Lucas, meu enteado (parte 9) (José e Theo)

Essa é a parte 9 do conto LUCAS, MEU ENTEADO. Sendo que continuarei aqui a falar de JOSÉ E THEO.
Depois do que aconteceu no banheiro – Theo assistiu minha punheta e gozada – eu liguei pra José e o convidei pra vir dormir aqui em nossa casa. Só pra lembrar, eu sou pai de Theo, um garoto de oito anos que está começando sua vida sexual com meu amigo José, de 32 anos. Eu tenho 29 anos, fui pai aos 21 e sou viúvo.
José chegou por volta das 19:00. Theo o aguardava com ansiedade e quando se viram, se abraçaram e se beijaram. Um beijo com amor e paixão. Ele trouxe pra Theo um game de presente. Sentamos no sofá enquanto conversávamos coisas do trabalho e Theo ficou em seu colo, e naturalmente ele fazia carinhos em José e por várias vezes se beijaram. Uns 40 minutos depois Theo o chamou pra irem pro quarto.
– tudo bem? Você não se importa? – José me perguntou.
– não. Claro que não. Fique a vontade. Vou preparar alguma coisa pra gente jantar – eu disse.
– então vou ficar um pouco lá no quarto com Theo, qualquer coisa você me chama.
– chamo sim. E não se importem comigo! – disse isso sorrindo com cumplicidade, pois queria que eles transassem com bastante prazer e muitos gemidos para que eu ouvisse.
José sorriu pra mim e disse:
– pode deixar. Faremos de conta que você não está.
Ele sabia do quê eu estava falando. Ele era descolado e esperto demais pra saber que sua putaria com meu filho estava me dando prazer e me deixando com tesão e bastante excitado.
Os dois seguiram pro quarto, e assim que fecharam a porta e fui atrás. Encostei meu ouvido e ouvi Theo perguntar:
– quer que eu chupe sua rola?
– você quer? – José lhe perguntou de volta.
– quero. Eu fiquei com vontade o dia todo.
– você ficou pensando em minha rola?
– fiquei.
– ficou com vontade de pegar e chupar?
– hum hum.
– eu também pensei o dia todo em você.
– o quê?
– no quanto eu amo você e estou apaixonado. No quanto você é lindo e me faz muito feliz. E eu também quero fazer você muito feliz. Vou fazer tudo que você quiser pra você ficar feliz.
– meu pai disse que a gente podia fazer tudo que quisesse e se eu não gostasse era pra falar pra você e você não iria fazer.
– tudo o quê?
– quando a gente tivesse namorando. Ele disse que se eu fizesse e gostasse que não tinha problema, que eu podia fazer. Eu disse que chupei sua rola e gostei, então ele disse que eu podia chupar toda vez que ficasse com vontade ou você pedisse pra eu chupar.
– e por que vocês conversaram isso?
– ele perguntou o que a gente tinha feito. Ele disse que eu não tinha que ter vergonha dele e que podia contar. Aí eu contei as coisas que a gente fez.
– você contou tudo pra ele?
– hum hum.
– você disse que chupou minha pica e que gostou de chupar?
– disse.
– disse pra ele que você ama mexer nos meus ovos?
– disse.
– disse que meu pau fica durão quando você pega nele?
– disse.
– disse que eu fiquei roçando meu cacete no seu cuzinho?
– disse.
– você falou isso pra ele, foi?
– falei.
– e ele gostou de ouvir?
– não sei.
– não sabe, não?
– não.
– e você gostou de sentir minha pica no seu cuzinho?
– gostei.
– gostou, meu amorzinho?
– gostei.
– quer hoje de novo?
– quero.
– vou roçar minha pica bem gostoso no seu cuzinho. Você vai adorar.
– meu pai disse que você vai enfiar sua rola no meu furico.
– ele disse isso, foi?
– hum hum.
– e você quer que eu enfie?
– eu tô com vontade, mas tô com medo.
– medo de quê?
– de doer.
– vai doer só um pouco no início, quando começar a entrar, mas depois que tiver dentro você vai gostar um bocado. Vai ser muito gostoso.
– mas se doer muito você pára?
– sim. A gente só vai fazer o que você quiser, como seu pai falou, só o que você quiser.
– josé?
– oi?
– depois que a gente terminou de conversar, meu pai foi pro banheiro e bateu punheta.
– como você sabe?
– eu ouvi ele gemendo alto igual você.
– gemendo alto?
– hum hum. Aí eu pedi pra ele abrir a porta.
– voce queria ver ele batendo punheta?
– hum hum.
– ele abriu?
– abriu.
– e ele continuou batendo punheta pra você ver?
– ficou. A rola dele tava durona e grandona, igual a sua.
– você pegou na rola dele?
– não.
– mas ficou com vontade?
– fiquei.
– ficou com vontade de chupar, também?
– hum hum.
– quer pegar e chupar a rola de seu pai, também, igual você chupa a minha?
– quero. Ele também gozou igual a você. Saiu um bocado de gala.
– papai gozou muito, foi?
– foi. Um bocado de gala saiu da rola dele e ele gemeu muito.
– se você vir ele batendo punheta de novo, peça a ele pra chupar.
– ele vai deixar?
– vai. Vai sim. Com certeza.
– tá certo.

Não conseguia acreditar, e nem imaginei que Theo fosse contar aquelas coisas pra José. Ele agora sabia, tinha certeza que eu estava me excitando com o sexo deles. Senti vergonha, e senti mais ainda porque percebi que José estava falando aquelas coisas bastante alto para que eu ouvisse, pois com certeza ele sabia que eu estava escutando atrás da porta. Mas mesmo com vergonha eu não desgrudei o meu ouvido da porta e ouvi toda a foda deles. E José fazia questão de gemer muito e falar o que estavam fazendo, dando detalhes do que acontecia. E eu me acabava na punheta, já completamente nú e louco de tesão esperando pra gozar junto com José quando ouvisse ele berrar que iria gozar.
Exatamente assim aconteceu. Ouvi José dizer que estava sendo mamado, ouvi ele falar que estava chupando o cuzinho de Theo, lubrificando pra meter. E ouvi Theo choramingar dizendo:
– tá doendo!
E gozei ao mesmo tempo que José gozou aos berros dizendo:
– vamos gozar! Vamos gozar! Goze! Goze! Goze gostoso!
Ele sabia que eu também estava gozando. Gozamos juntos. Uma gozada fantástica.

Tempo depois eu estava na cozinha preparando algo pro jantar. Ouvi a porta do quarto deles abri e ouvi a voz de José logo atrás de mim:
– ele dormiu.
Virei e José estava nu. O pau estava mole e no rosto uma satisfação de imenso prazer.
– ele dormiu. Então não quis tomar banho lá pra não acordar ele.
– tudo bem – eu disse demonstrando naturalidade.
– quero uma toalha, pois esqueci de trazer.
– vou pegar.
Passei por ele e fui pro meu quarto buscar uma toalha. Ele me seguiu e ficou na porta me observando. Entreguei a toalha e ele me disse:
– ele pegou no sono. Nem tomou banho.
Eu olhei o pau dele, acho que por instinto, e estava melado. A cabeça estava pra fora brilhante e melada, provando que há pouco havia esporrado. Ele disse:
– vou lá tomar banho. ME LIMPAR – ele enfatizou bastante isso e seguiu pro banheiro social e ainda disse novamente:
– ele tá deitado dormindo. Nem tomou banho.
A frase "NEM TOMOU BANHO" ficou martelando em minha cabeça. Quando ouvi a água caindo, corri pro quarto de Theo. A porta estava aberta e ele estava na cama dormindo nu, de bruços, as pernas bem abertas. Com certeza José posicionou ele assim pois sabia que eu iria olhar. Me aproximei e ele exalava sexo, a bundinha toda melada e eu sabia que era a porra de José. Passei a mão e senti a porra no dedo e o cheiro peculiar invadiu meu nariz. Abri a bundinha de Theo e ainda tinha porra escorrendo de dentro dele. Meu pau subiu na hora. Tive vontade de gozar no mesmo lugar que José e deixar nossas porras juntas na bundinha linda de meu filhinho. Iniciei uma punheta mas parei quando ouvi a água ser interrompida no banheiro. Voltei pra cozinha e logo José estava lá tambem. Estava enrolado na toalha. Ele perguntou:
– você foi lá ver ele?
– fui – respondi sem pensar.
– ele ainda está dormindo?
– está.
Ficamos calados. Havia uma certa tensão e sabíamos po quê. José sentou à mesa e disse:
– preciso lhe falar algo.
– sim. Estou ouvindo.
E ele começou:
– eu tentei penetrar Theo.
– você tentou ou você penetrou?
– eu sei que tínhamos combinado que seria no fim de semana, mas estava com muita vontade e não consegui segurar.
– você penetrou?
– só a cabeça. Sabíamos que não seria de primeira pra não machucar ele.
– é. Sabíamos.
– vai ser aos pouco.
– hum hum.
– hoje meti só a cabeça. Na próxima vez meto um pouco mais até meter toda.
– ele gostou de hoje?
– gostou. No começo ele reclamou um pouquinho de dor. É muito apertadinho o cuzinho dele. Daí fui metendo com muito cuidado e bem devagar até ele acostumar.
– só a cabeça.
– sim, só a cabeça. Ele não aguenta toda já de primeira vez. Mas só meter a cabeça do meu pau no cuzinho dele já foi muito gostoso. Você não faz idéia do prazer de meter nele. É maravilhoso. Leva qualquer um ao extremo do prazer. Botar ele deitadinho de bruços com a bundinha arrebitada. Lamber o cuzinho dele é maravilhoso. Eu chupei muito o cuzinho dele. Deixei bem molhadinho pra minha pica deslizar.
Eu estava visivelmente excitado. Meu pau pulsava dentro do short, e não fiz questão de esconder. José me olhava fixo nos olhos enquanto narrava sua foda com meu filho. Vi que seu pau também estava duro fazendo uma barraca debaixo da toalha e que ele também não fazia questão de esconder. Sabíamos o que estava acontecendo ali e que já era tarde pra voltar atrás. Ele continuou:
– ele me disse que ficou o dia todo pensando em mim e que tava com muita vontade de chupar meu pau. Ele sentou na cama e eu fiquei em pé na frente dele. Ele mesmo abriu minha calça e botou minha pica pra fora. Já tava muito dura. Ele meteu a cabeça na boca e chupou com muita vontade e desejo. Você precisava ver a forma que ele chupa. É muito gostoso sentir a boquinha dele tentando engolir mais, as mãozinhas fazendo carinho no resto da pica e nos ovos. Tive vontade de gozar e encher a boquinha dele de porra, mas me segurei pro cuzinho. Ele já tinha me dito que queria dá a bundinha pra mim. Você faz idéia do tesão que é ouvir um garotinho de 8 anos dizer que quer dá o cuzinho pra você?
– hum hum – eu estava completamente excitado e respondia sem pensar.
– é muito gostoso. É sensacional. Deixa qualquer homem, qualquer um com o pau estourando. Meter no cuzinho de uma criança é o melhor prazer do mundo.
– hum hum – eu estava a ponto de botar o pau pra fora e bater uma enquanto o ouvia. Eu sei que essa era a intenção dele, me deixar com muito tesão, e estava conseguindo, e realmente nem me importava mais com isso, de demonstrar pra ele o quanto estava bom ouvir detalhes de como ele comeu meu garotinho. Perguntei:
– foi muito bom meter nele?
– muito. Imagine o cuzinho dele apertadinho, quente, apertando a cabeça da minha pica. Ouvir os gemidinhos dele toda vez que eu tirava e metia bem devagar pra ele sentir seu cuzinho levando rola. Ele sempre vai lembrar de mim como o primeiro homem que meteu pica nele. Que comeu o cuzinho dele.
– você ficou com vontade de meter toda?
– muita vontade de enfiar toda, sentir só os ovos de fora, e o pau todo dentro pulsando.
– será que da próxima vez ele já aguenta?
– ainda não. Acho que na quarta vez ele já aguenta toda enfiada. Mais tarde vou dá mais uma metida nele. Se por acaso você ouvir meus gemidos, já sabe o que é. .
– tudo bem. Sem problemas.
– eu enchi o cuzinho dele de gala. Até a hora que vim tomar banho ainda tava escorrendo. Quando você entrou lá, tava como?
– ainda tava escorrendo. A bunda tava toda melada e saindo mais de sua porra de dentro do cuzinho.
– eu gozei muito. Foi muita porra dentro dele. Ainda derramei um pouco em cima dele, na bundinha.
– e mais tarde vai encher ele de porra outra vez.
– com o tesão que eu estou aqui, vai ser a mesma coisa. Encher pra ficar escorrendo.
– só que vai ser um pouco mais fundo, porque você vai meter mais.
– é. Um pouco mais da cabeça, ou vou tentar botar até a metade.
– quantos centímetros a metade?
– oito. Tenho dezesseis e meio – ele disse isso expondo o pau pra eu ver – aqui, pode ver pra você não ficar preocupado. Ele aguenta.
O pau dele era normal. A cabeça proporcional ao resto do pau. Grossura normal, o que não machucaria muito o cuzinho de Theo. E realmente devia ter de 16 a 17 centímetros. Naquele momento percebi que estava muito duro. Pulsava e ecorria bastante baba. Ele segurou pra eu prestar atenção e perguntou:
– ele não aguenta toda?
– aguenta, com certeza.
– vou meter até a metade hoje. O que você acha?
– meta até a metade. Daí na terceira vez acho que já dá pra meter toda.
Não conseguia parar de olhar pro pau dele duro apontando pro teto e imaginar dentro do cuzinho de Theo. Ele via minha atenção e se exibia mais. Alisava, apertava, mexia nos ovos, espalhava a baba que escorria. Ele disse:
– estou louco de vontade de sentir esse pau todo enterrado na bundinha gostosa dele. Botar ele pra rebolar e ouvir ele gemendo atolado aqui na minha pica – ele fez movimentos de punheta e disse – delícia!
Nisso eu já estava tomado de tesao. Falei:
– nossos paus são muito parecidos – baixei o short e expus a pica dura, pulsante e toda melada.
Realmente nossas picas eram parecidas, tanto na grossura quanto no tamanho. Ele ficou olhando meu pau e disse:
– a sensação que ele vai ter quando eu meter toda nele será a mesma se fosse você metendo. Nossos paus são iguais. Mesmo tamanho e grossura.
– só seu saco que é maior.
– sou sacudo – ele exibiu mais uma vez o sacão – ele gosta de minhas bolas, de ficar alisando e apertando.
Ficamos alisando nossos paus enquanto a baba escorria e o tesão tomava completamente conta do lugar. Mas fomos interrompidos pelo barulho do despertador avisando que eu precisava tirar a panela do fogo. Botei o pau dentro do short e virei pro fogão. Eu disse:
– nossa janta está quase pronta.
Ele levantou com o pau ainda exposto. Não se cobriu com a toalha disse:
– vou acordar ele pra tomar banho, pra gente jantar.
– ok. Enquanto ele toma banho eu termino aqui.
José caminhou pro quarto ainda nu, com a toalha agora pendurada no pescoço. Eu fiquei olhando ele entrar no quarto e pensei que com certeza aquilo estava sendo os momentos mais excitantes da minha vida. Procurei expulsar qualquer sentimento de reprovação que ainda houvesse. Eu estava bem, José estava bem, e o mais importante de tudo: Theo estava feliz.
Naquela noite eles transaram novamente, como José disse que aconteceria. Eu ouvi e também vi, mas contarei em outra oportunidade.
Agradeço aos comentários e apoio de todos. É gratificante ler o que vocês acham dessa história. Cada comentário é um incentivo para eu continuar escrevendo.

ATT: Daniel Coimbra.