Amílcar) Se fosse lá na terra, não havia problema… tou quase…

(Perspectiva de vista, Télélé. Vista e comentada por mim):

O Amílcar, empurra o gajo que estava a chupar ele para o lado, arranca a camisa da pichota dele e dirigindo-se à Marta, começa a vir-se na cara dela.

– (Amílcar) Têm autorização para se virem na cara dessa puta, que é a minha esposa.

E com essa ordem, todos sacam das camisas e começam a punhetarem-se e a virem-se todos para cima daquela cara, que já tinha leites de dois homens em cima dela. Do Nuno e do Amílcar.
E muito mais leite lá vinha.
Bem que a Mimosa, podia a patrocinar. Ela dava uma grande cara para a marca.
Começaram à vez a vir-se na cara da Marta. Parecia a Serra da Estrela cheia de neve, o quão branca que ela estava.
Com aquele colar ao pescoço e pondo uma cenoura, parecia uma boneca de neve.

Depois do último acabar de se vir, o Amílcar, com a pichota na mão, começa a mijar na cara da esposa, como lavando aqueles leites todos.
A Marta, não se estava a fazer de esquisita, como se estivesse habituada aquilo.
Ela podia estar, mas, o resto do pessoal que estava ali, falando no Nuno e da Maria, para eles os dois, aquilo era uma novidade.

(Perspectiva de vista, Paula):

Não acredito no que acabei de ver.
O Amílcar é doido. Então diz a estes gajos todos para se virem na cara da Martinha?
Ela, nem refila, coitada. Será que ela gosta mesmo deste tipo de humilhação? Será que se excita mesmo ou só faz isto porque ama muito o marido e para o agradar, faz tudo o que ele ordena?

Ah, não pode ser.
Ele está a mijar em cima dela.
E ela com os olhos fechados e boca aberta. A boca está aberta, fecha a boca, miúda. Não, não ponhas a língua para fora.
Os leites a escorrer para cima das mamas dela, que estão fora do decote. Está a mijá-la toda.

Não sei porquê, acho nojento, mas estou super excitada com o que estou a ver.
Será que é bom? Será que um dia vou ter coragem para experimentar isto.
Que sensação estranha, um misto de nojice e prazer em ver aquele líquido amarelo e quente a cair em cima da cara dela, misturando-se com os leites de vários homens.
E um deles foi o meu, aqueles leites que ela tinha na cara era do meu marido.
Aquele gajo tem que as pagar.

(Perspectiva de vista, Nuno):

Porra, a mijar em cima da mulher. Sempre tive um pouco de curiosidade nisto e agora a ver ao vivo e a cores, é lindo de se ver.
Eu também quero, mas não o posso fazer por causa da Paula.
E que tesão que eu estou a ter com esta visão.

É lá, a Paulinha, deve ter ficado excitada com o que viu.
Está a por-se de joelhos, aqui no meio da parte de trás e….
AHHHH, puta do caralho. Que brochada maravilhosa.
Deixa-me cá filmar mas é isto para mostrar aqueles dois o que acabaram de perder.
Isto se não for visto, eles não vão acreditar.

Apetecia-me tanto mijar-lhe agora na boquinha.
Será que ela fica fodida se eu fizer isso?
Mijar aquela carinha, aquele cabelinho vermelho e aquelas maminhas, uiiii.
Ver esta putinha de cabelo molhado em cima da maminhas, que visão.
Oh, porra mais ao pensamento, estou quase a vir-me.

(Perspectiva de vista, Télélé. Vista e comentada por mim):

No vídeo, vê-se a minha linda esposa, a sacar o nabo do Nuno para fora e a fazer um broche, que ao ver o vídeo, puta do caralho.
Não me lembro de ter nada assim na minha vida toda.
Pelo o que eu vi, até foi melhor do que o Nuno fez-me à uns meses.

Vejo no vídeo, ela a olhar para ele, de joelhos a punhetá-lo com a sua mão direita, com a línguinha de fora, a olhar para ele. Parecia que até estava a olhar para mim.
Isto numa merda de realidade virtual, eu era bem enganado e um sucesso de vendas, tenho quase a certeza.
E quando fechava os olhos, ela enfiava-o na boca, saboreando rapidamente aquele nabo do meu amigo.

Parando de repente as movimentações de boca e mão, voltando novamente a olhar-me nos olhos (a mim parece que é a mim que ela olha nos olhos.), volta rapidamente a punhetá-lo.
Parando de vez em quando e retornando a fechar os olhos, para o engolir.
Repetindo este movimento, várias vezes.
Uma das alturas, ela até parecia que estava a querer engolir o piço do Nuno de lado, pois via-se o alto da cabeça dele na bochecha dela.

Aquele olhar selvagem, aquela mãozinha manipuladora e aquela língua viscosa a lamber a cabeçinha, foi o suficiente para que o meu querido amigo Nuno, não se aguentasse e arrebentasse de prazer na boquinha da minha esposa.
Agarrando-lhe pelo o cabelinho dela, encheu-lhe aquela boquinha.

Ela depois de ter engolido e sem dizer uma palavra, beijou o Nuno nos lábios, com um chochozinho, enquanto ele se deitava na parte de trás do carro, extasiado.
Ela deixou-se de ver no vídeo para se ver o Amílcar com a Marta sentada ao colo, a verem o showzinho da minha esposa com o "primo" deles.

– (Sónia) Parabéns, borracho. Espero que por muitos e bons anos, nós todos juntos.

Ouve-se a porta a abrir e passado um pouco uma caralhada minha a bom volume.

– (Paulo) FODASSE. Que é esta merda? Estás a escarrar-me na boca, caralho?
– (Paula) Leite do nosso macho.
– (Paulo) PUTA DO CARALHO. NOSSO MACHO? TU. TÁS. FODIDA.
– (Paula) Parabéns, amorzinho. É a tua prendinha pelo aquilo que fizeste hoje à tarde.
– (Paulo) Eu, eu não…. Nuno, tás fodido. Tu estás fodido, caralho. Eu juro, que vais pagar esta merda cara.

A Sónia e a Maria, riam-se. Putas do caralho. Aquele paneleirão vem-se na cara da outra e eu é que me fodo com a brincadeira.

(Perspectiva de vista Paula):

Vou fazer o melhor brochezinho da vida do Nuno.
Dar o meu melhor. Este gajo nunca irá esquecer-se.
Tem que me encher a boquinha de leite, que é para oferecer como prenda ao meu "querido marido" (Estão a perceber as aspas, não estão? Sarcasmo.)

Isso mesmo, Nuninho. Vem-te que nem um boi chifrudo (eu sei que não foi isso que ela disse, mas quero que tu te fodas, eu fui bem fodido, à tua conta) na boquinha da tua puta.
Fogo, isto é muito leitinho.
Dar um beijinho no Nuno e na Sónia para ele não desconfiar.
Tótó do caraças, depois de dizermos que éramos só os quatro, ainda ontem, faz aquilo logo no dia a seguir.
Mereces esta prenda e muito mais.

Primeiro, dar um beijo à minha querida amiga, para ele não desconfiar.
Eu sei que ele adora ver-me a beijá-la.
Ah, bingo, eu sabia, olha este tótó a abrir a boquinha toda a por a língua para fora.
Leitinho do meu macho, para prenda de anos.

– (Paulo) FODASSE. Que é esta merda? Estás a escarrar-me na boca, caralho?
– (Paula) Leite do nosso macho.
– (Paulo) PUTA DO CARALHO. NOSSO MACHO? TU. TÁS. FODIDA.
– (Paula) Parabéns, amorzinho. É a tua prendinha pelo aquilo que fizeste hoje à tarde.
– (Paulo)(…)

Fodasse, agora sou eu que comento, vão todos para o caralho e deixem-se lá de rir, que eu não achei graça nenhuma.
Engoli aquela merda, caralho.
Engoli meita de outro homem, que veio dentro do Cavalo de Tróia e eu abrindo a bocarra, todo contente, feito um palhaço, confiando na minha esposa.
Uma lição eu aprendi, naquela dia. Não se pode confiar nas mulheres.
O que ela sempre tentou, desta vez conseguiu, engasgando-me. Fodasse.
Não consigo compreender, porque razão eu sofro tanto nas mãos destas gajas.

(Perspectiva de vista, Nuno):

Ah, que maravilha de noite. Esporradela na cara da prima da Sónia e na boquinha desta putinha alucinante.
É lá, o que se passa com o Paulo, que está ali a gritar com a Paula?

– (Nuno) Pessoal, saltem, que é para eu fechar a parte de trás.
– (Amílcar) É melhor, é.
Não sei o que ela fez, mas aqueles dois, ainda se vão matar um ao outro.
– (Nuno) Eu não sei o que se passou, mas, imagino.
Vamos mas é embora, isto já foi demais. Vamos para casa.

Ah, se ela fez aquilo, bem feita. Ele também me fez o mesmo e eu nem pedia queixar-me.
Leitinhos de macho, tirados por uma fêmea, sempre tem outro sabor.

– (Vizinho) Olá, vizinho Nuno.
– (Nuno) ….bom dia, vizinho.
– (Vizinho) Boa noite. Então, estão a divertir-se à grande, hein?
Que grande espectáculo a sua esposa deu aqui, mesmo ao meu lado, com o seu amigo do trabalho.
– (Nuno)…
– (Vizinho) Então, até logo ou até amanhã. Depois nós falamos lá no prédio melhor.

Continua….