Tentei Resistir, Mas A Tentação Venceu (Parte 1 de 2)

Hoje tenho 30 anos, ainda solteiro e sem filhos; tenho uma irmã 2 anos mais nova, já casada e com 2 filhos. Eu e minha irmã tivemos boas experiências de descoberta sexual escondido dos nossos pais, entre os meus 8 e 14 anos. Rolavam sacanagens deliciosas em nosso quarto e nossa atividade preferida era sexo oral. Peguei gosto por boceta chupando aquela xoxota lisinha e gorducha. Ela também adorava ficar com meu pinto na boca, de vez em quando me pedia para deixar ela me chupar. A gente fazia muito 69, era gostoso demais. Eu adorava fazer minha irmã gozar na minha língua, e ela também ficava feliz quando eu gozava em sua boca. Outras vezes quando estávamos sozinhos ela sentava no meu colo e rebolava o bumbum enquanto assistíamos TV. Quando o tesão era muito, tirava a calcinha e me pedia para tirar a cueca também, depois sentava no meu colo. Começou a ficar mais exibida a partir dos 10 anos, idade em que seu corpo começou a se desenvolver. Ela tomava banho com a porta aberta, saía do banheiro para o quarto sem enrolar-se numa toalha, enfim fazia de tudo para que eu visse o seu corpo nu. Sempre gostou de sentir-se desejada: na escola, vivia levantando a saia para mostrar a calcinha. Sei que ela chupou vários meninos porque essas conversas circulam entre a molecada. Minha mana desde criança já era uma putinha, que pareceu controlar um pouco mais seu fogo ao aproximar-se da fase adulta. As nossas sacanagens foram ficando cada vez mais raras conforme fomos crescendo, mas eu nunca perdi o tesão por ela. Muitas vezes me acabei na punheta imaginando que comia minha própria irmã, sonhava em flagrá-la dando para algum cara e ela me chamando para participar, dizendo algo como “Já que está aqui, fica.” O tempo passou e nós estudamos, nos formamos, eu fui trabalhar e ela acabou se casando.

Hoje ela mora numa cidade distante 30 minutos, indo de carro. Quase todo mês eu a visito para passar um tempo com meus sobrinhos, a quem amo muito. Peguei os dois no colo, troquei suas fraldas. A menina hoje tem 8 anos e o menino tem 6. Meu cunhado trabalha o dia todo e não passa muito tempo com os filhos, eles têm a mim como uma figura masculina mais presente do que o próprio pai, que coincidentemente tem o mesmo nome que eu. Há uns 6 meses eu estava tomando conta dos garotos quando minha irmã precisou sair. Eu sempre uso o notebook dela para me distrair enquanto os sobrinhos brincam ou assistem TV. Eu queria ver um site cujo nome não me lembrava, mas sabia que já tinha visitado antes naquele mesmo notebook; então usei o recurso de ver histórico de navegação. Minha surpresa foi enorme ao ver que entre as páginas recentes estavam sites de contos eróticos com histórias de incesto. Eu descobri por acaso que minha irmã ainda sentia tesão pelos nossos tempos de criança e adolescência e lia estes contos para se masturbar. Alguns contos eram entre pai e filha, outros entre irmãos e havia muitas histórias de descoberta do sexo na infância. Fiquei bobo com minha descoberta e mal pude esperar para conversar com minha irmã sobre aquele assunto. Ficou evidente para mim que ela gostava muito, mas provavelmente não tinha coragem de puxar conversa comigo sobre nosso passado.

Quando minha irmã retornou, eu a chamei no quarto dizendo que precisava conversar com ela. Fechei a porta e abracei-a por trás, sussurrando em seu ouvido que já sabia que ela andava lendo contos eróticos de incesto. Eu disse que também sentia muita saudade do nosso tempo de criança e sonhava com o dia em que poderia comer minha irmãzinha. Meu pau foi endurecendo enquanto eu o pressionava contra suas nádegas, minhas mãos alisavam seu corpo, apertando os seios. Eu alternava sacanagens ao ouvido com beijos no pescoço e minha irmã não dizia uma palavra de protesto, muito pelo contrário. Sua respiração ofegante entregava o desejo que ela não conseguia mais esconder. Eu disse a ela que aquilo era errado, muito errado, mas eu não ligava. Ela já era minha irmã putinha muito antes de se casar e continuaria sendo minha irmã putinha. Ela virou-se e me deu um beijo de puro desejo e paixão, confessou que era louca para ser uma puta completa para mim, só não sabia como me dizer. Tiramos nossas roupas, deitamos na cama e comecei a mamar em seus lindos seios, apertei os mamilos e arranquei suspiros da mana gostosa. Minha irmã pediu para chupar no meu pau e eu disse que não, ela teria que implorar. Continuei a lamber e chupar os mamilos sem dar ouvidos aos pedidos dela, que insistia, choramingava pedindo para mamar no meu cacete. Ela me pedia “Por favor Edu, eu tô ficando louca aqui, preciso sentir essa rola gostosa de novo na minha boca”. Eu fiz meu papel de irmão mais velho e dominei minha putinha, ela seria minha cadela para eu usar e abusar.

Depois de chupar e apertar bem os seios, fui para sua xereca lisinha e caí de língua. Estava encharcada e exalava um delicioso aroma de mulher, me trazendo boas lembranças da adolescência. Nenhuma boceta tem o mesmo cheiro, o mesmo sabor e a dela era maravilhosa. Lambi muito aquela xoxota carnuda enquanto enfiei um dedo, depois dois e os socava enquanto chupava o grelo, arrancando gemidos dela. Minha irmã teve seus primeiros orgasmos antes de ser efetivamente penetrada, eu queria que ela gozasse muito e ficasse completamente entregue a mim. Tirei os dedos da boceta e enfiei dentro de seu cu apertado, o que a fez gemer ainda mais. Ela murmurava e dizia meu nome: “Ai que gostoso, Edu… Assim, não para… Que delícia… Me come logo, seu tarado…” Eu a torturei por mais alguns minutos antes de colocá-la de quatro sobre a cama e apontar meu pau para o rosto dela. Minha irmã ficou de boca aberta, esperando pelo meu cacete, mas eu ficava passeando com ele para lá e para cá em frente ao seu rosto, deixando minha maninha agoniada. Eu bati com o pinto nas bochechas dela, ela reclamou que eu estava sendo um irmão muito malvado. Ela queria abocanhar minha cobra, mas eu não deixava, até que permiti que ela desse um beijo no meu pau. Mandei que ela jurasse amor eterno ao meu caralho e ela o fez, dizendo que meu pau é sua maior paixão e que seria uma irmã muito obediente, fazendo tudo o que eu quisesse. Depois disso, permiti que ela chupasse minha piroca. Minha irmã mamou no meu cacete com um desejo tão grande que até me espantou. Eu segurei em seus cabelos e fodi sua boca como se faz com uma vagabunda, que aceita tudo quietinha.

Quando engasgou no meu pau pela primeira vez, eu perguntei se estava tudo bem e ela me respondeu que sim, eu podia continuar fazendo o que eu tivesse vontade. Depois disso, parei de fazer perguntas e me concentrei só nos meus desejos, pois ficou evidente que ela estava disposta a tudo para me agradar. Eu queria gozar naquela boca e fui acelerando as estocadas, indo cada vez mais fundo até que não aguentei mais e explodi num gozo magnífico, segurando a cabeça dela com meu pau dentro. Não permiti ela que tirasse a boca do meu cacete enquanto ele não parasse de pulsar, expelindo sêmen direto em sua goela. Depois ela me pediu para fodê-la com força, igual a uma vadia de rua. Aproveitei que ela já estava de quatro e fui metendo em sua boceta ensopada. Meu pau não é muito comprido, porém é grosso e entrou preenchendo aquela xereca gostosa e quente. Meti nela com força, chamei minha mana de vadia, cachorra, vagabunda… Eu disse que há muito tempo sonhava em fodê-la. Ela me respondeu que também desejava ser minha amante, mas por receio de ofender nossos pais e o resto da família, procurou se afastar de mim e constituir família em outra cidade. Enquanto eu castigava a boceta dela, perguntei de onde vinham esses desejos de ser tratada como uma qualquer. Ela me respondeu que o marido é carinhoso e gentil demais na hora do sexo, muito sem imaginação. Todo homem deve ser gentil e carinhoso no dia-a-dia, mas na hora da putaria, os desejos carnais têm prioridade e ela queria que o marido fosse bem selvagem. Mas infelizmente não era assim, então o recurso da minha irmã era chamar pelo nome dele, pensando em mim. Foi então que percebi: não era coincidência meu cunhado ter o mesmo nome que eu. Minha irmã casou-se com um Eduardo de propósito, para que na hora do sexo ela pudesse chamar pelo nome do cara, mas fingindo que era eu. Ela me confessou que seus orgasmos eram muito mais fortes quando pensava em mim, muitas vezes só conseguia gozar deste jeito. Naquele momento ela extravasou todo o desejo contido por anos.

Minha irmã gozava sem se importar com nada, falava que estava delicioso demais e que eu era o seu macho, que sabia como foder uma mulher. Meti naquela xereca em várias posições: de pé, deitados, sentados numa cadeira. Depois que gozei dentro dela sem qualquer proteção, minha irmã me pediu que fodesse seu cuzinho, coisa que o marido raramente fazia. Claro que eu topei e tratei de apontar meu pau para aquela bundona linda. A mana me pediu que não tivesse pena dela, que fodesse sua bunda com força. Praticamente pediu para estuprá-la, sem dizer isso com todas as letras. Ela queria sentir-se suja, imunda, uma mulher depravada e incestuosa, que não mede esforços para satisfazer sua luxúria. Acima de tudo, queria que seu amado irmão tivesse convicção de que não há mulher mais gostosa do que a própria irmã, e assim garantir que eu estaria sempre interessado em fazer sexo com ela. Já que era esse seu desejo, fui empurrando meu pau para dentro de seu rabo, que foi engolindo centímetro por centímetro. Eu a segurei pelos quadris e fui forçando cada vez mais, não havia trégua, eu queria esconder meu caralho inteiro dentro daquela bunda linda. O cu dela mordia meu pau, minha irmã gemia e me chamava de Edu malvado, pedia para eu meter com força, para arregaçar seu cuzinho, queria ser arrombada pela minha tora. Ouvir minha própria irmã pedindo isso foi maravilhoso, eu a fodi como nunca havia antes fodido mulher alguma. Dei muitas palmadas em sua bunda, puxei seus cabelos e fiz o cuzinho dela virar um túnel com meu cacete grosso. Gozei duas vezes naquele cu sem que meu pau amolecesse, o tesão era forte demais. Depois de quase 1 hora de sexo selvagem, tomamos banho, nos recompomos e ela foi dar lanche para os meninos. Ela conseguiu o que queria e eu também, naquele dia nos tornamos amantes.

Durante dias ficamos conversando sobre o que fizemos e nos declaramos apaixonados, com direito a juras de amor. Ela não largaria o marido para viver um romance comigo, nem eu queria que fizesse isso. Afinal, não seria justo com meus sobrinhos nem com meu cunhado. Concordamos que a melhor maneira seria vivermos nosso romance às escondidas. Ninguém jamais suspeitaria de nada, afinal somos irmãos. Poderemos ficar juntos na mesma casa à noite sem que ninguém levante suspeitas. Durante nossas conversas, relembramos nossa infância e como foi gostoso descobrirmos juntos o prazer. Um assunto puxou o outro e eu perguntei como estava sendo com os filhotes. Ela me disse que o menino frequentemente brinca com o pintinho e a menina já se masturba, esfregando a pepeca no braço do sofá, apertando bichos de pelúcia entre as pernas. Ela nunca brigou com eles, pelo contrário, sempre estimulou que eles descobrissem o prazer que seus corpos podem proporcionar. Porém nunca quando o marido está por perto, porque ela já sabe que ele não concordaria com nada daquilo. Eu perguntei a ela se não seria legal deixar os dois nus brincando no quarto, para ver o que aconteceria. Minha irmã riu e topou: disse que a partir daquele momento, todos os dias deixaria os dois no quarto com a porta fechada e diria para eles brincarem do que tivessem vontade. Cedo ou tarde alguma coisa acabaria acontecendo. Nós rimos muito imaginando os dois de safadeza, como nós mesmos fizemos. De repente o tesão bateu novamente e fomos para o quarto para mais uma sessão de sexo. Só que desta vez foi diferente; em minha mente eu focava meus sobrinhos fazendo as mesmas sacanagens que eu fazia com minha irmã quando nós tínhamos as idades deles. Eu disse “Imagine eles se chupando como a gente fazia”. Isso me deu um puta tesão, que contagiou minha irmã. O sexo foi tão ou mais intenso do que a primeira vez que nos pegamos.

Depois deste dia, passamos a conversar com mais frequência sobre tudo o que fizemos e o que ainda tínhamos vontade de fazer. Demorou menos de 2 semanas para minha irmã finalmente flagrar os filhos brincando de sacanagem. Ela abriu a porta e encontrou a filha com a boca no pinto do irmão. Ambos se assustaram, mas ela foi muito carinhosa com eles. Disse aos filhos que achava lindo os dois brincando de fazer carinho um no outro e perguntou se poderia assistir. Os dois ficaram tranquilos e mostraram à mãe o que já haviam experimentado. Fizeram muitas perguntas e minha irmã explicou tudo o que queriam saber, inclusive dando sugestões de carinhos que os dois gostariam muito. Ela foi ficando tão excitada por assistir os próprios filhos passando por tudo o que nós passamos, que começou a fotografar e filmar tudo o que faziam, para depois me mostrar. Um dia minha irmã não resistiu mais e passou a se masturbar na frente deles. Ela me contou que os meninos adoraram ter a mamãe brincando junto. O tesão foi tomando conta dela, que começou a participar mais ativamente, com muito carinho como só uma mãe pode dar. Também ensinou meus sobrinhos a lhe dar prazer e me disse que só faltava o titio para a festa ficar completa. Diante deste convite, eu não poderia mais ficar de fora. Mas essa história ficará para a parte 2, que será publicada em breve. Se você gostou, conte para mim na seção de comentários. Críticas e elogios são bem-vindos.

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