Meu sobrinho me deseja

Olá,
Este é um relato real.
Lendo a série de relatos do Daniel Coimbra sobre seu enteado Lucas, fiquei inspirado a escrever sobre mim e meu sobrinho Brian, de quase 7 anos.
Me chamo Pedro, tenho 34 anos, e moro em São Paulo com minha esposa, mas toda a nossa família é do interior.
Tenho vários sobrinhos mas o Brian é o mais novo, e o que mais se apegou a mim.
Quando vou pro interior ele só quer ficar comigo, brincar comigo, jogar games comigo, passear comigo. E eu adoro o menino.
Lendo os contos do amigo Daniel Coimbra e alguns outros aqui nesse site reparei muitas semelhanças com o que tem rolado entre eu e meu sobrinho lindo.
Sempre que o vejo lhe dou um beijinho na bochecha e um selinho, normal, nada demais. Isso todos os tios fazem com ele e com as outras crianças da casa.
Porém já faz um tempo que, quando fico sozinho com ele jogando videogame ou assistindo, ele começa a me beijar de maneira diferente. Uma vez ele pediu pra eu abrir a boca e colocar a língua pra fora, ele pegou e começou a chupar minha língua e a brincar com a sua boquinha na minha. Depois ele pediu pra eu fazer o mesmo com ele, e eu fiz. Ele colocou a linguinha pra fora, eu peguei e abocanhei a linguinha e aquela boquinha toda. Foi uma sensação muito gostosa, e aquilo me deixou com o pau duro na hora.
Logo após ele partiu pra minha orelha. Começou a beijar a minha orelha e a enfiar sua linguinha nela, e fazendo um movimento de entrando e saindo… com certeza ele sabe o que está fazendo!
Depois disso passou um tempo e eu fiquei uns 4 meses sem vê-lo, até que fui pro interior agora no Natal e Ano Novo.
Depois de matar a saudade e de passarem as festas, ele pediu pra eu dormir com ele uma vez. Conversei com os pais dele e eles falaram que tudo bem.
Preparei uns desenhos pra ver com ele no notebook, e resolvi dar corda pra imaginação do meu sobrinho. De pijama coloquei apenas um shorts bem largo, sem cueca nem camiseta. Tava quente pra caramba, então dava pra fazer isso. Quando todos foram dormir, fomos pro quarto, tranquei a porta, coloquei os dois colchões no chão, um do lado do outro, e deitamos.
Inicialmente coloquei o notebook no colo, mais na altura da coxa esquerda. Brian estava super contente que eu finalmente estava dormindo com ele. Ele não queria nem dormir, queria ficar acordado a noite toda… isso não aconteceu obviamente, mas assistimos dois filmes, o que deu umas 3 horas ali.
Quando estava chegando no meio do primeiro filme, ele se aproximou mais de mim e se deitou na minha barriga, de bruços. Eu o estava abraçando antes, então, quando ele mudou de posição pra ficar de bruços, eu deitei meu braço no colchão com a mão pra cima, e quando ele foi se posicionar, ele ficou exatamente com a região da sua piquinha em cima da minha mão…
Fingi não ter percebido, até que ele começou a se mexer pra frente e pra trás, pra cima e pra baixo. Senti que seu pauzinho estava ficando ereto, e mexi meus dedos, tentando sentir o formato e o tamanho do pinto do meu sobrinho. Estava bem durinho mesmo, e ficou ainda mais, e aquilo me deu um tesão da porra.
Aí ele me falou "tio, é gostoso fazer isso com o pipi!".
Meu pau ficou todo melado e pulsante, daquele jeito que pulsa involuntariamente.
O garotinho é mais esperto do que eu achava. Ele sabe o que é sentir prazer, e de alguma forma ele já sabia o que era punhetar.
Isso fez com que eu ficasse com mais calor do que já estava, então resolvi tirar o notebook da minha perna e colocar em cima da cama, que estava logo ao meu lado esquerdo. Assim o notebook ficou mais pra cima, e meu sobrinho, que estava do meu lado direito, mudou de posição pra poder ver a tela. Quando ele mudou de posição, ele deitou com a cabeça exatamente em cima do meu pau, com certeza intencionalmente, pra sentir o volume.
Nessa hora eu já estava explodindo de tesão e comecei a pulsar meu pau incessantemente pra ver a reação dele, enquanto minha mão direita continuava debaixo de seu corpinho de bruços.
A cada pulsada meu pau levantava aquela cabecinha que fingia estar assistindo o desenho, quando na verdade estava me experimentando.
Enfiei a minha mão por dentro do shorts e da cuequinha dele e senti o seu peruzinho quentinho e durinho, e ele continuou roçando na minha mão.
Ver meu pau subindo e descendo a cabecinha linda do meu sobrinho enquanto ele roçava sua rolinha na minha mão me deu MUITO TESÃO, e quase gozei naquela hora.
Meu sobrinho é um safadinho e estava me bulinando.
Resolvi deixar rolar, e não fiz mais nada.
Passado um tempo ele se sentou ao meu lado, olhou pro meu shorts, com aquela barraca super armada, e, com uma cara de muito curioso, perguntou se podia puxar o shorts pra ver. Disse que sim.
Ele pegou e puxou a ponta do meu shorts pra baixo e soltou o meu pau, que estava enorme e melado.
Ele ficou fascinado e começou a passar a mão pra sentir o volume. Aquelas mãozinhas pequeninas alisando meu pau foram enlouquecedoras. A mãozinha nem fechava direito, e a carinha de curioso dele foi demais. Continuei deixando ele me experimentar, não falei nada, e ele de repente falou pra mim "tio, será que eu quero beijar seu pipi?"
Aquilo era o que eu mais queria que ele fizesse no momento, mas se ele fizesse isso, eu certamente teria gozado, e muito.
Não quero apressar as coisas, então novamente não falei nada, e deixei ele decidir. Ele não fez nada, continuou pegando no meu pau por um momento, depois guardou meu pau no shorts, e encostou a cabeça no meu ombro. Olhei pra ele e lhe dei um beijo na sua boquinha, e ele retribuiu com uma chupada na minha língua.
Era isso. Meu sobrinho já sabia o que era punhetar, já sabia sentir e dar prazer, e queria experimentar comigo. Mas, assim como o amigo Daniel Coimbra comentou em sua história, pra ficar legal os dois têm que querer. Como não quero fazer nada que meu sobrinho não queira, não vou impor nada a ele, mas sempre que ele quiser fazer algo eu vou deixar.
Enquanto assistíamos ao segundo filme puxei meu shorts pelos lados pra deixar meu pau escapar. Em algumas vezes meu pau estava pra fora do shorts, e ele sentia quando se movimentava.
Após essa brincadeira deliciosa eu disse pra ele que ele não pode contar isso pra ninguém, nem pros pais dele, nem pras tias e nem pros coleguinhas. Ele concordou de imediato e até fez promessa. O garoto sabe o que essa brincadeira significa e ele não é nem um pouco bobo.
Depois dos dois filmes já eram 3 da manhã e tínhamos que dormir.
Nos arrumamos pra dormir, e ele quis dormir abraçado a mim. Quando ele caiu no sono, eu fiquei pensando em tudo o que aconteceu e comecei a me punhetar com ele abraçado a mim. Que tesão!
Ele tem sono pesado, então eu peguei a mãozinha dele e coloquei sobre o meu pau, fechei a mãozinha dele no meu pau e comecei a punhetar bem gostoso enquanto olhava pra aquele rostinho lindo.
Depois resolvi trazer meu corpo mais pra cima e chegar com meu pau perto da sua boquinha. Queria sentir aquela boquinha encostando na cabeça da minha rola, mas como ele estava deitado em cima do meu braço, não foi possível. Quando subi mais ele se virou.
Continuei punhetando mais um tempo, mas não queria gozar daquele jeito.
Dormi também, e ficou por isso mesmo.
Depois eu e minha esposa trouxemos ele pra São Paulo passar uns dias, pois eu estava de férias.
Nos divertimos muito, e aconteceu de irmos 3 vezes na piscina do condomínio, onde após a piscina bateu aquele sono gostoso, e eu tirei um cochilo com ele nesses dias.
Não dava pra fazer nada, pois era dia e eu não podia fechar a porta do quarto, mas no momento em que estávamos sozinhos ele discretamente pediu que eu o beijasse na boca, de língua, igual da outra vez. Eu o beijei e ele me beijou, depois ele pediu que eu o beijasse de novo mais umas 4 vezes.
Fiquei de pau duro, nós dormimos. Acordei primeiro e brinquei um pouco com o pauzinho dele, foi uma delícia.

Voltarei lá agora no carnaval, com certeza ele vai querer que eu durma lá uma noite de novo.
Continuarei a história se isso ocorrer…

Att,
Pedro Juliano